Note Society
20 Segunda
Notas iniciais
Shinigami: Nossa, meus parabéns, estou orgulhoso de você.
Nami: Ai ai... Lawli, Mello, Raito e Misa, o que vocês devem estar pensando agora?
Os dias se passavam normalmente, e não havia nada de errado, mas mal sabiam alguns dos alunos daquela escola que isso estava prestes a mudar.
Lawliet: Ah, qual é, custa pra vocês me fazer esse favor?
Raito: Você tem noção da maluquice que está dizendo cara?
Mello: Isso é mais do que louco, isso é impossível!
Lawliet: Eu só estou dizendo que com certeza ela descobriria.
(Misa chega correndo perto deles.)
Misa: é melhor que alguém tenha morrido pra vocês me fazerem correr tanto.
Mello: Temos um problema.
Raito: O Lawliet quer que a gente peça ajuda a Nami pra descobrir o nome de uma pessoa.
Misa: É realmente alguém morreu, seu juízo Lawliet!
Lawliet: Eu não vejo qual o problema. Nós não conseguimos a informação sobre o cara, ele anda usando um nome falso, mas eu tenho certeza que ela poderia nos ajudar a descobrir.
Mello: Tem um pequeno probleminha nesse seu plano: Será que a criatura não ia achar estranho nós estarmos atrás de alguma informação sobre um cara e de repente ele morrer logo depois que descobrirmos?
Misa: Do jeito que ela é intrometida, ia nos encher de perguntas e ia acabar descobrindo tudo.
Lawliet: Eu não tinha pensado nessa possibilidade.
Raito: É porque você está simplesmente cego de amor pela Nami, e isso não te deixa perceber o quanto ela é...
Mello: Irritante, desagradável...
Misa: Metida, brega...
Mello e Misa: E totalmente assustadora.
Mello: Nossa, a primeira coisa que nós concordamos.
Misa: Pra você ver como ela é suspeita.
Lawliet: Vocês amam criticar ela, esse é o problema, nem a conhecem direito.
Raito: Cara não fica com raiva, esses dois amam tirar onda, mas você tem que admitir que esse plano é muito insano.
Lawliet: E algum de vocês tem uma ideia melhor?
Mello: Eu tenho. Vou comprar um chocolate do outro lado da rua.
Misa: Pensei que vendesse chocolate na cantina da escola.
Mello: Mas o daqui é horrível.
Misa: Cada um com suas manias.
(Mello sai andando e acaba encontrando Matt no meio do caminho.)
Mello: Iae cara, você não devia estar fazendo prova de recuperação agora?
Matt: Como assim, eu tirei 10.
Mello: Não tirou não, eu vi quando a professora entregou sua prova.
Matt: De acordo com os boletins dos computadores da escola eu tirei 10.
Mello: Você é muito sacana cara, consegue hackear o computador do diretor mas não consegue uma nota decente em matemática.
Matt: Se eu ficasse estudando matemática não teria tempo pra aprender as manhas de hacker.
Mello:Verdade.
Matt (com uma expressão séria no rosto): Eu preciso atravessar a rua aqui.
Mello: O que do que esta falando?
(Matt sai andando até uma rua cheia de carros passando).
Mello: Cara, para de brincadeira você pode ser atropelado. Chega Matt.
O garoto sai andando quase roboticamente até o meio da rua, onde é atropelado por um carro. Apesar do motorista parar para ajudá-lo e chamar uma ambulância, a batida o matou instantaneamente. Muitas pessoas começam a se juntar perto do acidente, mas quando ela pouco a pouco se dissipa, perto dali alguém que estava observando a tragédia joga em uma pequena e discreta fogueira um pedaço de papel com a sentença de morte de Matt escrita, enquanto um sorriso cruel se forma no rosto do assassino que já fez sua segunda vitima.
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