Notas iniciais
Oi amores! Andei sumida mesmo, 2017 já começou corrido e nem tive como postar essa one antes do fim de 2016 :(

Mas espero que o 2017 de vocês seja incrivel!

Bora ler.

Beijocas

— Rápido, Edward! — Bella berrava em plenos pulmões. O marido ao volante sentia como se seus tímpanos fossem estourar a qualquer momento. Desde o segundo em que as contrações começaram, um pouco antes da ceia da família Cullen se iniciar, Bella vem gritando audivelmente.

Quem diria que uma mulher pudessem ter cordas vocais equivalentes a de uma cantora de opera?

— Calma, eu to chegando — Edward se justificou — Respira! — ele começou a respirar do jeito que ensinaram na aula de yoga dela, que ele foi obrigado a ir um dia.

— Calma? — ele parou o carro de qualquer jeito na frente do hospital e ajudou a mulher a sair.

— Isso querida, calma — ele voltou a repetir. Assim que entraram no hospital uma enfermeira apareceu com uma cadeira de rodas e ajudou Isabella a sentar — Vai dar tudo certo.

— Querido, vem aqui — ele se abaixou na altura dela. Isabella desferiu um tapa na cara do marido, ele ficou sem reação e olhava chocado para a esposa — Não me diga pra ficar calma! Eu tenho um bebê tentando sair de mim e não quero saber de calma!

Ele assentiu lentamente e a enfermeira — para a felicidade de Edward — a levou para o quarto onde Bella permaneceria até chegar a hora de ter o bebê.

Edward terminou de assinar a papelada e já estava indo em direção ao quarto quando as portas do hospital foram abertas abruptamente.

— Sai da minha frente, caralho! Essa mulher tá louca! — um moreno alto conduzia uma cadeira de rodas com uma loira sentada — Sai!

— Sai porra! Ta surdo? — a loira berrava com os enfermeiros. Ela estava parecendo a menina do Exorcismo. Edward riu com esse pensamento, podia ver a hora que a cabeça dela daria a volta no pescoço.

Ainda rindo pelo casal desesperado, ele se dirigiu para o quarto.

Assim que entrou percebeu que Isabella estava mais calma, aparentemente. Ela meditava e acariciava a barriga, mantendo a calma para nada afetar o bebê. Ela abriu os olhos e viu o marido sorrindo. Contudo, por dentro, Edward temia que a esposa fosse levantar e andar pelas paredes iguais aquelas meninas possuidas de filme de terror.

— Querido, me desculpe — ela pediu sinceramente — mas agora eu to mais calma, nós só temos que manter a calma.

"Ela disse "calma" duas vezes, mas se eu falar isso ela corta a minha lingua", ele pensou.

— Tudo bem, eu entendo — seu rosto ainda ardia devido ao tapa, contudo preferiu abafar o assunto, optou por não cutucar onça com vara curta. — Como está?

— Estou bem, a médica logo virá aqui conversar conosco — explicou.

Edward sentou-se na poltrona ao lado da cama da esposa e segurou em sua mão, fazendo carinho na palma. Juntou sua outra mão a dela que fazia carinho na barriga dela, e o fizeram juntos. Ele amava poder sentir sua filha, fazer carinho, beijar a barriga de Bella, ler e cantar para o bebê.

— Que dia horrivel pra se ter um bebê, não é? — Bella falou, quebrando o silencio.

— Por que acha? — Edward perguntou confuso. Estava ansioso para ver o rosto do bebê desde que Bella lhe contara que estava grávida. Não importava-se com o dia, contanto que logo seu pequeno pacotinho de amor estivesse nos seus braços.

— É quase virada do ano e nem chegamos a jantar — fez careta — Eu estou com fome e só posso comer depois de dar a luz. Mas eu quase consigo sentir o cheiro do suflê de frango da sua mãe.

Esme Cullen, mãe de Edward, adorava mimar o filho e a nora. A pedidos de Bella, ela fez um delicioso suflê de frango e a morena estava sonhando em comer desde que chegou a casa da sogra. Contudo, às 19h30m a bolsa da morena estourou e não teve jeito, tiveram que correr para o hospital.

A médica obstetra de entrou no quarto, interrompendo a linha de raciocínio de Edward.

— Como vai, Bella? — Leah perguntou educada. Ela foi a médica do pré natal.

— Bem, as contrações estão leves — Bella sorria mais calma.

— Que bom — a medica assentiu, fazendo os procedimentos padrões nela — E você, Edward?

— Estou ansioso — foi sincero — Não vejo a hora de ver nosso bebê.

Ela assentiu. Dra Leah continuou a examinar Bella e logo se retirou da sala, dizendo que ainda não era hora.

— Senhor Cullen — uma enfermeira entrou no quarto — o senhor esqueceu de assinar um papel. Por favor, vá até a recepção.

Ele assentiu e beijou a esposa antes de sair. Assim que chegou na recepção viu uma morena baixinha na cadeira de rodas com um cara hippie assinando os documentos.

— Aqui, Senhor Cullen — a recepcionista entregou os papeis a ele.

A mulher na cadeira de rodas estava de olhos fechados e meditava.

