Nossa Garotinha
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Espero que gostem (:
Nos vemos la em baixo ..
Nossa Garotinha
Alan chegou em casa na sexta , após ter passado tres semana conturbadas na NSA. Eram tantos problemas que a porra do mundo criava e ele tinha que resolver e não via a hora de chegar em sua casa e abraçar sua filha e sua mulher. Há alguns anos se alguém dissesse pra ele que um dia ele se casaria com uma ex-infiltrada da NSA e ex-mafiosa e que teriam uma filha , ele não só riria como também socaria o filho da puta, no entanto , hoje com 48 anos ele era pai e marido.
Abriu a porta de casa e sentiu um cheiro diferente, seu novato estava tentando cozinhar de novo? Ele correu pra cozinha lembrando da ultima vez que a mulher tentara cozinhar, ela quase destruira a cozinha por completo.
Viu Claire em frente ao fogão olhando desolada pra panela fumegante com uma colher de pau na mão. A mulher vendo pelo canto de olho seu marido , se virou pra ele e abriu um sorriso amarelo.
– Ah novato, tentando destruir a cozinha de novo? – Lamuriou Alan. Seu novato levou a mão ao peito , indignada.
– Não cozinho tão mal Gegê – O chamou pelo apelido que ele tanto odiava e que ela sempre insistia em chama-lo.
– Não? Olha só pra isso Claire, virou carvão. – Disse cutucando o carvãozinho que estava na panela com um garfo.
– Poxa, eu só queria agradar meu maridinho. – Disse com um sorriso inocente. Alan a olhou desconfiado.
– O que você fez? – Perguntou já prevendo que não iria gostar nada do que ela teria aprontado. Novamente ela o olhou novamente indignada e ia protestar quando um vulto azul pulou em cima do homem.
– PAIÊEEE – Com 15 anos sua menininha já tinha a altura da mãe. Seus cabelos de um castanho arruivado, os olhos cor de chocolate que o pai tanto amava e algumas sardinhas nas bochechas que davam a ela um ar inocente e fofo, ela era linda e é claro que Alan já tinha que olhar feio pra alguns garotinhos. Ele sorriu pra filha e a abraçou. Claire abriu um sorriso, emocionada, seu General podia ser rude e impassível mas com a filha tudo mudava, era o pai mais coruja que conhecia.
– Emily – Exclamou o homem apertando sua menininha em si. Ela sem sombra de duvidas era a coisa mais importante da vida dele, e sentira tanto sua falta na semana passada longe de casa que já não aguentava mais ficar longe de sua pequena. Ela o soltou e ele a observou mais a fundo, ela estava com o vestido que ele dera para ele em seu décimo quarto aniversário , ela sabia o quanto gostava quando colocava aquele vestido, ela tinha o olhar brilhante e O sorriso, aquele sorriso que ela dava somente quando queria algo do pai. Primeiro Claire tentando cozinhar pra agrada-lo e agora Emily com O sorriso.
Olhou com os olhos em fendas e a boca em linha fina enquanto observava as duas mulheres mais importantes de sua existência. Claire o olhou meio receosa , como explicaria pro marido que um garoto viria jantar em sua casa para pedir a mão de sua filha em namoro?!
– O que vocês aprontaram dessa vez? – A voz do homem que amava lhe puxou pra realidade.
– Que isso pai? O senhor sempre desconfia de mim e da mamãe, isso doi sabia? – Disse Emily tentando reverter a situação, não queria que o pai tivesse um ataque antes da hora, sabia que ele daria um piti quando soubesse que Nick a pediria em namoro.
Alan olhou pra carinha de magoa da filha , mas a conhecia bem o bastante para saber que era tudo uma farsa, os olhos da garota brilhavam com certo receio.
– Não caio mais nessa Emily, da pra falar logo que porra vocês fizeram dessa vez? – Claire já tentara fazer o homem parar de falar palavrões perto da filha , mas não conseguira.
– Relaxa Alan, a gente só vai ter visitas pro jantar essa noite. – Claire tentou afastar a atenção do homem de sua filha. Sorriu quando ele olhou pra ela ainda desconfiado e envolveu seu pescoço com os braços e colou seus lábios.
