Notas iniciais
Bem, este capítulo começou como um teste. E o que isto significa? Bom, significa que eu estou em processo de desenvolvimento da minha imaginação para esta história. E com isso, provavelmente, ela demorará um pouquinho para ser atualizada. Por isso, eu peço que vocês me deem um pouco de crédito, ok? O incetivo de vocês vão me ajudar MUITO! O "Piloto de teste" é longo, porque eu queria que a história se desenvolvesse logo. Assim acho que a história flui mais rápido do que escrever um pequeno capítulo que quase não contem nada. Espero que vocês gostem deste inicio. Boa leitura ♥

Saudade é um sentimento que, quando não cabe no coração, escorre pelos olhos.

Pessoas perdem entes queridos todos os dias. E pensamos que tal fatalidade nunca acontecerá conosco. Porém, é, claro, que acontece. Mas temos o costume de pensar na morte como algo distante, quando o passar do tempo já estaria cobrando um preço. Não repentinamente, e também não na flor da idade, com muito ainda o que viver. Mas a vida é uma caixinha de surpresa e o destino também.

E numa reviravolta terrível, há duas semanas, minha mãe, Renée, morreu em um acidente de carro. Ela estava à caminho da minha audição de Ballet que eu faria para ganhar uma bolsa em uma das melhores Academias de Ballet da Austrália. Mas tudo acabou quando um motorista bêbado colidiu com o carro dela em um cruzamento.

O motorista sobreviveu, e minha mãe chegou a ser socorrida com vida, mas ela acabou falecendo no caminho.

Eu estava prestes a começar minha audição, quando recebi a notícia. Naquele momento, esqueci onde estava e o que conseguiria caso me saísse bem. Eu só queria saber se não era mentira, então lembro-me de sair apressadamente do local onde me apresentaria. Quando cheguei ao hospital, foi como se tivesse levado um soco no estômago.

Saber que nunca mais veria seus olhos infantis e seu sorriso cheio de vida, foi como se ficasse sem chão e caísse em um enorme buraco negro. Eu entrei em choque e não sabia o que faria sem a pessoa mais importante da minha vida. Eu estava perdida e agora tinha um grande vazio no coração.

Depois do enterro, Charlie, meu pai, disse que eu teria que morar com ele. Eu não estava particularmente feliz, mas eu não tinha escolha. Por bem ou por mal, eu tinha que ir.

Península Olímpica. Noroeste do estado de Washington. Estados Unidos. É lá onde se encontra uma pequena cidadezinha chamada Forks. Essa cidade insignificante está sempre constantemente coberta por nuvens. E nesta cidade desimportante e muito pacata, chove mais do que em qualquer outro estado do país. E agora era nesta cidade onde eu me exilaria...

Eu detestava Forks e o sentimento foi mutuamente herdado de minha mãe. Nunca tentei esconder minha aversão por Forks. Assim como Renée antes de mim. Quem em sã consciência iria querer morar em uma cidade que nada de interessante ocorre? Talvez Charlie e seus 3.120 habitantes.

O fato é que eu amava Phoenix. Amava o sol e o calor escaldante. Amava a cidade vigorosa e grande. Amava a vasta área de desertos que estendiam-se por quilômetros de distância. Amava os cactos ao redor da área árida e as montanhas rochosas. Mas agora Phoenix era como um buraco escuro e sem luz, onde o sol nunca mais seria capaz de penetrar. E Phoenix já não seria o mesmo lar de antes. Todo seu brilho havia se esvaido...

Eu não estava feliz do jeito que tudo havia mudado. Estava odiando o giro repentino da minha vida. Estava triste e sentindo-me sozinha. Estava com saudades da minha mãe e só queria que tudo isso fosse um terrível pesadelo. Mas não era. Renée não estava mais aqui, e agora eu viveria em Forks. Viveria numa cidade extremante pequena e chata. E agora eu teria que me acostumar com essa vida monótona. Numa comunidade que saberia — ou achava que sabia — tudo sobre mim.

