Nosso Nome Na Lista.

4 Capítulo 4 - Almoçando Juntos.


Notas iniciais
Oláa galera! E aí pessoal, tudo bem? Estou a todo vapor então vou postar mais um capítulo BEM mais rápido do que de costume (que alegria hein?). Então... Eu agradeço profundamente aos reviews de: > Laladhu!!! > Fita de Cetim! > Marcela Uehara! > Senhorita Foxface! > Mme Radioactif! > Allinegmar!!! J'espère que vous aimez~* bissus-bissus

Capítulo Quatro – Almoçando Juntos.

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Nós almoçamos no jardim.

Sentados no gramado ressecado e agredido pelo verão que passara. O clima, pelo menos, estava sendo amenizado pela ameaça do outono, o antecessor do inverno. Estava agradável, mas Quentin me confessara que escolhera o lado de fora porque não gostava do barulho da cantina.

– Não gosto de lugares onde preciso gritar para ser ouvido – ele comentou com uma careta.

– Claro... E isso não tem nada a ver com os olhares das garotas sobre a sua seduzência, não é? – eu brinquei.

Ele riu e bagunçou seus cabelos.

– Bem... Tem isso também. Sabe o como é difícil ser eu? As lâmpadas de casa se suicidam para não competir com o meu brilho – ele comentou com um falso ar sofrido.

Eu ri.

– Oh, Deus... Isso foi tão... Frase de tumblr! Mas já que estamos falando sobre os seus sofrimentos... Por que você foi tão frio com as minhas amigas? – eu perguntei. – Talvez tenha sido só impressão minha, mas...

Ele abaixou o olhar rapidamente.

– Eu já conversei com as suas amigas e fico sem graça com elas – ele explicou cruzando as pernas. – Uma fala de mais e a outra é incrivelmente inteligente, apesar de, aparentemente, não suportar ouvir quando ela está errada.

Eu ri, pois sabia que era a verdade. E então eu peguei o seu olhar em cima do meu lanche. Seu cenho estava franzido em uma expressão de leve preocupação.

– Você só vai comer isso? – perguntou. – Dois pães sem casca e um alface no meio não é o que eu chamo de substancial.

Apesar de saber que ele comentou por se preocupar, afinal, ele parecia se preocupar, eu respondi com grosseria:

– O estômago é meu, então eu decido o que ponho nele.

Ele deu um salto para o lado, provavelmente se perguntando como uma garota que brincava com o seu alto nível de sedução se tornara aquela coisa grossa. Eu me senti mal, mas ele também deveria se sentir pesado por fingir que não sabia o que eu desconfiava que ele sabia.

– É verdade o que dizem de você? – ele perguntou de repente.

Eu dei um riso sarcástico.

– Sobre o quê? Que eu tentei me matar? Ou que eu fui internada por ser bulimica? – questionei. – O que você acha que eu fiz? Você acha que pareço alguma louca suicida?

Ele mordeu seus lábios róseos e balançou a cabeça.

– Não. Você não parece uma louca suicida... E me desculpe. Esse assunto te deixa, obviamente, de mau humor e acho que deve ser desconfortável falar disso com um estranho – ele murmurou. – Não queria ser chato é que... Você é diferente. Fico curioso.

Algo em seu tom de voz fez com que parte das minhas barreiras se ruísse. Ele demonstrava que me entendia e que respeitava o meu espaço. Isso era algo que poucas pessoas fizeram, pois muitas perdiam a paciência com as minhas grosserias.

– Mesmo assim é pouca comida – ele comentou, jogando três uvas em cima da vasilha do meu lanche.

– Nossa... Sua generosidade é tocante – eu disse tentando brincar.

– Você quer mais? – ele me ameaçou.

Neguei com a cabeça e lhe lancei um sorriso agradecido. Comi uma das uvas e seu gosto adocicado explodiu em minha boca como algo mágico. Quando fora a última vez que eu comera algo doce e verdadeiramente com gosto? Nem eu me lembro direito.

