Nothing Like Us

13 Inconditional Love


Notas iniciais
Olá pessoas lindas, como vocês vão? - Eu comecei a academia nessa semana e eu acho que agora eu sei como a Sakura se sentia durante os treinos com a Tsunade-Sama, haha :D

Bem, eu disse a vocês que o Gaara teria uma grande e importante participação na fanfic. Mass, eu também, não só disse como prometi, que faria de tudo para que a participação dele na fanfic não afetasse vocês e que ninguém se machucasse. Então, enquanto eu dormia - olha que legalz -q - eu pensei sobre isso, cause i am a ninja, e decidi mudar algumas coisas do futuro da fanfic. Ainda haverá um pouco de GaaSaku, mas, nem a Sakura e nem o Gaara se apaixonarão um pelo outro. Isso é tudo o que vocês poderão saber,babys. Sem spoiler dessa vez, haha :D

Quanto ao Sasuke, a situação dele será a mesma que eu já expliquei antes. Nós iremos por etapas com ele :)

Eu queria agradecer as lindas Stephanie Barros e Rayanne Cruz por terem recomendado a fanfic. Cara, eu realmente amo receber recomendações, me deixam tão feliz ♥ E as recomendações de vocês foram muito lindas, obrigada mesmo :D - Esse capítulo é dedicado a vocês.

Enjoy :)

- Sakura... — Sasuke começou, com uma voz hesitante — O que é... Como é estar apaixonado? Amar alguém? — Ele terminou e ela olhou dentro dos olhos dele antes de continuar.

- Quando estamos apaixonados por alguém, nós sentimos a necessidade de estar perto dessa pessoa o tempo inteiro. De tocá-la o tempo inteiro. Nós olhamos dentro dos olhos dela e sentimos que a cada segundo que passa, estamos nos apaixonando ainda mais. Nosso coração bate mais rápido quando estamos perto dela. Você se sente nervoso e com ciúmes quando outra pessoa fala com quem gostamos. Você não quer que ninguém mais chegue perto dela e não consegue imaginá-la com outra pessoa se não você. Isso te sufoca e te deixa com raiva. Entretanto, estar apaixonado por alguém e amar essa pessoa são coisas diferentes. Quando amamos alguém, nós sentimos todas as coisas que sentimos quando estamos apaixonados, só que com mais intensidade. E, percebemos que, se esse é o melhor para a pessoa que amamos, devemos deixa-la ir. Mesmo que isso te mate por dentro, você deve deixa-la ir. — Ela terminou, desviando os olhos dos dele e os fixando no céu estrelado acima deles, pensando que isso era exatamente o que ela havia sentido.

Quando ela tinha 12 anos, tudo o que ela pensava era em estar com Sasuke, conversar com Sasuke, abraçar Sasuke e fazer Sasuke retribuir seus sentimentos — Tudo era Sasuke. No momento em que os olhos deles se encontravam — mesmo que, no caso dele, fosse somente para repreendê-la, ou dizer que ela era irritante — ela sempre sentia como se o sentimento que ela nutria por ele, aumentasse. Ela sentia ciúmes quando ele estava perto de outras garotas e havia brigado com sua melhor amiga por causa dele. Ela queria que ele ficasse somente com ela o tempo inteiro.

Mas, depois que ele foi embora, ela percebeu a magnitude deseus sentimentos por ele. Os sentimentos dela amadureceram e mesmo que o mundo dela ainda girasse em volta de Sasuke, ela sentia que estaria feliz se ele estivesse feliz.

Quando ele finalmente voltou, ela não poderia negar a esperança que sentiu com isso.

