-Olhava da janela do banheiro, percebia que estava no segundo andar, minha vontande por sangue era tanta que não pensei duas vezes. Abri a grande janela que tinha no banheiro, sem grades e pulei. Por algum motivo que nem eu sei, cai como os gatos caem: De pé.

Olhando para cima, via que Georg havia arrombado a porta, ele mje gritava la de cima, para que eu voltasse, e perguntava gritando onde eu estava indo. Nesse momento eu não olhei mais para trás, sai correndo sem rumo no meio dos carros. Com os olhos vermelhos gritando de dor. Entrei numa estrada sem fim, com muitas árvores velhas e um mato. Respirei fundo, então me acalmei, minhas presas tinham diminuido e meus olhos não estavam mais vermelhos, mas minha sede por sangue ainda estava me matando. Percebi que havia uma casa velha bem no final de uma pequena trilha dentro desse mato. Fui andando até visualizar uma pequena janela de madeira, então espiei na mesma para ver quem morava na casa.

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