Noites Do Passado
6 Força
Notas iniciais
Mas aqui está!
Desculpa pela falta de organização, mas é que o meu computador está muito maluco!
O capítulo é curtinho, mas espero que esteja bom.
Boa leitura!
Dias se passavam e Ulquiorra continuava com raiva de sua nova companheira, mas sentia-se bem quando está perto de Orihime. Em uma manhã, Ulquiorra andava pelos corredores até que ele avistou Grimmjow correndo para a sua direção.
- Ulquiorra! Você tinha que ter visto! A sua amiga é muito louca! Acredita que ela pegou a espada do rei para cortar o galho de uma árvore onde o Szayel estava preso? Disse Grimmjow. Ulquiorra escutava sem interesse. Muita comédia!
- Pede para que ela devolva a espada do rei antes que o próprio rei descubra. Disse Ulquiorra seriamente.
Ele continuou caminhando. Até que parou e pegou o seu colar de esmeralda que Inoue havia lhe dado. Ficou pensativo por alguns minutos até que ouviu uma voz que realmente não gostaria de ter escutado.
- Então a princesa lhe deu um presentinho? Perguntou a mulher que lhe tira a paciência desde que chegou, Yoko.
- Suma da minha frente. Ordenou o moreno, tentando se controlar para não perder a paciência. Sem perceber, ela apareceu em um segundo na sua frente. Ela tocou a ponta dos dedos em seu pingente de esmeralda e ficou observando. Ulquiorra nem se mexeu, mas sentia vontade de bater nela.
- É bem bonito. Um presente desse só é dado aos amigos nobres de famílias reais. Ela me deu essa fita rosa para eu prender meu cabelo que eu nunca ousei soltar. Mas para ela ter dado isso para você, deve ser porque ela te acha muito importante. Ao dizer isso, ela se afastou um pouco, ainda sorrindo. Sabe, Ulquiorra Schiffer, eu percebi que após a morte de sua irmã, você fez algo que lhe deixou com essa idade por muito tempo. Estou certa? Ele não respondeu. Só a encarava com raiva. Sentia-se como se estivesse sendo ameaçado. Ao saber que ele não iria lhe responder, continuou. Eu sei que você era humano quando ainda tinha sua irmã por perto. Era pálido, porém não tinha essas marcas nos olhos. Tinha olhos verdes que demonstravam alegria de viver. Até que chegou uma noite que marcou uma mudança. E essa noite, fez com que você usasse os feitiços dos livros da sua irmã. E um único feitiço fez com que você tivesse essas marcas que eu tanto desprezo. Essa aparência que eu tanto odeio! Yoko estava começando a perder a paciência consigo mesma. Ulquiorra se perguntava como essa mulher sabe tanto sobre seu passado. E por que ela te atormenta com isso. Não querendo ouvir mais nada, começou a caminhar, mas Yoko colocou a mão em seu pescoço e o colocou contra a parede. Apesar de estar surpreso com esse ato, ignorou e tentou tirar a mão dela, mas ela era mais forte. Não gritou nem se mexeu. Só ficou parado, encarando-a.
Pode até tentar fazer voto do silencio comigo, mas eu sei o que você quer fazer. Quer me matar? Quer fazer arrepender-me por colocar os pés nesse lugar?! Por mim, tudo bem! Yoko agia-se como se tivesse descontrolada. Até que Ulquiorra percebeu que suas pernas estavam livres e deu-lhe um chute no estomago, fazendo Yoko bater as costas na parede. A mesma se levantou enquanto respirava fortemente com seu braço na barriga. E Ulquiorra colocava a mão no pescoço.
Os dois perceberam que Inoue estava se aproximando e disfarçaram-se como se nada tivesse acontecido. Eles se reverenciaram diante dela.
Olá! Disse à princesa que sorria sem parar.
Olá, princesa! Disse Yoko, carinhosamente.
Ulquiorra não respondeu. Nem olhava pra elas. Inoue caminhou até ele e lhe deu um forte abraço.
Olá para você também, Ulquiorra! Está bravo comigo? Perguntou Inoue.
- Não. Ulquiorra respondeu.
Você viu o presente que eu dei para a Yoko? Achei que essa fita ficaria mais bonita do que a outra que estava velha e suja. Disse Inoue. Ulquiorra nem queria olhar para Yoko. Sem que a princesa percebesse, Yoko o encarava com um sorriso debochado.
- Vou acompanhá-la até o seu quarto. Disse Ulquiorra. E os dois foram.
Yoko foi até o seu quarto e deitou-se na sua cama. Ela olhava para o teto até que ela mesma quebrou o silencio.
Ulquiorra Schiffer. Acha que eu sou mais forte que você? Mas na verdade, é você não tinha coragem de me enfrentar.
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