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36 Capítulo 36 – La petite mort.


Notas iniciais
Esse título nenhum pouco sugestivo diz algo a vocês? KKKKKKKK Desculpem o atraso. Minha net tá uma merda xP Gente, eu to tentando participar de um concurso literário, então, não to escrevendo tanto no arquivo Quentin Gostosão McCullogh (esse é o título da história como documento kkkkkk). Mas prometo que tenho capítulos suficiente para não atrasar muito ;) Agradeço aos reviews de: > V Maria > Born to Die > Senhorita Foxface > Delicate > Cleozinha > Tomato > Sheila Rayane > allinegmar > Elizabeth > Matry-chan > Prin > Sara Gabriely > Chionn > Patriciamelo > Beatriz > Lanny Puckett > RKéthully > Laladhu > LuuhRocha > Brandi > Lizz > Bia Rodrigues > Ella > Elidabfr > Senhorita GDragon > Matilda > Vamp Desculpem não responder aos reviews ainda... Estou ocupada e com uma internet que ora pega, ora não pega =/ Bisou

Capítulo 36 – La petite mort.

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Beijou daquele seu jeito que me faz amolecer em seus braços e querer, mais do que nunca, ficar naquele quarto com ele. Fazendo o que quer que ele queira fazer. Percebendo, ele me carregou de volta para a cama. Nem parecendo mais tão bêbado quanto antes. Como da outra vez, ele me deitou lá e se debruçou sobre mim enquanto seus lábios realmente me devoravam, e sua mão apalpava minha perna, prendendo-a ao lado do seu quadril numa pose indecente.

– Quentin... – eu disse sem fôlego quando seus lábios me provocavam, escorregando para o meu queixo e meu pescoço.

Ele não demonstrou que me ouviu o chamando. Seus lábios não pararam de mordiscar meu pescoço, fazendo-me estremecer embaixo dele e não querer que ele me soltasse. Sua boca subiu para a minha novamente, e sua mão subiu pela minha perna e entrou por debaixo do meu vestido. Eu sentia somente as pontas dos seus dedos e isso era extremamente excitante, ao mesmo tempo em que me deixava nervosa.

Era estranho.

Sabe quando o seu corpo diz sim, mas sua mente diz não?

Bem, esse dilema é verdade. Meu corpo estava em chamas enquanto Quentin me beijava e me tocava daquele jeito. Eu queria apertá-lo contra mim até nos tornamos uma única pessoa, e isso era estranho. Era estranho porque achava difícil alguém querer fazer a mesma coisa comigo. Essa parte estranha era a que me mandava parar com aquilo.

Mas as mãos dele estavam ali: subindo por debaixo do vestido e acariciando meu estômago e diafragma com as pontas dos dedos como se soubesse o nível de loucura ao qual aquilo me levava. Minha respiração já estava pesada, meus olhos não conseguiam se focar em nada com clareza... Tudo o que eu sentia era o toque dele e seus beijos.

Quando seu toque parou, foi para erguer o vestido e tirá-lo.

Isso mesmo: eu o deixei tirar. Ficando só de sutiã e shorts na frente dele... Ou melhor, enroscada nele. Minhas pernas estavam enroscadas na cintura dele sem que eu percebesse e minhas costas estavam na cama confortavelmente enquanto ele continuava debruçado sobre mim.

– Eu preciso dizer isso... – Quentin sussurrou, me fitando com seus olhos claros e uma sobrancelha arqueada. Um meio sorriso sedutor estava enfeitando seu rosto. – Você é muito gostosa.

Apesar de constrangida, eu sorri, deliciada.

– Nossa... Estou com vontade de sair desfilando agora – respondi sarcástica, tentando mascarar meu constrangimento com diversão.

Levantei-me para tirar a camisa dele e Quentin ergueu os braços para me ajudar a lhe livrar dela. O que eu vi foi quase um choque.