Nós finalmente poderemos ficar juntos. — Ela dizia à noite para si mesma. Mas, as coisas não foram bem assim. Acabou que, Sasuke nunca teve a intenção de ficar com ela. Ele nunca a quis — pelo menos não o coração dela. Ele se importava com os sentimentos que ela tinha por ele, mas as coisas paravam por aí. E quando ela finalmente perdeu todas as esperanças, ela prometeu a ele — e a si mesma — que o ajudaria com o que fosse necessário. Ela não esperava mais ser a matriarca Uchiha, mas isso não significava que ela não poderia estar presente. Ela ajudaria a futura esposa de Sasuke no que ela precisasse, e até cuidaria dos filhos dele. Pelo menos ela estaria presente na vida dele, e, ela poderia ser feliz. Porque ela o amava incondicionalmente.

- Por mais que eu quisesse me sentir assim, eu não consigo. Eu não quero construir algo e depois perder tudo de novo. Talvez seja por isso que eu não consigo encontrar uma esposa. Isso chega a ser até engraçado. — Ele disse a última parte com escárnio, como se não se importasse, mas ela podia ouvir o tom de tristeza contida na voz dele.

- O que é engraçado? — Ela perguntou, confusa, mais ao mesmo tempo tocada com a dor que ela sabia que ele estava sentindo.

- Eu nunca cheguei a pensar realmente sobre ter uma família. Eu era um vingador e a vingança, ódio... era tudo o que eu pensava. Eu achava que, se eu matasse Itachi, os meus problemas e preocupações iriam desaparecer. Eu poderia reconstruir o clã e tentar ser feliz. Mas tudo o que a vingança me trouxe foi mais dor e... medo. Eu não quero me apegar demais a alguém se isso signifique que eu irei perdê-la. As pessoas ao meu redor se machucam, Sakura. Eu não quero que isso aconteça com você também, eu acho melhor nós nos afastarmos e... — Ele parou um pouco, sugando o ar com a boca, como se tivesse lavado um soco no estômago, e ela não perdeu mais tempo e resolveu falar.

- Pare, Sasuke. Eu posso me cuidar. Você não precisa se preocupar comigo. E eu não vou me afastar de você, eu prometi que nunca deixaria você, lembra? Eu não posso quebrar uma promessa. Acho que aprendi isso com o Naruto-baka. — Ela disse enquanto pegava na mão dele e a acariciava delicadamente — se sentindo extremamente feliz quando ele apertou a mão dela em retorno. Ela sabia que se fosse há alguns anos atrás, ele teria a repelido e a chamado de irritante ou pegajosa. Mas agora era diferente, e ela não estava se aproveitando da situação, também. Ela só queria dizer que ela estaria ali pra ele, sempre.

- Se algum dia eu machucar você, Sakura. Você terá que me dizer e então eu me afastarei de você. — Ele rapidamente continuou, quando viu que ela iria protestar — Eu o farei, então você não terá que quebrar a sua promessa.

- Eu nunca quero ter que me afastar de você, Sasuke. Nunca. — Ela falou enquanto descansava a testa dela na dele. Olhando dentro dos olhos ônix dele.

- Eu também. — Ele respondeu.

E aquilo foi o bastante para o coração dela se aquecer.

.

.

.

California King Bed

Olho com olho

Bochecha com bochecha

Lado a lado

Você estava dormindo ao meu lado

Braço com braço

Do anoitecer ao amanhecer

Com as cortinas torcidas

E um pouco da noite passada nesses lençóis

Então como pode, quando estico os meus dedos

Sinto que há mais do que distância entre nós

.

.

.

Quando ela acordou, assim como todas as manhãs, ela ainda estava um pouco tonta e embriagada pelo sono e, por isso, ela não percebeu a gravidade da situação a qual ela se encontrava.

Ela se sentia extremamente confortável e aquecida, sim.

O cheiro que a envolvia era, possivelmente, o melhor do mundo — Algo como menta misturada com mais alguma outra coisa que deixava o cheiro com um toque másculo e que deixava a rosada extremamente embriagada.

Ela se mexeu na cama e tentou levantar, mas foi prontamente impedida por um braço forte e musculoso que a puxou de volta e resmungou algo ininteligível.

