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5 Capítulo 5
Notas iniciais
Enquanto isso, na casa que Greg e Melinda estavam...
MT: Ei, tem uma trilha de sangue aqui, Greg !
GS: Vamos segui-la.
Seguiram a trilha e ela os levou até um pequeno depósito nos fundos da casa. Chegaram lá e Greg entrou primeiro, com muito cuidado, pois haviam muitas coisas no caminho.
GS: Cuidado, Mel. Me dê a sua mão. – Ele pensava que estava diante da mulher mais bonita do mundo, além disso era tão bom segurar sua mão. Ele ficou olhando pra ela até que ela percebeu e sorriu.
MT: Acho... acho melhor nós... que tal nós entrarmos pra... você sabe, é... seguir o resto da trilha. – Ela não conseguia se concentrar com ele a olhando daquele jeito.
GS: Claro. Tem mais umas gotas aqui. Olhe. – Ele estendeu a lanterna pra que ela pudesse ver melhor. Ainda estava segurando a sua mão, quando ela viu algo que a fez parar por um instante, antes de seguir em frente com os olhos fixos em algum lugar ou alguma coisa. – Ei, o que foi ?
MT: Parece que eu encontrei a arma do crime. – Ela pulava como se tentasse ver alguma coisa em cima do velho armário. – Vê ? Aqui tem umas gotas maiores e juntas, como se o assassino tivesse parado, pensado e jogado a arma lá em cima. Me ajude aqui, Greg.
Ele a carregou e ela conseguiu, finalmente, pegar a arma do crime: uma faca bem grande, cheia de sangue.
MT: Pegue isso, Greg, ainda tem algumas coisas interessantes aqui. – Ela deu a faca pra ele que continuava a carregando. – Hum... Parece que temos umas cartas aqui e... – Nesse momento, Greg foi um pouco pra trás e perdeu o equilíbrio.
Eles caíram no chão e ela ficou em cima dele. Se olharam por alguns instantes. Os cabelos castanhos de Melinda estavam bagunçados pela queda e Greg resolveu tirar do belo rosto da nova amiga.
GS: Está tapando seus lindos olhos verdes, Mel. – Ela respirou fundo e ele percebeu uma certa tensão da parte dela. – O que foi ?
MT: Eu... eu não... eu não posso, Greg. – Ela tentou dizer da forma mais convicta possível, mas a ele pareceu que ela tentava se convencer mais do que convencer a ele. – Não posso. – Depois de dizer isso ela se levantou e rumou em direção à porta. – Temos que pegar essas coisas de cima do armário. – Ela disse depois de parar, se virar pra ele, virar de novo e ir embora.
GS: Droga ! – Ele disse, quando viu que ela não o ouvia mais. – Droga, Greg, você sempre estraga tudo, né ?
Se preparava para pegar o celular e ligar para o Brass quando ouviu um grito, seguido de um tiro.
GS: MELINDA !
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