Não como se Quentin tivesse o corpo bem diferente do que eu imaginava. Na verdade, como eu previra, ele tinha um corpo bem bonito. Músculos rígidos e delgados, com o abdômen levemente divido. O chocante foi o fato de ele ter mais tatuagens do que eu esperava. Quando eu o via de camiseta, ele não pareia ter o tronco tatuado.

Na lateral do seu quadril havia uma cruz gótica enfeitada por uma palavra em várias línguas diferentes. Não sei que palavra era, mas a cruz era linda... E sexy. Tão sexy quanto as frases em russo em sua costela. E eu achava que aquela águia em uma de suas omoplatas já era naturalmente maravilhosa por si só apesar de só ter visto a cabeça.

– Nossa – É tudo o que eu consigo dizer, contendo a vontade de passar minha língua por aquela cruz e aquelas letras, mas contornando-as com os dedos. – Por que tantas tatuagens? Você quer me matar?

O olhar que ele me retribuiu, foi abrasador.

– Tatuagens me fazem sentir sexy – ele respondeu. Me empurrando levemente para a cama e se debruçou sobre mim de novo. – E talvez eu só queira causar uma... petite mort – ele sussurrou no meu ouvido, provocando.

Estremeci em seus braços só de sentir seu hálito quente e aquela voz rouca tão perto da minha orelha. Ele voltou a me deitar na cama com seus lábios mexendo-se contra os meus. Involuntariamente, minhas pernas apertam seus quadris com mais força, fazendo-o soltar um sonzinho baixinho que pareceu muito com um gemido.

De repente, meu sutiã sumiu e então eu me vi alarmada.

– Quent-...

Ele me interrompeu com os lábios sobre os meus novamente e com as mãos nos meus seios. Soltei um gemido quando ele puxou meu mamilo suavemente e apertou meus peitos como se eles coubessem em suas mãos. Seus lábios então soltam os meus e reaparecem neles. Sugando o mamilo de um deles para dentro de sua boca e lambendo-o.

Eu senti que era o seu cupcake naquela noite.

– Você é tão linda – ele disse, soprando sobre a pele molhada com sua saliva, quase me fazendo surtar. Então ele olhou para mim. Olhou-me como se quisesse “me devorar” com aqueles olhos claros e bêbados. Um arrepio agradável percorreu a minha espinha. – Você é tão linda que ainda vai me matar.

– Sério? – perguntei, sem saber se acreditava de fato.

Quentin investiu contra mim, segurando minhas pernas em volta de seus quadris de um modo mais forte e insistente. De um modo que me fez remexer por simplesmente estar querendo-o de mais ali... E sentir algo que me deixou mais curiosa do que achei que fosse possível: a excitação dele.

– Pareço estar brincando? – ele me provocou, dando um sorriso sedutor.

Mordi o lábio inferior. Quase me sentindo culpada.

– Quentin... – Puxei-o pelos ombros, querendo que seu corpo voltasse a cobrir o meu simplesmente por eu não estar acostumada a passar tanto tempo sem blusa. Era estranho. Fazia-me sentir uma depravada. E, também, é claro, porque eu queria sentir o seu corpo. Queria sentir seus músculos rígidos (e outras coisas rígidas também) e sua pele contra a minha. – Eu não vou transar com você hoje.

Ele soltou um gemido.

Não sei se foi de lamúria porque ele não ia dormir comigo naquela noite, ou se foi de agrado por me ter sussurrando em seu ouvido com nossos peitos se encostando suavemente. De qualquer modo, foi um som totalmente novo. Os gemidos de Quentin pareciam vir do âmago do seu ser... E eram lindos. Difícil acreditar que ele não cantava.

– Posso sobreviver a isso – ele disse, com as pontas dos dedos brincando com meus seios novamente. Deixando-me completamente perdida. – Vou te mostrar... Que não precisamos transar de fato para te dar o primeiro orgasmo da sua vida.

Eu me explodi em gargalhadas.