Charlie estava desconfortável com essa situação. Nestas semanas em que ele ficou em Phoenix para ajudar com o funeral e o protocolo necessário, ele pareceu não saber o que fazer ou o que falar. Totalmente normal, considerando que nós nunca fomos próximos. Aquelas visitas ocasionais que fazia quando criança não foi o suficiente para fortalecer o nosso vínculo.

— O voo será longo. Você não dormiu nada nas últimas semanas. Seria bom se dormisse um pouco. — Charlie comentou quando o avião subiu voo para Seattle. Eu apenas balancei a cabeça roboticamente sem olhar para ele.

Mas eu não queria dormir. Sempre que adormecia, acaba sonhando com minha mãe, e quando acordava, era como se tivesse recebido a notícia naquele fatídico dia.

Porém, eu estava cansada. Eu precisava mesmo dormir, então para que Charlie parasse de me dar um olhar preocupado a cada 5 minutos, decidi fechar meus olhos. Não sei como aconteceu, mas em algum momento, acabei adormecendo e não sonhando com nada. Eu deveria estar realmente exausta após tanta pressão.

Quando o avião pousou em Port Angeles, estava chovendo e frio. Um trovão ribomba no céu acima, e o cheiro de terra molhada sobe do asfalto. Eu inspiro, tentando assimilar essa realidade.

Charlie pediu um táxi e saímos em direção à Forks. A viagem foi silenciosa e não era incomum, considerando nossa relação. Mas o silêncio parecia opressor. Charlie até tentou iniciar conversa fiada, mas eu não conseguia concentrar-me. Eu apenas lhe dava respostas vagas, às vezes respondendo sim, não, ou então, apenas só dando de ombros. Depois disso, Charlie não insistiu, e em nenhum momento mais dentro do táxi, Charlie tentou puxar assunto. Ele deve ter percebido meu humor e por isso optou em me deixar quieta, o que eu agradeci, porque não estava mais afim de preencher essa uma hora conversando.

Charlie já havia me matriculado na escola secundária de Forks e tinha até comprado um carro para mim. Na verdade, era uma caminhonete. Um Chevrolet 1953. Um de seus velhos amigos — Billy Black, da reserva Quileute — não estava mais usando e sugeriu que Charlie o comprasse por um preço bem barato. A caminhonete não era nova e já tinha uns bons anos, mas Charlie garantiu-me que funcionava bem. Velha ou não, não ligava, porque pelo menos eu teria o meu próprio carro. Agora eu não precisaria ter que andar em um carro com luzes vermelhas e azuis piscando em cima, ou ter que andar a pé até a escola na chuva torrencial. Isso seria uma coisa que eu odiaria muito e não faria nada para melhorar meu péssimo humor em relação à Forks. E considerando minha relação não tão afetiva com Charlie, seria no minimo desconfortável ter que aceitar carona todos os dias em sua viatura para a escola.

Ficamos cada um olhando pela janela em silêncio e o único barulho que ouvíamos era o do carro em movimento no asfalto molhado. Paisagem verde era basicamente o que eu via pela janela. Árvores se estendiam dos dois lados da estrada e a vegetação verde era bonita, mas isso não contava pontos para me fazer gostar de Forks.

Assim que estávamos para adentrar os limites de Forks, uma placa verde apareceu com os dizeres:

A cidade de Forks lhe dá às boas-vindas. População: 3.120 pessoas.

Agora, contando comigo, 3.121 pessoas. Eu inspirei, tentando não pensar, mas era inevitável. A realidade começou chocar-se impiedosamente.

Charlie ainda vivia na mesma casinha branca de dois quartos que ele e minha mãe tiveram os primeiros anos de seu casamento após meu nascimento.

O taxista estacionou e nos ajudou com as malas. Charlie pagou o motorista e depois lhe agradeceu com um aperto de mão.

E, estacionada na rua em frente à casa que quase não me lembrava, estava a caminhonete. Andei até ela e observei atentamente. Ela tinha uma cor vermelha desbotada, com uma grande cabine e enormes calotas. Mas para minha grande surpresa, eu amei. Coisas antigas me davam um certo apreço e essa tinha estilo. Robusta e com aquele ar sofisticado que só um veículo antigo tinha. Não sabia se ela funcionaria como Charlie me garantiu — apesar de ele ter expressado seu entusiasmo em mencionar, que, Jacob Black, filho de seu amigo, Billy Black, o havia reconstruido, e que, segundo Charlie, Jacob era um prodígio da mecânica e que não havia margem para erros.

