Nothing is impossible...
9 Dívida a pagar
Notas iniciais
Olha ai gente, demorei, mas tá aqui, bjs e boa leitura
Pov Pedro
Sai apartamento de João e fui direto para o meu, ainda sem acreditar que a irmã da anjinha conhece a Vicki, essa garota está mais perto do que eu imagino, tomei meu banho ainda pensando na carona de todos os dias pra Karina, com certeza todos os dias seriam uma longa viagem, ao sair do banho vi algumas ligações perdidas de João e resolvi ligar de novo, chamou algumas vezes e já foi possível ouvir a voz do meu amigo. "Já tá com saudades Johnny?"-Disse descontraído. "Saudades nada, tu esqueceu aquele seu relógio caro aqui, vou nem encostar nele""Fala pra anji.. Karina me devolver amanhã"- Se o João me ouve chamado a Karina de anjinha ia me encher o saco pro resto da vida."Ta vou falar pra ela"-Ele disse desconfiado. "Era só isso? "-Disse tentando encerrar o assunto. " Não, não era só isso, eu quero saber que historia é essa de ficar oferecendo carona pra Bianca, tu não tem vergonha na cara não?"-Disse irritado, eu sei o que meu velho amigo precisa pra relaxar, mas parece que ele não. "Meu caro amigo, eu sou canalha e não fura olho, fica tranquilo em relação a Bianca"- Disse rindo de mim mesmo e esperando a resposta de João. "Nossa que bom que eu posso contar com o meu amigo canalha"-Ele disse irônico. "E em relação a Karina, eu também posso ficar tranquilo?"-Ele disse tentando conseguir uma afirmação minha. "Cara, acredita que ainda não liguei pra minha mãe?" Disse mudando totalmente de assunto. "Vou ter que ligar beijão pra você tchau" — Encerrei o o assunto. "O Pedro, você não desliga esse... "- Seja o que for o que João ia me falar, ele fala depois, desliguei o telefone e fui para a geladeira procurar alguma coisa e achei um pedaço de pizza, aquele ia ser o meu jantar me sentei no meu sofá e vasculhei alguns canais em busca de algo bom, como se isso fosse possível em um domingo a noite, achei um filme de ação, mas já estava quase acabando, esperei o final, escovei meus dentes e fui descansar para nos no outro dia iniciar mais um período na minha faculdade. Pov Karina –Caramba João eu tô atrasada, sai logo desse banheiro. — Disse batendo incansavelmente na porta do banheiro. –Calma que eu tenho que ficar bonito.- João disse do outro lado da porta fazendo Karina bufar. –Algum problema meu amor? — Perguntou minha tia como sempre linda e bem humorada, como isso era possível a essa hora da manhã? –O João que não sai desse banheiro e eu tenho que tomar meu banho, agorinha o Pedro tá passando aqui.-Disse inquieta batendo os pés. –Sem problemas minha linda, vai lá tomar banho no meu banheiro e eu dou um jeito de tirar o João daí. –Ai tia, valeu mesmo.- Disse me direcionado para o seu quarto e abrindo a porta que havia lá, o banheiro é maior que esse, mas para tomar meu banho rápido estava mais que perfeito, me despi e entrei debaixo da água quente e pensei nesse último final de semana, realmente muitas coisas haviam acontecido, me mudei para o Rio, revi minha tia meu primo, minha irmã, descobri que minha irmã e meu primo tem um caso e por último mas não menos importante, conheci Pedro, quem com certeza seria um ótimo parceiro de sexo, por mais que não tivéssemos trocado um mísero beijinho, eu sentia um calor perto dele que eu jamais senti perto de alguém, percebi que já estava a muito tempo debaixo do chuveiro e desliguei, me enrolando na toalha e saindo do banheiro e do quarto da minha tia indo direito para o outro banheiro que agora estava vazio, para escovar meus dentes, sai de lá e fui direito para o meu quarto, vesti uma das roupas que Bianca havia levado para mim, calcei uma sapatilha, passei só um batom, já que eu não precisava de nada para deixar minha pele bonita, passei meu perfume e peguei minha bolsa indo em direção a cozinha. –Olha ela, tá linda minha flor. — Minha tia disse sorrindo e eu retribui. Tem certeza? Eu achei essa bermuda meio... –Meio curta né? Eu também achei. — João disse me interrompendo. –Deixa de ser chato João, não tá meio nada Ka, tá linda.