Nothing Like Us
18 Your Touch
Notas iniciais
Enfim, vocês tem acompanhado o mangá? Tipo, eu não consigo nem acreditar que FINALMENTE o Kishimoto está dando aquele 'momento heroína' para Sakura, tipo FINALMENTE. Mas vamos lá, capitulo 631 - A primeira palavra que o Sasuke diz é 'Sakura'. Ele até ignorou o Naruto. Mass, o que me deixou incrivelmente animada foi o Capítulo 632 - Sakura liberando o Selo Yin, calando a boca dos haters e Sasuke E o Hashirama (Sim o fodástico do primeiro Hokage), reconhecendo a força dela. My god, eu quase tive um heart attack ontem!
Bem, tenho outra coisa para comemorar também - As lindas recomendações que a Cherry (Muito obrigada linda, amei a sua recomendação *u*), Akiye Uzike Hanizake (Obrigada linda, amei a sua recomendação e adorei a forma que você encontrou pra recomendar a fanfic ;D), e JulyBaby (Amei a sua recomendação, e eu tenho certeza de que você irá conseguir. Requer muita força pra seguir em frente, mas também requer muita força para continuar amando uma pessoa que te faz sofrer, para continuar tentando.)
Enfim, lindas. Esse capítulo é dedicado a vocês, por suas lindas recomendações!
– Eu não quero você perto dele. — Ele quase gritou isso pra ela e, por mais que ela estivesse totalmente irritada, ela não pode deixar de sentir o coração dela bater mais rápido com o que ele havia acabado de dizer.
Ela sabia que era tolice, porque ela tinha total consciência de que ele não a amava, mas ela simplesmente não conseguia se controlar. O fato de Sasuke estar com ciúmes dela somente fazia com que a esperança que ela guardava no fundo de seu ser, sobressaísse outra vez.
– Você não tem direito de se meter na minha vida, Uchiha! — Ela gritou de volta. — O acordo entre nós era claro. Nós ficaríamos juntos até que encontrássemos outra pessoa. Mas como você espera que eu faça isso se você não deixa que eu saia com outros garotos?
– Ele não é bom o bastante pra você. — Ele respondeu, com raiva na voz.
– Kiba é uma ótima pessoa. Eu gosto dele. Ele é carinhoso e divertido e... — antes que ela pudesse terminar sua sentença, ela se viu nos braços do homem que ela amava, e que nesse exato momento estava a beijando como se não houvesse um amanhã. Ela podia sentir toda a raiva e frustração dele através desse beijo e por mais que a mente dela estivesse dizendo-a para empurrá-lo, ela se viu incapaz de fazer isso. Então ela o beijou de volta demonstrando sua própria raiva e frustração.
Aos poucos o beijo foi se tornando mais calmo e Sasuke colocou uma de suas mãos no rosto dela, acariciando delicadamente a pele.
– Nunca... nunca diga que gosta de outro homem na minha frente. — Ele disse baixinho, enquanto olhava nos olhos dela. Ela somente assentiu, incapaz de formular uma resposta coerente para ele. O coração dela batia desenfreado no peito, e o som dele era praticamente tudo o que ela conseguia captar.
Aquela foi a primeira vez que Sasuke mostrou seu lado possessivo para ela e a primeira vez em muito tempo que ela se viu tendo esperanças de que um dia eles pudessem ficar juntos.
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Die In Your Arms
Diga que me ama
Tanto quanto eu te amo, yeah
Você me machucaria, baby?
Você poderia fazer isso comigo, yeah?
Você mentiria pra mim, baby?
Porque a verdade dói muito mais
Você faria as coisas que me deixam louco
Deixando meu coração ainda na porta
Oh, não posso evitar, eu sou apenas egoísta
Não há nenhuma maneira que eu possa compartilhar você
Isso quebraria meu coração em pedaços
Honestamente, a verdade é
Se eu pudesse morrer em seus braços
Eu não me importaria
Porque toda vez que você me toca
Eu apenas morro em seus braços
Oooh, isso parece tão certo
Então, baby, baby, por favor não pare garota
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– Eu acho que não teremos bolo hoje. — Ela disse, tentando dissipar o silencio constrangedor que havia ficado entre eles.