Não pude opinar muito sem antes fazer um teste drive, mas pelo menos eu tinha um carro para onde fugir quando o mundo ao meu redor se tornasse muito opressor.

— Eu realmente adorei, Char... pai. — A palavra "pai" soou estranha em minha voz, mas não tinha permissão para lhe chamar de Charlie, mesmo que não fossemos próximos. — Muito obrigada mesmo.

— Fico feliz que você tenha gostado. — Charlie disse sem jeito também.

Só precisamos de uma viagem para levar todas minhas malas para o andar de cima. Fiquei com um quarto que tinha a janela para o pátio da frente. O quarto era meu desde que eu tinha nascido. O chão de madeira, as paredes brancas, o teto curvado, as cortinas de rendas brancas já amareladas pelo tempo... Tudo isso fez parte do pouco da minha infância que eu convivi com Charlie nesta casa — que agora seria meu lar permanente.

As únicas mudanças em que Charlie havia feito era o berço por uma cama e uma escrivaninha com um abajur branco em cima. Havia somente um pequeno banheiro no andar de cima, o qual teria que dividi-lo com Charlie. Respirei fundo, tentando não pensar muito nisso. Uma das coisas boas sobre Charlie, é que ele não fica pairando, mas depois que minha mãe morreu, ele passou a ficar me rondando e perguntando se eu estava bem. Não tinha como eu estar bem depois de perder minha mãe. E toda essa preocupação acabou me tirando do sério um dia antes de viajarmos e explodi. Depois disso, ele passou a me deixar quieta e tomando cuidado com o que falava.

Charlie me deixou sozinha para desfazer as malas e me ajeitar, mas antes de sair e fechar a porta, ele não deixou de ressaltar que se eu precisasse, era só chamar. Eu assenti, sem olhar para ele e ele saiu, me deixando sozinha de vez.

Era bom poder estar sozinha e não ter que ficar respondendo perguntas como me sentia. Era um alívio poder olhar com desânimo para a chuva que caia do lado de fora e deixar as lágrimas caírem livremente. Eu não estava a fim de chorar agora, então respirei fundo e limpei algumas lágrimas que caíram com a manga do meu moletom. Guardaria o meu choro para a hora de dormir, quando eu fosse lembrar da minha mãe e como seu espirito alegre estava me fazendo falta.

Quando terminei de colocar minhas roupas no guarda-roupa, peguei minha bolsa de produtos de higiene e fui ao banheiro para me lavar. Olhei para meu rosto no espelho enquanto penteava meu cabelo molhado. Minha pele estava mais pálida e pouco saudável. Estava com olheiras arroxeadas abaixo dos meus olhos e qualquer um que me visse e não me conhecesse, acharia que eu estava doente e não em luto pela morte da minha mãe — ou na melhor das hipóteses, com depressão. Com tudo que passei, era de se esperar que estivesse tão horrível.

