Not Ready 2 Die

5 O Lado Escuro do Amor


Notas iniciais
Oi :3 eu iria atualizar amanhã, mas como eu acho que não irei aparecer por aqui... enfim

Então, vamos colocar as fofoca em dia. Tenho uma amiga que tá cursando psicologia e ela disse que tem uma doença chamada Hibristofilia, que é quando alguém sente atração por criminosos. Tá vendo? Não somos loucas, somos apenas doentes, o que é um pouquinho melhor. Ah, ela também me falou de um livro que fala sobre isso, mas eu acho que não posso falar o nome porque vai ser considerado ~propaganda~. Mas é só me pedir nos reviews que eu falo

Bom, vamos falar do capítulo... é hot. Acho que é o capítulo mais hot que eu escrevi, então desculpem se ficou ruim. Boa leitura!!!!!! Beijocas :3

Brian ergueu a mão trêmula e apertou o pequeno botão, sentindo seu coração acelerar ao ouvir o ruído da porta deslizando e fazendo surgir a visão que ele tanto gostava de ver. A menina estava, como sempre, abaixada no canto da sala e ergueu seus olhos claros ao perceber o movimento da porta. Ela não se assustou ao vê-lo parado ali, olhando fixamente para ela. Contraditoriamente, sentiu-se protegida ao observá-lo entrar lentamente na sala. Decidiu levantar e retribuir o olhar fixo. Sentiu seu corpo tremer, mas sabia que não era baixa temperatura do local. Seus músculos enrijeceram e imploraram pelo toque ansioso dos dois. A boca seca pedia pelo contato com os lábios finos. Os olhos azuis transbordavam o desejo e a ansiedade que ela guardara para si durante todo o tempo. Ele não havia mais o que temer; estava sozinho no prédio e as câmeras estavam desligadas. Existia somente dois corpos desesperados pelo toque um do outro. Existia somente Brian e Rachel com suas respirações apressadas. Ele aproximou-se lentamente e tocou uma das bochechas frias e rosadas dela. A pele queimou como se tivesse sido exposta ao fogo. Rachel ergueu a cabeça e abriu levemente os lábios. As respirações quentes se tocaram e a jovem fechou lentamente os olhos, enquanto registrava cada sensação nova que estava sentindo. O corpo forte colou-se ao corpo fino dela e, apesar do calor ter aumentado bruscamente, ela ainda pôde sentir seus músculos tremerem. Os lábios finos se transformaram em um sorriso e ela condenou-se mentalmente por não conseguir controlar seu próprio corpo. Finalmente a distância entre os dois foi cortada; ela sentiu os lábios finos e quentes tocarem os seus. Permaneceram grudados por um instante, até que as línguas se tocaram pela primeira vez. Desconhecidas, as duas se limitavam a apenas se tocarem em um beijo atrapalhado e receoso. Eram como dois adolescentes experimentando as sensações pela primeira vez, como dois corpos caminhando apreensivos em um campo minado. Não demorou muito até que tomassem coragem para, finalmente, explorar cada canto desconhecido das bocas. O beijo tornou-se desesperado e angustiante, como se aquela fosse a saída e o remédio para todo o turbilhão de sentimentos que havia atacado os dois durante os últimos dias. Não existia mais o quarto do pânico, não havia mais sequestro e muito menos bilhões em dólares em jogo. Havia apenas o amor; o amor que consumia os corações a cada segundo distantes um do outro. O amor que condenava e, ao mesmo tempo, enchia de alegria. O amor que completava e, mesmo assim, trazia a solidão.


Rachel limitou-se apenas em abraçar firmemente o pescoço de Brian, enquanto as mãos apressadas e grandes traçavam caminhos desconexos pelas costas da jovem. Os dois foram obrigados a cessar o beijo e, mesmo com as bocas distantes, ainda não conseguiam respirar normalmente. Os olhares se cruzaram e já não possuíam mais a curiosidade e ansiedade de antes. Agora possuíam o desejo por mais: mais beijos, mais toques. As respirações descompassadas foram cortadas por outro beijo tão veloz e feroz quanto o outro. Os lábios inchados não se cansavam da luta e das mordidas dadas inconscientemente. O prazer contido somente naquele ato sanava qualquer dor e qualquer sofrimento que podia existir ali. Os dois cessaram o beijo e Brian segurou levemente a barra da blusa fina de Rachel, enquanto sua testa suada ainda estava colada à dela. Ela apertou os músculos dos braços dele, indicando que ele tinha a permissão para fazer o que quisesse. Ele mordeu o lábio e cerrou os dentes, sugando o ar entre eles. Passou levemente os dedos quentes na pele fria da cintura dela, a fazendo suspirar baixo. Brian fechou os olhos e apertou a cintura fina. Os corpos se colaram ainda mais e, se fosse possível, seriam capazes de se transformar em um único. Ela deitou a cabeça para trás e ele encostou os lábios finos no pescoço dela. O prazer que sentiam somente por aqueles pequenos toques era inexplicável, como se cada mínima sensação causasse uma explosão de emoções. Nada ali era novo para eles; os dois já haviam se perdido muitas vezes nos prazeres carnais e nas perversões. Mas nada havia sido igual àquilo. Era como a realização de um sonho, como a descoberta de um tesouro incalculável.


