Notas iniciais
Yo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! MEU POVO AMADO, OLÁÁ! Sentiram minha falta? Claro que sentiram, eu sou uma diva u_u /não HSUDFUSDUFHDSHUFDSUHFHUDSF Estou feliz por liberar três capítulos hoje, um de Noiva por engano, outro de Catch Fire e outro de Warriors. Os três estão perfeitos, sim u.u O que eu tenho pra falar sobre esse capítulo? Se liguem nos pequenos detalhes, pensamentos e frases. Elas podem te ajudar no futuro. Entrem no grupo https://www.facebook.com/groups/178366319041101/ , lá estamos fazendo até debates sobre o futuro da fanfic hihihihihi Espero que esse capítulo seja agradável. Eu não sei escrever hentai, e digamos que ela era virgem, então não me matem se ele for fail OISDJFOISDFIJODS É a primeira vez, não a segunda, a segunda será melhor, prometo. Escutem as músicas quando pedido e é só. Beijos pra vocês. Ps: Irei responder todos os comentários amanhã, to cansada hoje ;u; Obrigada por todo o carinho que vocês tem me dado! Sou realmente muito grata! Minhas férias estão no final e eu tenho mil e um capítulos ainda pra escrever. Me perdoem! *se ajoelha e implora*. Sei que estou sendo uma péssima autora, mas irei melhorar! Boa leitura! Ah! Prestem atenção até nas letras das músicas, podem ter dicas lá também hihihi

Noiva por engano

Capítulo 7

Por Teylla

Quanto mais a relação se aprofundar, mais difícil será de se separar.

— Andressa Mascarenhas

We do what we have to when we fall in love (Fazemos o que temos que fazer quando nos apaixonamos)
We say what we need to get out when it's not enough (Nós dizemos o que precisamos para ir embora quando não é o suficiente)
Whether it's to yourself, or lookin' at someone else (Seja para si mesmo ou para outra pessoa)
Everybody lies, lies, lies (Todo mundo mente, mente, mente)

Everybody lies — Jason Walker

Sakura andava graciosamente com a ajuda do seu pai que a guiava, poderiam não notar, mas suas pernas estavam trêmulas, se fosse a sua irmã ali, com certeza não teria esse problema. Respirou fundo e enquanto dava suas pausas ao andar, seu coração parava e voltava.

Ao toque da música, todos se levantaram para a entrada triunfal da noiva.

Mesmo nervosa ainda tentava gravar o que teria que falar na igreja.

Não sabia que se casar a deixaria tão estranha. Sakura estava com a postura perfeita: os ombros ajeitados, estava alinhada corretamente com o rosto erguido e o braço que segurava um buque de rosas encostado no osso da bacia.

O andar devagar e suave garantia sua elegância. Era um entrada majestosa, de fato. Sakura não parava de sorrir, olhava apenas para frente. Logo o seu olhar se encontrou com o de Sasuke e de lá foi impedida de desviar, a cada passo para frente que dava, mais próxima do seu destino cruel estava.

O olhar de gavião prensou nos olhos cor de esmeralda de sua amada, não deixaria ela desviar, aliás, nem poderia fazer isso, está contra as regras. Sakura não pode deixar de perceber que tinha mais coisas naquele olhar, como se ela fosse uma pequena ovelha e ele um grande lobo selvagem pronto para devorar.

Sakura conseguia escutar o seu coração apesar da música alta no fundo, as batidas eram violentas, parecia que ele iria saltar do seu corpo e escaparia pela garganta. Seu pai parou em frente ao altar, deixando-a ao lado de Sasuke.

— Sr. Kizashi — Sasuke cumprimentou e recebeu Sakura com um sorriso, depositando-lhe um beijo na face.

Sakura trocou o lado do buque.

— Por favor, cuida muito bem dessa minha filha... se fosse outra, não teria topado — Kizashi pediu com um sorriso e deixou algumas lágrimas escaparem. Sakura sentiu seu coração se contorcer ao ver seu pai chorando.

— É claro que eu tomarei, Sr. Kizashi — disse. — Então ainda bem que você teve apenas uma filha, Sena é muito especial para mim — completou e olhou para sua noiva carinhosamente.

