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Notas iniciais
"Mas Neka-chi, nós já sabemos a história, por que tu foi começar por esse cap?"
Simples, eu mudei um pouco da história xD por exemplo os chars Rey, Lupus, Holy... Não se juntaram ao grupo oficialmente ^^ (na parte das missões, eles não aparecem nenhuma vez e o jogo já acabou, então, onde apareceriam? Em vez de
Estávamos voltando à Vermécia após derrotar Astaroth, não tínhamos nada que nos fizesse continuar em Arquimídia.
Olhava para o grupo que formei, e como as coisas mudaram desde que saímos de Serdin!
Partimos de Serdin com apenas três, e agora voltamos com mais de quinze!
Lembro dos conflitos que tive com a Arme decidindo quem seria a Líder da Grand Chase, nós duas somos teimosas, mas o posto acabou ficando comigo e a pequena diz que não se arrepende disto.
Lire desde que nos conhecemos tem o papel de me acalmar, eu realmente sou bem estressada.
O primeiro que ingressou à Grand Chase foi Ryan. Ainda lembro de vê-lo lutar contra os trolls que ameaçavam sua floresta. O mesmo mudou totalmente, talvez sua irmã nem o reconheça. Seus cabelos, sua força, a ironia é pensar que toda essa experiência o faria mais sério. Por dentro ainda é o mesmo Ryan, protetor da natureza.
O segundo que se juntou a família foi Ronan e Harpe, mesmo o albino não estando mais entre nós...
Mas isso também já faz tempo, Ronan que cortara o cabelo pouco depois de nos conhecermos já está com cabelo comprido novamente.
Infelizmente, Harpe morreu cumprindo seu dever, que era proteger Ronan.
Depois de tudo isso, também conhecemos Jin, o último guerreiro de prata.
Após ajudarmos na luta contra Victor, o traidor da Ordem de Prata, o lutador resolveu nos seguir nessa jornada. Todos pelo mesmo motivo: querer cortar o mal pela raiz!
Nós, que achávamos Cazeaje a culpada por todos os problemas em Ernas, continuamos nossa jornada por Ellia e derrotamos a tal Cazeaje.
Lass se juntou a nós após a luta contra Cazeaje. Ele foi um fantoche de Cazeaje e queria deixar seu saldo positivo depois da dívida que a mesma deixou para o ninja.
Após uma falha minha devido ao meu péssimo senso de direção, caímos nas catacumbas de Kastulle, logo encontrando o Amon Negro e achando mais um dever antes de voltar para Serdin.
Avançamos à Terra dos Deuses, também conhecida como Xênia.
Lá tivemos grandes ingressões, como a de Sieg, que apesar de esbarrar na Grand Chase desde o início da jornada, só resolveu se juntar nessa ocasião.
Além de Sieghart, Amy e Mari também se juntaram.
Amy ingressou nas confusões do Templo da Luz, servindo de grande ajuda pois tinha conseguido a essência do deus da luz.
Mari, que sofreu de amnésia, resolveu se juntar pois queria fazer pesquisas com o imortal que estava no grupo.
Além dos três, encontramos um tal de Zero, e depois disso nunca mais. O curioso foi o ataque do mesmo contra nós, que parecia um ataque de meu pai...
Xênia foi revelador, e mais uma vez vimos que nosso trabalho não havia acabado para voltarmos à Serdin! Mas sim irmos à Arquimídia!
Dessa vez quem falou a direção foi Sieghart, e assim vi que senso de direção era hereditário.
Em vez de chegarmos em Arquímidia, nos deparamos com Áton.
Talvez os erros sejam sinais, mais uma vez vimos que Ernas estava com problemas!
Ficamos para resolver os problemas daquele continente, todos gerados por roubos e maus entendidos.
Perdida no deserto, encontramos Holy, uma paladina do Reino da Luz. Sabe-se lá o que a mesma fazia no deserto, porém resolveu se juntar a nós achando que esse encontro repentino não foi mera coincidência, mas sim um sinal das deusas.
No final de tudo, foi engraçado ver Ryan, que tem medo de máquinas, pilotar uma espécie de avião.
No caminho de Arquimídia, encontramos um circo, junto de um trauma para um de nossos integrantes.
Descobrimos que Lass, antes de ser possuído por Cazeaje, fora abandonado num circo.
Diferente do que ele lembrava, o circo estava verdadeiramente demoníaco, talvez um presente deixado por Cazeaje.
Foi um confronto inacabado, fugimos de piores problemas, mas ainda não tão distante ouvimos uma explosão no lugar que o circo estava. Talvez seja o espetáculo final?
Anões, Elfos, esse continente vive em guerra por um grande mal entendido, e a Grand Chase ficou responsável de desfazê-lo!
Este não foi o pior de todos os problemas, talvez a parte mais tensa de toda a jornada.
Encaramos uma grande farsa e um grande desafio, a Torre das Ilusões. Um treinamento de 30 andares feito por Caxias.
Mari se lembra de grande parte de suas memórias, porém Duel acaba levando-a consigo.
Paz entre elfos e anões estabelecida, mas esse não era o verdadeiro problema!
Mais um aliado, desta vez um Asmodiano, Dio.
Na hora lembrei de outra Asmodiana que encontramos pela viagem, uma tal de Rey procurava Dio de ponta a ponta de Ernas.
Pode ser Asmodiano, mas estava do nosso lado: impedindo que os rebeldes de Elyos destruam Ernas.
Finalmente, a grande luta contra Astaroth.
Infelizmente este foi o cenário da morte de Harpe, mas também concluída a derrota de Astaroth.
O elfo chamado Grandiel ou Caxias que estava na torre nos ajudou e nossa vitória foi graças ao sacrifício do mesmo.
Negando a morte de seu amigo, Ronan sugeriu que fossemos ao expresso de Hades com a ideia de recuperar seu amigo.
Falhamos na missão e o trem acabou explodindo, porém encontramos uma pessoa indiferente que assistiu nossa confusão no trem, Lupus. Diferente de tudo o que estávamos acostumados, ele era um Haro.
Alegou ser meio-irmão de Lass e se juntou à Grand Chase não por objetivos em comum, mas sim por querer ver o quanto Lass evoluiu desde quando o viu humilhado em um circo.
Não víamos mais nada para fazer em Arquimídia, assim resolvendo voltar à Serdin.
Antes de embarcamos na viagem de volta, uma ultima nova aliada aparece: Rey.
Depois de tanta procura, finalmente encontrou Dio, que estava conosco.
As conversas entre os dois foram particular, mas o resultado foi uma nova integrante na Grand Chase com os mesmos objetivos.
E agora, estamos finalmente voltando à Serdin, esse é o presente!
Notas finais
Aguardem q os prox chars estão vindo ^^
Até a prox o/
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