Aproveitando antes que a culpa me abatesse. Geralmente, o que era doce, tinha açúcar e açúcar tinha muitas calorias. Apesar de tentar banir esses pensamentos, o que a minha mãe me disse vinha à tona e acabei fazendo uma careta amarga.

– Você é uma criatura cruel – o acusei.

– Por quê? – perguntou-me inocentemente.

– Você fica oferecendo coisas calóricas e açucaradas para uma garota com problemas alimentares – eu resmunguei.

Ele riu de mim. De mim!

– Bem, foi só uma fruta! – ele se defendeu. – Uma fruta com 50 calorias. Relaxa, você não vai morrer por comê-la.

Cinquenta calorias? Só isso?

– Oh, legal – eu murmurei. – Podemos mudar de assunto? Prefiro tentar não pensar em calorias agora... Sabe, no meio da comida.

Mas isso era impossível. Mentalmente, eu estava me perguntando o que eu teria de deixar de comer para poder comer outras dessas uvas. Eu estava perdida em cálculos quando fui acertada, figurativamente, por essa bomba.

– Então... Vamos falar sobre... Essa tal lista – ele sugeriu. – O que você acha dela?

– Uma merda. É coisa de desocupado – eu respondi sem titubear, pegando outra uva. – E o que você achou?

Um sorriso se esgueirou pelo canto da sua boca.

– Tanto faz para mim. Não é nada que tenha mudado radicalmente a minha vida – ele disse, dando de ombros.

Eu ri e me sentei.

– Você diz isso agora... Depois a gente conversa.

– E entrar para essa lista mudou algo na sua vida? – ele me perguntou, arqueando sexymente (sim, eu inventei esse advérbio de modo agora) a sua sobrancelha.

O que esse garoto usava? Parecia exalar feromônios!

– Eu entrei na lista dos mais odiados e, sim, mudou a minha vida escolar – eu lhe respondi. – Graças a ela eu passei a ser conhecida como “a garota que fez Amber Harrison sair do colégio”... As únicas que ficaram ao meu lado, foram Olivia e Paloma, o resto dos meus amigos "sumiram".

– Se você fez isso, tenho certeza que ela devia merecer – ele respondeu. — Ninguém, que não esteja culpado com algo teria motivos para deixar a escola.

Eu sorri para ele e perguntei com ar inquisitivo:

– E por que você se mudou para esse colégio?

Ele deu um sorriso sincero e pensativo.

– Eu estava procurando uma pessoa que nunca vi na vida – ele respondeu cruzando os braços sobre os joelhos dobrados.

Nossa. Que tipo de pessoa mudava de colégio só para encontrar uma pessoa estranha?

– Que motivo estranho... E você encontrou essa pessoa? – perguntei curiosa. – Como você pretende encontrá-la... Se nunca a viu na sua vida? Por acaso tem algum “sapatinho de cristal” escondido aí?

Ele deu um riso sem graça. Foi a primeira vez que eu o vi fazê-lo. Novamente, ele me lembrava a alguém... mas eu não conseguia me lembrar de quem. Ele ergueu uma mão e coçou a sua nuca, seus dedos tremiam. Seria alguém importante para ele?

– Eu não tenho nenhum sapatinho de cristal... O que é uma pena, pois tenho certeza que essa pessoa é uma princesa. – Ele sorriu. A-há, então era uma garota! – De todo modo, mesmo se eu não a encontrar... Sei que encontrei algo melhor.

Senti um sentimento estranho de decepção misturado com prazer.

Se ele havia se mudado de escola por uma garota (mesmo que nunca a tenha visto na minha vida), seria porque ela era importante para ele. Talvez uma espécie deturpada de contos-de-fadas moderno? Isso, sem dúvida, é decepcionante. Ele não estava “livre” afinal.