Essa talvez fosse a gota d’água para Sakura, ela estava arrasada. Por um momento havia pensado que era o seu casamento e não o de Sena. “Então ainda bem que você teve apenas uma filha, Sena é muito especial para mim”, essa frase ia e voltava na mente da rosada.

Não é que gostasse dele, mas saber que alguém nesse mundo diz graças a Deus por existir apenas uma filha, quando na verdade existe duas, é demais. Seu pai obviamente estava falando dela, a Sena nunca toparia esse casamento... não tão rápido.

— Minha filha... — Kizashi deixava as lágrimas caírem. — Nunca achei que a veria se casando, hoje é o dia mais importante da minha vida, sabe disso, certo? — indagou com preocupação.

— Claro, papai — respondeu ajudando-o a secar algumas lágrimas e recebeu um olhar reprovador de Sasuke, não podia fazer isso.

— Não importa o que aconteça, nunca abandone sua essência para acabar adquirindo uma personalidade que não gosta, você é ótima do jeito que é, filha, seja feliz — disse e foi para o lado de Mebuki no altar.

Sakura não havia visto os pais de Sasuke, optaria por conhecê-los depois.

Sasuke segurou a mão de Sakura, ficando de mãos dadas com ela e subiram juntos ao altar. A respiração da rosada falhou por um segundo. Se entreolharam e rapidamente Ino pegou o buque da noiva.

A Haruno estava nervosa, não tinha mais como fugir disso tudo e nem teria coragem e decência para fazer tal ato, ele os odiaria para sempre. Maldita hora que sua irmã ficou doente. Choramingou um pouco por dentro e logo voltou a sua postura normal.

“Sakura, hoje você é Sena Haruno, se comporte como tal!” pensou Sakura.

Os noivos se ajoelharam e trocaram sorrisos com direito a olhares. Sakura não sorria verdadeiramente e isso estava claro. Apenas para ela.

O padre pigarreou.

— Todos de pé, por favor — pediu.

Sasuke ajudou a Sakura se levantar e apertou sua mão, passando confiança, enquanto ela apenas respirou fundo.

— Noivos caríssimos, viestes à casa da Igreja para que o vosso propósito de contrair Matrimónio seja firmado com o sagrado selo de Deus, perante o ministro da Igreja e na presença da comunidade cristã. Cristo vai abençoar o vosso amor conjugal. Ele, que já vos consagrou pelo santo Baptismo, vai agora dotar-vos e fortalecer-vos com a graça especial de um novo sacramento para poderdes assumir o dever de mútua e perpétua fidelidade e as demais obrigações do Matrimónio. Diante da Igreja, vou, pois, interrogar-vos sobre as vossas disposições — começou dizendo e os noivos assentiram. — Agora vamos celebrar o casamento propriamente dito.

Era agora, Sakura estava presa a um destino maldoso.

— Sena Haruno e Sasuke Uchiha, viestes aqui para celebrar o vosso Matrimônio. É de vossa livre vontade e de todo o coração que pretendeis fazê-lo? — indagou.

— Sim — Sasuke respondeu primeiro.

Sakura arfou ao escutar “é de vossa livre vontade e de todo o coração que pretendeis fazê-lo?” teria que mentir para a Igreja e consequentemente para Deus? Oh, que fardo.

Seria castigada e jogada no inferno, procurou o olhar de seus pais e eles estavam apreensivos. Pensou minuciosamente e inalou todo ar possível.

— Sim — respondeu Sakura soltando todo o ar que inalou.

— Vós que seguis o caminho do Matrimônio, estais decididos a amar-vos e a respeitar-vos, ao longo de toda a vossa vida? — questionou o padre.

Sakura revirou os olhos, sabia que não poderia amar Sasuke e nem ele a amaria, ele amaria uma cópia fajuta de sua irmã e pensar nisso a deixava com vontade de vomitar.

— Estou, sim — responderam os noivos.

— Estais dispostos a receber amorosamente os filhos como dom de Deus e a educá-los segundo a lei de Cristo e da sua Igreja? — arguiu.

Sakura riu por dentro, não teria um filho, como poderia amar algo que ao menos nem existiria?

— Estou, sim — responderam.