- Sorri com a careta de João e olhei no meu celular, logo uma mensagem de Pedro apareceu avisando que já estava lá em baixo. –Tia o Pedro já tá lá em baixo, fui. — Disse dando um beijo em sua bochecha e bagunçando os cabelos de João. –Espera ai meu amor, não vai comer nada? — Ela perguntou preocupada, peguei uma maçã na fruteira que estava em cima da mesa dando uma forte mordida e antes de sair ainda foi possível ouvir João murmurar pra eu ter juízo, pobre priminho, mal sabe que eu deixei meu juízo debaixo da minha cama lá em São Paulo. Peguei o elevador, passei pela portaria e Pedro esperava em pé encostado em seu carro de óculos escuros e braços cruzados, tava se achando. –Bom dia Anjinha. — Ele disse me dando um beijo no canto da minha boca. –Bom dia Pedrinho. — Disse olhando para os seus braços e percebi que ele estava sem relógio.- Ah, eu esqueci de pegar seu relógio. –Não tem problema, quanto eu te trouxer de volta subo lá e pego, entra.- Ele disse abrindo a porta e eu entrei. — Você tá bem sexy comendo essa maçã. — Ele disse com aquele sorriso canalha dele e eu mordi a maçã lentamente enquanto ele me olhava de canto de olho, coloquei minha mão na parte interna na coxa dele e ele deu um pulo, subi meus habilidosos dedos até seu pênis coberto pelo jeans e ele bufou, mordi mais um pedaço da minha maçã, enquanto ele tentava dirigir. — Se a gente sofrer um acidente a culpa é inteiramente sua.
–Para com esse pessimismo Pedrinho, como uma coisa tão boa dessas pode resultar em acidente? — Eu disse apertando seu pênis e ele arfou ainda mais alto, levei meus dedos até o zíper de sua calça o descendo e desabotoando o único botão, coloquei minhas mãos dentro da calça ainda por cima da cueca que agora parecia tão fina diante de toda aquela grandeza, joguei minha maçã fora e levei as duas mãos para seu saco, fazendo uma leve massagem ainda sobre a cueca box, o carro parou no sinaleiro e devo dizer que ótimo que os vidros do carro são escuros, não que eu me importe com isso, mas é que platéia pra esse tipo de coisa não é necessária, continuei massageando o sentido crescer cada vez mais em minha mão, como se fosse possível, eu ainda nem tinha tocado em sua carne e ele já estava daquela forma, arrisco dizer que quando a gente transar vai doer um pouco, porque os caras com quem eu me relacionei não tem nem metade disso aqui, o carro avançou com um pouco de dificuldade da parte de Pedro e eu entendia o porque da dificuldade. –Você tá nervoso Pedrinho. — Disse agarrando deu pênis com uma mão e ele quase gritou com o ato mas se conteve em morder seus lábios, parou o carro e eu pude perceber que havíamos chegado em uns dos prédios.–Eu não to nervoso, eu tô duro e você vai ter que resolver isso. -Tirei minha mãe de dentro de sua calça e ele resmungou. –É esse aqui o prédio de jornalismo? — Disse animada. –É aí mesmo, mas depois você entra, você tem coisa mais importante pra resolver agora. –Ah desculpa Pedrinho, mas não vai dar, não quero me atrasar no meu primeiro dia. — Disse dando leves tapinhas em sua ereção e em seguida saindo só carro, percebi que ele abriu o vidro e esticou o pescoço para falar comigo. –Karina, você não vai me deixar aqui... –De pau duro? Vou sim, se você merecer na volta eu termino esse serviço, disse mandando beijo pra ele e pude ouvir ele bufar um "Anjinha endiabada" gargalhei com essa ótima definição. Pov Pedro A safada da anjinha teve a cara de pau de me provocar daquele e parar no meio do caminho, é claro que eu tive que terminar o trabalho sozinho, mas com certeza não era a mesma sensação que seria a língua dela percorrendo todo o meu membro, mal consegui prestar atenção nas aulas, nada daquilo me interessava, nem mesmo aquelas meninas dando em cima de mim, pra falar a verdade eu já estava cansado daquelas que eu havia comido nos semestres passados, odeio esse tipinho que se faz de difícil e na hora que do vamos ver é tão relaxada que eu nem sinto prazer, o sinal da última aula soou e eu me levantei indo em direção a biblioteca para dar início a um trabalho e fui mandar mensagem para a anjinha, mas já havia uma mensagem dela. "Eu vou ter que fazer um trabalho aqui, não quero começar depois e ficar cheia de coisas pra fazer, pode deixar que eu vou de ônibus" parece que o destino queria que ela pagasse literalmente a dívida de mais