Sasuke estava sentado no chão da cozinha dela, com as costas encostadas no armário, e olhando fixamente para ela com uma expressão ilegível. Quando ela terminou de falar, ele deu um pequeno sorriso de canto.
Isso fez com que o coração dela acelerasse. Aquele era o sorriso preferido dela.
– Hn. — Foi tudo o que ele respondeu, mas ela se sentiu satisfeita.
– Eu vou tentar limpar essa cozinha. — Ela disse, se sentindo tímida enquanto se lembrava do que eles haviam acabado de fazer. Da forma como Sasuke a havia tocado – como se estivesse tentando decorar cada parte dela.
– Não. — Sasuke disse e então a puxou para o colo dele, passando os braços em torno dela. Ela corou e procurou os olhos dele.
Os olhos dele estavam fechados, e ele parecia em paz.Ela decidiu não falar mais nada.
E quando ele colocou o rosto na curvatura do pescoço dela, ela simplesmente apoiou a cabeça no peito dele e fechou os olhos.
Ela não queria saber sobre o que aconteceria depois.
Ela não queria saber sobre a conversa que eles teriam de ter mais tarde.
Ela não queria saber sobre o passado deles, ou sobre a dor que ela sentiria na hora em que eles fossem obrigados a se separarem.
Ela não queria ter de aceitar, ou muito menos lembrar, de que Sasuke não sentia o mesmo que ela. Que ele não a amava.
Naquele breve momento, ela se permitiu dizer a si mesma que eles ficariam bem.
Então ela adormeceu nos braços do homem que ela amava e que, sem ela saber, a amava, também.
.X.
– Você... ah... disse que seria... ah... apenas mais... ah... uma vez. — Ele a ouviu dizer com a respiração descompassada, entre uma estocada e outra.
Ele simplesmente olhou dentro dos olhos dela, decidindo não responder. Ele somente ficou olhando para ela. Realmente olhando para ela, pela primeira vez em sua vida.
Parecia tão óbvio agora o fato de que ele a amava, de que ele nunca poderia deixa-la ir.
Ele cerrou os dentes, tentando se impedir de soltar um gemido, enquanto ele sentia as paredes internas de Sakura se apertarem em volta do membro dele.
Depois que ele a havia tocado pela primeira vez em todo esse tempo, ele se descobriu incapaz de soltá-la novamente. Ele a tinha pego no colo e a levado até o quarto dela, deitando-a na cama, e abraçando-a.Ele dormiram dessa forma, assim como muitas vezes ele havia sonhado fazer novamente. Quando ele acordou, ele podia sentir cada centímetro do corpo dela colado no dele. A intenção dele não era tentar seduzi-la naquele momento, ele realmente não havia planejado isso – porque ele ainda se sentia muito confuso com sua recente descoberta. Ele realmente podia amar alguém. Ele realmente podia amar a única mulher que ele sempre desejou poder dar tudo de si e muito mais–mas ele não pode evitar os movimentos inconscientes que o corpo dele fez.
Ele não pode evitar chupar delicadamente o pescoço dela. Ou a mão dele que seguiu até o seio dela, alongando o mamilo de uma forma que ele sabia que a enlouquecia.
Em um momento, ele estava deitado de lado com ela, abraçando-a pela cintura e, em outro, ele estava em cima dela, beijando-a com fervor. Ele tinha plena consciência de que era covardia fazer isso com ela agora – porque Sakura sempre ficava confusa demais quando acabava de acordar–mas ele simplesmente não podia evitar. Ele sentia necessidade demais do corpo dela, para seu próprio bem.
Ele rosnou e finalmente encontrou sua libertação, se enterrando o mais profundamente dentro dela que ele podia. Ele respirou fundo, tentando controlar a respiração, e olhou para o rosto da Haruno. Ela estava com as bochechas coradas, e com a boca entreaberta. Ela parecia incrivelmente linda e sexy. Ele sentiu o coração dele dar um solavanco.
Como eu não percebi que te amava antes, Sakura?
Ele saiu lentamente de dentro dela, olhando o tempo todo dentro dos olhos dela, e sentindo uma leve pulsação em seu membro com a fricção – e a expressão de prazer e dor que Sakura havia feito.