— Uma vez que é vosso propósito contrair o santo Matrimônio, unam as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus e da sua igreja — pediu. — Essas pessoas irão se unir. Se alguém por justa causa quiser impedir o casamento de se realizar, que fale agora ou cale-te para sempre! — O Padre usou uma voz firme dessa vez, o que fez a Haruno se arrepiar.

Queria nesse momento ela mesma levantar a mão, notou uma movimentação estranha em um dos bancos, provavelmente alguém queria levantar e dizer alguma coisa, mas desistia.

— Então vamos continuar! — optou o Padre ao ver que ninguém disse nada.

Sasuke uniu delicadamente sua mão direita com a de Sakura.

— Eu, Sasuke Uchiha, recebo-a por minha esposa, a ti Sena Haruno, e prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossa vida — Sasuke disse com um sorriso caloroso, fazendo Sakura se arrepiar.

Estaria tão feliz se aquilo fosse verdade, nenhum homem era fiel, e poderia garantir-se de que Sasuke não seria o caso raro. Mordeu os lábios.

— Eu, Sakura — Sakura levou a mão esquerda a boca e pigarreou de nervoso. — Sena Haruno, recebo-te por meu esposo a ti, Sasuke Uchiha, e prometo ser-te fiel — o que não seria uma mentira. —, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossa vida — completou Sakura, sentindo-se aliviada.

Xingou-se nos seus pensamento ao ter dito “Sakura” em vez de “Sena”, maldita mente!

— Confirme o Senhor, benignamente, o consentimento que manifestastes perante a sua Igreja, e Se digne enriquecer-vos com a sua bênção. Não separe o homem o que Deus uniu — disse o padre.

— Graças a Deus — todos os presentes na Abadia disseram.

Logo uma pequena garota de cabelo loiro entrou com uma almofada em formato de coração nas mãos, ao se aproximar, Sakura pode ver que eram duas alianças — muito caras, por sinal.

— Abençoai e santificai, Senhor, o amor dos vossos servos Sasuke Uchiha e Sena Haruno, para que, entregando um ao outro estas alianças em sinal de fidelidade, recordem o seu compromisso de amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

— Amém! — disseram todos.

Após a benção, Sasuke pegou a aliança e com um sorriso caloroso colocou-a no dedo anelas de Sakura, dizendo:

— Sena Haruno, receba esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O olhar de seu futuro esposo sobre si era de certa forma aconchegante. Mas não poderia parar de pensar que ela era Sena e não Sakura, a mesma pega a aliança e coloca no dedo anelar de Sasuke.

— Sasuke Uchiha, receba esta aliança como sinal do meu amor e da fidelidade. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Sakura não sabia se queria que aquele momento durasse para sempre ou se queria ir embora dali o mais rápido possível. Após a troca das alianças, o Padre pigarreou, voltando a atenção para ele.

— Pelo poder em mim investido, eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.

Sakura arregalou os olhos de uma maneira, não se lembrava dessa parte, até agora. Com um movimento voluntário, Sasuke pousou sua mão na nuca de sua esposa e a deitou, com um sorriso malicioso a beijou.

A nova Uchiha não poderia recusar o beijo do seu marido na frente de todos, então só pode “aproveitar” aquele momento oferecido. Até então parada, o envolveu com seus braços livres.

Aquele beijo havia sido diferente do outro, apesar de continuar sem sentimentos, era algo melhor.

Sasuke logo parou e a ergueu de volta.

Só escutava os aplausos das pessoas presentes.

— Gostou, minha doce Sena? — indagou Sasuke com um sorriso. — Pode esperar por muito mais.

Sakura se arrepiou com a frase “Pode esperar por muito mais”. Não era ingênua e sabia que ela teria que entregar sua virtude para ele, resmungou em silêncio e entrelaçou seu braço com o do marido.

— Claro que gostei, querido — respondeu.

Sasuke e Sakura andaram juntos até a carruagem, as pessoas davam felicitações e abençoavam a relação dos dois. A recém-Uchiha havia se aliviado por estar dentro da carruagem, não aguentava mais ficar no meio de tanta gente.

♔ ♔ ♔

Sakura desceu da carruagem com a ajuda do marido. Parou para olhar o que podia daquela propriedade, a mansão era grande, tal como o nome dos Uchiha’s.

