Notas iniciais
Já deviam estar achando que eu não ia postar hoje né! Hahaha é que ta muito frio onde eu moro, e com esse tempo, eu dormi o dia todo (sou muito preguiçosa).

Espero que gostem desse capítulo ... ele vai ser MUITO surpreendente :3

Sede da Liga dos Assassinos ...

Damian ainda olhava para a câmara de contenção onde Batman estava. Marlena olhou para a porta e viu Devastador, Ás e Poisonboy entrarem no local.

- Damian ... temos companhia — ela disse, já se preparando para lutar. Nightbat se virou e assim que viu Devastador, sentiu um ódio enorme.

- Que tal uma revanche? Dessa vez eu mato você — Devastador pegou sua espada. Damian avançou para cima dele, que desferiu um golpe, vindo de cima, com sua espada. Nightbat usou a manopla 2.0 para amortecer o golpe, e deu certo. Ele deu um soco no rosto do vilão, que cambaleou para trás. Quando o mesmo conseguiu se orientar, Damian lhe deu um chute circular no rosto dele.

Ás se aproximou de Marlena, com a mão nas costas. Ela estava com aquele sorriso psicótico que tinha herdado do pai. A heroína a encarava, sem piscar um segundo, pois da última vez que subestimou Ás, levou uma facada na barriga, e isso não foi nada agradável.

- Quer brincar comigo de novo morceguinha? — Ás gargalhou. Marlena correu na direção dela, pronta para dar um soco na vilã, mas antes que fizesse isso, ela viu algo brilhar na mão de Ás, e quando se aproximou mais, viu que era uma enorme faca. A heroína desviou no momento em que Ás tentou acerta-la com o objeto.

- Não tão rápido palhaça! — Marlena deu uma banda nela, o que a fez cair. Ás se levantou e tentou dar vários socos na heroína, acertando apenas alguns. — Já cansei disso. — Marlena segurou os dois braços de Ás e lançou a vilã, com uma força absurda, na parede.

Henry usava seus anel para criar uma parede que desviar dos espinhos que Poisonboy mandava em sua direção.

- Vai ficar se escondendo Vaga-lume? — o vilão disse.

- Vaga-Lume? Sério? Agora me ofendeu. — Lanterna transformou a parede em uma enorme luta de boxe e deu um soco tão forte em Poisonboy que ele atravessou a parede.

***

Leena olhava para Elena, com uma fúria incondicional, ela fez uma espada gigante feita de gelo e correu na direção da irmã. Elena desviou do golpe sem fazer nenhum esforço, indo para trás de Leena, e quando fez isso, deu um cotovelada nas costas da irmã, fazendo ela cair de cara no chão.

- Sabia que quando está com raiva você se torna previsível? — Elena riu.

- Por que você matou ela? A sua briga é comigo! — Leena tentou desferir mais um golpe na irmã, mas esse foi bloqueado pelo cetro prateado nas mãos dela.

- De que outro jeito eu chamaria a sua atenção. — Elena a empurrou contra a parede.

- Da última vez você não conseguiu me matar, acha que vai conseguir agora? — Leena disse, tentando desesperadamente se soltar.

- Dessa vez não depende de mim te matar. — nesse momento, Elena sentiu alguém puxar seu cabelo e a jogar do outro lado da sala.

- Se afasta dela. — Lyra disse, erguendo sua espada.

- Não se meta nisso prima, vai brincar com alguém do seu tamanho — Elena riu. Lyra andou na direção da vilã, mas antes que chegasse nela, levou um soco no rosto. Ela viu Aegir surgir das sombras.

- É um prazer vê-la de novo Lyra. — ele sorriu.

- Agora entendi quando você disse que eu me arrependeria por não ter te matado. — ela avançou contra ele, fazendo suas espadas se chocarem, então eles começaram uma, violenta luta de espadas.

Elena andou, lentamente na direção de Leena. A heroína desfez sua espada de gelo e deu um soco na irmã. A vilã se enfureceu e segurou o braço de Leena e começou a vira-lo, quase torcendo o mesmo.

- Elena! Para! — a vilã ouviu a voz de Franklin vinda da porta. Ela o encarou por alguns segundos, tempo o bastante para Leena lhe dar uma cabeçada e depois a empurrar para trás. Franklin a segurou antes que Elena caísse no chão.

- Fica fora disso! — ela gritou, se desvencilhando dele.

- Você não quer fazer isso. Seu pai só está te usando para dominar a Terra. Você não quer isso! — ele disse.

- Mandei ficar fora disso — ela o empurrou, e ele foi lançado na parede.

Corvo acordou, depois de levar um chute na cara, e olhou em volta. Quando viu Leena e Elena brigando, se limitou a revirar os olhos, como se já soubesse no que aquilo iria terminar. Ele se virou para o lado e viu Carol no chão, tentando se libertar das correntes. Ele se levantou e ficou ao lado dela, usando sua arma de calor para derreter as algemas. Em seguida, Carol o abraçou, forte, e ele retribuiu o abraço.

- Você tem que sair daqui. — ele disse.

- Por que? — ela o fitou, confusa. Os olhos dela se depararam com Leena, que lutava contra Elena. Carol correu na direção da vilã e a derrubou com um soco.

- Carol? — Leena a olhou, sem acreditar no que estava vendo. Ela sentiu seus olhos se encherem de lágrimas, então a abraçou. — Você não morreu!

- Ainda não. — ela riu.

- Sugiro que saiam daqui agora. — Corvo disse — Seus amigos não tem chance contra a Elena, e se ela te matar, toda a Terra corre risco. Só estou falando isso porque a Carol continua na Terra, quando ela sair, podem até explodir o mundo que eu não ligo.

- Deixa de ser chato Jason. — Carol disse.

Elena limpou um pouco de sangue que escorria por seus lábios, e olhou furiosa para Carol. Ela pegou seu cetro prateado e mirou na heroína. Franklin viu o que ela ia fazer, e correu na direção dela, mas Elena já tinha disparado o raio. Leena viu que um raio de luz azul atingiria Carol, então empurrou a amiga para o lado e o raio acertou seu peito. Nesse momento, ela desapareceu, como se tivesse sido desintegrada.

Notas finais
O.O Agora ... eles ... estão ... ferrados ...

Qualquer erro que tiver será corrigido, pois irei revisar o capítulo mais tarde.
(é que eu escrevi ele correndo).