– Eu... eu vou tomar um banho. — Ele a ouviu dizer, e ele sentiu uma vontade quase desesperada de puxá-la novamente para a cama – como se o simples fato de que ela estivesse indo para longe dele, significasse que ela nunca mais iria voltar – mas ele decidiu ignorar isso.
– Hn. — Ele resmungou e olhou para o teto. Ele estava feliz –feliz por finalmente poder tê-la nos braços dele mais uma vez – porém, ele também estava confuso. Ele havia entendido seus sentimentos por Sakura, mas ele se sentia perdido no que tudo aquilo significava. Ele deveria dizer isso a ela? Ele deveria pedi-la em namoro? E se ela dissesse não? Existia a possibilidade dela ainda amá-lo, depois de tudo o que ele havia feito? Ele nunca havia sentido nada parecido com isso, e ele não sabia o que deveria fazer.
Eu ainda tenho tempo. Sasuke pensou com um raro sorriso alegre no rosto.
Ele não poderia estar mais errado.
.X.
– Sasuke...? — Ela perguntou, olhando para o homem de cabelos negros que já estava totalmente vestido e, pelo que parecia, completamente pronto para ir embora.
O coração dela apertou.
– Sakura... — Ele disse o nome dela, com sua costumeira voz fria. Ele hesitou um pouco antes de continuar. — Um ANBU veio até mim enquanto você estava no banheiro. Eu tenho uma nova missão.
Porque... Porque eu sinto como se eu nunca mais fosse te ver, Sasuke-kun?
– Tome cuidado. — Ela disse, olhando para os olhos impassíveis dele.
– Hn. — Foi tudo o que ele respondeu, antes de sair pela janela.
Para ela, ele nunca havia parecido tão distante.
.X.
– Sakura-chan! — Ela ouviu a voz de Naruto chamando-a e ela automaticamente levantou o olhar em direção a voz.
Depois que Sasuke havia saído para sua missão, ela resolveu que deveria ir até o hospital e terminar de colocar a papelada em dia.
Era verdade que, ela estava sentindo um aperto no peito desde que havia visto ele sair por aquela janela, mas isso não significava que ela estava arrependida do que tinha feito.
Não.
Ela não havia se arrependido de ter dormido com Sasuke novamente, porque, por algum motivo, ela sentia que aquilo que eles haviam feito não era simplesmente sexo, era algo mais. Algo que ela nunca tinha sentido antes, mas que fazia com que o coração dela se alegrasse toda vez que ela pensava sobre isso.
Mas, independente do sentimento novo que ela havia sentido antes, ela não iria deixar isso acontecer novamente. Ela não podia. Porque ela não se permitiria entrar naquele círculo vicioso outra vez. Ela não se permitiria sofrer calada enquanto via Sasuke tentar encontrar algo em outras mulheres que ele nunca havia encontrado nela.
Ela simplesmente não podia.
O Uzumaki estava parado na porta do escritório dela com um semblante receoso. Ela se lembrou do último encontro que eles tiveram e ela sentiu o coração dela entristecer um pouco mais.
Ela sorriu para ele, de qualquer forma. Um sorriso pequeno, porém verdadeiro. Naruto tinha esse poder em si. O de alegrar e animar a todos a sua volta. Uma áurea tão brilhante quanto o sol, mesmo quando parecia preocupado, como agora.
– Naruto-kun. — Ela saldou, quando ele já estava próximo a ela.
– Sakura-chan... nós precisamos conversar. — Ele disse, firme. Ela suspirou antes de respondê-lo.
– Eu sei. Eu não aguento mais essa situação entre nós Naruto. Me desculpe, a culpa é minha, eu...
– Não, Sakura-chan. Eu é que sou um idiota. Eu não deveria te fazer sofrer dessa forma. Eu sempre soube que você não se sentia dessa forma por mim, e mesmo assim eu insisti e... — Ele balbuciou tristemente, mas ela o cortou.
– Não. Não é sua culpa, Naruto-kun. Eu sou a única que te faz sofrer. Você não sabe o quanto eu queria poder retribuir os seus sentimentos... — Ela respondeu, balançando a cabeça.