Ele sussurrou baixo no ouvido dela, enquanto ainda apertava sua cintura. Ela sentiu suas pernas vacilarem e Brian teve que segurá-la para evitar que seu corpo caísse ao chão. Mas ele não se importou; quanto mais perto pudesse ficar, melhor. Ela o olhou e dois sentiram que não aguentariam mais evitar o desejo que aumentava em todas as simples trocas de olhares. Ela precisava dele; precisava sentir seu corpo colado ao dela sem nenhuma peça de roupa para incomodar. Precisava sentir os lábios finos percorrendo os mínimos cantos de seu corpo. Precisava ouvir a voz rouca sussurrar seu nome e levá-la a mundos desconhecidos. Ela não se lembrava dos momentos ruins que havia passado trancada ali e, se alguém perguntasse, provavelmente não conseguiria lembrar-se nem ao menos do seu próprio nome. Estava totalmente entregue a ele. Brian ergueu lentamente a blusa dela, deixando os belos seios à mostra. Ele os observou com admiração e, mais do que isso, um desejo imensurável. Queria tê-la ali, naquele momento, como se nada mais importasse. E realmente não importava. Ele não tinha o que perder; a única coisa em sua vida que valia realmente a pena estava na sua frente. Ela corou ao sentir os olhos cortantes a observarem com luxúria e se afastou lentamente. Ele a olhou com curiosidade e dúvida, temendo a repentina mudança de ideia dela. Ela abaixou os olhos e ele estendeu a blusa para ela, pedindo silenciosamente para que ela se vestisse. Ela ergueu os olhos para ele e um misto de sensações a invadiu, entre elas, a decepção por percebê-lo desistir. Pegou a blusa e a vestiu silenciosamente, recebendo um olhar triste.


"Desculpe." ele sussurrou antes de virar-se.


Ela franziu o cenho e tocou levemente as costas dele, o fazendo virar-se novamente para ela.


"Não vá.", ela falou timidamente. "Por favor."


Ele avançou nos lábios dela e iniciou outro beijo cheio de pressa e de impressões novas. As mãos quentes ergueram lentamente a blusa, e o beijo foi cessado para Rachel pudesse erguer os braços e livrar-se da peça de roupa. Os lábios se encontraram novamente e a jovem mergulhou a mão nos fios negros e macios dos cabelos de Brian, enquanto as mãos grandes pressionavam os quadris finos. Com um surto de coragem que nem ela soube de onde surgiu, desceu as mãos e ergueu lentamente a blusa negra que ele vestia. Seus dedos finos e gélidos tocaram a pele do tórax quente e ela sentiu vontade de beijá-lo e mordê-lo durante toda a eternidade. Ele descolou os lábios para que pudesse se livrar rapidamente da peça de roupa, e finalmente os corações puderam, mesmo com a inconveniência das peles e dos músculos, tocarem-se e transformarem-se em um só; com duas batidas descompassadas e sua adrenalina embutida. Brian ergueu rapidamente a garota, que envolveu o quadril do rapaz com suas coxas grossas. Ela sentiu a parede gélida e metálica bater bruscamente contra as suas costas, enquanto os lábios finos e quentes traçavam novamente caminhos perversos por seu pescoço. Brian pressionava cada vez mais seu corpo contra o da jovem, a fazendo sentir o frio da parede entrar por seus poros e se apossar dos seus músculos. Ele a carregou lentamente até o colchão jogado no chão e a deitou levemente. As mechas de cabelo espalhadas pelo colchão e o busto farto transformava Rachel em uma visão angelical e demoníaca. Ele sentiu-se tentado a desfrutar todo o prazer que aquela mulher podia proporcionar, mas não conseguiu lutar contra o desejo interminável de apenas observa-la. Como um admirador observa uma pintura famosa. Como um escultor observa a sua arte. Como um apaixonado observa a sua amada.


