Notas iniciais
Será que vocês estão querendo me matar? Ai gente. Primeiramente... Oi, tudo bom com vocês? Andei sumida né? Mas é que nossa, eu estava com bloqueio criativo e foi até agora, o maior e pior da minha vida. Eu sabia que tinha que postar mas simplesmente não conseguia, sei lá... Tô estranhando o rumo que essa fic tá tomando, não sei se tá indo pro lado que eu gostaria. Por isso, queria pedir que vocês deixem nas reviews comentários, sugestões, críticas pra me ajudar. E de verdade mesmo, PERDÃO! Prometo nunca mais demorar assim. Esse capítulo tá bem legal e fofo, enjoy.

POV Zayn:

8:02 pm, Nathani's house.

Ding Don, Ding Don... Toquei a campainha com o coração disparado e as mãos geladas, alguns segundos — que mais pareceram horas — depois, Nathi abriu a porta e porra...

- Oi! — Ela exclamou sorrindo abertamente.

- Oi. — Sorri estendendo a mão e ela a segurou. Imediatamente um choque fraco atingiu minhas mãos subindo rapidamente pelos meus braços e eu sorri inconscientemente. — Você tá... erm... linda! — Disse com medo do efeito que mnhas palavras causariam naquele momento, porque eu realmente queria que tudo desse certo dessa vez... Não quero errar mais, não com a Nathi. Entramos em silêncio no carro e eu me preocupei ao me lembrar que não tinha recebido resposta.

- O-Obrigada... eu acho. — Ela disse depois de um longo tempo e eu sorri ainda atento ao caminho. O silêncio havia se tornado insuportável naquele momento e eu sabia que a culpa era minha. Poxa cara, eu entendo. Eu não fui a melhor pessoa do mundo mas sei que, vou fazer de tudo para ser o melhor para Nathani. [n/a: Coloquem pra carregar: Wonderwall by One Direction. É importante.] O caminho foi longo até o restaurante e às vezes eu observava Nathani brincando freneticamente com suas mãos demonstrando extremo nervosismo.

- Chegamos! — Cantarolei enquanto estacionava o carro em uma vaga mais distante do restaurante, parecia tão lotado. Merda! Tirei o cinto e saí do carro indo em direção a porta da Nathani, que ops.. Já estava aberta. — Sem graça, eu que deveria ter feito isso. — Falei desapontado enquanto ela batia a porta e entrelaçava nossos braços. Suspirei sentindo novamente um choque devido a ligação entre nossos corpos e sorri com isso.

- Ai coitadinho! — Ela disse com voz de nenê, me soltando e ficando parada na minha frente e apertando minhas bochechas. — Eu sou ansiosa. I'm sorry. — Disse, nas pontas dos pés sussurando em meu ouvido me deixando inteiramente arrepiado. Vendo o efeito da provocação, voltou ao meu lado e eu fui mais rápido entrelaçando nossas mãos.

- Não me provoca. — Bufei rindo e ela apenas gargalhou. Caminhamos cantarolando alguma música até chegarmos ao restaurante onde fomos recebidos por uma senhora muito simpática por sinal, que nos levou até uma mesa em um dos cantos do famoso e lotado restaurante.

- Vocês formam um casal bonito. — A senhorinha, cujo nome é Lucie, exclamou sorrindo e eu encarei Nathani sorrindo enquanto sentia minhas bochechas corarem. — O garçom já vem, bom apetite. — Saiu nos deixando sozinhos e... erm... extremamente constrangidos.

- Você tá parecendo um pimentão!!! — Nathani gargalhou e eu entendi que era por causa da vergonha que Lucie tinha nos causado.

- Besta, como se você não estivesse! — Falei gargalhando alto e ela escondeu as mãos no rosto enquanto eu pensava em algo pra falar mas o garçom chegou.

- Boa noite! Aqui está o cardápio. Me chamem assim que decidirem, meu nome é Joel. — Ele disse, nos entregando dois folhetos e se retirando logo depois. Encarei por alguns segundos o cardápio até que Nathi falou:

- Cadê o x-burguer? — Nathani falou baixo, praticamente sussurando depois de abaixar o cardápio. O fato de estarmos sentados frente-a-frente fazia me obrigava a olhá-la sempre nos olhos, e eu sempre me perdia neles. — Dude, tô falando com você. — Ela disse estalando os dedos e eu balancei a cabeça.

- Aham, também estou procurando. — Sorri me concentrando nas palavras. Ficamos alguns segundos em silêncio e eu abaixei o cardápio silenciosamente e fiquei apenas observando Nathani completamente confusa. Soltei um riso baixo e abafado, fazendo com que ela colocasse o cardápio na mesa e me olhasse vergonhosamente.

- Que é? — Perguntou e eu sorri maliciosamente sussurando um ''vem comigo''. Segurei em sua mão e a puxei correndo, fazendo com que saíssemos feito loucos de dentro do restaurante e só paramos quando chegamos no carro. Me encontrei no capô juntamente com Nathani e ficamos rindo até a barriga doer. — Você é louco garoto.