Ela franziu o cenho e tentou se mexer novamente — dessa vez para ver quem estava com ela na cama.

Havia algo naquele cheiro e naquela voz que era mais do que somente familiar para ela.

- Sasuke...?- Ela perguntou, ainda confusa por causa do sono — quando finalmente conseguiu se virar.

- Volte a dormir. — Ele resmungou enquanto enterrava a cabeça no pescoço dela.

E então, enquanto ela passava uma de suas pequenas mãos pelo cabelo dele, tudo o que ela conseguia pensar era que aquele era o lugar onde ela queria estar — o lugar que ela pertencia.

Mas, é claro que, isso foi até que ela finalmente teve sua mente clareada e percebeu que aquilo era mais do que somente errado. Aquilo não deveria estar acontecendo.

- O que diabos você está fazendo aqui, Sasuke? — Ela perguntou irritada, enquanto tentava se desvencilhar dele — sem sucesso.

- Tch — ele resmungou, antes de levantar a cabeça e olhar nos olhos dela. — Eu estou tentando dormir. — Ele disse com uma voz sonolenta e os olhos entreabertos. Ele parecia extremamente fofo para Sakura, mesmo que ela não quisesse admitir isso.

- E, porque você tem que me agarrar pra isso? Porque você ao menos tem que estar na minha casa pra isso? — Ela perguntou com os dentes cerrados de raiva.

- Nós já fizemos isso antes, Sakura. — Ele a lembrou.

- Sim, mas isso era antes, Sasuke. Isso não pode mais acontecer. — Ela respondeu, se recusando a olhar nos olhos dele.

- Por que não? Você só diz o tempo todo que não quer mais ficar perto de mim, mas nunca me diz o porque, droga. — Ele disse, com raiva. Permitindo que ela se sentasse na cama, de costas pra ele.

- Você não precisa saber, Sasuke. Por favor, só vá embora. — Ela disse, com uma voz baixa, enquanto olhava para um ponto invisível no chão do quarto dela.

- Com o inferno que eu não preciso saber, Sakura! — Ele quase gritou, apertando os punhos e se aproximando dela, encostando seu peitoral nas costas dela.

- Você tem que ir, Sasuke. Eu não posso me atrasar para o hospital. — Ela disse com uma voz sem emoção, enquanto se levantava da cama e ia até o guarda roupa.

- Você prometeu. — Ele disse baixinho no ouvido dela, enquanto a abraçava por trás. — Não me afaste.

Ela podia ouvir o desespero dele nessas poucas palavras, mesmo que sua voz estivesse fria como gelo.

- Eu só preciso de um tempo, Sasuke. Eu sempre vou estar por perto quando você precisar de mim. Eu sempre vou te ajudar. Mas, no momento, eu preciso de um tempo. — Ela respondeu, sentindo um aperto no peito.

- Eu posso entender que você queira ficar com outro homem. Que você queira ser amada. Eu posso entender isso, afinal, esse sempre foi o plano, não é? — Ele perguntou retoricamente — Eu encontraria uma mulher para reconstruir o clã Uchiha e você... Você formaria uma família. Você seria amada. Esse sempre foi o plano. — ele falou baixinho a última parte, como se estivesse falando isso para si mesmo. — Mas eu só não entendo porque você tem que se afastar de mim pra isso acontecer.

- Porque você quer tanto saber? Eu sou irritante, lembra? Porque você quer ficar perto de uma mulher irritante como eu? Que diferença faz pra você? — Ela gritou pra ele, enquanto se debatia, tentando sair de seus braços.

Aquele não era o lugar dela, embora ela quisesse que fosse.

