Novidades no Laboratório
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Uma garotinha, que devia ter uns 3 ou 4 anos, pulara do guarda roupa gritando desesperada ao ser descoberta em seu esconderijo.
GG: Sara ? Sara ! – Ele começou a gritar pelo nome dela até chegar ao quarto, já que tinha ouvido o grito.
Ele a encontrou abaixada perto das portas abertas do móvel, tentando convencer alguém de fazer alguma coisa.
GG: Sara, o que está acontecen... – Ele foi interrompido pela sua surpresa ao ver a pequena menina chorando desesperada ir para o colo de Sara, que olhou pra Grissom como se suplicasse por ajuda. – Quem é essa ?
SS: Provavelmente uma sobrevivente, ligue para o Brass vir buscá-la. – Ela disse e saiu da sala, com a menina no colo, tentando acalmá-la.
Ela levou a menina pra fora e elas sentaram na calçada, já que não podiam sentar no sofá da casa, senão estragariam a cena do crime. Ela tentou fazer com que a garotinha não visse aquela cena, mas não teve jeito. Chegaram na calçada e ficaram apenas em silêncio, Sara esperava que a menina falasse alguma coisa, mas como ela não disse, preferiu ficar calada.
##: Moça, você não vai falar nada ? – Ela perguntou e Sara se comoveu diante da ingenuidade da pequena à sua frente.
SS: Qual o seu nome ?
MC: Mallory Cooper, moça. E qual é o seu ?
SS: Sara Sidle, mas você pode me chamar de Sara. – As duas abriram um sorriso, simpatizaram uma com a outra. – Você sabe o que aconteceu lá na sua casa, Mallory ?
A menina não disse nada, apenas baixou a cabeça e começou a chorar baixinho, porém alto o suficiente para Sara ouvir. Parecia que Mallory ia falar alguma coisa, quando Grissom apareceu e chamou Sara, ela foi até ele e contou o que descobriu.
GG: Eu descobri o nome da família. A mãe era Amanda Cooper, o pai era Arthur Cooper, o filho mais velho era John Cooper e tinham duas meninas gêmeas: Mallory e Mellany Cooper, mas eu não sei qual é a morta e qual é a viva.
SS: Mallory é a viva. – Ela disse apontando para a menina sentada na calçada. – Acho que ela sabe de alguma coisa, Grissom. E eu acho que ela ia me contar. – Nessa hora, eles viram Brass chegar com a assistente social e Grissom viu Sara correr para pegar Mallory no colo.
JB: Sara, nós temos que levá-la, você sabe disso.
SS: Me deixe só falar com ela por um instante, por favor, Brass ? – E saiu andando com a menina, sem esperar uma resposta. – Escute, Mallory... você tem que me prometer que vai contar tudo que sabe para essas pessoas, tudo bem ?
MC: Não, Sara, eu só conto se for pra você ! – A menina disse e fez um bico, Sara sorriu.
SS: Eu não posso, pequena. Você tem que contar pra eles, me prometa.
MC: Tá bom, Sara, mas você tem que ir me visitar ! – As duas sorriram com a última frase. Sara gostara da menina, era madura, forte e se parecia com ela. Mas ela sabia que não podia se envolver no caso, porém mesmo assim se envolvia. Por que era tão fraca ? Não percebeu, mas tinha começado a chorar. – Ei, você tá bem ?
SS: Tô sim, agora vamos lá com o Brass, você precisa ir. – Ela disse limpando as lágrimas.
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