Depois... Ele havia dito que “encontrou algo melhor”. Seria eu? Por favor, meu Deus, que seja eu! Que seja eu! E eu quase ouvi minha mãe dizendo: “se enxerga garota, o que ele veria em você? Se ele for gostar de alguém vai ser da sua irmã”.

Ok, pode calar a boca, "mamãe mental".

– Boa sorte na sua busca – eu disse. – Se você quiser posso até te emprestar o meu anuário dos anos passados. Talvez a sua garota premiada esteja por lá.

Quentin deu de ombros.

– Repetindo, eu nunca a vi na vida.

– Oh. Ok, esqueça então – pedi envergonhada.

– Mas acho que eu aceito ver o seu anuário qualquer dia desses – ele completou divertido. – Sabe, eu adorava tirar sarro dos meus amigos quando eu via que eles estavam um desastres nas fotos.

– A-há... Deve ser uma pena para você constatar que eu estou sempre perfeita nas minhas fotos – respondi voltando a me deitar na grama, mesmo que elas espetassem as minhas costas e comi mais uma de suas uvas. Murmurei em júbilo: — Saudades da frutose.

– Percebe-se. Você tá para ter um orgasmo aí – ele comentou.

Juro que se realmente se tratasse de uma pessoa estranha, bonita e que eu conhecera ontem, eu teria... Ah, mas espera, ele era tudo isso. Por que será que eu não estranhava a sua presença? Por que será que eu sentia como se ele fosse um velho amigo?

Livrando-me das dúvidas de “Será que eu já o conheço?”, dei-lhe um empurrão amigável no ombro.

– Posso te fazer uma pergunta? – ele pediu.

– Desenterrando uma resposta: você acabou de fazer!

Quentin revirou os olhos. É... Essa foi velha mesmo.

– Mas posso pensar em responder se você responder a uma pergunta minha também – eu propus, apoiando-me em meus cotovelos.

– Sei que é estranho... Quando um cara aparece assim do nada na sua aula de Literatura Estrangeira – ele começou rindo. – Mas quero saber... Então... Você meio que... Tem problemas para comer?

Eu bufei. Lá vinha ele com essa conversa de novo...

– Você saber ou não... O que isso tem a ver com a sua vida? Vai mudar alguma coisa? – respondi, fitando o céu azul e limpo. – Mas se você quer saber, sim eu tenho problemas... Minha mãe foi uma espécie de... Miss Verão dessa cidade desde os cinco anos até fazer dezoito e o seu maior sonho era ter uma filha que ganhasse o título novamente... Eu não consegui. Ela se decepcionou e começou a surtar com tudo o que eu comia. Fim da história.

Tudo bem que eu enxuguei completamente a história... Não comentei sobre o quanto ela tem piorado desde que começamos a morar com Ellen e seu pai. E também não comentei o como ela era antes de conhecê-los, um pouco depois de meu pai ter pedido divórcio dela.

Quentin ficou em silêncio por um tempo, absorvendo, então resmungou:

– Com todo respeito, sua mãe é muito idiota.

– Falar “com todo respeito” não vai te impedir de levar um soco meu... Ela ainda é minha mãe! – eu lhe advertir tentando encontrar algo engraçado. – Mas concordo. Ela é muito, muito idiota... Mas tudo bem porque... Agora ela já tem a sua filhinha perfeita. A bela e simpática Ellen Freeday.

Merda. Eu não queria que minha voz soasse tão sarcástica e invejosa quanto soou.

Eu gostava de Ellen. Realmente gostava. Ela era uma garota muito legal e sempre fez todo o possível para que eu me sentisse bem na sua casa, e dividindo as atenções com o seu pai... Porém, juro que não gostava quando minha mãe me empurrava para o lixo e a colocava num pedestal.

– Você fuma? – ele me perguntou de repente.

Eu quase pulei no lugar onde eu estava. Hein?!

– Mas que pergunta é essa, assim do nada?! Claro que eu não fumo!

– Bebe?

– Não! Ainda não...