cedo. "Eu também tenho que fazer um trabalho que horas você acha que termina? " mais do que rápido ela me respondeu "umas 18h30m e você? " "Acho que isso também, terminando ou não passo nesse horário aí e não esquece que você tá me devendo" respondi mandado esse lembrete pra ela. "Pode deixar que eu pago Pedrinho 😏" safada assumida, assim que eu gosto. Pov Karina Minhas aulas não poderiam ter sido melhores conheci uma mulher chamada Jade ela me disse que tinha 26 anos e só começou a faculdade agora porque nunca teve a oportunidade de estudar pra poder passar em uma boa faculdade, só agora que a vida dela estava se organizando, ela não quis aprofundar muito sobre o assunto e eu entendi o lado dela, logo no primeiro dia o professor passou um trabalho para fazer em dupla e como eu não queria acumular as coisas falei com Jade para começarmos logo e ela concordou em fazermos hoje mesmo, mandei uma mensagem avisando para Pedro que ele podia ir, mas parece que eu tinha que pagar essa dívida com ele hoje mesmo, o que seria um prazer já que ele também tinha um trabalho para fazer, combinamos um horário para ele passar aqui e iniciei o trabalho com Jade, ela é realmente muito bonita, alta, morena, um sorriso maravilhoso, pernas grossas e uma bunda mediana, se eu não gostasse de pinto ela com certeza estaria na minha lista, fizemos todo o trabalho nos descontraindo e nos entendendo, ela também vem de uma família bem pobre e foi difícil pra ela chegar até aqui. –Caramba, desde os treze anos? — Ela disse assustada após eu contar minha história com Cobra. –É, mas agora eu tô livre dele.-Disse sorrindo pra ela que sorriu de volta. –Ah eu também já sofri muito, mas isso é história pra contar outro dia, porque o nosso trabalho está... — Ela disse terminando de digitar algumas coisas.- Finalizado! — Ela disse sorrindo e respiramos aliviadas. -Achei que nunca ia acabar, disse erguendo as mãos para cima enquanto ela salvava o trabalho em um pen drive. –Nunca diga nunca, vou te mandar o trabalho por pen drive caso você queira mudar alguma coisa, quer uma carona? –Não precisa.- Disse olhando para o relógio na parede e já marcavam 18h:37, o Pedro já devia estar chegando.- O Pedro vai vir me buscar.- Disse e ela sorriu maliciosa já sabendo sobre meu caso com Pedro.–Okay, então vamos? — Ela concordou e saímos juntas e avistei o carro de Pedrochegando.–É ele, tchau Jade.-Disse sorrindo e dando um beijo em sua bochecha. –Um carrão ein, agarra esse. — Ela disse divertida. –A gente pega e não se apega.-Disse e ela gargalhou. –Uma hora você vai ter que ter algo fixo com alguém.- Disse a realidade. –Mas essa hora não é agora deixa eu curtir. — Disse descontraída. –Deixo, deixo sim, curte por mim.- Relmente a Jade era uma pessoa maravilhosa e sentia que podia contar qualquer coisa pra ela, mesmo sendo mais velha, ela me entendia e muito bem. –Nossa que garota gata é aquela? — Ele perguntou assim que entrei no carro e eu levantei uma sobrancelha incrédula. –Cai fora que quem vai pegar ela sou eu. — Disse e ele arregalou os olhos surpreso. –Ah é sério Karina? desculpa então.- Ele disse desconcertado. –É claro que não né, seu idiota. — Disse e ele pareceu respirar aliviado.- Mas ela é mais velha. -Já peguei muitas mulheres mais velhas, isso não é impecilho nenhum.- Ele disse convencido e a minha vontade foi dar um tapa nele. –É mas essa não é pro teu bico.- Disse batendo em seu e queixo enquanto ele dirigia de volta para me casa. –Você acha que eu esqueci da sua dívida? — Ele disse mudando repentinamente de assunto e eu gargalhei. –E como você resolveu a situação de mais cedo? — Perguntei ainda rindo. –Adivinha.- Ele disse com uma expressão seria. –Bateu uma pensando em mim, clássica.- Disse repetindo o movimento de mais cedo e colocando minha mão entre suas pernas. –Eu só espero que você não pare na metade do caminho como antes.- Ele disse ao perceber o caminho minha mão fazia. –Prometo que não vou parar. — Disse beijando meus dois indicadores, levei minhas mãos direto para o seu zíper e o desci lentamente, desabotoei a calça e passei a mão em seu pênis por cima da cueca, já sentido a ereção.-Você vive com esse negócio duro? –Só quando você tá por perto.