Notas iniciais
Oi então, eu ia postar ontem mas sabe quando a inspiração não vem para nada? Então, isso aí que aconteceu. Mas aqui está um outro capítulo, e sinceramente geeeeente, não esmurrem seu computador por conta do Paulo, vai dar muiiiita raiva dele, eu sei, mas eu tenho que fazer isso. Se não vai ficar muito corrido, e eu não quero. Deixa eu parar de falar e começar logo o capítulo né? DEIXEM REVIEWS, ASSIM EU CONSIGO FAZER UMA BOA HISTÓRIA TENDO INSPIRAÇÃO. Um beijão, @always1D_BR

POV Nathi:

Atende Manuela, atende por favor. É a miléssima vez que eu te ligo e nada, pelo amor de Deus Manu. Não faz isso comigo. — Pensei enquanto discava o número da Manu, cadê essa criatura? Ela saiu três horas da tarde e não voltou até agora, meus pais já vão chegar. Cara, socorro já são oito horas. Preciso achá-la rápido.

- Harry, você sabe onde a Manu está? — Perguntei aflita enquanto entrava na casa do Harry e do Lou me sentando no sofá, e sim eu poderia ter ligado mas eu preciso fazer as coisas mais rapidamente.

- Não sei Nathi, por quê? — Ele me disse e eu afundei o rosto nas mãos apoiando as no joelho.

- É que ela sumiu. Ela foi na livraria hoje, três da tarde e até agora não voltou. Ela não atendeu ao telefone e eu não sei o que fazer. — Desmoronei.

- Mentira?! — Ele me olhou e eu assenti. — Porra, mas calma Nathi a gente vai achar ela, vai pra casa eu vou ligar pros meninos e ver, se acalma. Avisa seus pais, e não para de tentar ligar pra ela. — Harry caminhou lentamente se ajoelhando na minha frente e levantando minha cabeça, forcei um sorriso e vi em seus olhos o tamanho da sua preocupação. — A gente tá com você nessa Nathizinha. — Sorri e o abracei, ele fez eu prometer que ia dar tudo certo e eu prometi, saí de lá tentando melhorar minha cara e parar de ser pessimista mas um nome vinha na minha cabeça. "Paulo". Espero que seja coisa da minha cabeça. Entrei em casa e dei de cara com meus pais e meu irmãozinho, pedi para que ele subisse e me sentei no sofá contando sobre o suposto "sumiço" de Manuela, eles ficaram desesperados e começaram a ligar para todo mundo. E eu, ligando para Manuela insistentemente. Logo os meninos (lê-se: todos mesmo) chegaram lá em casa e o Niall me chamou para conversar, não estranhei. Com certeza, o nome, também estava na cabeça dele.

- Você acha que pode ter sido ele? — Ele disse enquanto se apoiava na geladeira. — Ér, você sabe de quem eu estou querendo falar.

- É uma possibilidade, e só de pensar nisso eu fico desesperada Niall, aquele cara é maluco, a gente sabe disso. — Franzi a testa ao pensar no que poderia estar acontecendo com Manu.

- É, sabemos. Mas porra. E se a gente ligar pra mãe dela? — Ele disse e eu logo o repreendi.

- Não Niall, esqueceu que a mãe dela não acredita na gente? E nem em ninguém a não ser Paulo? Não faz sentido, vai dar na mesma. — Bufei, tentando encontrar soluções.

- Pelo amor, vocês podem me dizer o que está acontecendo? Eu estou perdido, e muito preocupado. — Harry disse entrando na cozinha e uma lágrima percorreu seu rosto.

- Harry, se acalma. Todos nós queremos saber o que está acontecendo com a Manu, calma querido. — Eu disse disfarçando, eu e Niall nunca contaríamos o que houve com Manu, isso é coisa dela, quando ela tiver pronta ela conta, pelo menos ao Harry.

