Novo Drácula

1 Capítulo 1 - Estou descobrindo uma verdade


Notas iniciais
Aos poucos tudo vai ficando mas claro ou no meu caso mas escuro

Estou lhe escrevendo como forma de desabafar, pois sei que se contar à mais alguém o que tem me acontecido, provavelmente, me chamariam de doido ou discretamente irão chamar um psiquiatra. Vou me apresentar, meu nome é Leonardo Dracuria, — é eu sei meu sobre nome é bem fora do normal, mas acho que combina com a minha personalidade — eu tenho 16 anos, estou na faculdade — você pode achar estranho, mas é porque sou super dotado, desde pequeno já sabia ler, desde os 6 meses de vida minha mãe nunca contou a ninguém porque não queria nenhuma atenção em cima de mim; eu que ensinava o dever de casa para os meus irmãos mais velhos, era uma cena bem engraçada, eu leio um livro em 1 uma hora então meus professores me passavam bem rápido de série — na verdade eu que escolhi parar na faculdade porque lá tem uma garota que eu gosto desde que coloquei os olhos nela. Todo mundo da escola fala que sou rockeiro por causa dela, mas não, foi porque eu gosto. Mas, continuando, só ando com ela lá, com ela e com o insuportável do namorado dela. O nome dela é Sofi ela é linda, perfeita, a única coisa que estraga é o Felipe, cara irritante metido a marginal. Ele sabe que tenho muita dor de cabeça e fica toda hora batendo nela e me chamando de pirralho. Ele me odeia, mas tenho que andar com ele porque infelizmente ele é o namorado de Sofi, nem comentei de uns dias para cá tenho sentido muita dor de cabeça em vários momentos, eu irei anotar que estou com dor de cabeça, mas continuando, eu até poderia ser popular, mas não curto atenção. Poderia ser popular porque estranhamente todas as garotas da faculdade têm uma quedinha por mim, menos Sofi, que diz que sou o irmão dela, mas eu juro que farei de tudo pra isso mudar. O Felipe é um ótario, ele trai ela ele, trata ela mal e ela é tão boazinha que não sabe ou finge que não sabe. O que eu mais quero é fazer ela feliz, nem que para isso tenha que matar meio mundo. Isso só foi um pensamento ruim, outra coisa que tem me escapado com muita freqüência. Eu tenho 3 irmãos: 2 gêmeos mais velhos que eu e uma irmã caçula, a minha princesinha, o nome dos meus irmãos é Willian e Welliton. É esquisito, quase não os vejo, eu durmo de dia e só fico acordado de noite, desde pequeno é assim: eu durmo de dia e em baixo da minha cama vejo meus irmãos muito pouco, acho que se eles me vêem nem vão me reconhecer. Mas minha mãe faço questão de ir ao quarto dela e acordá-la, conto como foi o meu dia... eu adoro a minha mãe, imagina uma mãe criar os filhos sem o pai. Meu pai morreu a 4 anos vitima de uma bala perdida, minha mãe estava no hospital tendo minha irmã caçula, meio triste mais agente superou bem. Eu sempre a ajudei como pude, arrumava a casa de noite e arrumava uns serviços de manutenção de computadores e umas páginas que eu faço da pra dar uma ajuda. O nome da minha mãe é Carla e o nome da minha irmã caçula é Nichollye, é difícil de acreditar mais ela só me viu uma vez quando acordou no meio da madrugada, eu tenho mania de colocar uma cadeira e ficar olhando ela. Nesse dia que ela acordou fiquei muito feliz quando ela abriu um sorriso e me beijou, brincou um pouco comigo mais logo voltou a dormir, ela não esta acostumada com a minha rotina. Ai! Que dor de cabeça parece que meu crânio vai explodir. É estranho morar em uma casa que as pessoas quase não te conhecem. Uma vez meu irmão me viu entrando em casa e começou a brigar falando que eu não morava lá, eu mostrei a minha identidade e ele saiu da minha frente sem graça, mas acho que ja me apresentei.

