Novas Aventuras parte 2: Conclusões
7 CAPÍTULO SETE
- Saladin, por favor, coma! — Prrr — Disse Saladin ("Eu quero SALMÃO") Ele estava levando aquelas sardinhas como um insulto. — SALADIN! PRESTE ATENÇÃO SEU GATO PORCALHÃO E MIMADO, SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS SARDINHAS VOCÊ VAI MORRER DE FOME! — Bronqueou Nellie. — PRRR — Bronqueou Saladin de volta, que, revoltado, deu um pulo e saiu correndo. Primeiro foi-se um vaso de cristal numa mesinha de canto. Depois, suas garras ficaram presas a uma pesciana, que desmoronou no chão, revelando um cofre. — S-S-SA-SALADIN P-PARE! — Disse Amy com lagrimas nos olhos, lutando pra não ficar paralisada de vergonha. Irina pegou uma arma de dardos e mirou Saladin. Dan pulou em cima do braço dela, e gritou.
— NÃO! NÃO FAÇA ISSO! — ELE NÃO VAI MORRER! É SÓ COMO UM CALMANTE! ME LARGUE — Gritou Irina de volta, empurrando Daniel de seu corpo. Irina mirou novamente e atirou em Saladin do meio de um pulo, evitando que por um centímetro um vaso com cactos se quebrasse. — Ele vai ficar bem — Irina dirigiu-se ao gato — vou dar um jeito de arranjar Salmão. Grace, Grace... — Irina olhou para cima — tsc tsc tsc, você mimava de mais suas crianças sabia? ~ Ian estava nervoso; demonstrava seu nervosismo esfregando por cima o pé direito com o esquerdo, em seguida vice-versa. — Como você pode me ajudar? — Isabel está morta. É obvio que não morreu de ataque cardíaco, de velhice, ou de outro tipo de morte natural qualquer, e isso é claramente visto. Eu vi o corpo dela, ele também já está aqui nos Estados Unidos, só pra constar. Bem, alguém é culpado por essa morte. O máximo que pode ser feito é... — Colocar a culpa em outra pessoa. — completou Natalie, que em seguida, desviou o olhar. — Eu preciso de um calmante. — Disse se levantando, e dirigindo-se para um canto há uns poucos metros de distancia. — Co-como as-s-sim? — Eu já selecionei algumas pessoas — Disse Irina ignorando Amy totalmente, e retirando um pequeno tablet de sua carteira de mão. Amy estava com medo do que Irina pretendia fazer dali por diante. Irina dizia conforme passava as fotos: — Essa está a beira da morte, mas não sai de suspeita, pois acaba de voltar de viajem ao Brasil. Foi presa duas vezes por roubo e uma por assasinato. É(ra) uma mulher muito ardilosa; está sofrendo de câncer pulmonar, mas ainda assim continua fumando compulsivamente. Deve ter poucas semanas de vida e posso acusa-la rapidamente. Vai morrer antes mesmo de ir a julgamento. — Está perfeito — Disse Ian, inquieto. — Não vai querer ver as outras opções? — De maneira alguma. Amy, acho melhor sairmos daqui. — Calminha Ian! Ela não é tão inofensiva assim! — Eu estou aqui! Da pra parar de falar de mim como se eu fosse invisivel? — Desculpe meu amor — Disse Ian com a voz calma, que inclinando o corpo, segurou o queixo de Amy e a beijou rapidamente. Irina revirou os olhos. — Ian! — Gritou Amy. — O quê? Amy revirou os olhos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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