Eu realmente estava péssima e esperava que essa noite pudesse esquecer de tudo e dormir sem sonhar, como dormi no voo de Phoenix para Seattle. Mas não dormi bem naquela noite, mesmo depois de ter chorado tudo que precisava e sentido o buraco no meu coração arder furiosamente. E para piorar, o barulho constante da chuva e do vento no telhado dificultavam para que eu não dormisse. Puxei a coberta roxa com flores brancas sobre a cabeça e adicionei o travesseiro. Mas não ajudou e não consegui dormir até depois das duas da manhã quando a chuva finalmente diminuiu para um chuvisco, e então pude enfim dormir. Porém, às quatro e meia da manhã, acordei depois de ter um pesadelo. Eu havia sonhado com minha mãe e no sonho, Renée, minha mãe, não tinha sofrido nenhum acidente. Ela tinha conseguido assistir a minha apresentação e eu tinha conseguido a bolsa de estudos para a companhia de ballet da Austrália. Mamãe e eu estávamos indo comemorar, quando tudo ficou escuro e não pude mais ver ela. Eu corri e gritei por ela, mas não conseguia a ver em lugar nenhum. Eu continuei correndo e gritando por ela, até que escuto sua voz, em sussurros baixos. Quando olho para a frente, vejo uma luz branca e dessa luz, minha mãe sai e eu começo a correr até ela. Estico minhas mãos para segurar as dela que estão estendidas para mim, mas a luz começa a desaparecer, levando ela junto. Mas antes que ela desaparecesse de vez, Renné diz "eu te amo" e eu fico sozinha no escuro, com os braços ainda estendidos. Então foi aí que acordei... Acordei sobressaltada e respirando pesadamente, com lágrimas violentas caindo como gostas de chuva grossas pelos meus olhos. Depois desse pesadelo horrível, não conseguia mais dormir. Fiquei deitada e chorei, sufocando os soluços para que Charlie não acordasse e viesse até mim. Mas a minha sorte não estava comigo... Ouvi um barulho no corredor e tratei de me controlar. Eu sabia que Charlie iria vim me checar como ele havia feito nestas últimas semanas. Eu rapidamente me acalmei e limpei minhas lágrimas com as mangas do meu pijama. Joguei os cobertores em cima de mim, deixando só um pequeno espaço que mostrava meus olhos fechados e tentei parecer que estava dormindo. Ouvi a maçaneta da porta girar e uma brechá de luz do corredor atravessar o quarto. Respirei levemente e fingi me mexer no sono. Ouvi o ranger da porta se abrindo um pouco mais e os passos de Charlie. Eu congelei, torcendo para que ele não notasse minha farsa. Eu geralmente não era boa em mentir. Ele passou as mãos pelos meus cabelos e senti o travesseiro afundar. Logo em seguida, Charlie beijou minha cabeça. Ele respirou pesadamente e saiu do quarto, me deixando um pouco chocada com a sua atitude. Me sentei na cama depois que ele saiu e encostei minhas costas na cabeceira, pensando no que tinha acontecido e me sentindo emocionada com o seu afeto. Não sei quanto tempo fiquei nessa posição, mas quando os meus olhos começaram a ficar pesados e arder, eu desabei na cama e torci para que não tivesse mais pesadelos.

No domingo, acordei com trovoadas e uma forte chuva batendo na janela. Eu me mexi na cama, me sentindo muito cansada. Eu queria continuar deitada e dormir, mas isso provavelmente deixaria Charlie ainda mais preocupado. Então me levantei contra minha própria vontade e andei até a janela. O céu estava escuro e o vento fazia a chuva ricochetar sobre o vidro. Imaginei que até o céu chovava, um lembrete constante do luto que viveria.

No banho, os acontecimentos da noite passada voltaram e tentei manter a calma. Não queria que Charlie me visse desabando e nem me fizesse perguntas que não queria responder. Eu também lembrei de seu gesto carinhoso e me senti sem jeito... Uma reação completamente normal, já que fazia anos em que não tinha este tipo de contato com ele. Depois de tomar banho e vestir uma roupa quente, desci e encontrei Charlie na cozinha. Ele estava sentado na cadeira, com uma caneca de café em cima da mesa e um olhar vago pela janela.

— Bom dia — eu disse sem jeito.

Eu me sentia um peixe fora d'água em sua casa.

— Bom dia... Hum... você... você dormiu bem? Ele perguntou hesitantemente, examinando meu rosto atentamente.

Suspirei e dei de ombros, me mantendo neutra para que ele não notasse nada que pudesse indicar os acontecimentos da noite passada.

— Sim... a-acho que sim — Eu olhei para ele e lhe dei um meio sorriso. Pelo seu olhar, ele claramente não acreditou. Ele suspirou pesadamente, mas optou por não comentar. Acho que ele preferia evitar futuras discussões e considerando os eventos das últimas semanas, Charlie devia estar me dando meu tempo.

Limpei minha garganta.

— Hum... mais uma vez, obrigada pela, sabe, a caminhonete.

