Notas iniciais
O maior capítulo até agora! Esse deu quase três mil palavras XD Espero que gostem dele!

– Sabe, seria bem melhor se a seleção fosse feita depois do banquete. Assim não teríamos de assisti-la tão famintos! – Disse com um suspiro Matthew Campbell, que tinha há pouco sido selecionado para a Lufa-Lufa, para ninguém em particular.

– Bem. – Merody Hoddie, também da Lufa-Lufa, pareceu pensar a respeito por um instante. – Onde os alunos comeriam, nesse caso? Em pé?

Alguns outros alunos da casa riram, mas pararam para terminar de assistir às seleções quando professora McGonagall chamou por “Le’Leukën, Demyan!”.

O sobrenome “Le’Leukën” era muito poderoso – se tratava de uma das famílias mais nobres e antigas do mundo bruxo. O garoto Demyan, que foi até o Chapéu Seletor e o vestiu, foi um dos primeiranistas que mais recebeu a atenção geral.

Impressionante., disse-lhe o chapéu, Na minha música, falei sobre selecionar tataravós. Não apenas selecionei os seus, rapazinho, como também os tataravós dos tataravós deles. E você é o mais peculiar dentre todos; posso ver um toque de coragem e lealdade bem específico em sua pessoa... Mas digo-lhe isso apenas como curiosidade. Porque ainda assim, todos os seus outros aspectos me dizem que você é claramente um menino da SONSERINA!

Demyan não esperava que o chapéu fosse se demorar tanto assim nele, e foi para a mesa de sua casa com uma expressão estranha. Seu pai nunca poderia saber daquela história de “ser peculiar”.

– Le’Leukën, Rosemary! – Chamou professora McGonagall em seguida.

A menina sorriu para o irmão ao ir até o chapéu. Queria ir logo se juntar a Demyan.

Ao que ela colocou o Chapéu Seletor, esperou alguma coisa acontecer, e ficou surpresa ao que simplesmente permaneceu em silêncio. Estava prestes a perguntar para a professora se haveria algo errado quando ele começou a falar:

Acabei de dizer para o seu irmão que ele tinha características peculiares, mas não chegou nem perto de ser o bastante para que fosse para qualquer casa senão a Sonserina. Mas quanto a você... Procuro as características dos sonserinos, mas simplesmente não as encontro. Nunca antes fiz isso com um Le’Leukën, mas meu dever é selecionar as pessoas de acordo com o que elas são, não com seus sobrenomes. GRIFINÓRIA!

Ir para a Grifinória estava no topo da lista de coisas que Rosemary nunca esperaria. Retirando o chapéu, ela olhou para a mesa de sua casa, cujos alunos aplaudiam – não mais por alegria, mas agora apenas por educação, tão surpresos que estavam por estarem recebendo uma Le’Leukën. Então, olhou para a mesa da casa para onde deveria ir, a Sonserina, onde Demyan a encarou de volta e fez um gesto com a cabeça indicando a mesa da Grifinória. Só então Rosemary se deu conta de que estava impedindo que a próxima aluna, “McGloven Adelie!”, se sentasse, e foi rapidamente para a mesa de sua casa.

Uma garota realmente bem focada em seus objetivos., o Chapéu Seletor disse para Adelie, Prática, e faria qualquer coisa para chegar onde quer. Qualquer coisa. Boa com estratégias, e monta-as com frequência. Não se importa com a opinião alheia. Certo, está claro. SONSERINA!

Adelie foi para a mesa com um sorrisinho perverso. Sentou-se bem ao lado de Demyan Le’Leukën, e fez questão de perguntar um “Me saí bem melhor do que a sua irmã, não acha?” para ele. Ele ignorou, prestando a atenção quando à próxima menina que ia ao chapéu, “Mercure, Sophie!”.

Sophie Mercure ajeitou o cabelo antes de colocar o Chapéu Seletor, que caiu sobre seus olhos, e então esperou.