– É mau-caráter? – ele perguntou arqueando uma sobrancelha.

– Não pelo que eu saiba... – respondi me encolhendo.

Ele riu. Será que ele estava achando engraçada a minha reação? E por que ele perguntou tudo isso assim do nada? Se eu fumasse ou bebesse escondido ele acha mesmo que eu iria confessar isso para um completo (e gostoso) estranho?

– Então sua mãe é duplamente idiota. Ela sempre teve a filha perfeita e nem sabia – ele respondeu. – Juro que se sua mãe fosse a minha mãe, ela teria muitos fios de cabelos brancos de preocupação...

Eu bufei... Ele não fazia ideia de que se minha mãe fosse a sua mãe, ela estaria muito feliz. Ele era extrovertido e divertido, bonito, aparentemente tinha uma vida social agitada e... Era um garoto. Tudo o que ela sempre quis e que eu a frustrei. Provavelmente, ele seria o “Bruce” ideal dela. Ótimo. Quentin era ideal para todo mundo, aparentemente, até para a minha mãe!

– Você não sabe do que está falando – resmunguei, negando com a cabeça. Então respirei fundo e mudei de assunto: — E você? Tem algum podre familiar para me fazer sentir melhor?

– Muitos — ele respondeu, com um meio sorriso. – Mas meus podres de família geralmente são cômicos... Como quando uma vez eu descobri que meu pai estava traindo a minha mãe com uma garota três anos mais velha que eu porque eu entrei escondido numa festa para maiores.

Eu franzi o cenho e o fitei com curiosidade. Isso era cômico?

– E a graça está em... ? – eu pedi.

– Em ele somente ter dito: “Quentin, o que você está fazendo aqui? Não tem vinte e um anos!”.

Ele riu, mas eu ainda não havia conseguido encontrar a graça.

oOo

– Então, conta! Conta! – Olivia só faltou me empurrar contra a porta do meu armário quando nos encontramos depois do horário de almoço. – Sobre o que vocês conversaram? Como foi? Ele deu em cima de você descaradamente?

Eu ergui uma sobrancelha, perguntando-me de onde vieram aquelas perguntas tão empolgadas. Olhei para Paloma que, mesmo com curiosidade reluzindo nos olhos escuros, deu de ombros como quem dissesse: “você a conhece, né?”. Olivia era uma fofa. Uma fofa muito intrometida quando os assuntos eram “do coração” (como ela dizia).

Capaz até mesmo de ficar magoada se você começar a namorar e não lhe contar.

– Conversamos sobre muitas coisas. Foi legal. E, não, ele não deu em cima de mim – Quer dizer, não que eu tenha notado pelo menos. Tirei suas mãos de meus ombros. – Aff, Olivia, você e Paloma poderiam muito bem ter vindo com a gente. Eu as convidei...

– Desculpe, Letty, mas ficar segurando vela não é para mim! – Olivia respondeu.

– Achamos que iríamos interromper alguma coisa... Além disso, ele parece outra pessoa quando está com nós duas. Hoje de manhã ele estava tão empolgado com você... E então ficou tão distante quando nós chegamos... – Paloma comentou.

Então ela havia percebido também... Bem, Paloma é do tipo observadora, então é claro que ela ia perceber. Pensei em explicar-lhes que ele só se sentia desconfortável perto delas, mas antes que eu pudesse dizer alguma coisa, Yvonne Tybolt apareceu atrás de mim feito um fantasma moreno de bronzeado perfeito.

– Letterman, quero conversar com você. Agora – ela disse olhando para as minhas amigas como se elas fossem moscas que precisavam ser espantadas à tapas.

Cruzei os braços e disse:

– Bem, pode falar.

– Você quer que eu fale isso na frente de todo mundo? – me desafiou.

Um meio sorriso brotou em meu rosto.

– Eu não tenho nada a esconder das pessoas, Tybolt...

