Nothing Innocent - The Perfect Crime
6 Cuidado! Um momento de distração é fatal
Pegava a sopa, que a bela jovem me servia. Colocava o prato em cima de uma pequena mesinha na sala. Percebia que ela estava de costas na cozinha servindo um prato pra ela tmabém. Ouvia ela me perguntar ainda de costas, de onde eu era?. Sorria satisfeito, e a passos lentos e silenciosos ia me aproximando da minha doce presa. Respondia a ela tranquilamente enquanto ignorava a dor de ver minhas presas saindo pra fora da boca.
–Sou daqui mesmo, moro no centro... me aproximando mais e mais do corpo pulsante dela. Levantava loevemente a cabeça pra cima, sentia o cheiro de cada veia dela, sangue vivo, quente, enlouquecedor para um vampiro que não se alimenta a anos.
Vendo que ela iria se virar de frente pra mim, pulava nela agarrando-a por trás, tapando a boca dela. Arrastava-a segurando ela por tras, prendendo um dos seus braços com minha mão e com a outra prendia a mão dela perto do seu prórpio pescoço. Naquele momento, eu não sentia culpa nem pena, queria apenas consumir o sangue dela, eu precisava depois de 22 anos não havia provado sangue humano. Ela me olhava com olhos de desespero ao ver minhas presas e meus olhos rubis frevendo. Jogava ela em cima de um tapete de retalhos, subia em cima dela, prendendo seus braços pra cima. Ficava mais louco ao ver que ela estava ofegante, a veia do pescoço dela estava pulsando, isso para mim era um convite. Mas antes de matá-la eu iria dar algum prazer a ela, pois era tão bonita que só matar sem tirar uma ''casquinha'' não valeria a pena. -Rasgava a blusa dela com as presas, olhando bem nos olhos dela, dava um leve corte com minha presa no ombro dela, via correr um pouco de sangue, passava minha lingua naquele sangue. Ela gemia ofegante, tentando sair dali. Beijava os labios rosados dela, mordia por gosto pra cortar os lábios dela. Chupava seus labios com sangue, fechava os olhos sentindo aquele gosto maravilhoso. Vi-a gemer de dor, sorria de canto, então continuava a beijar o seu peito, subia devagar para o lugar fatal, seu pescoço. Sussurrava no ouvido dela: Diga Adeus minha bela garota, me de esse prazer de sugar todo seu sangue! Continuava meu ritual brusco. Abria bem minha boca, e sem dó algum cravava fundo na veia de seu pescoço. Ela gritava e se debatia, enquanto eu sugava, sugava cada vez mais, era muito sangue, em menos de uma hora ela estava branquinha e fria, e eu banhado em sangue, me sentindo mais forte do que nunca. Após me alimentar, tive relações com ela. Foi um fim de tarde maravilhoso, ela estava lá deitada, semi-nua, sem uma gota de sangue no corpo. Fugi daquele local, sem deixar vestigios. Corri ate um pequeno lago no meio da mata, para lavar minha roupa suja de sangue, e meu rosto que estava vermelho de sangue. Me joguei na agua fazendo o sangue sumir. Via meu telefone que estava no silencioso, cair ao lado do rio, antes de eu ter me atirado na agua. Via varias chamadas de Tom. Ligava pra ele enquanto retornava pra casa. -Alô Tom, ja to indo pra casa, calma esta tudo sobre controle. Não me façaperguntas apenas me receba em casa, e me deixe dormir por 3 dias.
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