Vejo que você tem opiniões bem formadas sobre diversos assuntos; inclusive, mais do que muitos adultos. Há inteligência maior do que saber pensar? CORVINAL!

Ela foi até a mesa da Corvinal imaginando se ele dizia coisas legais assim para todos. Se sim, seria difícil ficar aborrecido com qualquer que fosse a escolha.

– Miller, John! – Foi o próximo a ser chamado.

Sua mente é quieta. O chapéu lhe falou, com suavidade. Estou vendo que é um menino extremamente realista, calmo e inteligente, mas tem alguns pensamentos negativos em excesso, posso ver quando procuro bem... Sem motivo, pois acho que irá aperfeiçoar perfeitamente as suas habilidades na CORVINAL!

John não se achava negativo, mas estava decidido a pensar sobre isso, agora que este traço lhe fora apontado. E realmente esperava poder aperfeiçoar suas habilidades em sua casa, e descobrir logo como poderia fazer isso.

– Myers, Doug! – A professora chamou em seguida.

Doug Myers já sabia perfeitamente o que esperar quando foi até o Chapéu Seletor: seria da Sonserina, como todos da família. Não que fosse se incomodar de ir para alguma outra casa – simplesmente não dava a mínima. Mas a opinião de seu pai seria diferente.

Você pensa sempre em si mesmo em primeiro lugar, não? Também vejo que é bastante independente, não faz questão de se prender às outras pessoas... SONSERINA!

E pelo visto, não tinha sido uma casa fora do esperado.

– Rosso, Dante! – Professora McGonagall leu.

Talvez eu vá para a Grifinória, pensava Dante Rosso ao seguir até o Chapéu. Tinha pesquisado muito sobre as casas e sabia bastante sobre elas, mesmo sendo nascido-trouxa. Mas acho que a Corvinal combinaria mais comigo. A Lufa-Lufa não me parece nada mal, é claro...

E colocou o Chapéu Seletor.

Oras, não consegue se decidir para qual casa gostaria de ir? Mas não está considerando nem um pouco a Sonserina como opção. Parece que você já entende bem sobre como é todo o sistema das casas e de muitas coisas do mundo bruxo. Você realmente vai longe, se continuar dessa maneira. Não estava errado em pensar que poderia ir para a Grifinória, pois vejo que é corajoso e leal, e nem de considerar a Lufa-Lufa, pois é otimista e companheiro. Mas a casa em que você melhor se encaixaria é a CORVINAL!

Dante seguiu para a mesa da Corvinal, enquanto a professora dizia o nome de “Skyful, Andrew!”.

Andrew Skyful foi se sentar no banquinho parecendo despreocupado, mesmo que alguns sonserinos já olhassem-no com deboche, provavelmente por causa de suas vestes de segunda-mão.

Um bom psicológico, você tem. Sabe como não se deixar abalar pelos atos das outras pessoas, e sua inteligência vai além dos estudos. Sabe dizer a coisa certa quando precisa. CORVINAL!

A Corvinal e a Sonserina eram, agora, as casas que mais estavam recebendo alunos novos. E a Lufa-Lufa, que até a pouco estava liderando, agora já estava sem um estudante novo fazia um tempo.

– Smith, Amy! – Foi chamada, então. A garota foi até o banco e colocou o Chapéu Seletor.

Uma bravura típica dos alunos da Grifinória. Ao mesmo tempo, inteligente como alguém da Corvinal. No seu caso, a escolha é um pouco mais delicada do que nos alunos com ideias fixas na mente... Seu espírito é aventureiro, posso ver. Gosto de desafios. Sim... Houve uma longa pausa. É, é isso. GRIFINÓRIA!

Os grifinos aplaudiram seu novo membro, e a lista se seguiu com “Solar, Charlotte!”.

Você é extremamente criativa., o chapéu lhe falou, e Charlotte procurou pensar em um elogio, imaginando se ele também via esse tipo de coisa. E se tivesse visto, ignorou., Inteligente, responsável... Ficará bem na CORVINAL!

