Nosso Bebê!
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Vocês vão descobrir agora!
Então... Espero que gostem!
Sam:
Esse garoto só pode está doido, como ele faz isso? Primeiro um abraço inesperado. Depois um beijo, beijo? Por que ele fez isso? E pior, por que eu correspondi? Tive que parar o beijo, se não isso não ia terminar nada bem. Ou terminaria bem até de mais. Se é que me entendem! Nossa! Que beijo foi esse?! Uauu
- Por que você fez isso? – Disse ainda ofegante.
- Desculpa Sam. Eu não consegui resistir.
- Resistir? – Resistir a que?!
- É... – Ele chegou perto de novo e tocou no meu rosto – Você é tão linda! Que eu não aguentei e te beijei de novo.
- Desculpa se eu sou tão linda assim – disse sarcástica – mas, você não pode ficar me beijando só por causa disso. E, como assim “de novo”?
- Você já esqueceu o nosso primeiro beijo, na escada de incêndio? E, eu já pedi desculpas... Não vai se repetir... Se você não quiser, é claro.
Ele disse isso e deu pra perceber a malicia em sua voz. Que ridículo, como se eu quisesse ficar beijando esse bocó. Nerd idiota... Fica se achando só por que tem esse corpo sarado, esse sorriso lindo, esses olhos que parecem com almôndegas – Que fome! – e beija como ninguém? Afff
- Claro que não vai se repetir, por que se você tentar alguma coisa de novo, vai se vê com meus punhos, entendeu? – Ele assentiu com a cabeça, revirando os olhos – E... Eu não esqueci o nosso primeiro beijo, só que não dá pra comparar aquele beijo com esse... Ehh... Quer dizer, esquece! – Disse envergonhada indo pra cama e sentando de costa pra ele.
- Olha Sam. Desculpa de novo, mas nosso primeiro beijo foi... foi... Importante. Pra. Mim.
- Sério? – Não imaginava que isso pudesse acontecer e muito menos se repetir agora. E o pior, foi importante pra mim também. Mesmo que não entenda o porquê.
- É... Você sabe que não tive muitas namoradas, mas, mesmo com as poucas que tive nunca me senti assim... Com um simples beijo, que por sinal foi ótimo!
- Eu não sei o que dizer...
- Por que não me beija? – Me deu vontade de rir, ele acha que eu não ouvi?
- O que? – Me fiz de desentendida.
- Nada! Ehh... Espero que você não me odeie mais, por causa desse beijo.
- uhh... Deveria, por me pegar desprevenida! Mas, vou deixar passar, por hora. Preciso dormir.
- É verdade, desculpa. Eu já vou! – Ele disse e já ia saindo.
- Espera! Você vai a onde?
- Dormir... No sofá. Boa Noite Sam! – Ele acenou pra mim e já estava chegando à porta.
- Espera!
- O que foi? – Ele se virou confuso. Eu sei que vou acabar me arrependendo disso, mas...
- Ehh... Por que você não dorme aqui? Na sua cama?
- Isso é uma pergunta mesmo ou um convite? – Disse ainda meio confuso.
- Não vou repetir duas vezes. – Disse já irritada, me deitando de um lado da cama (o mesmo que estou costumada deitar todas essas noites) e de costa pra ele. Daí, só soube sua decisão quando senti-lo deitando do outro lado da cama que, provavelmente, estava virado olhando pra mim, já que dava pra sentir sua respiração acelerada na minha costa. Que aos poucos foi ficando mais lenta. Só ai, que eu consegui me tranquilizar e dormir. Nossa! Como ele mesmo disse: Quê dia!
Freddie:
Que noite incrível! Primeiro o Raphael falou suas primeiras palavras, o que já é muito bom, mas o incrível disso é que as primeiras palavras foram “mama” e “papa”. Incrível mesmo. Depois, eu beijo a Sam. E ela corresponde, o que foi demais! Não sei como tive coragem de beijar a Sam, se fosse há um tempo atrás ela, provavelmente, me estrangularia. Mas, valeria a pena mesmo assim... Que beijo! Foi tão bom... Mas, será que ela gostou? Acho que sim, mesmo ela não admitindo. Ela só deve ter ficado surpresa.