— É o minimo que eu posso fazer. Sei que nada vai compensar todos esses anos, mas espero que você possa me perdoar. Apesar de tudo que aconteceu, nós superaremos juntos. — Charlie não olhava para mim quando falou. Ele parecia estar se controlando assim como eu para não desabar. Ele também estava bem desconfortável ao expressar suas emoções em voz alta. Nós éramos iguais nesse aspecto.

Eu fiquei com um nó na gargante e não sabia exatamente o que falar.

— Isso é... muito... muito legal. Eu fico realmente agradecida. — Foi o que consegui dizer. Não queria entrar na conversar sobre superar, porque eu sabia que não conseguiria me controlar. Superação estava além do meu raciocínio.

— Bem... de nada. — Ele murmurou, ríspido.

Trocamos mais alguns comentários sobre o tempo que estava chuvoso e frio. Era isso em termos de conversa. Charlie foi para a sala assistir provavelmente um jogo e eu preparei algo para comer depois de muita insistência de sua parte. Para não acabar ficando doente e dando mais preocupação à ele, eu resolvi preparar algo psra comer depois de Charlie me dizer onde estavam os alimentos.

Noite passada descobri que Charlie é um péssimo cozinheiro. As únicas coisas que ele faz bem é ovos mexidos e bacon. Típica refeição de um homem solteiro. Depois de comer e forçar um sorriso pelo macarrão mal cozido que Charlie havia feito, sugeri que eu cuidaria da nossa alimentação de agora em diante e ele pareceu feliz e muito aliviado. Pelo menos, cozinhar manteria minha mente ocupada e eu esqueceria de tudo por alguns minutos.

O dia correu sem nenhuma intercorrência. Charlie passou o dia na sala assistindo esportes e eu deitada no meu quarto. Ambos isolados sem muita convicção. Isso estava sendo muito desconfortável para os dois. Não eramos próximos e nem tínhamos tanta intimidade. Não sabia como seria os próximos dias, mas já estava lamentando por quaisquer desconforto que ainda teríamos.

Algum tempo depois, Charlie subiu para verificar como eu estava e me chamou para comer. Nosso jantar foi um evento silencioso. Cada um estava em seus próprios pensamentos e o único som era dos talheres raspando nos pratos. Depois de ajudar Charlie estranhamente na lavagem da louça, lhe dei um breve boa noite e subi para o quarto. Depois de escovar os dentes, vesti meu pijama, deitei na cama e desejei que eu pudesse dormir. Mas, novamente, o sono não veio. O buraco no meu peito voltou a doer e as lágrimas desceram sem nenhuma cautela pelos meus olhos. Tive que colocar o travesseiro sob minha boca para abafar os soluços que saíam com violência do meu peito para não chamar a atenção de Charlie. Respirei lentamente, tentando me acalmar depois de alguns minutos e quando o cansaço pesou física e emocionalmente, deixei que meus olhos se fechassem, entre algumas lágrimas que ainda insistiam em cair e entrei no mundo sem sonhos.

Notas finais
Caso vocês gostem, comentem pra mim saber. Se tiverem duvidas, sugestões, criticas construtivas, novas ideias e qualquer outra coisa, podem comentar aí nos comentários ou me mandem uma mensagem. Todos os comentários serão bem-vindos, desde que comentem com respeito. Eu ainda estou em dúvida sobre o ballet... Eu AMO qualquer coisa que tenha Ballet, mas eu não sei se vou conseguir descrever como funciona o ballet, entende? E mesmo que eu pesquise e entre BEM a fundo, eu ainda tenho medo de não descrever perfeitamente. Eu não sou bailarina também e é exatamente por isto que eu estou ainda com dúvidas. Se alguém aí é bailarina e quiser me ajudar, seria de grande ajuda rs. É isso. Bem, eu realmente espero que vocês gostem. P.S.: Pra quem é Team Edward, não se preocupem. Tenho outra fanfic com Bella e Edward e se quiser ler, é só acessar o meu perfil ou copiar este link aqui abaixo e ser feliz rs Link: https://fanfiction.com.br/historia/724400/Sob_um_Crepusculo_Diferente/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.