Os lábios se tocaram mais uma vez e foram tomados por um beijo sereno, como se os dois quisessem desfrutar cada gosto e cada sensação que sentiam. Como se todos os detalhes pudessem — e devessem — ser registrados nas mentes. Como se cada milésimo de segundo fosse mais importante do que todos os anos vividos. O beijo foi cessado e Brian sentou-se no colchão, sentindo a jovem se aproximar e sentar em seu colo. Os lábios finos e quentes se moveram até o lugar preferido; o pescoço. O cheiro e o gosto dela eram entorpecentes e ele se perguntava como havia conseguido passar tanto tempo sem experimentar aquilo. Ele traçou caminhos rápidos e atrapalhados pelas costas nuas até aproximar a mão quente do fecho do sutiã. Ele a olhou, como se pedisse silenciosamente permissão para seus atos. Ela sorriu e olhou no fundo dos olhos castanhos, sem desistir da ideia que havia tido há minutos atrás; ele podia fazer o que quisesse. As mãos ágeis abriram o sutiã e ela o ajudou a tirar. Ele não se preocupou em observar os seios nus e fartos; o contato visual que tinham era mais importante do que qualquer outra coisa. Ela não sentia mais a vergonha ou o medo que a consumiam antes, era como se os dois se conhecessem há anos, como se fossem almas gêmeas prestes a exibir todo o amor que possuíam. Os peitos nus se tocaram e ele deitou lentamente o corpo frágil da jovem. Seus lábios distribuíram beijos lentos e molhados pelo pescoço, e não demoraram a descer pelo busto e concentrar-se em um dos seios rígidos. Ela arfou e arqueou levemente as costas. Ele mordiscou um dos mamilos enquanto uma das mãos fortes apertava delicadamente o outro seio. Os dedos finos e gélidos dela emaranharam-se entre os fios negros e os puxaram lentamente, fazendo Brian suspirar pelo toque delicado e, ao mesmo tempo, cruel. Os lábios finos desceram até a barriga lisa, como se procurassem sentir o gosto de cada pedaço de pele. Brian se afastou um pouco e abriu o botão do short claro que ela usava enquanto ainda a olhava nos olhos claros. Lentamente, ele desceu o short pelas pernas grossas, deixando a mostra a calcinha clara e as coxas totalmente nuas. Os lábios percorreram um caminho lento e prazeroso da panturrilha até o quadril. Ela suspirou pesadamente ao sentir os dentes dele rasparem levemente em sua pélvis e abaixarem sua calcinha. Ela apoiou as pernas nos ombros largos e seu corpo estremeceu ao sentir os dedos afastarem seus lábios vaginais e a língua quente tocar seu clitóris. Ela afundou novamente os dedos finos nos cabelos negros e empurrou inconscientemente a cabeça dele, implorando pelo máximo prazer que podia ter. A língua quente percorria a intimidade com movimentos circulares, e ela precisou erguer as costas ao senti-lo prender seu clitóris entre os dentes. Os olhos apertados e os suspiros baixos mostravam a excitação que percorria pelo corpo dela. Ele não era o primeiro a fazer isso, mas era o único que ela faria questão de relembrar para sempre. A língua quente começou movimentos rápidos, mas depois se concentrou em apenas traçar um caminho quente e úmido pelas coxas. Ele voltou a beijar a barriga lisa, e Rachel passou fortemente as unhas afiadas pelas costas largas, em sinal de reprovação. Ele sorriu divertido enquanto observava a jovem morder os lábios e fechar os olhos. Deslizou seu corpo em cima do corpo dela e ela abriu os olhos, encarando os olhos castanhos tão perto dos seus.


Ela espalmou as mãos no peitoral forte e o virou, ficando por cima. O colchão era pequeno e então ele pôde sentir suas costas tocarem o chão frio, mas não se importou. Ela sentou-se sobre ele e abriu lentamente o zíper da calça jeans que ele ainda vestia, enquanto mantinha o contato visual. Ele sugou o oxigênio com dificuldade ao sentir a mão delicada tocar seu membro por cima da cueca branca que usava. Ela desceu lentamente a calça jeans e observou as pernas torneadas com algumas tatuagens. Voltou a sentar-se sobre o membro ainda protegido pela cueca e curvou-se, depositando rápidos beijos no pescoço quente dele. Desceu os lábios pelo peitoral e o lambeu, sentindo o gosto salgado do suor. Sua boca percorreu um caminho rápido pela barriga e seus dentes prenderam a borda da cueca. Ela ergueu os olhos e pôde observá-lo arfar de olhos fechados. Ele levou a mão até os cabelos dela e puxou os fios, ansioso. Rachel desceu lentamente a cueca branca e finalmente pôde fitar o membro ereto e úmido. Ela o segurou com as mãos e passou vagarosamente a língua pela glande, recebendo um suspiro pesado como aprovação.


