Nothing Hurts My World.
11 You know I make you wanna scream.
Notas iniciais
Como ele estava com as mãos nas minhas costas, abriu o fecho do meu sutiã e o tirou de mim. Desceu suas mãos até meu shorts jeans e me deitou por cima dele. Tirou meu shorts também e com muita pressa, tirei sua calça com meus dedos do pé. Pude sentir seu membro chamar meu nome.
- Matt, eu to com... medo.
- Porque? – ele disse, meio preocupado. – Lisa... Você é virgem?
- Sou. – disse meio com vergonha.
- Não tem problema. Vou fazer você se sentir especial. – ele piscou – Quer dizer, isso se você quiser.
- Claro que eu quero. – sorri. – Mas só estou meio insegura.
- Relaxa, eu vou devagar. – ele sorriu, malicioso.
- Matt é sério! – bati no seu peito, rindo.
Ele riu e suas covinhas apareceram. Aquilo era um sinal pra eu ir em frente, sim ou claro?
- Pode ir em frente.
- Mesmo? E se eu te machucar?
- Não se preocupa comigo, vou ficar bem. Agora vamos logo se não eu perco a animação. – sorri.
Ele sorriu de volta, me pegou pela cintura e ficamos de joelhos na cama. Ele ficava olhando para o meu corpo, parecia fascinado.
Tirei sua cueca com cuidado e fiquei delirando. Tá, eu já tinha visto pornô, mas eu nunca tinha visto algo igual aquilo ao vivo.
Começou a beijar meu seios com prazer, e me deitou. Beijava cada parte do meu corpo com cuidado, calmamente. Eu respirava ofegante.
Vi alguém abrir a porta e fechar rapidamente, mas não liguei já que eu estava em um momento "especial".
Beijei seu pescoço e mordi sua orelha, vi que ele se arrepiava e eu também. Eu passava a mão pelo seu peito e suas costas, ele era tudo que eu poderia querer um dia. Ele passava a mão pelo meu corpo inteiro, sem dó.
Me deitou novamente e foi entrando lentamente em mim. Eu gemia e respirava ofegante novamente, era uma sensação tão boa, não dá pra descrever. Um prazer maravilhoso.
Senti que não era mais virgem, e dei um grito muito alto de prazer. Olhei pra ele sorrindo, e com ele ainda dentro de mim, nos sentamos e ele voltou a beijar meus seios, enquanto eu fazia “carinho” em seu pescoço e em suas costas.
Ele saiu de dentro de mim lentamente, e eu sentia uma sensação estranha. Tontura, não sei. Mas logo passou.
- E aí, posso ser tão bom no palco quanto na cama? – ele sorriu.
- Acho que sim. É bom na hora de dormir também? Porque to exausta. – dei um selinho nele.
- Vem aqui então.
Estava um pouco frio, olhei no celular e já era 17h. Ou seja, ficamos ali por 3 horas.
Deitamos. Ele se deitou atrás de mim, me esquentando, e nos cobrimos.
- Não quero ir pro show hoje, to cansada. – fiz biquinho.
- Então não vai, fica aqui com a Mary. – ele beijou meu pescoço, me arrepiei.
- Matt, me sinto estranha.
- Você perdeu a virgindade, relaxa. Deve ser por isso. – ele brincava com meus cabelos.
- Agora só o que eu quero, é dormir.
Mary
Depois do almoço, reparei que Zacky estava agitado. Entramos no quarto e ele me perguntou:
- Ei, tá afim de fazer uma loucura?
- O que? – cruzei os braços e olhei entediada pra ele.
- Ah, você sabe... – ele colocou a mão por baixo da minha camiseta.
- Zacky! – gritei, rindo. – Daqui a pouco, tem o show.
- Daqui 9 horas... Até lá, dá pra fazer muita coisa. – ele sorriu, malicioso.
- E vocês não tem que fazer nada até lá? Não tem fãs pra atender lá fora? Não tem que ensaiar? – eu estava nervosa, ansiosa, confesso.
- Não tem nada disso pra fazer. Só quero passar esse tempo com você ok?
- Não sei Zacky. Vou ser a única dessa vez? – fiquei séria.
Brian
Nosso almoço foi bem divertido, mas calmo. Pela primeira vez. E tudo estava indo bem.
Matt pediu a Lisa em namoro na frente de todos, ele revelou seu lado romântico. Eu nunca achei que ele fosse daquele jeito. Fiquei feliz por eles, a Lisa era uma garota muito legal.
E Zacky voltou com Mary. Eu gostava dos dois juntos, e acho que Zacky não iria dar mancada com ela de novo, só acho também.
Mas depois de tudo isso, fui falar com o Matt e vi ele na hora H com a Lisa no quarto deles. Fechei a porta rapidamente e dei risada.
De repente, falando em casais e sexo, me deu vontade de transar. Fazia um tempo que eu não fazia isso.
Não tinha ninguém no quarto. Olhei bem em volta, mesmo assim, eu tinha medo. Ok, ninguém no quarto.
A porta estava trancada.
Me sentei na cama, tirei minha calça e minha cueca. Comecei a sentir uma coisa muito boa, maravilhosa e... Merda, eu estava mesmo batendo uma. Nunca imaginei que faria aquilo, eu tinha todas as mulheres que eu queria. Mas naquele momento, só tinha eu ali.
Mary
Eu não sabia o que responder.
Fiz um simples gesto.
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