Nos Vemos ao Entardecer
5 O calor subiu depressa
Notas iniciais
Pisquei e já chegamos ao final.
Não sei quem ou se alguém comentou na fic. Depois eu atualizo agradecendo nominalmente, mas por enquanto muito obrigado a você, leitor ou leitora, que deu uma chance a esta humilde drabble e chegou até este capítulo final!
Se tivesse mais dois capítulos seria o ideal, mas não vou reclamar. Estou satisfeito com a história.
A palavra do capítulo é: falca!
Isa e Tônia deitaram-se na grama. Por um instante, a preocupação acabou. Relembraram o dia em que se conheceram, desabafaram sobre o dia cansativo que tiveram e planejaram o amanhã com empolgação tímida, planejando uma viagem a barco depois da reforma da .
A primeira explosão foi ouvida. O estampido ensurdeceu as moças. Sem pausa, outras explosões devastaram a cidadezinha.
Abraçaram-se. A sequência veio em câmera lenta: O caça-bombardeiro largando a bomba, o rosto de Tônia com lágrimas de despedida. Isa fechou os olhos, cada detalhe de sua vida desfilando diante de si.
O calor subiu depressa.
Notas finais
Espero que tenham gostado! =D
Eu prometi curiosidades e aqui vai: Lá pelo final de junho ou começo de julho, eu tive um sonho em que duas pessoas estavam contemplando o por-do-sol quando uma bomba atômica veio e devastou tudo. As duas pessoas estavam de mãos dadas. Isso ficou na minha cabeça por dias e pensei: "Se tiver mini-desafio, eu vou escrever essa história".
E aqui está ela.
(Eu não sei se teve relação, mas eu lembro que esse sonho veio quase na mesma época em que os EUA bombardearam as bases do Irã).
Não tem motivo para se chamarem Isa e Tônia, só foram os primeiros nomes que pesquei na lista "Nomes que nunca usei em fics" que eu guardo na cabeça.
Então, é isso. Espero que tenham gostado dessa história curta e meio triste. Pensei em fazer um prelúdio em outubro para saber mais sobre as vidas de Isa e Tônia, mas ainda não decidi. Quem sabe?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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