Mas o melhor de tudo foi dormir aqui, perto dela. Mesmo que não acontecesse “nada” entre a gente, seria bom acordar com ela nos meus braços e sentindo sua respiração calma no meu peito. Seria como um sonho.
E acho que estou sonhando com isso agora.
Parece tão real!
Fui abrindo os meus olhos bem divagar. E quando os abro totalmente, me deparo com meu sonho. Ela estava com as mãos perto do meu peito, a cabeça encostada nele e eu, com o braço em volta da sua cintura. É sonho mesmo. Como ela veio parar aqui? Só em sonho pra isso acontecer, sem que eu leve um soco quando ela acordar.
- Como você é linda sabia?!... Principalmente assim... Dormindo, parece até um anjo! – Disse isso num sussurro pra ela não acordar.
Mas acho que meu sonho se tornou realidade, ou sempre foi realidade? Não sei, só sei que o Raphael acordou e começou a chorar. O que fez eu e Sam levarmos um baita susto. E gritarmos feitos loucos.
AAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHhhhh
- Por que você estava me abraçando? – Disse ela, assim que paramos de gritar e ficamos nos encarado, um em cada ponta da cama.
- Eu não sei, estou tão surpreso quanto você... Pensei que eu estivesse sonhando ou algo do tipo.
- Sonhando? Sei! Eu disse pra não tentar nada comigo. Eu sabia que não deveria ter o mandado dormir aqui – Essa ultima parte ela disse mais pra ela do que pra mim.
- Sonhando sim, de que outra maneira você dormiria abraçada comigo? Eu não faço ideia de como você veio parar nos meus braços. E se você sabia que era uma má ideia eu dormir aqui, então, por que chamou? – Disse já um pouco irritado quem essa loira demoníaca pensa que é?
- Eh... Eu... Ehh... – Ela parecia muito envergonhada e mudou logo de assunto – O Rapha acordou, é melhor eu olhar ele.
Ela disse isso e rápido saiu da cama até o berço do Raphael, que já havia parado de chorar. Às vezes parece que ele faz isso para se divertir as nossas custas. Tipo, pegadinhas, sabe?!
- Eu vou lá, preparar o leite dele. – Disse saindo do quarto, enquanto a Sam tirava o Rapha do berço e levava ele no colo até a cama.
Fiz o leite dele, deixei esfriar um pouco e voltei pro quarto. Quando entro vejo o Raphael no berço, só que em pé, balançando os pezinhos, como se estivesse dançando, com as mãozinhas apoiadas nas grades do berço. Que esperto esse menino! Ele olhou pra mim, assim que parei na frente dele, tirando as mãos da grade, caindo sentado, e mexendo elas, como se estivesse me chamando. Então, o peguei e dei seu leite, logo em seguida Sam saiu do banheiro com uma toalha lilás nas mãos enxugando seu rosto. Quando tirou a toalha do rosto, olhou pra mim e desviou logo o olhar.
Afffff
- Sam, a gente vai ficar assim... Nesse clima? – Eu não quero que fique assim. Tudo bem que foi bem estranho como nós acordamos e tudo mais que aconteceu ontem, mas eu quero que ela olhe nos meus olhos e fale comigo. Não, que vire a cara pra me evitar.
- Que clima? Está tudo normal, não tem clima nenhum.
- Então, por que você não fala isso olhando pra mim, não pra cômoda?
- Deixa de ser besta, nerd!
- A é? Então, olha nos meus olhos e diz que você não sentiu nada quando nos beijamos ontem e que não gostou de ter dormido nos meus braços. – Disse chegando perto dela, ainda com o bebê no meu colo, mas ele estava concentrado demais na mamadeira.
- Não senti e nem gostei de nada! – Ela disse ainda com a cabeça virada pra cômoda.
- Não Sam, diga isso olhando nos meus olhos.
Notas finais
Obrigada, Flávia Seddie, Vlw mesmo!
Não sei se esse capitulo vai ser do agrado de vocês, mas leiam e se tiver alguma reclamação ou elogio... Reviews, please!
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