POV Manuela:

Acordei com os olhos pesados e o corpo inteiro dolorido. Filho da puta, pensei. Até quando eu vou ter que passar por isso? Sinceramente eu não aguento mais. Eu estava sentada em um outro lado do quarto, e as mãos amarradas fortemente ao lado do corpo. Do que adiantaria gritar se estou com um pano amarrado entre minha boca? Passei os olhos no nojento lugar em que eu me encontrava e não encontrei ninguém, mas opa ... Peraí, aquele é meu celular? Paulo, você sempre tão troxa. Primeiro, ele não amarrou minhas pernas. Segundo, ele saiu e deixou o celular em cima de um papelão, no canto oposto ao que eu estava. Suspirei e senti minha respiração pesar de dor, ele deve ter me batido muito, cretino. Fui me arrastando de um jeito estranho, e talvez se eu não tivesse presa em um lugar sofrendo abusos, eu riria de mim. Continuei me arrastando sentindo meu corpo inteiro reclamar pelos meus movimentos rápidos e ignorei. Suspirei aliviada quando vi que logo alcançaria o celular, talvez mais uma arrastada apenas. Me arrastei e tentei alcançá-lo com os pés, que mexiam rapidamente de um lado para o outro, provavelmente a única parte do meu corpo que não doía. Relei o celular e quando eu ia puxar o celular com os pés ouvi barulhos. Merda!

- Não é tão fácil assim queridinha, você não pense que pode me enganar. — Paulo disse, vindo bruscamente em minha direção e me tacando do outro lado de novo, voltou e pegou o celular guardando em seu bolso. — Espertinha você. — Voz nojenta, argh.

- Ai Paulo, faça-me o favor. Eu não tenho medo de você, logo vão me achar aqui e eu quero ver. — Eu tentei dizer por causa do pano em minha boca e minha voz saiu trêmula, devido ao medo do que minhas palavras causariam. E imediatamente me xinguei por isso, ele pegou um taco de madeira, e veio em minha direção.

- Como é que é? — Ele perguntou e eu fiquei em silêncio. — Você está muito bravinha, quem sabe isso ajude. — E sem esperar ele meteu o taco no meu rosto me fazendo gemer. — É maravilhoso te ouvir gemer garotinha. — Ele batia o taco sem dó de um lado para o outro. Eu só conseguia gemer, e mordia o pano de dor. Ele parou de bater em meu rosto e começou a bater nas minhas costelas com um pouco mais de força. — Não quero estragar seu rosto, mas acho que você está com excesso de rosto. — Ele disse rindo e me batendo mais forte. Eu pensei que fosse morrer que dor do caralho, mas então meu celular tocou e eu fiquei aliviada, ele tirou o celular do bolso e suspirou um 'merda', olhou para mim e disse:

- Seja quem for, você vai falar que está tudo bem. — Veio em minha direção e tirou o pano da minha boca e atendendo o telefone.

- Amiga, pelo amor de Deus. Como você tá, onde você tá? — Nathani disse nervosa e eu soltei lágrimas o que fez meu rosto doer e soltei um gemido.

- Calma Nathi, eu.. eu tô b-bem. — Tentei fazer a voz parecer normal mas não funcionou.

- Onde você tá Manuela? — Harry gritou do outro lado e eu chorei ainda mais.

- Tá tudo bem gente, fiquem calmos. — Soltei entre soluços.

- Chega de drama galerinha, até parece que vocês amam tanto ela assim. — Paulo disse e desligou o telefone. — Agora eu quero descansar. — Ele disse chegando perto de mim e me desamarrando, meu corpo se arrepiou sabendo o que ele iria fazer comigo. Aproveitei que estava sem nada na boca e falei:

- Como você veio? Minha mãe sabe?

