Notas iniciais
o cap ficou um pouquinho grande, mas tenho que falar... TRETA

*barulho de explosão*

Narrador em 3° pessoa:

Uma dinamite foi jogada dentro da cada aonde tinha o porão, o que fez algumas coisas desabarem e todo mundo apagar. Os soldados do reino entraram e prenderam todo mundo, menos o cachorro, que acabou morrendo quando uma pedra caiu em cima dele.

Estão transportando a galera até a prisão, e assim que chegarem, vão separar dois pra cada cela: a Cupa e Snow em uma e o Saito e a Milliana (a aldeona de antes).

Visão: Saito

Que porra aconteceu? Por que eu estou acorrentado e dentro de uma porcaria de uma cela?

Eu dei umas reviradas pra ver se conseguia me soltar, mas não deu. Eu olhei pros lados e vi aquela aldeona, então perguntei:

—você lembra como fomos parar aqui?

Ela respondeu um pouco preocupada:

—não, mas não chegue perto de mim!

Eu respirei fundo de uma maneira depressiva e falei:

—mesmo que eu quisesse, não dá pra fazer nada. eu estou acorrentado. E quer parar de uma vez com toda essa insegurança perto de mim?

Ela respondeu:

—sem essa! Você quer que eu baixe a minha guarda pra poder me estuprar!

Eu olhei feio pra ela e respondi:

—você acha mesmo que eu faço isso com garotas? Eu bem que queria acabar entrando no banheiro sem querer enquanto estivessem trocando de roupas, mas isso não vem ao caso. Eu não sou um fracassado que obriga os outros a satisfazerem meus desejos pessoais.

Depois dei uma bufada e virei pro lado, ela se afastou mais um pouco e encostou na parede. Mas de certeza que deve ter me chamado de pervertido.

Ficamos uns 10 minutos em silencio absoluto, até que eu perguntei:

—pode me dizer pelo menos o seu nome?

Ela respondeu:

—Milliana.

Aquilo me lembrou de uma garota com orelhas e cauda de gato, mas essa referencia não é pra agora.

Como eram apenas as minhas mãos que estavam algemadas, eu levantei e falei:

—ok, eu não vou ficar aqui pra sempre. Se o Dark não está aqui, ele deve ter fugido ou foi apenas ignorado pelos soldados.

A Milliana estranhou e perguntou:

—como que os soldados vão confundir uma pessoa?

Eu respondi:

—ele não é uma pessoa, é uma cobra.

Ela ficou surpresa e perguntou:

—serio?!

Eu: yep. Ao pé da letra.

Milli: e ele pode falar?

Eu: você estava escutando a voz dele não estava?

Milli: ok, mas não precisava ser arrogante.

Eu: você me jogou em uma parede com algum tipo de macumba, me chamou de estuprador e ainda deixou o Hashirama com um cara que maltratava ele, você quer que eu me curve perante a sua presença e beije seu pé?!

Milli: ... você está certo. Eu realmente fui muito antiquada e precipitada por causa do meu medo, desculpe.

Eu: não precisa se desculpar, eu mudei o nome do seu cachorro, então estamos quites.

Milli: e por que diabos você mudou o nome dele?! Hashi é tão bonito, por que o do “rama” no final!?

Eu: ...

Milli: ...

Eu: apenas os fortes entenderão. Mas mudando de assunto, o que foi aquele golpe que você usou em mim?

Ela se virou pra mim e respondeu:

—uma habilidade passada de geração em geração. Quer que eu te ensine?

Eu respondi:

—sim.

Milli: eu te ensino se você me der algo em troca.

Eu pensei um pouco, lembrei de uma coisa e perguntei:

—que tal ter sua visão de volta?

Ela ficou muito surpresa, depois disse:

—recuperar a visão de alguém que nasceu cego é impossível, não minta pra mim.

Eu olhei pra ela e disse:

—na verdade, não. é bem provável que vá demorar muito, mas ainda é possível.

Milli: como?

Eu: com uma cirurgia. Do lugar aonde eu vim, é possível fazer isso. Eu vou te mostrar uma coisa que nunca mostrei pra ninguém além de uma pessoa.

Eu cheguei perto dela e levantei a camisa, depois disse:

—levante a sua mão, quando sentir algo, eu te aviso aonde você está tocando.

Ela levantou a mão e encostou na minha barriga, e por isso eu falei:

—essa é a minha barriga. Vai com ela um pouquinho pra direita que vai sentir algo gelado.