- Sakura! — Ele falou o nome dela em um tom alto, fazendo-a parar de se debater — Escute o que eu vou dizer agora e escute bem, porque eu nunca mais direi algo assim novamente. — Ele falou enquanto a virava pra ele, olhando dentro dos olhos esmeralda dela.- A sua amizade é importante pra mim. Eu não me importo se você quiser arranjar outra pessoa, eu não vou interferir. Mas você não pode simplesmente tentar me apagar da sua vida. Você não pode. — Ele terminou, acariciando a bochecha dela.

Os olhos dele estavam... Carinhosos — Ou o máximo que os olhos de Sasuke Uchiha poderiam olhar para alguém de forma afeiçoada.

- Você não vai parar, não é? — Ela perguntou, não esperando resposta.

Todos os dias, ela falava a si mesma que Sasuke e ela não poderiam ficar juntos e que ela deveria se afastar dele por causa disso, mas, ela não conseguia mais tomar decisões egoístas. Agora, enquanto ela olhava dentro dos olhos dele, ela poderia ver o quanto ele precisava dela. O quanto ele a queria por perto. E ela se sentia da mesma forma.

Antes de todo o amor que ela sentia por ele, ela percebeu, deveria vir à amizade dos dois. A promessa que ela havia feito a ele. — Mesmo que isso a ferisse mais.

Era só amizade.

Era só ficar perto dele e fazê-lo feliz.

Era ver os raros sorrisos dele, mesmo que ela nunca pudesse sorrir junto a ele.

Ela nunca havia tentado ser somente amiga dele depois que eles haviam parado de se encontrar. Ela simplesmente havia dito que isso não poderia acontecer e desistido antes de tentar.

E, quando ela sorriu pra ele, e ele sorriu de volta pra ela, ela se decidiu.

Nós faremos isso dar certo. Não pode ser tão difícil ser amiga de Sasuke Uchiha, não é?

*-*

- Eu venho buscar você. — Ele disse enquanto olhava dentro dos olhos dela e a puxava para um abraço, colocando o rosto no pescoço dela — ele adorava fazer isso.

- Você não precisa, Sasuke. Eu sei me cuidar. — Ela disse enquanto dava um passo pra trás, separando um pouco os corpos deles.

Mesmo que ela houvesse concordado em não afastá-lo mais, ele havia percebido que ela ainda continuava distante e parecia não gostar quando ele a tocava, ou a abraçava — o que ele não conseguia entender.

Antes, Sakura nunca reclamava quando ele a tocava ou a beijava. Ele sabia que ela gostava. O comportamento atual dela somente o deixava confuso.

O que havia mudado para que ela agisse assim?

“... Eu vejo a forma como ela te olha. Eu sei que nada mudou. Sei que ela ainda te ama...”.

Ele balançou a cabeça para espantar o rumo que seus pensamentos estavam o levando e murmurando um simples “Eu virei”, ele se virou de costas e começou a caminhar pra longe.

*-*

- SASUKE-KUN! — Ele ouviu uma voz irritante e enjoativa o chamar e, se ele fosse qualquer outra pessoa se não um Uchiha, ele tinha certeza que ele teria soltado um gemido de frustração.

Ele podia sentir a assinatura de chakra de Karin se aproximar rapidamente do campo de treinamento aonde ele se encontrava e, mentalmente, ele desejou que ela não tivesse habilidades de rastreamento.

O Time Taka já não existia mais, embora todos os antigos membros permanecessem em Konoha.

Sasuke havia entrado para a ANBU e estava pensando em reconstruir o antigo prédio policial do clã Uchiha — não havia como ele se dedicar a algum time agora.

Mas, assim como o Time 7 fazia, quando era possível, o Time Taka também treinava junto — embora ele gostaria que Karin não estivesse sempre perseguindo-o.

Ela era uma típica fangirl.

Ela estava sempre o procurando por todas as partes. Vivia dizendo aos quatro ventos que o amava e que seria a matriarca Uchiha — o que ele faria questão de não deixar acontecer — mas, o que o deixava mais irritado, era o fato de ela chama-lo de Sasuke-kun.