– Não sei o que tá pegando com você e o novato a quem você se agarrou feito carrapato, mas acho bom ir parando – ela disse. Direta como sempre, sua voz era tão afiada quanto uma katana samurai. – Ele é muita coisa para você.

Eu respirei fundo.

Paloma e Olivia trocaram olhares, mas não disseram nada. Elas sabiam que eu podia me defender sozinha, por isso disseram que já iam para a aula de álgebra e que me esperariam lá.

– Uh, parece que alguém está se sentindo ameaçada... Onde foi que eu já ouvi esse papo antes? Oh, sim... Quando Duncan começou a se aproximar de mim – eu a alfinetei sem piedade.

Yvonne cerrou os punhos e os dentes. Eu havia tocado onde dói.

– Você... Você é tão odiosa... Que nem merece a atenção deles! Duncan foi um babaca! E esse garoto só pode ser mais babaca ainda para aceitar ficar andando de cima a baixo com você! – ela cuspiu entre os dentes. – Você é uma negação, Brucena. Você é alguém inconstante nessa escola! Se acha especial porque parece estar pouco se lixando se as pessoas te odeiam ou te amam!

Levei a mão ao peito.

– Nossa... Quem diria que a garota mais bonita do colégio saberia tanto sobre mim?! – exclamei com um espanto encenado. – Seu carinho realmente me toca profundamente, Yvie.

– Mas você é uma criatura muito falsa! – ela continuou, empurrando-me de repente contra o meu armário. – Confesse que no fundo... No fundo você quer que as pessoas te amem! E é por isso que você fica correndo atrás dessas pessoas que aparecem no topo da outra lista. Correndo atrás de Duncan, correndo atrás de Quentin... Seu protótipo de alpinista social!

Eu não respondi dessa vez.

Olhei para as suas mãos que me seguravam pela minha camisa quase nova e depois olhei para ela com um suspiro calmo e controlado.

– E se eu for um “protótipo de alpinista social”? – eu perguntei tirando suas mãos de cima de mim. Então lhe mostrei um meio sorriso debochado. – Eu só estaria participando desse circo hilário que as pessoas inventaram há cinco anos... Um circo do qual você faz parte. E, se eu fosse você, tomaria cuidado com esses surtos de raiva para cima de mim... Algumas pessoas poderão te odiar por ser tão agressiva com alguém que estava apenas cuidando da sua vida.

Como se eu houvesse dito a coisa certa, ela me soltou e se afastou de mim.

Assim como haviam três pontos que faziam as pessoas se tornarem “quentes”, haviam três pontos que tornavam as pessoas odiadas. O ponto mais leve deles é ser um completo idiota com as pessoas ao redor, ou seja, grosseiro; o segundo ponto, mais forte, era ser incrivelmente falsa com alguém importante (amigos ou irmãos), e o pior de todos, quase sem perdão... É quando você é violenta com as pessoas.

E foi por esse último ponto que eu fui parar na lista das pessoas odiadas.

E não era como se todo mundo seguisse tudo à risca... As pessoas somente faziam tudo com a mínima discrição para não serem descobertas. Escondiam suas grosserias, escondiam sua falsidade... Mas era muito difícil esconder quando você quer bater em alguém.

E, então, o segundo sinal tocou.

– Isso não vai ficar assim, Brucena – ela me avisou.

– Nossa... Eu estou tremendo de medo de você, Yvie – retruquei, assistindo-a se afastar de mim para ir à sua próxima aula.

Só faltou ela dizer: "ele logo vai cansar de você e vai voltar para mim", como ela havia dito quando eu me aproximei de Duncan. Que sensação de déja vu...

Notas finais
Bem, acho que eu nunca disse isso antes aqui nas notas finais, mas eu acho importante... Bem, eu nunca conheci alguém que realmente passasse por bulimia, então, eu sinto muito se não sou fiel à vida real. Tudo o que eu vi foram reportagens e coisas do tipo, então não levem à sério as coisas da personagem tá? xP Bissus-bissus