– Heeeey , ainda to aqui beleza. – Disse Emily, Claire revirou os olhos “como se ela já não tivesse beijado alguém”. Emily percebendo o olhar da mãe, deu uma risadinha e foi pro seu quarto. Claro que ela já havia dado uns beijos aqui outros ali, inclusive sua mãe já pegara ela no flagra uma vez, mas ver seus pais se beijando sempre seria filhodopaimente estranho. Riu percebendo que usara a expressão de Tio Luke.
Na cozinha, Claire e Alan se beijavam com saudade. Ele não tinha como negar que a amava, e amava muito, sentira tanto a falta de seu novato quanto sentiu da filha.
A beijava com amor, suas línguas se entrelaçavam acariciando uma a outra. Apertava possessivamente a cintura da mulher e a puxou pra cima fazendo ela circundar sua cintura com as pernas. Espalmou as mãos na bunda da mulher e a colocou em cima da mesa, fazendo varias panelas e talheres irem ao chão em um barulho estrondoso. Passou a beijar e mordiscar o pescoço de Claire enquanto esta lhe arrancava a camisa, espalmou as mãos no abdômen incrustado de músculos do homem e lhe arranhou com as unhas recentemente pintadas de vermelho sangue.
Alan levou sua ex-infiltrada pro quarto que era deles e a deitou na cama ficando por cima dela, beijou a boca da mulher que amava e rasgou a fina blusa que ela usava. Claire revirou os olhos, já estava ficando sem roupas já que ele sempre insistia em rasga-las.
Ele lhe beijou os seios cobertos por um sutiã de renda azul marinho e desceu os beijos por sua barriga plana ate chegar na calça , a qual desabotoou e tirou apressadamente do corpo da mulher jogando em um canto qualquer do quarto. Claire fez o mesmo com a calça do marido, revelando seu membro ereto coberto por uma box branca. Ele destruiu a pequena calcinha que a mulher trajava enquanto o sutiã dela e a cueca de Alan tomavam o mesmo fim que as calças.
Ele lhe beijava com ardor, acabando com o resto de sanidade que a mulher ainda pensava ter. Ela envolveu o membro de Alan com as mãos e as moviam de baixo pra cima e de cima pra baixo em um movimento erótico. Ele grunhiu e mordeu sua boca, espalmando as mãos grandes e ásperas nos seios da mulher os massageando e chupando o pescoço de Evans.
Evans os virou em um movimento rápido, ficando por cima e descendo beijos pelo peito largo e o abdômen definido do homem chegando ao membro EGGM (N/A: “extra grande grande mesmo” , tirei a expressão das meninas do Orkut *-*) do homem. Ele a encarava com aqueles olhos verdes profundos e brilhantes em fenda, desejoso.
A mulher rodeou a glande do membro do marido com a língua e descia e subia com beijos, o provocando. Ela adorava provoca-lo, ver ele fuzila-la com o olhos e dizer “Anda logo com isso novato” ou “ Não me provoque novato , não me provoque” ..
Com rapidez, colocou boa parte do pau do marido na boca relaxando a garganta e fazendo movimentos de vem e vai. Alan jogou a cabeça pra traz gemendo baixinho, sentindo a boca macia da mulher que não saia de sua mente em seu pau. Não aguentava mais porra, em um rompante ele a puxou pra cima e a colocou embaixo dele , Claire arregalou os olhos só pra depois fecha-los em total prazer sentindo seu marido se afundar em sua boceta.
Alan penetrou-a rápida e fortemente fazendo sua pequena e estreita mulher gemer alto e entrelaçar as pernas na cintura dele , fazendo seu pau se afundar mais ainda naquela boceta gostosa. Grunhindo, ele passou a alternar entre movimentos rápidos, fortes e profundos no interior da mulher que o deixava cada dia mais louco.
Ela sentia o pau de seu marido estocar cada vez mais rápido em sua boceta, ela sentira tanto a falta daquilo, ela mastigava o pau de Alan com sua boceta o enlouquecendo e com estocadas cada vez mais vigorosas e gritos e gemidos ecoando pelo quarto, ela gozou molhando o pau do marido com seu prazer. Ele deu mais uma.. duas .. três.. quatro estocadas e veio forte também, derramando seu prazer dentro da mulher.
Arfando, ele se apoiou em seus cotovelos pra não deixar seu peso cair na mulher de aparência frágil , mas que de frágil não tinha nada, e a beijou apaixonadamente.
