Noites Sangrentas

4 Capítulo 4 - Meninas são fracas?


Notas iniciais
Espero que não se assustem com a Rosalie kkkk Ela está muito malvada ness capítulo

Depois de descobrir que os raios solares e meu corpo não podiam se encontrar mais, fiquei me perguntando se tudo que havia ocorrido era apenas um pesadelo ou uma triste e dolorosa realidade. E Por mais que eu tentasse adivinhar, minha vida estava um caos e era tudo culpa daquele vagabundo carnívoro dos infernos.

“O que ele fez comigo?” – Eu me perguntei, enquanto reparava que minhas unhas estavam muito maiores que antes.

-E agora? O que eu faço? – Eu sussurrei para mim mesmo. — Não posso chegar nem perto da janela que meu corpo parece atrair o fogo. Então, é isso! Eu não posso me expor ao sol, mas, irei resolver meus problemas, quando a lua predominar.

Logo em seguida, agachei-me e puxei minha calça jeans, enfiando uma das mãos no bolso dela e retirando o tecido.

–Eu juro por tudo que é mais sagrado. Eu vou acabar com sua vida seu desgraçado. –Eu jurei, queimando os olhos em cima do tecido.

***

Eu tinha medo da noite, entretanto, não por ela ter a escuridão como sua alma gemia, era mais pelo fato do que eu via na escuridão.

Eu coloquei um vestido justo e preto, prendi meu cabelo em um coque e passei um batom vermelho em meus lábios carnudos.

Fui até o banheiro e tentei me analisar no espelho, porém, havia me esquecido que não conseguia mais me ver por aquele material.

“Trágico.” – Eu pensei e revirei os olhos.

Desci de elevador e peguei meu carro na garagem do prédio.

Eu sempre lutei pela existência da igualdade social, mesmo meus pais sendo ricos e me dando uma ótima quantia de dinheiro por mês, eu fazia questão de trabalhar e ter o meu próprio salário. Isso era antes, pois agora, eu penso o quando eu era babaca. Tanto dinheiro dos meus pais dados a minha pessoa e nem um centavo gasto.

Após cair na estrada, mantive-me atenta a qualquer movimento bruto.

“ Noite de lua cheia.” – Eu pensei e fitei a lua brilhar no céu.

Eu estacionei meu carro próximo ao parque, abri a porta do motorista, retirei-me, liguei o alarme e segui para as árvores que lá se encontravam.

–Que vida difícil! –Eu disse procurando uma vítima.

Senti uma movimentação nas proximidades de onde me encontrava e virando-me vagarosamente, fitei três garotos me observando com grande malícia.

–Que isso princesa! –Comentou o da esquerda, que tinha olhos escuros e brincalhões.

–Me deixe em paz! –Eu pedi, tentando apimentar a brincadeira.

–Impossível de te deixar em paz. –Comentou o mais alto e mais musculoso. Ele tinha uma cara arredondada, olhos azuis e com uma barba bem volumosa.

Eu ri e revirei os olhos.

–É o seguinte! Vocês me deixam em paz e eu poupo a vida de vocês. –Eu avisei, porém, eles ignoraram e caíram na gargalhada.

–O que você pode fazer com a gente? –Indagou o barbudo que logo em seguida, cruzou os braços. –Você é só uma menina! Meninas são fracas.

–Meninas são fracas? Eu vou tentar ignorar o seu comentário e decidir qual a melhor opção para sua morte. –Eu respondi. –Mato vocês rapidamente, ou lentamente? Vocês escolherem! Vamos lá! Qual das duas opções vocês preferem?

Eles se entreolharam e riram mais uma vez.

–De boa, menina. Você é engraçada, porém, vamos lhe comer mesmo assim. –Um deles admitiu.

Eu ri com tom de ironia e voei em cima do barbudo surpreendentemente, e com grande velocidade, arranquei sua cabeça.

–Coitado! Ele não pode nem se despedir. –Eu brinquei e fitei os outros dois meninos que tinham suas pernas tremendo. –Qual o problema? Fui malvada demais? Espero que vocês tenham um sangue apetitoso.

***

Notas finais
Reviews?
Espero que gostem desse capítulo!