Notas iniciais
capítulo extra!
OBS: me desculpem o cápitulo está muito longo,mas está otimo ,aliás isso é só o começo...
OBS*: se você gostou da fic ,divulgue por favor!
OBS**:me desculpem pelos erros ortográficos
boa leitura

Chegando à casa cinza e triste, peguei minhas coisas e perguntei para Minha mãe a onde seria o meu quarto ela disse que era ao lado da cozinha, com um tom de cansada.

Peguei minhas malas e entrei na casa, empoeirada e sombria. Era pequena, simples e sala tinha apenas caixas cheias de livros velhos, que levei até meu quarto, pois amo livros.

O meu quarto era branco, claro (diferente de toda a casa, que era escura), e tinha uma cama azul. Coloquei minha estante perto da janela, que era grande e clara, tão clara que doía meus olhos. Coloquei as roupas ali dentro. Arrumei o quarto inteiro, enquanto meus pais arrumavam o resto da casa.

Depois da arrumação, resolvi tomar um banho quente. Pois estava muito frio, e chovendo (ah que novidade!).

Fui até a cozinha e comi uma maçã e minha mãe me pediu que eu fosse junto com ela até minha nova escola para finalizar a matricula e conhecer a escola.

Não muito animada, resolvi ir junto, aliás, talvez eu já tivesse aula. Coloquei um casaco preto por cima minha longa camiseta branca. Baguncei o cabelo e peguei minha mochila.

Dei tchau para meu pai e para Sam, meu irmão, que estavam lá fora arrumando o carro.


Nós fomos a pé e debaixo de chuva, foi uma grande caminhada até lá. Molhada e suja, chegamos à escola, fomos direto á diretoria, minha mãe já estava passando os meus dados.

Já era a quarta aula, e eu ainda estava na diretoria esperando. Diretora disse para eu assistir as duas ultima aulas e ela me deu o horário das aulas, Era aula de História e ela me levou até a sala, bateu na porta e sussurrou para mim:

-aqui é quarta aula do dia, história, bons estudos.

-ótimo-respondi revirando os olhos.

A porta se abriu, e os alunos na sala não pararam de me olhar. O professor Roberts me deu boas-vindas, perguntou meu nome e mandou me sentar.

Sentei em uma carteira a onde tinha uma bela moça, de óculos, aparelhos e olhos verdes, cabelo liso e verde, magra e da minha altura. O nome dele era Anna me falou:

-Sabe Mary, acho que vamos ser boas amigas-disse baixinho, e dando o livro já na pagina certa.

O sinal tocou e já era ir embora, Anna já era minha amiga. Ela morava na rua atrás da minha casa, mas ela tinha uma renda boa ($$), uma ótima casa.

Ela decidiu me acompanhar até lá, nós fomos andando debaixo da Garoa ralinha, conversamos muito, que cheguei a casa já estava escuro.



Jantei, e logo deitei, as lágrimas caiam sem motivo, mas eu gostava de ser triste e sozinha.

Eu não era gótica, nem emonem nada, só era uma menina desarrumada e triste.

Não dormi. A cama era desconfortável e fria. E foi assim a semana inteira. E eu Anna fomos virados mais amigas do que nunca pareciam que eu já conhecia ela há muito tempo. E eu estava estranha, meio lenta, meio... Curiosa? Não por Anna e sim por... o garoto.

O garoto, bonito e quieto, ele me olhava à aula inteira e me seguia quando eu estava indo pra casa. Era Sexta, finalmente, o sinal tocou e peguei meu material e esperei Anna na porta. O garoto, Eric Trammel era seu nome, seguiu como de costume, no meio do caminho, não resisti e perguntei:

-Por que você sempre me segue?-perguntei, enquanto Anna me olha assustada.

-você parece triste, alias, essa rua é perigosa- disse ele, com a voz rouca.

Não respondi, olhei para frente e continuei a andar. Seu cabelo era preto e ralo, seus olhos extremamente azuis, que pareciam piscina de agua cristalina. Estava sempre de preto. E tinha uma voz suave. Seus lábios era carnudos e vermelhos, seus rosto era mais pálido do que o meu, e ele era triste.

Chegando a frente mandei Anna ir entrando e disse ao Eric:


-obrigada Eric, por me acompanhar-me senti segura, quer entrar?-disse com uma voz de cansada

-obrigado, mas tenho que chegar a casa.

-vai sozinho?-disse irônica

-sou sozinho-disse em tom triste

-ah, quer dizer que...

-que moro com meu tio, sou um órfão, praticamente-disse olhando profundamente em seu rosto, com um sorriso de canto.

-ah... Desculpe-me... ah eu não queria...-fiquei desajeitada- talvez eu possa ajudar? –disse, enquanto vi Anna nos olhando pela janela.

-ah não tem nada que possa fazer...

-talvez... eu posso te fazer companhia-disse desviando o olhar dele

-sábado... talvez...nós nos se encontramos-disse indo embora,

-tchau...

-te envio mensagens-disse ele se parecendo na névoa

Ele tinha meu numero?! Pensei... será que fui um pouco “ atirada”? Ah entrei correndo antes que começasse a chover Anna dormiu em minha casa e eu realmente achei que aquele sábado iria mudar minha vida para melhor... ou não.

Notas finais
muito obrigada por ler! e não deixe de comentar!