Nos Corredores Da Mansão
1 Nos Corredores da Mansão
Notas iniciais
O relógio marcava exatamente 20hs00m quando fitei pela ultima vez meus olhos nele naquela noite. A Mansão estava abarrotada de Vingadores, era super-herói pra tudo quanto é lado por onde meu olhar percorria curioso. Todos falavam, brincavam, riam e bebiam. Estávamos felizes e eufóricos após retornarmos de uma missão muito bem sucedida onde até as baixas de civis foram quase inexistentes. O que nós deixávamos além de contentes muito orgulhosos, afinal salvar a vida das pessoas é a prioridade para qualquer grupo de heróis que se preze. Conosco, a maior equipe de Super-Heróis do mundo, não era diferente.
Confesso que me sentia um pouco deslocado ali no meio deles, no meio de toda aquela agitação. Pra ser mais exato, eu estou aqui no meu canto com um copo de bebida na mão a qual não bebi um gole sequer até agora, nada mais faço do que meramente olhar para ele de vez em quando. Essas pessoas, Os Vingadores, são o que qualquer um gostaria de ter a seu lado, nesse sentido me sinto muito orgulhoso e honrado em fazer parte da equipe. Tem também os X-Men, o Quarteto Fantástico e tantas outras, mas Os Vingadores são excepcionais, a família que eu nunca tive. Hum! Que bobagem, minha visão ficou embaçada devido o marejar de meus olhos. Cada qual com a sua maneira de ser torna essa equipe única. Sim, fico feliz de fazer parte disso e como dizem; ter sido o primeiro de algo tão bom.
Os minutos foram passando se transformando em horas e quando me dei por conta, a maioria havia partido. O salão que antes estava cheio tinha poucas pessoas em seu interior agora. Uns para dar uma alongada na diversão em outro lugar como Tony, Natasha e Clint, outros indo para seus lares matar a saudade de seus entes queridos e Thor. Acreditem ou não, ele veio a caráter para a recepção dada a nós, Tony até tentou pô-lo dentro de uma dessas roupas de pinguim sem sucesso, lógico.
Com o termino da recepção eu preferi ficar por aqui mesmo de olho nos monitores depois é claro de ter tido muita dificuldade em me livrar do grupo de Tony que insistia em demasiado me arrastar junto com eles. Fora uma verdadeira guerra convencê-los de que ainda não estou pronto para esse tipo de descontração. Não que eu não goste de suas companhias ou talvez não goste mesmo. Não em momentos como estes pelo menos. No campo de batalha é ótimo lutar ao lado deles, nos momentos de lazer é bastante complicado. Ainda tenho muita dificuldade em lidar com isso. Tudo pra mim é tão novo, tão desajustado.
Bom, acordar décadas depois da que nasceu com um mundo totalmente modificado a sua volta é justificável que eu me sentisse assim, não? Eu chego a central da mansão, dou uma olhada nos monitores, nos sinais de alerta e tudo transcorre na mais santa paz. Algo que me aborrece. Não é que eu quisesse que alguém estivesse em perigo ou torcendo pra mais um psicótico tentar acabar com o mundo como o Caveira Vermelha ou a Madame Hidra. Nada desse tipo, simplesmente ficar a toa não me agrada nem um pouco. Eu poderia treinar um pouco, entretanto já fiz isto antes da recepção que foi justamente pra aliviar a minha tensão para a festa. Deu certo por um tempo, agora eu precisaria muito mais do que isso para dar uma boa relaxada e somente um pouco de ação resolveria.
Eu vou ao meu quarto pôr o meu uniforme, o que faço sem demora, depois volto para central devidamente trajado. Ponho meu escudo em cima de uma mesa ao lado sentando na cadeira de comando com os pés esticados por sobre a mesma. Pensava eu estar sozinho na mansão naquele momento, vejo que me enganei quando ouço passos se aproximando da central de comando onde me encontro. Thor adentra a sala, ele ainda traja seu uniforme, além de estar levemente embriagado. Entretanto acredito que estou sendo muito gentil com o seu atual estado, porque na verdade o asgardiano está completamente bêbado. Mesmo que aparentemente ele tenha uma boa coordenação motora de seus movimentos. Talvez isso se deva pelo fato do álcool agir de modo diferente no metabolismo deles.