Ela fez o que eu disse e sentiu algo duro e gelado, depois perguntou:

—o que é isso?

Eu respondi:

—é um órgão artificial. No passado eu acabei perdendo um dos meus rins em um acidente por causa de uma garota, e por isso me deram um artificial. Ele funciona igual um rim normal, mas não é natural. Agora imagina, se um rim pode ser criado e funcionar perfeitamente, apenas arrumar os olhos não é nenhum problema.

Eu abaixei a camisa e esperei a resposta dela, ela pensou, pensou e pensou mais um pouco, depois perguntou:

—ei... como você é?

Eu olhei com um olhar serio pra ela e respondi depois de 10 segundos de delay:

—eu sou apenas eu. Se quiser saber minha aparência, espere pra ver com seus próprios olhos.

Ela ficou feliz.

Eu ajudei ela a levantar, depois ela disse:

—separe as suas mãos o máximo possível, eu vou quebrar suas correntes.

Um soldado que parecia uns 2 anos mais velho que eu apareceu do lado de fora da cela, ele parecia um trapalhão, e falou com um pouco de pânico:

—q-quebrar as correntes?

Eu olhei pro cara e a Milli parou o que estava fazendo, nós dois ficamos virados pra ele.

Eu estava seriamente em ir lá, pegar o pescoço do cara com a corrente e falar “little bitch!”, mas não.

Eu só perguntei:

—você estava escurando a nossa conversa... desde o inicio?

Ele respondeu tentando parecer arrogante, mas era só um novato:

—sim, e dai?

Eu olhei pra Milli e falei:

—quebra.

Ela bateu com as duas mãos na corrente e arrebentou o ferro dela, depois eu olhei com cara feia pro cara e falei:

—nos deixar acorrentados... como você acha que vamos comer seu abestado?

Ele engoliu seco, então respondeu:

—n-não interessa! Se vocês tentarem fugir, e-eu acabo com as tuas raças!

Ele foi embora, já eu aproveitei, cheguei perto da Milli e sussurrei:

—então, vai me ensinar ou não esse lance?

Ela começou a me explicar sussurrando como que se fazia aquilo, era mais um jogo de concentração e foco mesmo. eu aprendi o básico rápido, e usei toda a minha força mais o que a Milli me ensinou pra arrebentar as correntes dela.

Mas foi ridículo, ela arrebentou as minhas na maior facilidade e eu fiz um esforço do capeta pra arrebentar as dela.

Eu decidi escutar uma musica, mas quando fui procurar meu celular... cara... não estava comigo.

Se existe uma coisa que me deixa PUTO é pegarem as minhas coisas sem minha autorização.

Eu fui caminhando até as barras da cela com cara de qu

Ca em está puto mesmo e arranquei duas. O cara que estava guardando minha cela viu e tentou ir pra cima de mim, mas se tocou que eu ARRANQUEI DUAS F*CKING BARRAS DE FERRO DE UMA CELA e desistiu.

Quando eu olhei pra ele, eu vi que no final do corredor tinha mais três guardas, dois estavam tirando a Cupa e a Snow da cela e o outro estava tirando as calças.

Eu segurei uma barra de ferro firme e arremessei igual um profissional, atravessou bem a parte que merecia ser atravessada e o cara caiu seco no chão, os outros dois me viram, sacaram as espadas e vieram na minha direção.

O primeiro tentou me cortar horizontalmente, mas eu dei um golpe com a outra barra da cela que destruiu a espada do cada, depois bati nas costelas dele com a barra e mandei o cara pra parede, joguei a barra no chão e parti pra cima do próximo.

Ele tentou me cortar verticalmente dessa vez, mas eu literalmente dei um tapa na espada dele com as costas da mão direita, o que fez ele acertar o chão, e depois dei um gancho que fez o cara cair apagado no chão.

Eu olhei puto pras garotas e voltei pra minha cela fazendo um sinal com o braço inteiro pra elas virem.

Assim que eu cheguei, eu falei:

—Milli, bora.

Ela veio na direção da minha voz e segurou na mão da Cupa, as 3 me seguiram até uma aonde estava as minhas coisas. Eu peguei tudo o que era meu de volta e falei bem mais tranquilo que antes:

—agora sim to de boa.

É... o problema é que eu bati em mais umas 2 dúzias até chegar na sala.

