Nothing Like Magic
2 Capítulo 2 - Conheçendo as casas
Notas iniciais
E voltamos com um novo capitulo.
Eu(anju) to morrendo aqui kkk, quem nao sabe sou de portugal xD aqui sao quase 3 da manha e amanha vou ter de levantar às 9 da manha.
E como a fofa da mero não pode vir postar, eu vim cá deixar um capitulo para nossas leitoras *-*
Espero que gostem.
Maxine e Max seguiram um gigante barbudo enquanto eu e Justin comeamos a seguir o resto dos alunos, tentando fingir que no ramos novatos:
— Alex, eu e voc vamos encontrar a professora Minerva McGonagoll no escritrio dela, precisamos ser selecionados para as nossas casas — sussurrou Justin enquanto eu acenava para Harper.
— Ahn, ta... — respondi sem animao.
Segui-mos por uns quantos corredores, e sinceramente, no sabia onde estava indo, e acho que nem Justin.
— Ahn, Justin, voc por acaso sabe por onde est indo? — perguntei seca.
Aps alguns segundos, ele parou, e admitiu com uma negaao de cabea, aquilo que eu j temia.
— Vamos logo perguntar a alguem. No to com vontade de apodrecer, nesse castelo com um sabe-tudo como voce.
— O que procuram? — perguntaro dois gemeos ruivos que vinham em nossa direo — podemos direcionar vocs!
— Quem so vocs? — perguntou Justin, morrendo de medo.
— Eu sou Fred, e esse Jorge — fala um dos dois sorrindo.
— Queremos ir a sala da McGonagoll — falo fria.
Eles sorriem, pegam nossos braos e comeam a nos puxar, Justin ainda estava tremendo de medo.
— Ah no... — disse me largando deles. — Estou farta de ser puxada hoje! — e nisso segui do lado deles.
Entramos numa sala, que deveria ser o escritoria da tal McGonagoll.
A professora apareceu e empurrou Justin par um banco pondo nele um velho chapeu.
— Vamos l despachar isto. — disse ela.
E logo de seguida o chapeu gritou:
— CORVINAL!!
Justin levantou-se e, eu sentei-me no banco, antes mesmo da velha cogitar a ideia de me tocar.
Ela colocou o chapu em minha cabea e expulsou Fred e Jorge da sala dela, o velho chapu comea a falar:
— Hum, difcil... Vejo coragem, ah sim, astucia, um pequeno sentimento de vontade de ajudar, inteligente... melhor que seja: SONSERINA!
Tirei o chapu da minha cabea e logo depois, Max e Maxine apareceram:
— Eu sou da Grifinoria! — comemorou Maxine com um sorriso de orelha a orelha.
— E eu da Lufa-Lufa! — disse Max.
— Eu sou da Corvinal e a Alex da Sonserina... — disse Justin com desprezo.
Os gemeos gelaram:
— Todos os bruxos das trevas que se formaram em Hogwarts eram da Sonserina! — gemeu Maxine.
— Ha! — gritei — agora estou me sentindo importante.
— Meninos! — falou a professora. — Eu no queria interromper. Mas minha sala no nenhum salao comunalm, sim? — calamo-nos logo. — Menino Max Russo, v at ao salao principal e siga o monitor de l, qualquer coisa fale com o professor de sua casa. Menino Justin Russo, voce tambem v para para o salao principal e junte-se sua casa, assim como a menina Alex Russo. Menina Maxine. Me siga, sou a professora de sua casa.
A professora McGonagoll seguiu por um corredou com Maxine, deixando-nos nas maos de Max, o que era igual a : estamos fritos! Max no tinha sentindo de orientaao nenhuma, a cabea dele s segurava o proprio nome. Tivemos de perguntar onde era o Sala Principal vrias vezes. Quando l chegamos, a primeira coisa que eu vi foi quatro grandes mesas e, no final delas, uma outra mesa onde estavam sentandos, depreendi, os professores.
Um homem de j com alguma idade, fez um sinal para mim e para Justin, visto que Max j se juntara sua mesa para acabar o jantar.
— Acho que ele nos est chamando. — disse Justin, olhando directamente para o homem.