Não entendi se foi de nervoso ou se foi por ouvi-lo dizer a palavra “orgasmo”.

De qualquer modo, Quentin não estava brincando. Percebi quando seus lábios sugaram meu seio novamente, dessa vez, o outro; fazendo meus risos morrerem na garganta, e suas mãos desceram pelo meu corpo. Como se, mesmo sem observar, ele quisesse decorá-lo com o tato. Foi a minha vez de soltar um gemido.

Quentin deu um sorriso e seus lábios desceram junto com as mãos. Senti-me ficar tensa, perguntando-me o que diabos ele ia fazer lá para baixo. Para minha surpresa, tudo o que ele fez foi dar mordidinhas na minha barriga. Estranho e inesperado, mas sexy. Quase envolvi sua cabeça com minhas pernas, já que seus quadris sumiram do meu alcance. Ao invés, levei minhas mãos aos seus cabelos bagunçados e os baguncei ainda mais. Quentin ergueu o rosto para mim e sorriu com um brilho de diversão.

– Você gosta do meu cabelo? – ele me provocou.

– Amo o seu cabelo – respondi. – Desde que coloquei os olhos neles.

Ele deu um sorriso largo e voltou a mordiscar minha barriga, minhas costelas... até onde o cós do shorts curto permitia. E depois subiu lambendo até o meu umbigo, fazendo-me estremecer e me arrepiar completamente.

– Eu quis fazer isso desde que vi aquele pedacinho de pele à mostra no seu primeiro dia de aula – ele confessou, esfregando o rosto contra minha pele. – Você nunca mais vai usar uma blusa tão curta, O.K?

Eu sorri.

– Me obrigue – provoquei, mordendo o lábio inferior.

Quentin me olhou e soltou aquele som novamente. Aquele gemido que por um instante pareceu um rosnado e subiu novamente para me beijar. Beijar-me com algo que eu só poderia descrever como paixão. Ele foi quem me agarrou como se quisesse unir nossos corpos. Um de seus braços me puxava contra ele, enquanto seus lábios mexiam com os meus como mexiam com o meu corpo, enquanto a outra mão parecia ter desaparecido. E reaparecendo logo depois, entrando por dentro do meu short.

Soltei um suspiro contra os lábios dele, encolhendo-me.

Ele recuou, mas não a mão que me deixou apreensiva, essa, deslizou por cima da minha calcinha, fazendo-me me contorcer; Quentin havia recuado para observar a minha reação, percebi quando abri os olhos, ofegante. Ele beijou meus lábios, de leve, antes de afastar minha última peça íntima e passar o dedo por algum lugar mágico. Algum lugar que causou uma onda de choque por todo o meu corpo e que me fez me remexer novamente, fazendo-me soltar outro suspiro que se misturou a um gemido.

Passei um braço por seus ombros, sentindo que precisava de algo concreto antes que eu ficasse louca com aquelas sensações novas. E então, ao tocar naquele lugar novamente, com o dedão, arranhei-o sem querer. Eu só queria fechar a mão e a pele dele estava no caminho... Mas não digo que me arrependi.

– O que diabos você está fazendo comigo? – perguntei, ofegante.

Minha resposta foi o seu sorriso sacana, acompanhado por mais uma mexida de dedos que me fez agarrá-lo com mais força e soltar um suspiro longo. Tive quase certeza de que Quentin estava se divertindo com aquilo...

– Vendo o como você fica sexy fazendo essa expressão – ele respondeu, beijando o canto da minha boca. Contorci-me debaixo dele e Quentin sussurrou: – Que pena que você não quer transar comigo hoje.

Ele me beijou novamente. Decidindo escorregar o dedo para dentro de mim, fazendo-me estremecer com a onda de prazer que isso causou. Agarrei-me nele com mais força, novamente, arranhando-o sem querer. Quentin nem pareceu se incomodar, só começou a fazer movimentos de vai-e-vem com o dedo. Sempre roçando naquele lugar que causava uma corrente elétrica por todo o meu corpo.