Nós saímos e encontramos ninguém menos que o Dark estrangulando 3 soldados de uma vez só, ele olhou pra gente e perguntou:

—como diabos vocês saíram?

Eu simplesmente respondi:

—pelo mesmo motivo que o governo esconde coisas de nós, não é da sua conta.

Eu sai pela porta da frente mesmo do castelo com um chute, e logo que abriu as portas, tinha um monte de soldados esperando.

Eu olhei feio assim pra eles, passei uma varrida com os olhos e disse:

—é, fodeu.

Eu tive que usar o meu penúltimo recurso: coloquei uma foto da Regina Casan (não posso ser processado por isso, huehuehuehue) pra eles verem no meu celular, mas coloquei como se fosse um jumpscare. E quando o Jumpscare passou, eu devo ter apagado uns 100 ou 200 de uma vez com o susto.

Mas ainda tinha uma porrada, então chamei a Chii e ela apareceu atrás de mim, eu peguei ela pelos ombros e falei:

—Chii! Preciso que você leve a Cupa e a Snow pra um lugar seguro! Rápido!

Ela ficou com um pouco de delay, o Dark aproveitou e desceu pela minha perda e foi distrair os soldados.

Narrador: agora vão se passar duas visões ao mesmo tempo, fiquem atentos com as marcações.

Visão: Saito

A Snow colocou a mão no meu ombro e perguntou:

—mas e você? Vai ser pego pelos soldados!

Eu soltei a Chii, peguei a Snow pela argola da camisa e beijei ela na boca, depois puxei a Cupa e fiz o mesmo com ela.

A Chii ainda estava com delay, eu aproveitei e beijei ela também, depois fiz a Snow e a Cupa darem as mãos pra Chii e berrei:

—vai Chii! Teleporta agora e não volta!

Ela saiu do lag temporário e teleportou pra algum lugar longe.

*enquanto isso*

Visão: Dark

Enquanto o maldito do Saito conversa com as garotas, eu tenho que fazer todo o trabalho... típico dele.

Eu pulei no primeiro soldado e quebrei o pescoço dele com a minha cauda, peguei a espada dele com a boca e decapitei mais dois com ela, logo em seguida arremessei a espada com tudo no peito de outro soldado, peguei a mão de mais um soldado com a ponta da minha cauda, torci e joguei o corpo em cima de mais 3 soldados, aproveitando a carona e indo junto. E tudo antes do corpo do cara que eu quebrei o pescoço cair no chão.

Como eu ainda estava segurando a mão do cara que eu joguei, eu enrolei meu corpo na cabeça dos 3 soldados que eu acertei e arranquei elas fora, pulei no próximo soldado, me enrolei no braço dele e peguei a sua espada com a boca. eu comecei a apertar o braço do cara enquanto fazia um genocídio com a espada, depois virei o braço dele ao contrário e enfiei a espada na garganta do cara. Peguei a espada de volta e arremessei ela sem soltar em um soldado com um escudo. Ele defendeu, mas eu ainda estava segurando a espada, dei um bote na garganta dele e arranquei ela fora, depois peguei o escudo e cai no chão. Eu me enrolei em espiral e coloquei o escudo em cima de mim, já que uma roda de 6 soldados tinha me cercado e estavam prestes a me dar espadadas todos juntos.

Quando todas as espadas bateram no escudo, eu me forcei igual uma mola e saltei pra cima.

No ar eu ainda acertei o escudo na cabeça de outro soldado, então abri a minha boca o máximo que deu e comecei a criar uma bola negra. A bola era do tamanho de uma bola de futebol, então atirei contra um grupinho de soldados.

Foi uma explosão em fogo negro que chegou a fazer um cogumelo, depois olhei pro Saito pra ver se ele tinha acabado as despedidas.

Eu só vi a Chii sumindo, então deduzi que já tinham acabado a palhaçada. Eu voei pelo ar até chegar neles e abri um portal na frente daquelas criaturas. O Saito pegou a garota cega nos braços e mergulhou no portal junto comigo, depois o portal fechou.

(vocês devem estar pensando “mas cobras não voam!”, existe uma cobra que plana pelo ar, e foi essa mesma tática que o Dark usou pra chegar até o Saito. Se quiserem saber, na net tem, só procura lá ‘cobra voadora’)

Notas finais
pronto, gostaram do cap? eu acabei postando esse cap em uma historia que não era essa, então pensa no rolo...
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.