– Vejo que não quiseste acompanhar os demais em sua farra, Nobre Capitão? – Diz com voz molejada aproximando de mim pondo uma de suas grossas mãos em meu ombro. Ao virar meu rosto vejo seus olhos semiabertos junto a um sorriso de canto meio que... Obsceno. Não há duvidas, aquele homem ao meu lado está em total estado de embriagues. Ofereci-me para leva-lo para seus aposentos como Thor mesmo costuma chamar seu quarto na mansão. Levantei e o asgardiano correu o braço em meus ombros como os amigos fazem uns aos outros exceto a parte em que me beijou a bochecha. Fui pego de surpresa com o seu gesto, perguntei-me de imediato se aquilo era algo comum em seu planeta natal, Asgard.
Enquanto caminhávamos pelos corredores indo em direção ao quarto de Thor senti sua mão apertar forte em minha cintura, estranhei o ato, mas fiquei em silencio. Pois como disse antes, não sabemos muitos dos costumes de Asgard. Seja como for os costumes entre homens por lá, não era nada agradável ter a mão do asgardiano apertando uma de minhas nádegas. Por essa razão eu me afastei dele com certa estranheza no olhar, eu fechei o cenho literalmente. O que não o deixou nada contente.
– THOR! – Exclamei alto afastando nossos corpos. – O que pensa que está fazendo? Desculpe se isso no seu planeta é natural, mas aqui não. Pelo menos não entre homens como nós, entende?
– Relaxe homem. – Disse-me chegando perto de mim outra vez. Colando nossos corpos e prensando-me contra a parede atrás de mim.
Sua mão veio ao meu rosto, seus dedos pressionavam fortemente contra minha pele. Seus olhos fixos em meu semblante pareciam querer devorar-me por inteiro. Era a primeira vez que eu me lembre de ter alguém a me olhar daquele modo. Ao mesmo tempo em que eu estava assustado com meu coração palpitando tão alto que eu podia ouvi-lo, eu também me encontrava surpreso comigo mesmo. Aquele olhar do Thor em cima de mim me deixava confuso pra não dizer completamente enlouquecido. Minha respiração começava acelerar mais e mais com ele se aproximando bem rente de mim. Nossos rostos estavam quase colados, podíamos sentir nossas respirações quentes bater contra nossas faces. Ele sorria encantador para mim e eu, eu estava gostando de vê-lo assim por mais que isso me assustasse. Não havia percebido o quanto Thor era lindo, seu rosto tão bem feito como a beleza escultural de seu corpo esbelto.
Eu não me lembro de sentir qualquer tipo de atração por homens antes ou depois da hibernação. Então o porquê de me sentir desse jeito em relação a Thor? Ou até mesmo acha-lo lindo. Ele continuava a me prensar contra a parede, passeava de um lado para o outro com o seu polegar sobre meu lábio inferior. Eu estava gostando. Thor acostou-se mais espremendo sua cintura contra a minha, nesse instante pude notar que o asgardiano se encontrava extremamente excitado, seu pau estava duro como uma pedra. –T... Thor... – Gaguejei sem conseguir terminar o que iria dizer, pois de supetão logo seus lábios másculos estavam depositados sobre os meus. Sua língua me invadiu agitada sem qualquer tipo de embaraço. Ela vasculhava cada canto de minha boca como se buscando conhecimento total de meu interior úmido.
Era nítido para mim agora, que aquela não era a primeira vez que Thor tomava um homem em seus braços. Ele abandonou meus lábios direcionando sua atenção para meu pescoço, sua língua deslizava por ali e eu não posso mentir. Arrepiei-me inteiro de uma ponta a outra por todo o meu corpo, pude sentir cada célula do mesmo responder as suas caricias quando um frisson maior percorreu por minha espinha. Por mais absurdo que pudesse me parecer as caricias de outro homem estavam me enlouquecendo de volúpia, estavam me excitando.
Quando Thor retornou para meus lábios perdi por completo toda e qualquer forma de timidez ou acanhamento, beijei-o tão afoito quanto ele a mim. Meus lábios assim como acredito que os dele também estavam levemente inchados, avermelhados. Ao nos separarmos em busca de recuperar ar que nos faltava por demasia, fitamos intenso um ao outro quando abrirmos nossos olhos depois de um beijo tão intenso. Abaixo podia continuar sentindo o quão duro Thor ficava cada vez mais e eu também me encontrava a endurecer embora ainda não em minha totalidade.
Meu coração que já estava a bater descompassado disparou quando Thor despudoradamente disse-me com um sorriso largo: – Vós sois um belo homem Capitão. Tê-lo em meus lençóis será sem sombra de duvida alguma um deleite para saciar meu corpo sedento de prazer. – Após, voltou a unir sua boca na minha ao mesmo tempo em que ambas as mãos dele afundaram-se dentro da calça de meu uniforme apalpando minhas nádegas. A pressão de seus beijos era tanta quanto à de seus dedos que com certeza marcariam minha pele branca, porém pouco me importava isso naquele momento.