E Quentin me observou.

Seus olhos claros e estreitos fitavam-me como um garotinho se deliciando com a primeira revista pornô (não que eu saiba muito sobre isso, afinal, nunca tive um irmão caçula). De qualquer forma, o olhar dele era tão excitado que suas pupilas quase devoravam as íris... E então, seus movimentos ficaram muito rápidos.

Rápidos de mais para me deixarem pensar.

Rápidos demais para eu manter meus gemidos só para mim.

Rápidos demais para eu não perder a cabeça naquele momento. No momento em que todo o meu corpo estremeceu e eu, de fato, pensei que fosse morrer, e por isso entendi o porquê os franceses chamavam de pequena morte. Mesmo que a sensação fosse boa demais para ser considerada a morte.

Eu desfaleci embaixo dele. Perdi os sentidos.

Sei que Quentin me beijou e beijou o meu rosto, mas pela primeira vez na vida, eu mal senti o seu toque. Meus sentidos pareciam extasiados. Quando voltei a abrir os olhos, depois de um tempo, ele ainda estava debruçado sobre mim apesar de não estar mais entre minhas pernas, brincando com os meus cabelos. Encostando “sem querer”, hora ou outra, na pele entre meus seios.

– Você é um puto, McCullogh – eu provoquei, quase sem voz, brincando com os cabelos escuros e bagunçados dele.

– Eu sou o seu puto – ele retrucou divertido, esfregando o nariz no meu pescoço.

Sorri, aprovado o uso do pronome possessivo.

...

Quando acordei, jurei que ainda estava sonhando.

Bem à minha frente havia aquela paisagem de contos-de-fada escocês; aquela paisagem de tirar o fôlego. Era tão realista que parecia estar-se vendo de alguma janela. E ainda tinha o rosto de Quentin bem perto do meu. Dando uma visão privilegiada de sua boca rosada e seus cílios grandes meio femininos. Parecia completamente apagado com a cabeça em cima dos meus seios nus.

Ai caralho. Sou uma vadia.

Senti-me corar. Lembrando-me da coisa confusa e estranha que fizemos. Tenho quase certeza que aquilo não era algo convencional. Algo esquisito como “transamos-mas-não-transamos”. Subitamente, fiquei confusa. Eu era ou não era mais virgem?

Tecnicamente, disse a mim mesma, eu deveria ser... Apesar de ele ter mesmo enfiado algo em mim. Mentalmente, eu já não era desde que coloquei meus olhos nele... Há um pouco mais de um mês.

Empurrei-o para que saísse de cima de mim. Peguei-me surpresa e receosa com o pouco tempo que levou para me apaixonar por ele. Até o ponto de quase dormirmos noite passada. Estando bêbada ou não, acredito que o resultado não seria diferente.

Quentin soltou um resmungo e se deitou de bruços. Enterrando o rosto no travesseiro e me dando uma visão privilegiada de suas costas musculosas, da omoplata tatuada com uma água em pleno voo. Passei o dedo pelas asas dela. Eram tão esticadas. Tão livres e altivas... Perguntei-me o que o levou a tatuá-la. Estética? Simbologia?

Quem sabe? Quentin é doido e profundo às vezes.

Gosto disso nele.

Levantei-me da cama, devagar para não acordá-lo. Se eu estava ruim (minha cabeça estava muito pesada, havia um leve enjoo no meu esôfago e minha boca estava tão seca que eu parecia ter comido areia)... Não quero saber como ele estava.

Peguei minhas roupas e comecei a me vestir... Quando percebi que tinham pequenas marcas roxas na minha barriga. Uma perto da costela, outra perto do umbigo e perto dos quadris. Pequeninos hematomas redondos que eu nem saberia dizer de onde haviam vindo... Até me lembrar das mordidas que ele me deu ontem à noite.