Ultimamente têm acontecido muitas coisas estranhas comigo, como se eu ja não fosse estranho o suficiente, ontem por exemplo, quando saí no sol senti uma leve queimadura, tive que sair de capus e quando chego na facul o otário do Felipe bateu na minha cabeça, ficou me chamando de esquisito e me jogou no sol. Eu me queimei, mas ninguém viu, corri para o banheiro para ver como ficou a queimadura, quando cheguei na porta Sofi me parou e perguntou o que houve. Eu falei que não foi nada, com a mão no rosto aonde deveria estar a queimadura. Ela tirou a minha mão e falou que não tinha nada e me deu um espelho, quando eu olhei não vi nenhuma queimadura e nem doía mais, mas quando olhei para os meus olhos no espelho podia jurar que eles estavam vermelhos e quando olhei para o espelho de novo eles estavam normais. Ai, que dor de cabeça !! Teve um momento quando estava conversando com Sofi que eu escutei alguma coisa que ela disse sem ela ter dito, ela estava quieta, mas ouvi a voz dela dizendo alguma coisa meio assim que estava triste, que não estava nem ai para o que acontecesse, que achava melhor morrer do que enfrentar o que estava acontecendo na vida dela. Eu sempre achei ela uma pessoa forte, acho que talvez o fato de eu gostar dela nunca me deixou ver como ela era mesmo. Eu continuei a ouvido, quando, de repente chega o otário do Felipe a bate na minha cabeça. Aí parei de escutar ela e comecei a escutar ele, o que eu escutei era mais porco e imundo que eu achava dele por fará, eu escutei ela pensando em levar Sofi para casa dele e levar mais alguns amigos para ver ela gritanto, ver ela sofrer. Eu notei que de alguma forma esses pensamentos o diveritiam, quando ele foi falar com ela eu a chamei e falei para ela que queria sair com ela. Ela topou, eu sei que ela sempre gostou de sair comigo, eu vi o olhar de Felipe para mim: era de ódio. Eu consigui ouvir alguma coisa, ele falou em seus pensamentos que iria me matar. Se fosse qualquer outra pessoa teria medo, mas estranhamente, eu sabia que ele podia até tentar e seria em vão.

Saindo da facul fui com Sofi no cinema, sabia que ela tinha que se distrair um pouco, ela deitou no meu peito, respirou fundo e falou: "Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida". Eu queria dizer que ela também era, queria dizer o que sempre quiz dizer para ela, mas eu não sabia se aquele momento era o melhor para falar, ela queria alguém para escutá-la e não para falar o quanto gostava dela. Deixei ela falar, notei que ela estava melhor, que as batidas do coração tinham diminuídos a um ritmo normal, gostoso de se escutar. Calma aí, como eu notei isso eu consegui sentir o cheiro dela, sentir a pulsação era cada vez mas gostoso, estar no lado dela dava vontade de sugar até a última gota do sangue dela, — pera ai que ideia foi essa?– mas ao mesmo tempo que me dava vontade de estar ao lado dela, me dava uma raiva dela por algum motivo que não sei. Estava ficando tarde, para mim é normal ficar acordado de noite, não estava cansado e reparei que ela não queria ir para casa. Convidei-a para ir na minha casa para conversar um pouco, mas ela no primeiro momento descordou, falou que seria muita falta de educação. Eu falei que não e já que ela não queria ir para casa dela, ela foi para minha. Chegando lá encontrei minha mãe acordada, e quando ela viu Sofi comigo abriu um sorriso muito grande — minha mãe era o tipo de pessoa que não tem inimigos, que gosta de todo mundo — ela pegou Sofi pelo braço, levou-a para a sala e começou a conversar. Achei isso bem estranho, mas tudo bem ,sempre achei essa coisa da minha mãe ser agitada, feliz, extravagante muito divertido. Às vezes gostaria de ser como ela, eu aproveitei que o pessoal estava acordado para ver a minha irmã caçula, que se assustou um pouco quando me viu, mas me reconheceu de alguma forma, correu e me abraçou, me olhou e falou: "Estou com saudades." Eu nem sabia que ela falava tanto sempre achei que ela ainda falava papai e mamãe. Eu sentei um pouco no sofá e fiquei vendo um filme com ela, outra coisa estranha: ela gostava de filmes de vampiros, de sangue, definitivamente ela é minha irmã. Eu notei uma coisas que eu via nos filmes: o vampiro não podia andar no sol senão se queimava e virava pó; notei que o vampiro podia ouvir os pensamentos dos outros; podia ouvir os batimentos cardíacos, entre outros... Procurei para ver o nome do filme Drácula arregalei os olhos deixei minha irmã no sofá e corri para o meu quarto procurei o máximo de coisas possíveis sobre o Drácula na internet. Vi umas coisas que parecem muito com o que estou vivendo: minha pele esta ficando pálida; escuto meu coração parando de bater aos poucos... Vi que o Drácula conseguia andar na parede, eu fui até minha parede, olhei e coloquei o pé, mas quando ia começar Sofi bateu na porta perguntando o que estava fazendo. Eu falei: "Nada". Ela falou: "Nossa! Sua mãe é muito legal!". Aí eu perguntei: "Sofi, quer dormir aqui hoje?". Ela me olhou com uma cara de felicidade, ela quis dizer não, mas ela mesmo não queria ir embora. Ela acabou dormindo, eu fiquei ali admirando ela, vendo o quão perfeita ela é. Até que, de repente, ouvi um barulho meu irmão chegando bêbado, estava quase batendo na minha mãe eu corri e fiquei na frente dela na hora que ele foi dar um soco. Olhei para cara dele e comecei a ficar com raiva, dei um soco no meu irmão que caiu desmaiado.