"Não precisa..." ele tentou falar, mas sua voz soou como um gemido ao sentir Rachel passar lentamente os dentes por toda a extensão do pênis.


Ela colocou parte do membro dentro da boca e começou a masturbá-lo enquanto sugava e sentia o gosto preencher seus lábios. Brian empurrou levemente a cabeça dela, obrigando Rachel a intensificar os movimentos. Os gemidos baixos e roucos soavam como música para os ouvidos dela. As mãos trêmulas e agitadas puxaram os fios ondulados assim que a jovem limitou-se apenas a distribuir beijos molhados no membro. Ele arfou e puxou bruscamente os cabelos dela, a fazendo deslizar rapidamente o corpo por cima dele. Os lábios se aproximaram e iniciaram um beijo urgente, mais um para a coleção. Mas, apesar de todo o prazer e satisfação que haviam sentido, ainda não estavam completamente satisfeitos. Precisavam um do outro, precisavam no maior sentido que a palavra pudesse oferecer. Ela era como uma peça que faltava nele, e ele somente se sentiria completo se pudesse possuí-la e juntar-se a ela como se fossem somente um corpo. Ela, como se tivesse lido os pensamentos dele, cessou o beijo e sentou lentamente sobre o membro ereto. Ele gemeu ao sentir o interior ligeiramente apertado e úmido, e ela suspirou enquanto espalmava as mãos no tórax forte e iniciava os movimentos lentos. Ele sentou e abraçou o corpo frágil, ajudando nos movimentos. Os gemidos se completavam e se tornavam uma música lenta que embalava os movimentos. A onda de prazer que atingia os corpos era imensurável e os batimentos cardíacos acelerados comprovavam tamanha satisfação. Os dois, finalmente, sentiam-se completos. Era como se tivessem achado o pote de ouro depois de uma longa caminhada pelo arco-íris. Como se vissem a luz depois de anos na escuridão. Como se a paz tivesse nascido em meio à guerra. Os movimentos eram lentos, como se qualquer velocidade pudesse destruir tudo. E podia. Quanto mais lentos, mais prazer, mais sensações, mais felicidade. Os lábios se tocavam atrapalhados e beijos rápidos eram distribuídos pela pele. Os braços fortes de Brian ainda abraçavam o corpo frágil, acabando com qualquer possibilidade de uma provável fuga. As mãos pálidas e gélidas dela se dividiam entre apertar os fortes músculos dos braços dele e mergulhar entre os fios do cabelo negro. Ele afundou a cabeça no pescoço dela assim que sentiu os primeiros espasmos tomarem seu corpo. Sentia-se feliz e triste, ao mesmo tempo; triste por tudo aquilo estar acabando, triste por ter que acordar do sonho e por ter que encarar novamente a realidade. Ela sentiu o início do orgasmo e as unhas afiadas traçaram caminhos doloridos pelas costas largas. Os gemidos, mais uma vez, se encontraram. Mas agora eles eram altos e cansados, como se estivessem carregando com eles toda a força daqueles corpos. Os dois atingiram o clímax e, mesmo depois do ato, permaneceram abraçados. Os corpos suados e as respirações aceleradas provavam que aquilo não havia sido somente um sonho.


Leana entrou no prédio e estranhou a falta de movimento. Olhou os computadores e franziu o cenho ao perceber a falta das imagens das câmeras. Aproximou-se de um monitor e o ligou, fazendo seus olhos arregalarem-se em surpresa ao observar a imagem transmitida. Um sorriso travesso e perverso brotou nos lábios pintados de vermelho e ela alcançou o celular dentro da enorme bolsa que carregava. Discou o número conhecido e esperou ansiosamente pelo toque.


"O que quer?", a voz masculina apressou-se do outro lado da linha. “Estou ocupado”.


"Tenho uma novidade e aposto que você irá adorar." ela falou enquanto passava a língua nos lábios, ainda observando a imagem que parecia estar congelada.

Notas finais
Vocês acham que a Leana ligou pra quem? Hmmmmmmmm

Bom, reviews? Recomendações? Façam uma pseudo-escritora feliz :3