— Sena? Algum problema? — indagou Sasuke arqueando a sobrancelha.

— Ah, nenhum. Estou cansada — respondeu e fingiu estar com sono.

— Não se preocupe, farei você se cansar mais ainda essa noite, minha querida — disse e puxou Sakura pela cintura.

O vestido de Sakura empatava um pouco a aproximação.

— Por favor — Sasuke chamou um de seus empregados que estavam em fileira.

— Sim, Sr. Uchiha — Uma mulher morena apareceu com um sorriso doce.

— Ajude-me com esse vestido, sim? Estarei esperando-a no meu quarto — ordenou. — Não se preocupe, querida. Irão cuidar muito bem de você, te vejo mais tarde. — Deu um beijo na bochecha de sua esposa.

Sakura apenas assentiu e vieram outras empregadas, ajudando-a.

♔ ♔ ♔

This desert rose (Essa rosa do deserto)
Each of her veils, a secret promise (Cada um de seus véus, uma promessa escondida)
This desert flower (Essa flor do deserto)
No sweet perfume ever tortured me more than this (Nenhum outro doce perfume me torturou mais do que esse)
And as she turns (E quando ela vira)
This way she moves in the logic of all my dreams (Desse jeito como ela caminha, na lógica de todos os meus sonhos)
This fire burns (Esse fogo queima)
I realize that nothing's as it seems (Me dou conta de que nada é como parece ser)

Desert rose — Sting

Sasuke estava sentado na sua poltrona, sua blusa branca tinha um V, o que o deixava totalmente sexy. Bebericou seu copo com Whisky e aguardou sua esposa. Hoje iria senti-la novamente.

Sakura andava pelo corredor com a ajuda de uma mulher diferente dessa vez, porém um pouco familiar. Talvez a escuridão estivesse pregando-a uma peça. Pararam em frente a uma porta grande e majestosa, provavelmente o quarto do seu marido e o seu agora.

— É aqui, Sra. Uchiha — disse a empregada.

A Uchiha deu duas batidas e escutou um “entre”, sem hesitar, abriu a porta e avistou seu marido em pé, estava olhando para a lua com um copo de bebida na mão. Respirou fundo ao ver que ele a olhava.

Entrou e fechou a porta atrás de si e caminhou lentamente até o tapete.

Sasuke apenas riu e se aproximou.

— Está nervosa? — indagou.

— Bom... não — respondeu, mas seu corpo mostrava outra coisa.

— Não se preocupe, querida — disse. — Não farei nada que você não gostaria.

— Como sabe dos meus gostos, Sr. Uchiha? — questionou com um sorriso malicioso, afinal, ela era sua irmã e é assim que ela agiria.

O Uchiha apenas se aproximou e deu um gole em sua bebida, colocou o copo em cima da bancada e voltou para Sakura.

— Sei de coisas que você nem imagina, querida — respondeu e a puxou para mais perto.

— Tipo o quê, Sr. Sasuke? — perguntou.

— Por favor, Sasuke. Apenas Sasuke — disse ao ignorar sua pergunta. — Somos casados, não precisamos de formalidades, meu bem.

Antes que Sakura respondesse, Sasuke a beijou. Um beijo cheio de luxúria. A Uchiha arfou e sentiu suas pernas tremerem, como ele beijava bem.

A rosada sentiu um leve formigamento em sua região e deu graças a Deus por estar com uma camisola de seda. Apesar de que ela era transparente, não daria tanto trabalho.

Sasuke puxou a camisola da esposa e a retirou rapidamente. Soltou sua mulher para contemplá-la.

— Perfeita... como sempre — disse com um sorriso sacana.

Sakura se arrepiou e se sentiu presa ao olhar de seu marido, ele era um homem sexy.

O que Sakura poderia fazer naquele momento? Nada. Ela apenas podia se entregar ao seu marido, aproveitar o momento como sua mãe falou. Mas... E se fosse Sena no seu lugar, ela aproveitaria?

Parou de pensar nisso e foi até o Sasuke, queria esquecer sua irmã, ao menos agora. Deu um beijo nele e com as mão trêmulas chegou até a bainha da blusa, puxando-a para cima.