Inebriado pelo desejo e a excitação que me ascendia deixe-me levar por toda aquela loucura insana proveniente de um tesão arrebatador. Minha língua não mais acanhada invadia o interior daquela boca máscula imersa em uma avidez sem precedente antes sentida por mim. Entre as malhas de nossas vestes podíamos um sentir o quanto difícil o outro se encontrava, a dureza de nossos membros era total. Levei minha a sua masculinidade e Thor me sorriu sacana, ele gostou do que fiz.
Thor nos separou mais uma vez ainda com aquele sorriso muito malicioso. Eu nem tive tempo para qualquer reação quando ele virou-me de costas para si mantendo o aperto forte do meu corpo contra a parede de aço gélido. Uma de suas mãos pressionava o meu pescoço enquanto a outra agora se afundou dentro de minhas calças pela frente. Não podia acreditar naquilo! Thor agarrou com firmeza minha ereção, pele na pele, sua mão era suada e quente. Tirou-a para fora e passou a me bombear com muita naturalidade. Seus lábios sussurravam coisa qualquer rente aos meus ouvidos, no entanto devido ao entorpeço de meus sentidos eu mal conseguia entender o que me dizia. Eu respirava arfado com os seus arroubos sobre mim.
Seu hálito quente depositado em minha pele me inebriava mais e mais, seu corpo pressionado contra o meu era excitante. Eu podia sentir todo o enrijecer de seus músculos incluindo aquele duro pedaço de carne completamente preenchido de sangue que se apertava contra minha bunda. Sua língua deslizava por sobre meu pescoço me fazendo sentir um frisson agudo de arrepio constante por meu dorso. Eu gemi forte, alto e ofegante. Logo senti o desespero de sua mão retirando o seu próprio falo para fora de suas vestes e em seguida começar a abaixar minha calça. Sua intenção era tão nítida quanto o medo que se apossou de mim naquele tórrido momento.
– Não... Pare Thor. Espere... Eu não quero... Assim não, por favor... – Protestei sendo por completo ignorado. Tentei me desvencilhar dele inutilmente. O soro pode ter me tornado muito forte, todavia nada comparado à força do Deus do Trovão. Thor não só ignorou o que eu lhe dizia como forçava se mais contra mim prendendo-me contra minha vontade.
– Acalma-te homem. Não tardaras para que logo esteja implorando por mim dentro de ti. Eu garanto-te. – Vi em seu semblante um sorriso vigoroso da certeza que ele tinha do que me falara. O que não mudou nada em mim, pois sabia o que viria assim que minhas calças e cueca alcançassem meu joelho. O que se concretizou em segundos depois do que Thor disse. Pude sentir sua duríssima extensão roçar minha bunda como já vinha fazendo há muito. Havia algo viscoso me lambuzando as nádegas quando ele passeava com o pau de um lado para o outro em minha traseira.
Thor pôs dois dedos em minha boca, o médio e o indicador e, disse-me com ar de um grande sedutor: – Chupe-os. – Eu fiz, queria sair logo de toda aquela situação. Não sabia o que ele pretendia com aquilo, mas descobri logo a seguir quando ele retirou os dedos e levou-os a minha bunda. Thor deslizou o indicador devagar para dentro de mim. Acirrei os olhos e os dentes ao mesmo tempo.
– Oh! – Gemi e vi quando ele sorriu outra vez.
Passou a entrar e sair com ele me deixando alucinado com seu movimento. Quando o segundo dedo juntou-se ao outro, eu gemi mais alto. E a cada gemido que eu emitia fazia com que Thor fosse mais ousado. Minha face começou a aquecer, apertei meus dedos, que estavam até então espalmados na parede, contra a palma de minha mão. Choraminguei para Thor ao sentir tesourar seus dois dedos em meu interior. O estranho era que ao mesmo tempo em que uma leve dor desconfortável se fazia presente, uma sensação prazerosa percorria por meu corpo. Então, eu apenas fiquei ali com meu rosto pressionado contra a parede respirando de boca entreaberta e olhos semicerrados aceitando, gostando daquele prazer que Thor me infligia. Com o passar do tempo não pude conter de se formar em meu semblante um disfarçado sorriso de volúpia, de prazer. Thor fitando-me com uma intensidade única me sorriu maliciosamente lindo. Retribui.