— No Justin, ele est chamando a porta que est atrs de ns, concerteza que ele gosta de falar com portas, neh? — dei um tapa na cabea dele e segui at a mesa onde estava o homem, seguida de um Justin-sabe-tudo-muito-burro.
— Prazer Meninos Russo. — falou com um voz que metia respeito, at mais que a de Jerry.... pensando bem, at a de um sapo metia mais respeito que a do pai. — um prazer ver os filhos de Jerry Russo. Depreendi que voces nao conhecem nada daqui, nao ? — perguntou. Naao, ns acabamos de chegar e j conhecemos essa escola como a palma das nossas maos... H perguntas que nao fazem sentido. — O normal seria por os monitores com voces, tal com os pusemos os monitores das casas dos gemeos russo a cuidar deles. Mas voces estao num outro ano, precisam que alguem esteja com voces mais tempo por causa dos estudos, entao falamos para dois alunos estarem com voces. — o velho fez sinal para alguem atrs de ns, e passados uns segundos um rapaz e uma rapariga aparecem.
Meu coraao perdeu uma batida, e logo asseguir tomou seu rumo bem depressa ao ver quem realmente estava l.
— Meninos Russo. — voltou a falar o velho. — Esta Luna Lovegood, da corvinal, ela ir acompanhar o Menino Russo. — a tal de Luna comeou a falar e a puxar Justin pela mo o levando, suponho eu, para a mesa deles. O director virou-se para mim e continuou. — Menina Russo, este Draco Malfoy. — olhei para ele. Ele me olhava de cima a baixo com desprezo. Aii que raiva! Fiz um esforo descomunal para nao avanar para cima dele. — Espero que se dem bem, conto com o menino para tomar conta da menina Alex. — o rapaz apenas acenou com a cabea e seguiu pra a mesa da sonserina, eu segui atrs dele.
— bom que voce nao me de muitos problemas, Russo. — virou-se para mim com um olhar gelado. — Nao se de com as outras casas, e acima de tudo nao fale com os grifinorios. — arrgalei os olhos, enquanto ele continuo o seu caminho.
Tudo bem que eu odiava Justin e Max, j tive uma pequena rixa com a Maxine, por conta dos ciumes. Mas ns sempre fomos tudo um para os outros, por mais que me doesse admitir, e principalmente a Maxine. Aquela piolha era a unica rapariga, tirando harper, com quem eu compartilhava tudo.
E, derrepende, lembrei-me da harper. Sentei-me no lugar mais afastado deles, no que eu nao quizesse formar amizades, mas ir para o lado daquele loiro, nao me parecia o mais sensato. Algo bateu em mim como um balde de agua fria. Eu no era sensata. Eu amava me meter com todos.
Dei um sorriso cinico e me levantei. Aproximei-me do loiro e me sentei do lado dele, depois de empurrar o amiguinho dele para o lado.
— O que voce faz aqui? — perguntou frio.
— Ora, estou me sentando com o meu guia, eu posso me perder no meio dessa escola. E voce nao quer uma sonserina indo parar na grifinoria, no ? — falei num tom docemente falso.
Tinha descoberto o ponto fraco dele. Sonserinos misturando-se com outras casas.
Ele me olho com a sobrancelha franzida e continuo comendo. Ento era s isso? No havia mais nada? Bah! At Justin dava mis luta.
Comi qualquer coisa ao acaso e esperei por ele.
— Pansy, leve ela at aos dormitorios. — falou/ordenou.
A tal de Pansy, levantou-se e fez um sinal pra a seguir. J fora do salao ela falou comigo.
— Se eu fosse voce nao iria brincar com o fogo, Draco tem panciencia curta. — falou olhando para mim de cima a baixo como se me avaliasse.
— Ol para voce tambem. Como foi seu dia? Foi optimo e o seu? Obrigado. — falei sarcastica. Que optima recepao.
No fim, Pansy me olhou com nojo e me levou ate o Salao Comunal da Sonserina:
- Puro Sangue! — pronunciou em alto e bom som — nunca esquea essa senha, ela no muda a anos! — ordenou
— Claro "mestrinha".
De nojo o olhar dela se transfigurou para desprezo, logo elas levou ate o dormitrio e foi embora, ainda bem, idiotas me cansam...
Notas finais
Esperamos que tenham gostado *-*
Bjoos,
Anju & Meroko.
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