Uma salva de palmas acompanhou a menina até a mesa, só parando quando professora McGonagall chamou o próximo nome:

– Taylor, Jason!

Jason Taylor se perguntou se era possível que todo o salão estivesse ouvindo seu estômago roncar quando foi pôr o chapéu. Estava com muita fome, e mal podia se concentrar nas casas por aquilo.

Certo, vamos rápido, então., disse-lhe o chapéu, você não é muito complicado, de qualquer forma. Bem fiel, amigo... LUFA-LUFA!

Só restavam, então, dois alunos para ser selecionados. A professora já tinha até a voz cansada quando chamou por “Williams, Melinda!”, deixando apenas um menino na espera.

Ah, o traço incomparável de ambição que habita as mentes e os corações dos sonserinos... Tenho certeza de que falei isso, com essas exatas palavras, na música que cantei em 1897. E nada mudou. SONSERINA!

Murmúrios de “agora só falta mais um...” correram pelo salão. Não que não estivessem interessados pela casa para qual o último estudante iria – simplesmente, estavam com muita fome para esperar mais. Mas quando a professora chamou pelo nome de “Wings, Alexander!”, muitos até pararam de prestar a atenção. Como Le’Leukën, Krieger, McGloven, Albini e todas essas famílias, os membros da família Wings sempre iam para a Sonserina.

Hmm, fez o chapéu para o menino quando este lhe pôs na cabeça, você definitivamente não é o primeiro Alexander Wings que passa por mim. Tem o nome de seu pai, rapazinho? Ah, sim. Como é interessante ver como pode ser diferente a personalidade de um pai para um filho, mesmo carregando o mesmo sangue e até o mesmo nome... Mas seu pai, assim como sua mãe e todos seus ancestrais tinham pensamentos bem diferentes do seu – e nenhum deles, o seu nível de bravura. É realmente raro eu ter de fazer uma coisa dessas, e não esperava ter de fazer isso duas vezes no mesmo ano, mas é assim que as coisas devem prosseguir. GRIFINÓRIA!

Alec nunca se sentira tão contente em sua vida. Desde criança ele gostava de desafiar seus pais e achava a supremacia do sangue algo estúpido – mas mesmo assim, nunca se imaginara indo para a Grifinória. Era como se, pela primeira vez, alguém estivesse reconhecendo que ele não era como a família, e isso fazia-o se sentir tão bem.

A última salva de palmas veio dos grifinos enquanto Alec se juntava a eles, e parou tão logo professor Alvo Dumbledore levantou-se de sua mesa e começou a falar:

– Bem vindos à mais um glorioso ano em Hogwarts! Como todos devem ter noção, estamos passando por tempos difíceis por causa de Lord Voldemort. – Todo o salão caiu em um silêncio assustador à menção do nome. Na mesa da Grifinória, Marie François perguntou para Elizabeth Anderson, sentada ao seu lado, qual era o motivo daquilo, mas como todos, a garota parecia atormentada demais para ouvi-la. – E como eu sempre digo, o medo de um nome apenas aumenta o medo da coisa em si. Lord Voldemort – Dumbledore propositalmente levantou a voz para dizer o nome – está lá fora, matando, torturando e impondo seus ideais para bruxos inocentes nesse exato momento em que estamos aqui. E tudo que posso dizer para vocês no começo deste ano, meus caros, é que juro fazer de tudo para cuidar de meus alunos. Mas também, vocês terão de olhar por si mesmos.

E com isso, o diretor tornou a se sentar, virou-se para um professor sentado ao seu lado e pediu para que lhe passasse a travessa de pão, o que despertou todos os alunos para um fato: todas as travessas sobre a mesa, que antes estavam vazias, repentinamente estavam cheias de todos os tipos de comida.

Enquanto se serviam, as conversas dentre os alunos foram voltando aos poucos, até que em poucos segundos o salão estava exatamente como antes.

– Eu acho que não entendi muito bem. – Marie insistiu. – Como assim, Lord...