– Você não vê? Isso só me faz parecer uma pessoa pior ainda, Sakura-chan. Uma pessoa egoísta. Eu não tinha o direito de te dar mais esse peso para carregar. — Ele respondeu. O rosto uma máscara de tristeza.
Ela não pode evitar ir até ele e abraça-lo apertadamente contra o corpo dela. Ficando na ponta dos pés para poder olhá-lo nos olhos.
– Você não é egoísta, Naruto. Você já salvou milhares de vidas. Você é lindo, alegre, e forte, mesmo tendo sofrido tanto no passado. Você é uma das pessoas mais incríveis que eu conheço. Eu não posso aceitar que você chame a si mesmo de egoísta. — Ela disse, séria.
– Isso quer dizer que você me perdoa, Sakura-chan? — Ele perguntou, enquanto timidamente passava os braços em torno da cintura dela. Abraçando-a de volta.
– Não há nada o que perdoar, baka. — Ela disse com um sorriso.
– Hey, Sakura-chan! Eu não sou baka! — Ele protestou, mas ela simplesmente continuou a sorrir, enquanto via o Naruto tenso de antes, voltar ao seu normal. O Naruto sorridente e hiperativo que ela havia aprendido a amar.
.X.
– Haruno Sakura se encontra aqui? — Ela ouviu uma voz fria perguntar, e ela virou o rosto para o lado para procurar o som da voz.
No início ela achou que fosse Sasuke – o Uchiha estava vindo muitas vezes por aqui para saber notícias sobre a médica de cabelos rosados. – Mas, ao invés de encontrar cabelos negros e arrepiados, ela encontrou cabelos ruivos e bagunçados.
Sabaku no Gaara – o Kazekage de Suna e antigo Jinchuuriki – estava, mais uma vez, pedindo notícias sobre sua amiga.
E depois essa Testuda ainda tem coragem de dizer que não há nada entre os dois.– Ino mordeu o lábio enquanto observava o porte altivo do Kazekage que estava, nesse exato momento, aguardando uma recepcionista totalmente deslumbrada encontrar o número da sala de Sakura.
A Yamanaka observou o contornou que os músculos do ruivo faziam sobre suas roupas ninjas e não pode evitar pensar no quão quente o Sabaku era.
Ino balançou a cabeça para tentar espantar os pensamentos maliciosos que estavam enchendo a mente dela e, com um sorriso, ela seguiu até o local onde eles estavam.
– Pode deixar comigo, Hana-san. Eu vou leva-lo até a sala da Tes... Doutora Haruno. — Ela falou para a recepcionista – quase se esquecendo de que não deveria chamar Sakura por seu apelido, na frente de um Kage – antes de se virar para o Sabaku. — Venha comigo, Kazekage-Sama.
Ino começou a andar antes de esperar por uma resposta da recepcionista possivelmente irritada.
– Obrigado. — Ela o ouviu dizer, a voz ainda fria. Ino se perguntou se ele poderia, algum dia, usar um tom doce com alguém. Se ele fazia isso com Sakura.
– Está tudo bem, Kazekage-Sama. — Ela respondeu e olhou de canto para ele, esperando que ele a repreendesse e dissesse que ela poderia chama-lo de Gaara, assim como ela já o vira fazer com Sakura. Isso nunca aconteceu.
Ino somente balançou a cabeça, e deu um pequeno sorriso.
O modo que ele tratava Sakura... Era realmente diferente da forma que ele tratava as outras pessoas. Sakura era uma mulher sortuda.
– Aqui está, Kazekage-Sama. — Ela disse e com uma reverência, ela fez o caminho de volta. O turno dela no hospital já havia acabado.
.X.
– Você é um inútil preguiçoso, Shikamaru. — Ino ouviu uma voz feminina dizer, e ela parou seus passos para ver o que estava acontecendo um pouco a frente da floricultura dos Yamanaka.
