Novas Aventuras parte 2: Conclusões
1 CAPÍTULO UM
- Ian? — Sim? O quê aconteceu meu amor? — Ian estava segurando a mão de Amy. — Estou preocupada... — Com o quê? — A sua irmã. Natalie está em choque com os acontecimentos recentes — Disse Amy na aconchegante poltrona de "primeira classe" do avião com destino a Massachusetts. — Mas... Estou muito mais preocupada com você, Ian... Você... Você MATOU, a sua mãe. Você está bem? Quero ajuda-lo Ian! Quero muito tentar ajuda-lo. — Amy, eu... Bem... Eu me senti frio no primeiro momento, como acho eu me sentiria se matasse outra pessoa qualquer, por quê, na verdade, ela não era minha mãe! Eu nunca tive uma mãe de verdade! — Mas... — Shhhh. — Fez Ian, colocando o dedo indicador direito nos labios de Amy. — Não vamos falar disso Ok?
Ian queria poupar Amy. Ele se sentia como se tivesse matado um... Um inimigo. Porém Ian não era um assasino, pelo menos não queria ser, porem não havia outra maneira de se livrar da rejeição, e da preção que sua perversa mãe o impunhava. Ian tentava esquecer o pecado cometido. No momento seus sentimentos estavam muito confusos. Os lábios de Ian tocaram os de Amy, o que se repetiu algumas veses. Ian estava nervoso... Tenso... Mas não com o que aconteceu entre ele e Isabel... Com o que iria acontecer depois disso. — Ian! — Amy se afastou. — O seu clã está cheio de informantes, todos sabem disso. A notícia da morte de Isabel se espalhará em breve. Você... Você vai ser... — Lágrimas começaram a escorrer dos olhos de Amy. Ian tocou seus lábios novamente. — Fique calma, Ok? Nós vamos dar um jeito. ~ — Nellie, do que eles estão falando? — Disse Dan, fitando Ian, ao lado Amy. — Como vou saber? Talvez estão se perguntando se estão bem. Coisa que você deveria fazer, afinal, a raptada fui eu! Bom, só a parte do "você está bem?", por que a parte dos beijos e blá blá blá eu prefiro que seja de um alemão gatinho. Dan parara de observar Amy e Ian, que estavam duas poltronas a sua frente. Ele virara o rosto para tras e começara a observar Natalie por cima dos ombros, no final do "corredor" do avião. Ela pagara a mais e exigira que sentasse em um conjunto de poltronas livres, somente ela, sem ninguém ao seu lado. — Eii... — Nellie começou a chacoalhar Dan. — Eii, garotão! Dan se virou para Nellie. — Você... — Nellie amenizou a voz. — Você gosta dela, né? — Eu... — Derrepente, os olhos de Dan se arregalaram. — HÃ? DE ONDE VOCE TIROU ISSO? VOCÊ... — Eii, calminha ai DannyBoy! — Nellie o interrompeu. — Por que... Por que você não vai falar com ela? — Nell... — Dan foi interrompido por Nellie novamente, porém com o dedo indicador de dela em seus lábios dessa vez. — Não fala nada, vai lá logo! ~ Natalie estava olhando para a janela, chorando em silencio. Decera do salto e perdera a estería. Sua mãe estava morta. Seu irmão era um assassino. Natalie não sabia mais de onde vira. Qual era seu meio. Quem ela era. Estava muito confusa. — Eu posso me sentar ao seu lado? — Perguntou Dan, tímido. — Eu... Eu quero t-t-t-entar te a-ajudar. — Quando o assunto era amor, Dan sempre agia como Amy quando está timida, nervosa, ou pressionada.
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