– Desgraçado – resmunguei, voltando a me vestir. E jurei: – Quando eu aprender a deixar marca nas pessoas, vou marcá-lo todo também.

Depois de vestida, saí devagar do quarto dele, fechando a porta com muito cuidado para não fazer barulho, e caminhei silenciosamente até a escada. Tive que descer um degrau de cada vez. A casa estava tão silenciosa que devia ser muito cedo. Parecia que todo mundo ainda estava dormindo, e eu não queria acordar ninguém.

Mas quando cheguei no hall de entrada...

– Letty?

Meu corpo congelou com a mão estendida para a maçaneta.

Merda. Havia alguém acordado sim: a mãe dele.

“Muito obrigada, meu Deus” pensei com sarcasmo, virando-me de vagar.

– Er... Oi, senhora – eu a cumprimentei, sentindo as bochechas queimarem.

Ela me olhava com uma sobrancelha arqueada e era tão bonitinha. Havia algo na mãe de Quentin que me dava vontade de colocá-la num pote e usá-la para decorar a minha estante. Talvez fosse porque ela parecesse muito pequena e delicada, não importando quantas marcas de expressão ela tivesse no rosto, ao lado do irmão mais velho de Quentin (acho que o nome era Roland).

O homem grande e forte parecia entretido.

– Desculpem por eu aparecer assim... Ou melhor, desculpem por eu dormir aqui, é que Quentin me levou a uma festa ontem, jogamos um jogo, bebemos muito... Ele mais do que eu, então o trouxe para casa, aí ele pediu para que eu cuidasse da ressaca dele no dia seguinte, só que eu pensei em ficar até ele dormir, só que acontece que eu dormi primeiro... Mas juro que não rolou muita coisa e eu já estou de saída agora – eu me ouvi dizendo sem sequer respirar. Só sentia que tinha que dar alguma explicação (e de preferência que não fosse a verdade) para que eles não achassem que eu era uma vadia qualquer que fazia sacanagens na casa de pessoas de família.

Tudo bem que Gilliam era dali e ele aparentemente não era um moço de família.

Roland, que tinha mordido o lábio inferior enquanto me ouvia falar, virou-se para a mãe e disse, parecendo muito divertido:

– Não consigo assistir a isso.

E foi para algum lugar, no corredor ao lado da escada. Dona Christine, no entanto, me fitou com curiosidade. Ela parecia um cachorro assistindo a algo interessante. “Claro que sim, ela está me vendo corar e ficar toda desconsertada!”.

– Eu só ia perguntar se você não quer ficar para o café-da-manhã – ela confessou, parecendo intrigada e divertida ao mesmo tempo. Os pés de galinha no canto dos olhos estavam bem evidentes. – E não precisa mentir assim... Ou vou realmente odiar você.

Eu corei, desconfortável.

– Bem... Acho melhor não ficar... Tenho que ir para casa, mas obrigada pelo convite – eu respondi, querendo sumir naquele instante.

Não conseguia parar de pensar que debaixo do vestido havia hematomas que o filho dela havia espalhado pela minha barriga. Mas pelo sorriso insistente que a mulher me lançou, percebi que ela não estava disposta a me deixar ir.

– Por favor, fique – ela pediu pacientemente. – Se vocês beberam tanto quanto disseram, acho que é melhor você ao menos tomar café-da-manhã aqui. Além disso, quero conversar com você.

E foi naquele momento... Que eu saquei que havia ferrado tudo com a mãe do meu namorado. E que provavelmente eu acabaria morta (pela segunda vez na manhã) ao ir para aquela cozinha.

Notas finais
PREVIEW: "- Gostei de você – ela admitiu, sorrindo. – Não vou deixá-lo te perder. Corei ainda mais. Lembro-me que alguns minutos atrás eu achara que acabaria morta naquela cozinha. Lembro-me que à princípio, eu achara que a mãe de Quentin não gostara de mim... Mas aparentemente, ela gostara bem mais do que eu imaginei."