– Eu senti sua falta meu novato – Alan confessou em seus lábios e Claire sorriu se sentindo completa.
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De banho tomado e devidamente vestidos, Claire e Alan foram a cozinha onde encontraram Emily sentada na mesa com as pernas balançando inocentemente e se lambuzando de sorvete de chocolate enquanto ouvia música em seu Ipod com os foninhos no ouvido.
– Ah, acabaram? Credo hein, não sabem gemer mais baixo não ? Tive que colocar músicas altas aqui pra abafar o barulho de vocês dois. – Disse Emily com uma falsa expressão de zangada.
– Ah Milinha, um dia você também vai gemer tão alto quanto a gente. – Claire brincou fazendo o marido paralisar e arregalar os olhos em uma expressão de choque.
– O QUE? O que você ta insinuando Evans? Hã? – Evans então percebeu o fora que tinha dado.
– Eu? Nada. – Em seguida o beijou e ele acabou se distraindo um pouco, mas aquilo ainda ficaria por um bom tempo martelando na cabeça do homem.
– Pedi comida italiana. – Emily comentou enquanto descia da mesa e guardava o restante de sorvete na geladeira. Ela sempre gostara de tudo que é italiano, gostaria de um dia ir pra Itália.
– A gente podia ir pra Itália no meu aniversário de 16 anos né?! – Chamou, já pensando emg um possível presente pro ano sucessor.
– NÃO
– NÃO – Emily se assustou com o frito de ambos pais, fora só uma ideia.
– Calma, foi só uma ideia. – Idealizou seus pensamentos.
– Quem é o infeliz do convidado de hoje então? – Perguntou Alan, mudando de assunto. Itália? Nem pensar!
– Ah, é o Nicholas.
– O filho de Nora e Luke?
– É.
– E desde quando aquele menino é visita aqui? Aquele garoto mora mais aqui em casa do que na dele. – Alan não intendia a ligação quase inquebrável de amizade entre Nora, Claire e Luke. Eram quase da família.
– Ele tem um comunicado a fazer Alan, e melhora essa cara , você sempre assusta o menino com essa expressão fechada. – Repreendeu Claire, ela odiava quando ele fazia aquela expressão impassivel.
– Esqueceu quem é o General aqui? Por acaso eu sou conhecido como quem liga para o que assusta ou não os outros? – Rosnou. Porra, as vezes ela parecia esquecer de quem era a hierarquia mais alta daquele lugar. Suas três estrelas tinham que servir para alguma coisa. Claire rolou os olhos e foi arrumar a mesa com a ajuda de Emily que ria disfarçadamente. A campainha tocou naquele instante e o grande Generalíssimo foi pagar a comida que sua filha tinha pedido. As garotas arrumavam a sala de jantar e Alan foi pra sala se jogando no sofá e ligando a TV assistindo a um jogo qualquer.
Alguns minutos depois a campainha tocou novamente e Emily foi rapidamente para a porta da frente atender alguém.
Ela entrou com Nicholas na sala e Alan o cumprimentou com um aceno de cabeça. O menino estranhamente suava horrores. Foram pra sala de jantar onde Claire já esperava.
– Olá Nick, onde estão seus pais? – Claire perguntou educadamente.
– E-estão na casa da vó Eunice, não puderam vir comigo.
– Sente-se então, vamos jantar. – Alan bufou para aquela formalidade toda. Qual é, era só o filho de Whitlock. Jantaram normalmente, conversando sobre assuntos normais. Tudo muito normal e Alan estava desconfiando dessa normalidade toda, no meio do jantar Nick descansou os talheres no prato e chamou a atenção de Alan.
– Sr. E Sra. Beckert, filhos de um pai ... – Começou Nicholas e parecia que ele iria desmaiar a qualquer momento. Alan estranhou, o menino Whitlock sempre insistia em chamar ele e sua esposa de Tio e Tia.
– ... Já faz muito tempo que a gente se conhece, e eu e Emily sempre fomos amigos e a algum tempo eu percebi que estou filhodopaimente apaixonado por ela e queria pedir a mão dela em namoro. – Despejou tudo de uma vez esperando Alan explodir. Todos olharam pra Alan como se só estivessem esperando a aprovação dele , e estavam. Fez-se alguns minutos de silencio naquele lugar.