- Ele disse e foi a deixa para eu colocar a mão dentro de sua cueca e finalmente senti seu membro latejando em minha mão, desci a cueca e a calça para facilitar o meu trabalho, fiz leves movimentos de vai e vem enquanto ele gemia fraco, o tamanho dele superou todas as minhas expectativas, aquilo dentro de mim com certeza ia doer e a cada movimento com as mãos que eu fazia ele parecia crescer mais, resolvi parar de torturar ele e coloquei uma mecha do meu cabelo que estava caindo nos meus olhos atrás da orelha e lambi toda a extensão de seu membro ouvindo um forte gemido em resposta, senti que o carro parou, melhor assim, porque se ele fosse continuar dirigindo um acidente grave ia acontecer, dei fortes chupões em sua glânde e ele arfava cada vez mais alto, percebi a tortura que eu estava causando diante daquele membro ereto com as veias saltando e o abocanhei de uma vez colocando o máximo que consegui na boca, pouco mais que a metade, enquanto masturbava o que minha boca não conseguia abocanhar, bem devagar enquanto ele dizia algumas palavras que nem ele mesmo entendia, aumentei a velocidade a medida que ele gemia meu carinhoso apelido. –Mais... Rá... Pido... Isso... ANJINHA! — Ele murmurava enquanto eu fazia um ótimo trabalho com seu pênis, passei a minha língua quente em seu saco enquanto continuava masturbando seu membro, parei de chupar e posicionei minha boca sobre sua glânde e ele pareceu entender o que eu queria já que começou a fazer movimentos de vai vem dentro da minha boca enquanto segurava forte em meu cabelo, colocava o máximo possível o mais rápido possível e eu ouvia um barulinho irritante vindo de algum lugar, assim que o barulho parou continuei novamente ao que eu estava fazendo e voltei a chupa-lo levemente e lá estava novamente aquele barulinho irritante.
–Pedro, atende logo essa porcaria desse telefone senão eu jogo ele lá fora. — Disse irritada em meio às lambidas que eu dava. –Então para pra eu atender.-Ele disse e eu só olhei incrédula. –Eu prometi que não ia parar e se eu for parar agora, não continuo nunca mais, atende logo essa porcaria. — Disse ainda mais irritada e ele prontamente atendeu. Pov Pedro Estava tendo a melhor experiência sexual da minha vida, mas o meu celular não parava de tocar isso acabando com o clima é claro Karina se estressou e mandou eu atender logo, atendi meio contrariado devido a minha situação. "Aalô...? " perguntei com a voz fraca e Karina aumentou ainda mais a velocidade de seus movimentos. "Alô Pedro, cadê vocês?" João perguntou sendo chato e me atrapalhando. "Aaa... Gente, agente tá.. Tá no carro " Disse falhando a voz devido aos dedos abilidosos de Karina que foram parar no meu saco fazendo massagem. "Você tá dirigindo?" "Não... Não... Eu paa... Rei " Disse tentando colocar sentido na minha frase. " Você tá bem Pedro? ""Eu... Tô... Ótimo "" Eu vou passar pra minha mãe, ela tá preocupada" "Não... Pra tia não""Oi Pedrinho? " Dandara falou preocupada. "Eu... Mesmo.. Tia" Falei segurando forte no cabelo de Karina que passava sua língua quente por todo meu membro, comecei a morder meus lábios para não arfar e nem gemer. "Cadê vocês? ""O.. Tia, aaaa.. Gente tá chegando" "Da pra notar na sua voz que você não tá bem Pedrinho, você vai dormir aqui essa noite""Ta...ta bom, eu durmo aí, tchau" disse já desligando o telefone e agarrando as duas mãos no pescoço de Karina que aumentava cada vez a velocidade e agora eu podia falar o que eu quisesse. –Isso... Isso Karina, mais, mais.- Disse ao perceber que estava perto de gozar, ela deu uma forte chupada na glânde e eu gemi alto gozando em sua boca.- Isso foi ótimo... — Disse com a voz cansada, equanto ela limpava os cantinhos da boca com a língua. –É foi ótimo e a melhor parte é que você vai dormir lá em casa hoje e... Você tá em dívida comigo.- Ela disse se sentando e colocando o sinto, equanto sorria maliciosa. –Dívida feita, é dívida paga.- Olhei seu sorrioso malicioso já imaginando em como essa noite acabaria.
Notas finais
É isso, eu mudei meu user no Twitter de novo kkk e mjsantuvitti, segue lá, comentem muito, bjs
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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