Tic Tac. Tic Tac.

Ela se pegou encarando o relógio, talvez já estivesse vendo o movimento dos ponteiros a alguns segundos, talvez alguns minutos, ou quem sabe, já se passaram algumas horas e mesmo depois de tanto tempo nenhum “Tic Tac” pesou menos, eram todos igualmente pesados enquanto ela pensava que qualquer um poderia ser o último.

Ela acredita que o tempo brinca com ela, fazendo barulhos com seu Tic Tac sem a oferecer um sequer. Nem o tempo resiste ao sabor menta.

Qualquer segundo poderia ser o último, mas o “Tic Tac” continuou e ela não morreu, então escreveu.