Ele nunca havia tido qualquer tipo de intimidade com ela — nunca havia a tocado ou dividido qualquer coisa com ela além do fato de que ela havia o ajudado a encontrar Itachi.

Mas, principalmente, ela não era Sakura — E Sakura era a única mulher que poderia chama-lo dessa forma.

- Não me chame assim. — Ele rosnou pra ele enquanto cortava uma árvore com sua Katana — sem olhá-la.

- Tsc, você é muito idiota mesmo né? Não cansa de levar foras, não? — Falou Suigetsu enquanto sorria maldosamente para a ruiva — virando água em seguida, quando esta tentou atingi-lo com um soco.

- Cale a boca, seu idiota! — Ela gritou, tentando chutá-lo.

- Vamos, parem de brigar. — Falou Juugo, enquanto tentava acalmar seus antigos companheiros de equipe.

- Tch. — Ele resmungou, enquanto guardava sua Katana e começava a se retirar do campo de treinamento. Ele tinha que ir buscar Sakura.

- Oe, Sasuke. Aonde você vai? Não quer treinar? — Perguntou Suigetsu.

- Eu tenho um lugar pra ir. — Ele disse, frio, enquanto continuava a caminhar.

*-*

- Me desculpe. — Ele disse a ela, enquanto olhava para o lado oposto ao dela. Ele não precisava explicar a ela o porque do pedido, ele sabia que ela entenderia — Ela sempre entendia.

- Tudo bem, Sasuke. — Ela disse, com uma voz calma, mas ele podia sentir a tensão que ela irradiava por eles estarem ali — no monte dos Kages.

Era quase irônico que, o lugar onde eles haviam tido tantos momentos bons juntos, agora a fizesse sentir dessa forma — mas ele sabia que isso era somente culpa dele.

Ele nunca deveria ter trazido àquela mulher até aqui, frustrado ou não. Era apenas inadmissível.

Ele era um idiota.

- Eu estou falando sério, Sakura. — Ele falou, agora olhando para o rosto dela.

- Eu sei, Sasuke. E eu aceito as suas desculpas. — Ela disse, enquanto olhava para o céu estrelado.

Mas ele sabia que a tinha machucado ao fazer aquela besteira — e isso era algo que ele nunca quis.

Ele nunca quis machuca-la. Pelo contrário, tudo o que ele queria fazer era protege-la, mas, às vezes, ele era impulsivo demais. Motivado demais pela raiva.

- Eu não vou mais quebrar a minha promessa. — Ele falou, firme.

Ele não poderia mais machuca-la, porque, por algum motivo, ele próprio sentia dor somente ao pensar que ela estava se sentindo dessa forma. Era... estranho.

- Eu também. — Ela respondeu enquanto olhava pra ele, também firme.

Ela tinha olhos verdes. Eu fingi que era você. — Ele queria dizer, mas tudo o que ele fez foi ficar em silêncio enquanto olhava para os olhos dela.

Notas finais
Vocês gostaram do capítulo? Cheio de emoções né?

Se ficaram curiosos sobre a nova e melhorada participação do Gaara na fanfic, isso será revelado daqui a um os dois capítulos. Mas, vocês podem dar os seus palpites ;)

A amizade é, realmente, um laço inquebrável quando é verdadeira, não é mesmo?

Bem, me perguntaram se eu era a favor de Naruhina e eu vou responder que sim, eu sou a favor e acho-os um casal muito fofo, embora não seja o meu casal preferido. Eu apoio e espero que eles fiquem juntos. Então, como eu já disse a outros leitores, um dos casais que se formarão em NLU será, sim, Naruto e Hinata, mas, assim como Sasuke, o Naruto precisa amadurecer os seus sentimentos. Ele amou a Sakura pela sua vida toda, mas, existem vários sentidos de amar. Talvez o Naruto tenha se confundido no meio do caminho da vida, né? :D

Beijoos ♥