Quando o Asgardiano puxou-se de meu interior, lamentei, mas não por muito tempo porque não tardou para eu sentir a ponta da glande de seu pau acostar rente ao meu buraco. Experientemente percebi quando Thor cuspiu na palma de sua mão e passou a salivar seu membro, após fez o mesmo em orifício voltando a deixar-me arrepiado de uma extremidade a outra de meu ser. O Deus do Trovão em fim depois de toda a preparação passou a forçar contra minha entrada, não aguentei e gritei, esbravejei, tentei mais uma vez, em vão, me soltar dele.
– NÃO THOR... ASSIM NÃO! POR FAVOR, EU NÃO QUERO! SOLTE-ME... – Gritei, argumentei, pedi e até mesmo implorei. Nada deu resultado. Apenas assisti o riso envaidecido em sua face, talvez ele gostasse quando suas presas não fossem consensuais, será que Thor gostava disso? Perguntei-me em pensamentos, antes de ouvi-lo dizer: – Relaxe Capitão. Quanto mais resistires, mais dor tu sentirás e isso não é algo que nós queremos, não é mesmo? – Matinha ele um sorriso agora meio que sarcástico quando me fitou.
Fechei meus olhos apertando-os fortemente ao sentir a invasão ser iniciada. Perecia que seu membro iria me rasgar inteiro, a dor era algo dilacerante, eu chorava, protestava e nada fazia com que ele cessasse a violação em mim. Ao contrário, era como se todo o meu desespero o incentivasse cada vez mais a prosseguir com aquilo tudo. Thor deslizou devagar, mas sem pausa. Quando terminou de se enterrar em minhas entranhas passou a me bater com intensidade logo em seguida, ele era ágil e voraz. O estalar de suas bolas, que podia sentir serem graúdas, era alto ao se chocarem contra minha bunda. Thor puxou um tanto meu quadril pra trás fazendo-me inclinar. Apertou com uma das mãos fortemente minha cintura, com a outra se firmou em meu ombro me enrabando com uma intensidade descomunal. Sentia seu pau deslizar para fora de mim pra logo aprofundar-se de novo. Meus gemidos eram correspondentes as suas cravadas violentas.
As estocadas eram brutas, meus gemidos e protestos altos, porque sim, eu ainda continuava a pedir para Thor que ele parasse, em vão. Em determinado momento o filho de Odin cravou-se inteiro em meu interior restando tão somente suas bolas para fora de meu corpo. Envergou-se sobre mim agarrando firme o lado de minha face virando meu rosto para o lado do seu, beijou-me com rigor aprofundou sua língua maliciosa dentro de minha boca. Aproveite aquele lampejo de prazer me entregando com totalidade para aquele homem. Enquanto nos beijávamos seus quadris voltaram a se movimentar embora desta vez um pouco mais ameno, seu vai e vem em minha cintura passou a ser mais tranquilo e posso dizer até mesmo mais gostoso.
– Aaahhh! – Creio que fora o meu primeiro gemido prazeroso desde que Thor passou a me possuir tal qual qualquer uma de suas fêmeas. Abri um tenro sorriso em meio aos beijos que continuávamos a trocar, minha língua se tornou tão desinibida quanto à do asgardiano. Por hora tivemos que afastar nossos lábios para a entrada do ar que nos fazia uma imensa falta. Thor aproveitando-se de minha entrega sem mais receio puxou-me para trás pondo meu torso na mesma altura de minhas pernas, minhas mãos eram agora as únicas a tocar a parede a minha frente. Ele apertou firme me agarrando pela cintura e retornou com as enterradas violentas, mas para minha total surpresa a dor ainda estava lá, só que acompanhada de uma sensação cheia de prazer muito maior do que a outra.
Desviei o rosto por sobre meu ombro e vislumbrei Thor de cabeça arqueada, olhos semicerrados e boca entre aberta se deliciando com a foda. – Vamos Capitão... Rebola para mim... Homem. – Disse-me e sorriu safado quando abriu os olhos vendo que eu o observava. No mesmo instante o obedeci e rebolei meu quadril em seu pau. Gememos gostoso, juntos. A dor prosseguia me incomodando, todavia o prazer e volúpia que me dava o falo de Thor quando me batia era deveras maior.
– OH Thor! Huummm... Mais, eu quero... Mais. OH... Me come... Huummm... Me come Thor! – Disse eu sem nenhuma vergonha, agora totalmente entregue aquela maravilhosa sensação que se abatia sobre mim. Estava tão gostoso ser fodido daquele jeito intenso que eu não conseguia mais não desejar que continuasse. Sim, o pau de Thor era tão gostoso, ele era todo gostoso. Não era mais vergonhoso para eu admitir, Thor era um homem, eu também e qual mal há em dois homens se permitirem prazer um ao outro?
