[Novo Nome] Perdida na Magia
13 Extra - POV Liliane
Notas iniciais
Hope you like it
Levantei-me da minha cama na casa abandonada no cemitério e fui abrir a porta. Castiel, um Castiel molhado apesar de estar sol, entra na casa apressado.
-Castiel – Digo na minha doce voz de tigresa – que bom que veio. -Liliane. Thamy – Olho para trás para ver Thamy acenar. Apesar de estar mergulhada nas sombras, Thamy dá… nas vistas. Afinal, não é todos os dias que vemos uma criatura meio anjo, meio vampira. -Perguntava-me se virias… — Digo apertando o robe contra mim -…tinha algo para te mostrar. Deixo o robe cair no chão e viro-me, à espera da reação surpreendida de Castiel, por me ver como vim ao mundo. Infelizmente, quem é surpreendida sou eu quando Castiel me dá uma estalada. Olho para ele revoltada. Levanto-me e volto a colocar o robe. -Ora, ora, ora… — Uma rapariga loira sai das sombras com os dois clones atrás. Ambre – Quem diria que um dia, a poderosa Liliane iria se apaixonar por Castiel e ser rejeitada… -Cala a boca, víbora. – Cospe Castiel. Charlotte aparece na frente dele e quase que lhe arranca a cabeça. -Tem alguma coisa contra cobras? Rio. Charlotte olha para mim furiosa. -Deixa estar, Charlie – Diz Ambre -Sim, deixa estar, Charlie. – Gozo Castiel volta a sua atenção para mim. -O pacote. Faço sinal a Thamy. -Thamy, traga essa coisa. Thamy sai das sombras e traz consigo um pacote preto, com um laço rosa. Pego nele e abano. Oiço um leve chocalhar. Ai que coisa, a curiosidade está me matando. Entrego o pacote para Castiel que imediatamente o abre, retirando uma chave da cor do ouro, com um losango de vidro cheio de um líquido roxo. -A chave de Lybirint, o Reino das Sombras? – Pergunto perplexa – Como conseguiu? Castiel sorri. -O mercado negro. Li aproxima-se feita cabra. -Sabe Castiel, eu consigo controlar os animais. Controlar lobisomens não deve ser mais difícil… Castiel sorri e vai-se embora. As trás cabras viram-se para lhe seguir o exemplo, mas antes, Ambre tem o desplante de me atirar à cara: -Parece que os seus paizinhos tiveram a excelente ideia de mandar a sua irmãzinha Elaine tomar conta de ti. Aproveita. Agarro numa jarra de vidro e atiro-lha à cara, mas ela já fechou a porta. Concentro-me nos últimos acontecimentos. -Com que então a chave não é um mito… -Devemos atacar? – Pergunta Thamy. Olho para a minha melhor amiga. -Não, ainda não. Vamos apenas nos divertir um pouco… — Penso numa maneira de acabar com tudo isto – Ainda és amiga daquela coisa que apenas tu e os humanos podem ver? Thamy acena que sim. -O meu “reflexo”. -Sim, isso. Acha que ela está interessada em vir ao baile? Thamy faz uma cara de medo e eu começo a rir. Às vezes gostava de saber como é possível eu ser tão malvada e bonita ao mesmo tempo…
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