- Que mamãezinha amor? Ops, você não sabe? A sua mamãe não está mais entre nós, digamos que eu tive que dar um fim nela. — Ele disse e sorriu tirando minha roupa e passando sua mão por todo o meu corpo. Mas então ele matou minha mãe? Como assim? Minha mãe morreu? Comecei a chorar só de pensar. — Calma, vou fazer você ficar calma. — Ele disse e eu gemi quando ele pegou meu corpo com força me tacando no colchão sem dó. Puto, mil vezes puto.

POV Nathani ² :

Era ele, eu não tinha dúvidas. Ele sequestrou minha amiga, ele sequestrou. O Paulo, eu preciso tirá-la de lá. Aquela voz nojenta me fez ter certeza.

- Niall, a gente precisa tirá-la de lá. — Eu disse enquanto olhava para meus pais avisando a polícia. — É o Paulo.

- Sim, é ele Nathi. A gente tem que tirar ela de lá. Mas como? — Ele perguntou e pareceu sem solução.

- Nathi eu tenho uma ideia! — Harry disse enquanto se levantava do sofá vindo na nossa direção. Assenti para que ele continuasse. — O celular da Manu é um iPhone certo? — Assenti novamente. — Então, todo iPhone tem um ''rastreador'' por conta dos roubos, com certeza a polícia sabe como rastrear. Eles vão conseguir rastrear o celular dela e descobrir enfim onde ela tá. — Harry disse me fazendo perguntar para mim mesma como nunca tinha pensado nisso.

- O garoto está certo, nós conseguimos isso rapidamente. — O policial disse entrando em casa. — Vocês só precisam me passar o número do celular dela, fiquem calmos. Conseguiremos achá-la hoje mesmo. — Respirei aliviada e segui em direção ao policial para ajudá-lo, assim como Harry e Niall. Não que os outros não estivessem preocupados, mas nós estávamos, digamos.. Extremamente desesperados.



- Eu vou com você Senhor Frank, eu preciso ir. — Eu disse enquanto ele entrava no carro.

- Tudo bem, mas vamos logo. — Ele disse enquanto digitava o endereço encontrado no GPS.

- Eu quero Nathani. — Niall disse e eu o olhei piedosamente.

- Eu sei que quer Niall, mas o Harry está desesperado, por favor, deixe-me ir com ele. — Respondi e ele aceitou. Harry entrou no carro segurando minha mão e ele estava suando frio. Com todo esse problema nem reparei em Zayn, que estava em casa desde que os meninos chegaram, mas é a vida da minha irmã em jogo. Entramos em uma estrada de terra e eu olhei assustada para Harry que apenas apertou forte minha mão. Logo chegamos em um ponto em que eu só conseguia ver uma casinha lá longe ... Descemos do carro e caminhamos em silêncio até bem perto da casinha.

- Fiquem calmos! Isso só vai nos ajudar. — O policial disse percebendo nosso nervosismo. Ao todo acho que tinham quase uns doze policiais, quanto mais melhor. Sem hesitar, um deles chutou uma enorme porta de madeira revelando um lugar escuro, e nojento.

- Socorro! Socorro! Alguém me ajuda. — É a voz da Manu, pedindo socorro. Tive que segurar forte Harry para não fazer uma besteira.

- Cala a boca cretina. — Ouvi Paulo, com certeza, dizer e logo depois barulhos de alguém batendo. Manu gemia, entramos em um quarto e encontramos os dois ali. Minha amiga encolhida em um canto, chorando e desesperada, eu e Harry corremos até ela e a abraçamos forte. Ela estava só de calcinha e sutiã, o que me fez perceber o que tinha acontecido.

Notas finais
ENFIM, FOI RESOLVIDO GENTEEEEEEEEE!! VIU O HARRY QUE AMOR? Mas então, e a vontade de matar o Paulo heim? Me segurei aqui, hahaha! DEIXEM REVIEWS ME FALANDO SE GOSTARAM, O QUE ACHARAM, ENFIM TUDOOOOOOOO! BEIJÃO, @ALWAYS1D_BR