- Ah, eu te salvei daquelas comidas horríveis chata! — Falei e ela se levantou fingindo raiva e entrou no carro batendo a porta com força. Entrei logo depois e apoiei os cutuvelos na direção olhando pra ela de bico e braços cruzados. — Olha aqui.

- Não quero, me leva embora agora! — Gritou a última palavra e virou o rosto pra janela. Girei a chave na ignição e falei:

- Quer saber? Não vou te levar embora não, estou com fome. — Soltei uma risada e suspirei depois de ouvir a risada abafada dela.

- Idiota. Também estou com fome. — Falou e se virou na minha direção enquanto eu prestava atenção no caminho. — Pra onde a gente vai?

- Surprise! — Cantarolei e ela sorriu. O resto do caminho foi em silêncio mas eu estava feliz.

- E.. eu não acredito! — Ela disse enquanto paravámos em frente ao parque. Sim, o parque do nosso primeiro encontro. — Eu amo esse lugar.

- E eu amo o cachorro-quente que vende ali. — Falei apontando pra uma barraquinha em um outro lado da praça, ao lado de um parquinho de areia para crianças.

- EU QUERO! — Gritou e saiu correndo do carro e eu me levantei correndo logo atrás. — Moço, me vê 3 cachorros-quente, completos, ou seja... Com tudo que se tem direito.

- Gorda! — Falei em meio a uma gargalhada e me sentei em um dos balanços do parquinho de areia.

- Aw, criança. — Ela riu pegando os 3, absurdos, enormes e extremamente apetitosos cachorros-quente. Se sentou no balanço ao meu lado e tocou o chão com as pontas dos pés proibindo o balanço de se mexer. Me levantei e paguei o senhor da barraquinha, e voltei a me sentar. — Toma! — Ela me olhou entregando um cachorro-quente e deu uma mordida enorme no que estava em sua mão e eu percebi que o outro estava preso em meio as suas pernas. Sorri de canto e ela me olhou parecendo uma criança toda lambuzada de molho. — Que foi? — Ela disse e eu soltei uma gargalhada negando com a cabeça. Passei o polegar no canto da boca dela e ela sorriu agradecida.

Acabamos de comer e eu comecei a balançar os pés dando impulso e observando o céu enquanto ia me movimentando no balanço de acordo com meus impulsos. Percebi que Nathi fazia o mesmo e decidi de vez cortar o silêncio. Qual é, parece que a gente nem se conhece.

- Nathi.. — Chamei baixo e fiquei em silêncio esperando resposta. Ela sussurou um 'hum' e eu continuei. — Tá vendo o brilho daquela estrela? — Perguntei apontando para uma enorme estrela que brilhava. Ela novamente concordou e eu disse. — Só não é bonito que seus olhos e... erm... nem esse céu todo consegue chegar aos pés da sua beleza. — Bufei e comecei a mexer ansiosamente minhas mãos.

- Erm... Hum... Zayn, acho melhor a gente ir. — Ela disse algum tempo depois e eu entendi que ela ainda não estava pronta para me desculpar. Mas, eu não vou desistir. Não mesmo! Eu não desisto fácil, muito menos quando o assunto é Nathani! Ela se levantou e foi caminhando até o carro e eu a segui em silêncio, e isso só mudou quando o rádio do carro — agora já em movimento — começou a tocar a música perfeita para aquele momento. [n/a: coloquem a música para tocar.]

Today is gonna be the day

(Hoje será o dia)

That they're gonna throw it back to you

(Que eles vão jogar tudo de volta em você)

By now you should've somehow

(Por enquanto você já deveria, de algum modo,)

Realized what you gotta do

(Ter percebido o que deve fazer)

I don't believe that anybody

(Não acredito que ninguém)

Feels the way I do about you now

(Sinta o mesmo que eu sinto por você agora).

Não pude evitar e cantarolei junto com a música. Nathani continuava calada, o que me incomodava um pouco. Por incrível que pareça, a parte que eu mais precisava tocou enquanto eu esperava o semáforo abrir:

I said maybe, you're gonna be the one that saves me.And after all, you're my wonderwall. — Cantei juntamente com a música encarando Nathani como se pedisse perdão por tudo que eu fiz. Ela não disse nada e a música logo acabou. Fomos em silêncio até a porta de sua casa, onde eu estacionei e apoiei os braços na direção:

I said maybe, you're gonna be the one that saves me. — Cantou lentamente a última parte da música sorrindo e piscou. — Boa noite protetor. — Brincou com o nome da música e beijou lentamente minha bochecha e saiu do carro. Observei-a entrar, e só depois, quando estava já longe de sua casa sussurei:

— Boa noite, mulher da minha vida.



Notas finais
QUANTO MEL, NOSSA TÁ SAINDO AÇUÇARRRRRRRRRRRRRRRRRRRR MUITO FOFOILO NÉ? MAS EU CURTI APESAR DE TUDO FICOU LEGAL! AH, PS: ESSA É UMA DAS MÚSICAS QUE EU MAIS AMOOOOOOOOOOOOO É PERFEITA E NA VOZ DOS MENINOS MAIS AINDA, DESCULPE DE NOVO A DEMORA. BEIJOS, DEIXEM REVIEWSSSSSSSSSSSSSSS