Sabaku no Temari estava com uma mão em punho ao lado do corpo, e outra segurando seu enorme leque de batalha. E mesmo que ela parecesse muito irritada, Ino não pode deixar de perceber o quão bonita ela parecia. Era uma beleza exótica – não como a de Sakura – mas uma que Ino não sabia explicar. Ela era linda, e Ino não gostava disso. Ela não gostava daquela mulher, mesmo que ela não entendesse o motivo.
Ela franziu o cenho e olhou para Shikamaru.
Para quem não o conhecia direito, diria que ele estava com sua típica máscara de tédio – mas Ino o conhecia melhor do que isso, e por isso ela percebeu o brilho de diversão em seus olhos. A forma como ele parecia em paz consigo mesmo.
Ino balançou a cabeça e, com um aperto no peito, ela entrou na floricultura.
O que é esse sentimento estranho que eu estou sentindo...?
.X.
– Tudo bem, Gaara, nós já estamos aqui há meia hora e você ainda não escolheu nenhuma mulher. — Ela disse a ele, quase exasperada.
Logo após Naruto sair pela janela do escritório dela – porque ele não queria ter que passar de novo pelos horrorosos e aterrorizantes corredores do hospital de Konoha –Gaara havia batido na porta dela, e dito que ele tinha apenas mais uma semana para escolher sua futura esposa e que precisava da ajuda dela. Ela pediu desculpas a ele por ainda não ter começado a ajuda-lo, e sugeriu que eles fossem até o café central de Konoha – que era um local movimentado e perfeito para encontrar novas pessoas.
Entretanto, desde que eles haviam chegado ali, Gaara ainda não havia se interessado por nenhuma mulher – mesmo o local estando cheio delas.
– Elas não são boas o suficiente. — Ele disse com uma voz calma e impassível. Ela olhou nos olhos dele, se lembrando que isso era exatamente o que Sasuke sempre dizia a ela, depois que voltava de um encontro com outra mulher.
– Bem, então podemos riscar as civis da lista, não é? — Ela disse, com um suspiro cansado.
– Você ainda não me contou o que aconteceu naquele dia. — Ele disse, e ela quase tremeu sobre o olhar intenso que ele mandou para ela. Ela desviou o olhar.
– Não se preocupe com isso.
– Conte. — Ele disse e, mais uma vez, ela sentiu vontade de soca-lo pelo tom autoritário dele. Mas ela se controlou, se lembrando da forma como ele havia a ajudado naquele dia.Ele merecia uma explicação.
– Por muito tempo, eu realmente tentei amar o Naruto. Eu dizia a mim mesma que ele merecia que a mulher que ele amava retribuísse esse sentimento. Mas eu não consegui. Naruto é como um irmão pra mim, e eu não consegui vê-lo de outra forma, e eu sei que isso o machuca. — Ela soltou o ar que ela não havia percebido que ela prendendo, antes de continuar — Naquele dia... Ele se declarou pra mim. Ele disse que queria me fazer feliz, e eu não consegui dizer sim para ele. Eu vi a forma como ele se sentiu magoado e isso me matou por dentro.
– A culpa não é sua. – Gaara disse, firme. Ela olhou para cima, surpreendida.
– O que...?
– A culpa não é sua. — Ele repetiu — Você não escolhe quem você vai amar. Mas, o fato de que você tentou fazer isso, por ele, já te faz uma pessoa incrível. — Ele terminou e então tomou um gole de café, olhando para longe dela.
Ela, no entanto, continuou a olhar pra ele. Surpreendida com o fato de que ele, mais uma vez, havia tentando confortá-la, mesmo que ele não a conhecesse tão bem assim. Ela sorriu. Obrigado, Gaara... kun.
– Bem, eu sei de um bar aonde a parte feminina da ANBU vai para relaxar. Nós podíamos tentar lá. — Ela disse, ainda mais determinada a ajuda-lo. Sabaku no Gaara era uma pessoa incrível e, ela sabia, ele merecia ser feliz, e ela faria de tudo para que isso acontecesse.
Isso é uma promessa.
Notas finais
Ah, lembram do concurso que eu estou organizando? Eu estendi o prazo até o dia 25 de Junho. Pra quem não podia participar porque estava sem tempo, ai está a sua chance! Escreva um pouco a cada dia, e poderão me enviar o link à tempo. ;)
Beijoos
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