Nosso Amor É Perfeito - ReNa
4 A casa de Renê
Notas iniciais
Renê narrando: Acabei de acordar com o som do meu despertador. 09:00! Sentei na beirada da cama, e comecei a pensar no que a Helena poderia estar pensando agora sobre meu respeito. E com razão! Espero que ela entenda...
Desci as escadas meio sonolento, abri a porta para o Doug, meu cachorrinho, sair, e comecei a preparar um café pra mim. Enquanto não ficava pronto, peguei meu celular, fui em Contatos, e encarei por um tempo o nome da Helena. Quando me dei conta, já havia ligado pra ela.
Helena narrando: Acordei com o meu celular tocando. Esse final de semana, estarei sozinha em casa. Era o Renê... atendo ou não? É melhor atender mesmo, pode ser importante.
Ligação on:
– Alô!
– Oi Helena, tudo bem?
– Sim Renê, e você?
– Não!
– O que aconteceu?
– Eu não me sinto bem, depois daquilo que fiz com você! Me perdoa Helena. O meu sono falou mais alto... e... me perdoa Helena!
– Renê, eu não posso mentir, mas eu não gostei nem um pouco do que você fez ontem!
– Eu também não! Vamos fazer assim, vem até minha casa para nós conversarmos melhor. Aproveita e fica para o almoço.
– E como posso ter certeza que você vai estar aí?
– Me passa teu endereço que eu te busco, ok?
– Ok! Anota aí: .........................................................
– Perfeito. Te busco em uma hora.
– Ok!
Ligação off!
Desliguei e logo comecei a me arrumar. Tomei um banho e fiz algo para o meu café. Depois que já estava pronta, fiquei olhando televisão, até que percebi que o carro do Renê estava em frente à minha casa. Peguei minhas coisas e fui até lá. Quando apareci na porta, ele logo saiu do seu carro, e abriu a porta do carona para mim. Entrei e ele fechou a porta, e entrou no seu devido lugar. Logo ele começou a conversar.
– Ok, me desculpa Helena. Fiquei acordado até às 03:00 da manhã, fazendo um trabalho que a diretora pediu. Me perdoa Helena!
– Renê, eu fiquei muito triste sim, mas eu te entendo! Sei bem o que a diretora Olívia pede pra fazer. Eu não quero perder sua amizade, então... tudo bem. -Ele me olhou abriu um lindo sorriso!
– Vou me conformar somente com sua amizade. -Ele olhou pra frente e ligou o carro. Eu corei, pois percebi muito bem o que ele queria dizer com isso.
Fiquei em silêncio o caminho inteiro. Assim que chegamos, ele estacionou o carro em sua garagem. Me deslumbrei com tanto luxo!
Quando Renê abriu a porta da sua cozinha, um cachorro peludinho coisa mais linda, deitou em meus pés.
– Quem é essa coisa fofa? -Perguntei pegando o cachorrinho no colo.
– É o comilão do Doug. -Ele disse fazendo carinho no cachorrinho.
– Me encantei por esse cachorrinho!
– É, ele é fofo, mas é uma peste! E você tem algum animal de estimação?
– Sim, tenho um gatinho! Ele tem um mês. Olha, eu tenho uma foto. -Achei uma foto do Pimpo no meu celular. -Esse é o Pimpo.
Renê narrando: A Helena conversava com o Doug, e adorava! Ele também. É tão bom ver a Helena assim, contente. Fiquei feito um babaca olhando somente pra ela.
– Renê, tá tudo bem? -Ela falou meio corada.
– Sim, por que?
– É que você fica me olhando assim...
– Sabe, acho que não seria legal, nós ficarmos assim... só na porta da cozinha! Vem comigo. -Peguei em sua mão, e apresentei toda minha casa pra ela. Helena soltou o Doug, e nisso eu a puxei para mais perto de mim pela sua cintura e...
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