– Não diga o nome dele! – Repreendeu Elizabeth, franzindo o cenho.

– Mas por quê?!

– Também não sei porquê. – Nicolas Cooper se intrometeu, falando com a boca cheia de rosbife. – Minha família sempre fala “Você-Sabe-Quem” ou “Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado” no lugar do nome dele, mas o que Dumbledore falou foi verdade. Para que temer um nome?

– Porque – foi Alec Wings quem falou, como se Nicolas fosse extremamente burro – as famílias bruxas preferem não ficar trazendo coisas negativas do tipo para suas casas.

– Como você sabe? – Nicolas retrucou imediatamente, com ironia. – Seus pais devem chamá-lo de “Lorde das Trevas”, afinal, não é? Aposto que são comensais. Será que vão ficar muito decepcionados quando descobrirem que o filho deles foi para a Grifi...

– Pare com isso! – Rosemary Le’Leukën disse, batendo um garfo na mesa para fazer mais barulho. – Eu também devia ter ido para a Sonserina, mas estou aqui como você e o Alexander. Significa que não somos como... – Sua voz morreu no meio da frase. Ela engoliu em seco. – Só... Vamos ser amigos.

Alec deu um sorriso mínimo.

– “Alexander” é o meu pai. Me chame só de Alec.

– Hm, alguém me passa a jarra de suco de abóbora? – Pediu Amy Smith, tentando quebrar a tensão da mesa. Ken Drakon pegou o suco e o passou.

– Aqui.

– Muito obrigada.

– Bem, talvez Dumbledore e o Cooper estejam certos. – Elliot Geoffrey voltou ao assunto, tornando vã a tentativa de Amy. – Não vamos morrer só por falar Lord Vol...

– Deixe mamãe e papai ouvindo você dizer isso, Elliot. – Disse uma voz atrás dele, e quando se virou, viu seu irmão gêmeo Augustus, que tinha ido para a Corvinal, parado perto dele.

– Ei! – Protestou Elliot, com um dedo levantado. – O que você está fazendo aqui, corvino?

– Vim dar oi. E pedir um pouco do peixe defumado de vocês, o da Corvinal já acabou.

– Já? – Amy deu uma risadinha. – Como assim? O banquete acabou de começar.

– Estão todos realmente com fome. – Augustus ergueu as sobrancelhas, sorrindo, e Elliot lhe passou o peixe. Então, ele voltou para a sua mesa, onde colocou o prato.

– Pronto, peguei.

– Você viu se eles estão dando problemas? – Perguntou Olivia Chapman, que encarava a mesa da Grifinória. – O Cooper e o Wings. Estão brigando?

– Não pelo que eu vi. – Augustus deu de ombros. – Por que está preocupada com eles?

– Por nenhum motivo. – Olivia encarou o próprio prato.

– Eles são bonitinhos. – Disse Sophie Mercure, e alguns dos outros alunos riram, mas Olivia apenas enrubesceu.

– Bom, isso não tem relação com o fato de eu querer saber deles. – Declarou, voltando a comer.

– Vocês sabem quem eu achei bonitinho? – Charlotte Solar começou a dizer, mas Dante Rosso interrompeu:

– Essa conversa de menininha está me assustando. – E dessa vez, todos riram.

– Então, mudando de assunto. – John Miller disse. – Nossas aulas já começam amanhã, não é? Quando será que vão nos dar o nosso cronograma, então?

– Amanhã mesmo, provavelmente. – Manuella Brown disse. Ela olhava para a mesa dos professores. – Será que esses professores serão legais?

– Meus irmãos gostam deles. – Falou Olivia.

– Meus pais também disseram que eles eram legais, mais meus pais não estão na escola há quase vinte anos. – Manuella falou.

– Não tenho parentes bruxos... – Murmurou Dante, e se surpreendeu quando os outros o olharam quase com pena. – O que foi?

– Ah, você sabe. – Disse Andrew Skyful. – Você é um nascido-trouxa e tem toda aquela história chata com Você-Sabe-Quem... Bem, não vamos falar nisso.