Alan arregalou os olhos, processando o que o garoto tinha acabado de lhe dizer. Sua filhinha? Seu bebe? Sua menininha? Sua Milinha? Sua pequeninha? Namorando? NAMORANDO?
Namorando ! Quando a ficha caiu ele olhou fixamente pro garoto e todos ali tremeram sentindo o ar ficar mais tenso. Ele respirou fundo tentando manter a calma.
Sua filha queria namorar um garoto. Isso acontece todos os dias com pais diferentes. Ele não explodiria. Não explodiria.Bem, ele tentou.
– NAMORO?? NAMORO?? FICOU LOUCO GAROTO? ELA SÓ TEM QUINZE ANOS ! – Deus sabe o quanto ele tentou se segurar, mas não conseguira. Emily e Claire já esperavam por isso, porém Whitlock pulou da cadeira a beira do choro. Era hoje que ele morreria. “Adeus pai, adeus mãe.”
– E já passou da hora dela arrumar um namoradinho, e é bem mais preferível que seja alguém que a gente conheça. Vai que ela arruma um mafioso ou um fora da lei qualquer por ai – Claire intercedeu pelos dois. General Beckert bufou com a fala da mulher e a fuzilou daquele jeito que a deixava molhada.
– É preferível porra nenhuma, ela só vai começar a namorar com 40 anos. Eu já disse. – Beckert disse um pouco mais calma, poucos mesmo.
– Ah, economize-me Alan, com 40 anos ela já vai estar casada e com filhos correndo pela casa. – Claire comentou e Alan arregalou os olhos com a possibilidade. Casada? Filhos? Mas isso seria só com 60 anos.
– É pai, poxa , a mamãe me disse que com quinze anos você já levava garotas para atrás das arvores e igrejas e eu não posso nem namorar com um amigo da família? – Alan olhou assustado para a dona da fala, sua filha. Aquela maldita mulher agora contava os podres dele para a filha? Olhou feio para Claire que sorriu docemente para ele.
– Mas eu sou homem. – Decretou, como se fizesse toda a diferença.
– Larga de ser machista Alan Beckert, ela vai namorar sim !
– E desde quando você toda as decisões aqui nessa casa? Esqueceu quem é o General aqui?
– Voce pode mandar na porra daquela NSA, mas aqui em casa você não é o único a tomar decisões. – Berrou a mulher já se estressando com o marido. Emily e Nicholas olhavam de um para o outro assustados.
– Mas eu sou o homem aqui e quem toma as decisões sou eu porra – General Beckert berrou nervoso.
– NÃO ! Nós somos um casal , e casais tomam decisões juntos. Se você passasse mais tempo em casa e não naquela maldita NSA você perceberia que a sua filha cresceu e que agora ela já toma as decisões de sua vida sozinha. Ela tem quinze anos, mas é muito mais madura do que muita mulher de vinte por ai. – Jogou na cara de Alan que imediatamente se calou. Ele não passava tanto tempo assim no trabalho , passava? Ele sabia a resposta. Sim, ele passava.
Quieto, ele se virou para Nicholas Whitlock e o chamou pra conversar no escritorio. Emily olhava com medo o pai e o namorado se afastarem. E se seu pai matasse Nick?
Assim que Alan fechou a porta do escritorio atrás de si, Claire e Emily colaram os ouvidos nela.
Alan se sentou em frente Nicholas e o estudou minuciosamente. O garoto parecia ter criado mais coragem para enfrentar o futuro-sogro, Alan bufou com esse pensamento.
– Quais são suas intenções com Emily? – Perguntou o pai ciumento. Whitlock respirou fundo e olhou determinado para Beckert.
– São as melhores possível Sr. Beckert, eu amo aquela menina já faz algum tempo mas não quis me envolver muito com ela antes de pedir permissão pro senhor. – O garoto falava educadamente.
– Se o senhor permitisse nosso namoro eu protegeria ela com a minha vida, Emily é uma das coisas mais importantes da minha vida e não vou magoa-la, Senhor. – Continuou , atrás da porta Emily se encontrava com os olhos cheios de grossas lagrimas que caiam insistentemente por suas bochechar e sorria lindamente. Claire sorriu, Nick seria um grande homem e merecedor de uma garota como Emily, disso tinha certeza.
Dentro do escritório , Alan analisava cuidadosamente as palavras do garoto.