Eu me encontrava difícil, meu membro se derramava expelindo em abundância meu pré-gozo. Levei minha mão a meu falo que já há muito me era dolorido me masturbando na mesma velocidade acirrada em que era ritmado por Thor atrás de mim. Ele dizia-me gostosamente palavras obscenas, sacanas. Uma de suas mãos bateu-me forte a nádega algumas vezes, a ardência que eu sentia era o prenuncio de que a vermelhidão se propagava por ela assim como tal marca não desaparecia tão cedo.
A dor finalmente me abandonara por completo, nada mais havia do que apenas a deliciosa sensação de luxuria e prazer quando me via ser preenchido por aquele robusto pedaço de carne latejante. Ah sim, Thor naquele ponto era muito bem desenvolvido, ele era grosso e comprido. Com toda certeza daria inveja há muitas estrelas do pornô gay.
Vez que outra eu mesmo passei a buscar mais atrito entre nossos corpos. Deslizei-me sobre a parede até que me pus literalmente ao chão prostrando-me de quina pra lua. Thor arcou sobre mim me batendo com maior violência, intensidade e eu? Eu estava adorando. Em meu rosto pressionado desta vez contra o piso do chão eu exibia um sorriso despudorado enquanto olhava com o canto dos olhos Thor me foder. Continuava com minha mão a me masturbar, os sinais de meu ápice se aproximando se tornavam cada vez mais fortes e não tardou para espirrar meu gozo em jatos potentes onde alguns atingiram meu tórax e peito e outra boa parte derramou pelo chão.
Meu corpo relaxou, e ouvi um murmuroso gemido de Thor quando meu relaxamento anal deve ter espremido seu pau. Como não podia mais sustentar o peso de meu corpo devido ao meu êxtase alcançado, arriei-me para baixo estendendo-me de bruços no solo. Thor debruçou em cima de mim entrelaçando seus dedos nos meus me fodendo com mesmo vigor de antes. Dentro e fora, fora e dentro, tão rápido, tão gostoso, tão delicioso. Não me importava que estivesse totalmente quebrado por aquele homem que me dominava, que me violava. Minha vontade estava entorpecida pelo desejo de mais e mais anseio por suas estocadas, Thor arqueou meu pescoço e beijou-me com uma volúpia colossal ao mesmo tempo em que senti suas firmes enterradas se tornarem pausadas. Thor estava gozando dentro de mim, senti o liquido demasiado escorrer por entre minhas coxas junto de seu peso que se soltou sobre meu corpo. Seu gozo fora abundante, intenso e longo.
Com respiração descompassada Thor retirou-se com cuidado deslizando sua extensão para fora do meu interior. Rolou seu corpo saciado de êxtase para meu lado naquele piso gélido fitando seu olhar para o teto. Ficamos em silêncio. Permanecemos assim por um bom e longo tempo recuperando nossas forças perdidas, foi quando sem que eu esperasse Thor me puxou para cima de si. Apenas sorrimos um para o outro, ambos maliciosos, enquanto sentia seus dedos voltarem a marcar minha pele clara. Nós nos beijamos ardentemente mais uma vez e depois me disse envolvendo minha cintura com seus braços: – Vou querer outras fodas como essa. – Terminou me mostrando aquele sorriso safado de canto.
Eu beijei seus lábios, levei minha mão ao seu falo descansado ainda com resquícios de sêmen e lhe respondi. – Eu também vou querer muitas outras fodas como essa ou até melhores. – Lhe sorri maroto com olhar satisfeito.
Nós nos levantamos do chão antes que alguém chegasse. O engraçado que somente naquele momento me dei conta disso. Thor me pegou pela mão como se nós fôssemos namorados, eu gostei e apertei forte sua mão com a minha. Fomos direto ao quarto do Thor nos banhar, nos livrar daquele suor e liquido pegajoso que estava em meu corpo por toda parte. No banho, foi impossível não termos uma segunda rodada, mas isso é história pra uma próxima vez.
Fim
Notas finais
Não obrigo ninguém a comentar minhas histórias e nem teria como fazer isso, mas no caso, esse tipo de atitude só desestimula a dar continuidade, tira-nos o prazer de escrever pra vocês.
Espero que não aconteça o mesmo aqui, mas se acontecer, não me restará outra coisa a não ser largar o fandom de mão.
Eu escrevo pornografia, pra quem como eu, gosta de lê-la. Se você também gosta, não se acanhe em elogiar e/ou criticar um trabalho. Todos nós ganhamos com isso. Não há coisa melhor por um autor do que saber o que as pessoas acham de suas histórias, mesmo quando citam o que não ficou legal.
Abração e até uma próxima quem sabe.
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