Todos nos encaramos a morte do meu pai de um jeito eu tive que amadurecer, meu irmão virou um alcoólatra, meu outro irmão fica com muitas mulheres. Às vezes fico bravo com meus irmãos, mas lembro que o verdadeiro pai deles engravidou a minha mãe e sumiu e quem criou eles foi o meu pai que lamentavelmente veio a morrer.

Eu falei para minha mãe que ia dar uma volta porque estava de cabeça quente, peguei o meu capuz que já estava virando um hábito o uso dele e saí para correr. Eu já tinha escutado que estava tendo uma onda de assassinatos perto da minha casa, mas eu não liguei, fui andar mesmo assim e quando estava andando reparei uma coisa: eu estava muito longe da minha mãe para poder segurar o soco do meu irmão. Como cheguei lá tão rápido? De repente escuto alguém atrás de mim e quando olho um assaltante tirou a arma e colocou na minha cabeça. Eu falei que não tinha nada e ele foi lá e me deu um tiro. Eu pensei: "Pronto, acabou. Agora é o fim, morri por um assaltante medíocre." Fechei os olhos e de repente vejo a bala caindo no chão e noto minha pele se fechando. Meus olhos ficaram vermelhos sangue, meus dentes caninos pontudos, eu o mordi e ele começou a gritar, aquilo era musica para os meus ouvidos, e suquei até a ultima gota de sangue. Quebrei o pescoço dele e depois procurei um valão e joguei o corpo lá depois de ter dado muitos tiros para ninguém notar a marca dos meus dentes no pescoço. O estranho de tudo isso foi não sentir ao menos remorso, mas corri para casa, minha roupa estava toda ensanguentada.

Sofí ainda estava dormindo tomei um longo banho quando sai ela acordou e ficou me olhando. Eu estava de toalha, ela me agarrou e me beijou, falou que sempre gostou de mim e sempre soube que eu gostava dela, mas sempre se achou um lixo, sempre achou que tinha que morrer. Eu tentei ouvir os pensamentos dela de novo, mas dessa vez aconteceu algo novo, eu estava lá, eu via as lembranças dela. Vi que o pai dela um dia saiu e nunca mas voltou; vi o dia que o padrasto dela chegou, ele olhava ela estranho, um dia ele ficou sozinho com ela e essa era uma lembrança que eu não gostaria de ter visto; depois vi ela comigo me abraçando, rindo comigo, brincando comigo e parei de ver as lembranças dela. Segurei ela e comesei a beijá-la, aí a minha toalha caiu e o resto bem... o resto é minha privacidade, então não preciso contar a vocês.

No dia seguinte fomos para a faculdade, chegando lá Felipe tentou agarrar Sofi para dar um beijo. Ela virou o rosto, ele deu um tapa na cara dela. Meus dentes já estavam começando a ficar pontudos, pulei em cima dele e comecei a enche-lo de socos. Já estava quase mordendo o pescoço dele quando Sofi me puxou, depois disso, tudo voltou ao normal, no final da aula eu ia sair com Sofi, só que o prefessor a chamou, eu falei que ia esperar do lado de fora. Quando eu estava lá fora Felipe olhou para mim tirou uma arma e me deu 2 tiros, eu olhei para cara dele e ri, meus olhos ficaram vermelhos, meus dentes ficaram pontudos, as balas sairam do meu peito, eu corri em direção a ele e o mordi. Eu queria fazer um pequeno teste, arranguei os braços e as pernas dele e esperei ele virar um vampiro. Ele começou a implorar pela vida, eu o joguei no sol e ele virou pó. Os braços e as pernas pensei em fazer de suvenir, mas não. Joguei em uma lixeira a quilometros de distância da escola. Eu esfreguei os dedos e tirei todo o sangue, para ninguém saber de quem que era. Droga! A minha bluza ficou com 2 marcas de balas, sorte que o casaco estava aberto e eu só precisei fechar. Pronto, esperei Sofi sair.

Notas finais
ainda colocarei outras partes