– Voce sabe manusear uma arma? – Alan perguntou de repente. Nicholas ficou confuso com a pergunta mas respondeu.
– Sim, eu sei . Meu pai me ensinou. – Alan pensou mais um pouco. Pelo menos ele seria capaz de atirar em algum filho da puta que tentasse algo com sua filha. Do outro lado da porta Claire revirou os olhos pra pergunta besta do marido, custava ele simplesmente aceitar o namoro dos dois?
– Garoto, eu vou permitir esse namoro , mas se você pensar em magoar ou deixar qualquer coisa ruim acontecer com a minha filha, saiba que eu sou Generalíssimo da NSA e comando exércitos com a mesma facilidade com que eu pisco. Eu te capo , te torturo e depois te desmembro se você deixar algo acontecer com a Emily. Entendeu? – Alan mandou aquele olhar que congelaria o inferno para Whitlock e este assentiu rapidamente.
– Não vai acontecer nada com ela , eu prometo Sr. Beckert. – Disse o garoto com os olhos arregalados, depois daquela ameaça e aquele olhar quem ousaria contrariar aquele homem?
– Eu espero Whitlock , eu espero. – Lançou mais um olhar penetrante pro garoto e se levantou saindo do escritório.
Claire e Emily , ouvindo os passou imponentes, quase arrogantes de Alan — se passos podiam ser arrogantes eram aqueles — correram para a sala de TV e se sentaram no sofá esperando os homens chegarem. Tentando esconder a alegria, Emily olhou pro pai e para o namorado.
– E então? – Alan quase rolou os olhos, como se elas já não soubessem. O brilho nos olhos da filha compensavam o ciúmes. Nicholas abraçou Emily pelos ombros mostrando todos os dentes em um sorriso enorme para ela. A pequena do General, então sorriu também e beijou Whitlock.
– Se vocês se beijarem na minha frente de novo eu acabo com a felicidade de vocês rapidinho – Rosnou Alan, Claire rolou os olhos e o abraçou se esticando toda para beijar rapidamente o homem na boca.
– Relaxa meu amor. – Internamente o imponente generalíssimo Beckert sempre ficava mais feliz quando Evans o chamava de “amor”. Por fora ele não demostrava reação alguma, pra variar. Ele passou os braços pelos ombros da mulher e se sentaram no sofá enquanto Emily se despedia de Nicholas no exterior da casa. Claire se acomodou no colo do marido , deitando a cabeça no peito dele.
– Ela ta crescendo não ta? – Ouviu a pergunta do marido com divertimento.
– Esta sim, nossa menininha esta crescendo Gegê. – Respondeu escondendo o rosto no peito largo do homem que tanto amava. Alan sorriu com o apelido tosco.
– Parece que foi ontem que você estava esgoelando que quem iria parir era você e não eu. – Claire sorriu com a lembrança, era noite quando a bolsa estourou e as contrações começaram e Alan falara para ela manter a calma , gritara para ele que quem iria dar a luz era ela e não ele e mandara ele enfiar a porra da calma onde o sol não bate.
Alan então puxou Claire pelo queixo carinhosamente e lhe beijou. Aquele beijo que a fazia ama-lo ainda mais. Se separaram e olharam fundo nos olhos um do outro. Verde no castanho. Naquele olhar o “Eu te amo” era quase palpável.
Oh, sim, Beckert amava seu novato prepotente. Assim como Evans amava seu General.
Sempre era uma palavra forte, mas quando usada para descrever o amor daqueles dois não existia palavra melhor.
Eles se amariam para sempre, sim, pelo resto de suas vidas.
Notas finais
sabiam qe é a primeira vez que eu escrevo Hentai? O.O kkkk'
Espero que gostem , eu sempre acompanhei A Infiltrada desde o começo e ainda acompanho .. Dai hoje resolvi escrever sobre' AUSHAUSHUASHUASH'
Escrevo fic Saga Crepusculo também meus amores , deem uma olhadinha la no meu perfil'
E AAAAAH NATALIA MARQUES SUA DIVA ! Sou fã dela blz?! kkkk'
Minha esperiencia em escrita é pouca e minhas fanfics não são as melhores , mas são de coração (:
Me adicionem la no face http://www.facebook.com/semirames.avila.7
e no MSN : semirames97@hotmail.com ..
Beeeijos' (:
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