Ele ajudou a retirá-la, Sakura roçou seu peito no peitoral do marido e procurou loucamente pela boca dele.

Sasuke distribuiu beijos no pescoço da mulher e mordeu o lóbulo de sua orelha. Segurou a cintura dela e a carregou, voltou sua atenção para a boca da mesma e a beijou. Sakura entrelaçou seu braço no pescoço do marido e sentiu suas costas encostar em algo macio.

O moreno deitou por cima dela e fez uma trilha de beijos até a região feminina dela.

— Senti saudades do seu corpo, querida — disse.

— Eu também senti, meu bem — retorquiu e olhou para o teto.

Sasuke fazia o seu trabalho para lubrificar a região. Sakura gemia e acariciava o cabelo dele. Ao terminar, o Uchiha levantou e retirou sua calça.

Aquele maldito pedaço de pano, estava machucando o seu companheiro que já estava ereto. A rosada se sentiu constrangida nesse momento e lembrou-se da penetração, diziam que se ficasse relaxada, não doeria tanto.

Procurou esquecer desse detalhe.

Sasuke voltou a beijá-la ferozmente e a mesma retribuía na mesma intensidade. Estava adorando aquilo. O marido roçou sua intimidade na dela, fazendo os dois gemerem.

O desejo estava crescendo cada vez mais, se isso fosse possível. Só se ouviam gemidos crescentes.

Aquele contato proporcionado havia sido prazeroso demais.

Ela se sentia desejada e isso era maravilhoso.

Um homem que desejava ela e não sua irmã.

Congelou por um momento e Sasuke percebeu.

— O que foi, querida? Algo te incomoda? — indagou preocupado.

— Nada, por favor, continue — implorou ao responder.

A Uchiha afastou esses pensamentos e foi até o encontro da boca do seu parceiro para beijá-lo. Puxou-o para cima de si, algo como se avisasse que estava pronta.

O moreno a penetrou e no mesmo tempo deu leves mordiscadas no pescoço da rosada.

Sakura não pode deixar de notar o quão agoniante era, não acreditava totalmente que doía, nem que se você ficasse um tempo sem fazer ainda doeria.

Sakura deixou escapar um gritinho e cravou suas unhas na cama. Sasuke foi penetrando-a cada vez mais, até que ele estivesse lá dentro.

— Ah... — Sakura arfou.

— Diga que quer mais rápido, querida. Implore — ordenou Sasuke.

Sakura ficou calada.

— Mais rápido, por favor, Sasuke — implorou como ele tinha pedido.

Talvez... melhorasse a sua agonia. Só talvez.

Sasuke deixou escapar alguns gemidos o que deu mais tesão para sua esposa. Sakura não sabia o que fazer, a não ser gemer.

O moreno acariciou os seios de sua mulher, afinal, tinha que dar mais tesão para ela. Sakura gemeu de novo ao sentir o toque do seu marido.

Sasuke... — disse em um sussurro.

Sena... — sussurrou também e aumentou as estocadas.

Sasuke e Sakura chegaram ao clímax e o moreno gozou lá dentro, não se preocupou em retirá-lo.

Deixou seu corpo cair em cima do de sua esposa e respirou fundo. Os dois estavam suados.

A Uchiha estava ainda com adrenalina, talvez só fosse sentir a dor depois do ato no dia seguinte.

— Querida, você foi ótima — disse e dessa vez, deitou-se ao lado dela.

Sakura se aninhou no marido e fechou lentamente os olhos. Estava cansada. Pelo cansaço, acabou dormindo.

♔ ♔ ♔

Sena... — chamou uma voz. — Sei que está me ouvindo, sua irmã se casou com o Sasuke, sabia disso? — Riu. — Pois é... ela aos poucos está ocupando sua existência.

A pessoa pegou a mão gelada da garota.

— Não se preocupe, não darei tranquilidade a ela. Sabe que você pode confiar em mim. Sempre — disse.

Sena continuava intacta. Não se mexia e nem fazia esforço para tal.

Notas finais
O que acharam do capítulo? E suas teorias para os próximos capítulos? Por favor, me diga! Adoro saber sobre essas coisas