Mas enquanto isso, na mesa da Sonserina, os alunos não pareciam muito preocupados em não falar naquilo.

– Dumbledore fica falando como se ele fosse um herói. – Reclamava Jeremy Krieger. “Juro fazer de tudo para cuidar de meus alunos...” – Ele fez voz de falsete e bufou, revirando os olhos.

– “Mas também, olhem por si mesmos!” – Morgana Albini concluiu a imitação. Doug Myers franziu o cenho por um instante.

– O que foi, Myers? – Perguntou Jeremy, tendo reparado.

– Nada. Só acho que chegamos a Hogwarts hoje, é difícil já termos uma opinião tão formada assim sobre Dumbledore.

– Bobagem. – Arleen Hafno balançou a cabeça, desconsiderando. – Meu pai já me falou de Dumbledore, e não foram coisas boas.

– Ei, Le’Leukën, por que você está tão quieto? – Perguntou repentinamente Lorenzo Albini, olhando para o garoto que comia em silêncio.

– Chateado porque a irmãzinha está na Grifinória, suponho. – Provocou, pela segunda vez em pouco tempo, Adelie McGloven.

O rosto de Demyan Le’Leukën adquiriu um tom levemente avermelhado quando olhou para os dois com uma frieza cortante. Não iria nem piscar se falassem dele – mas não podiam se meter com Rosemary.

– Sim, minha irmã está na Grifinória. – Disse, com o tom despreocupado. – Mas para onde os pais de vocês foram, mesmo? Lufa-Lufa, suponho?

Jeremy ficou sinistramente sério, e Adelie deu um sorriso maligno. Preparou-se para dizer algo, mas Melinda Williams se pronunciou primeiro:

– Pelas barbas de Merlin, chega disso. Que chatice.

As coisas estavam indo um pouco melhores na mesa da Lufa-Lufa, todavia. Os alunos estavam se dando bastante bem para quem havia se conhecido apenas naquele dia.

– Estou feliz de ter ido para a Lufa-Lufa. – Declarou Jason Taylor. – É a casa para qual meus pais foram, mas acho que eles ficariam contentes com qualquer casa.

– Minha mãe foi uma bruxa, mas não sei de qual casa ela foi. – Laura Jane suspirou. – Ela morreu quando eu era um bebê, e meu pai é trouxa, então não soube me dizer. Ele disse que ela foi morta por Comensais.

– Meus pais também morreram, quando eu tinha quatro anos. Cresci em um orfanato. – Contou Atenna Grace.

– Vocês estão me fazendo sentir culpado por ter falado dos meus pais. – Jason falou, e as meninas sorriram fracamente.

– Bom, meus pais nem me contaram que eu era bruxo como meu pai até eu receber a carta de Hogwarts. – Theodore Bones disse. – Não sei porque fizeram isso...

– Talvez tentando te proteger. – Falou Ethan Johnson – Não é fácil ser um bruxo hoje em dia, você sabe... Estamos em guerra.

– Mas eu não acho que a melhor alternativa para proteger seu filho seja esconder dele quem ele realmente é. – Anne Jones opinou.

– Eu daria de tudo para ter uma família bruxa. – Matthew Campbell falou. – Ter convivido com tudo isso desde que nasci... Porque estou achando tudo tão legal!

– Aposto que todos dizem isso até a primeira aula com um professor extremamente chato. – Disse Merody Hoddie, e os outros riram.

Mais tarde, quando todos já tinham comido e o banquete foi encerrado, os monitores reuniram todos os novos alunos de suas casas, e foram todos juntos para seus salões comunais – todos lindos, de fato, mas não era momento para pensar naquilo. Tiveram um longo dia e o que se seguiria seria maior ainda. Agora que estavam devidamente alimentados, o pensamento geral era, simplesmente, deitar em suas camas e mergulhar em um sono profundo.

Notas finais
As aulas já começam no próximo capítulo! Todos prontos? XD