Noites de Outono
1 Capítulo 1
Não como ontem as noites de outono
Nos ponteiros descendo em perdidos anseiosNas brisas suspiradas de abandonoNos perfumes subindo em fugidos devaneiosNos sonhos só sonhos e campos de centeiosAo fim me dei conta da estranha roxidãoDo púrpura gotejado em luminosoDo incomodo passado, conhecido piedosoDo rosado sorrir de enoja compaixãoQue deixou sem palavras ou palavras a razãoDurante o caminho de momentos precisosDe baixo dum sombrejante inatingível tronoVi minh\'alma, pobre facejando sorrisosSempre sem juízos e sem dono, sem donoComo o sonho canto das noites de outonoE que boceje a lágrima que irá se render!No vacilar dum coração quase parar de sonoSem canto, sem sonho e de volta sem dono Que volta, sempre volta! a sem dono baterDo modo como ontem não foi meu o amanhecerDe todas as nossa, exnossas noites de outono.
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