"Qual o problema das mulheres e suas meditações?" ele indagou para si. Ele começou a assinar os papeis, quando acabou, entregou para a recepcionista e voltou para o quarto.

— Edward! — Bella gritou. O ruivo artordoara-se com o grito da esposa e foi ao seu encontro — É uma contração! Ai meu Deus!

— Calma, respira fundo!

— Chama o anestesista! — ela gritava.

— Não Bella, você insistiu por um parto normal, não incluímos um anestesista — explicou. Por toda a gestação, Edward tentou convencer Bella a fazer uma cesariana. Contudo, a morena foi irredutível e quis um parto normal. Por outro lado, agora se arrependeu, mas não há nada que possa ser feito.

— Seu grandíssimo filho da puta! — ela deu um outro tapa nele — Eu quero um anestesista!

— Tudo bem, vou procurar um! — ele garantiu e saiu correndo do quarto.

Ao sair correndo pelo corredor Edward acabou trombando com o loiro hippie, que o olhou furioso, mas logo acalmou-se.

— Cara, diz para sua mulher que os gritos dela estão atrapalhando o ying yang da minha esposa. — ele falou, mas Edward não entendeu nada.

— Não posso fazer nada — Edward se justificou — Se quiser acalmar a minha esposa vai lá! Eu espero que ela fure seus olhos.

Jasper, temendo pela sua visão, voltou para seu quarto.

Sua esposa, Alice, encontrava-se de pernas cruzadas em chinês e meditando. Queria estar em paz para receber seu filho.

— Como você está, querida? — Jasper perguntou.

— Estou bem, as contrações diminuíram e não dói tanto. Logo logo teremos nosso pequeno em nossos braços — respondeu lentamente, Alice, desde que virou adepta ao budismo evita de se estressar.

— Que bom.

— Pediu para o casal ao lado parar de gritar? Meus xácaras ficam desalinhados com tamanha gritaria.

— Pedi — ele fizeram silencio para ver se haveria mais gritaria, no entanto a unica coisa que era possível de se ouvir era o bip da maquina que estava ao lado a cama de Alice.

— Tudo na paz, minha querida — ele se abaixou e beijou os lábios de Alice.

Uma batida na porta fez os dois se separarem, era o Doutor Nahuel, médio responsável pelo pré natal e parto de Alice. Ele fez os exames necessários nela e saiu da sala.
Ainda não estava na hora.

*****

Por uma hora o hospital ficou em silêncio e calmaria. As três gestantes agora mais calmas, por outro lado seus maridos estavam ansiosos.

Emmett, no caso, andava de um lado para o outro. Enquanto Rosalie, sua esposa, estava deitada acariciando a barriga.

— Ai — reclamou — Emm, senti uma pontada. O marido rapidamente apertou o botão a fim de chamar a enfermeira

— AI! — a loira reclamou de novo — Emm!

— Calma, ursinha! — ele afagou a mão da esposa e acariciou sua barriga, logo seu bebê estaria em seu colo.

— Chamaram? — a enfermeira entrou no quarto. Rose explicou onde doía e a jovem funcionária foi correndo chamar Dra Carmen.

— Rose? — a médica entrou — como está se sentindo?

— AH! — a loira gritou por causa de uma pontada muito forte.

A médica a examinou e disse por fim:

— Está na hora — sorriu — Sua dilatação está perfeita...

— Que bom — a loira sorria para o marido.

— ...O que é uma pena — a médica terminou sua fala.

— Perdão? — Emmett perguntou surpreso — Como minha esposa está com a dilatação perfeita e isso é uma pena?

— Ora, vocês não sabem? — a médica perguntou surpresa e o casal negou — O primeiro bebê nascido no primeiro dia do ano ganha $30 mil doláres.

— Oi? — Rose arfou surpresa.

Emmett se abaixou até a intimidade de sua esposa e gritou para o filho.

— Volta para dentro, Ethan! Volta agora! — a médica e Rose olhavam surpresas para Emmett. — Eu nunca mais te peço nada, por favor!

— Querido! — Rose fechou as pernas.

A médica examinou Rose novamente e percebeu que sua dilatação diminuirá dois números.

— Ele te ouviu Senhor McCarty, teremos que esperar mais um pouco — disse por fim e saiu do quarto.

— Ursão! O que foi aquilo? — Rose perguntou assustada.

— Ué, ursinha! Trinta mil doláres, o que você queria que eu fizesse? Têm mais duas grávidas aqui, não irei perder a oportunidade.

Rose revirou os olhos e voltou a fazer carinho em sua barriga. Ela deixaria que seu marido se preocupasse com isso, ela já tinha trabalho demais tentando trazer ao mundo uma criança.

No quarto ao lado, Alice conversava com o médico. Nahuel explicava sobre o procedimento dos trinta mil dolares.

— Alice, você pode esperar até meia noite para podermos fazer o parto, assim, você tem chances de ficar com o dinheiro. — explicou.

— Não, quando meu bebê tiver de nascer, nascerá — disse indignada. — Nada de correr contra o tempo, atrasar ou adiantar o parto, quero que seja no momento dele.

O médico assentiu, não entendia o ponto de vista dela, mas ela é a mãe e ela quem manda. Enquanto isso, Jasper andava de um lado para o outro, pensando em como convenceria a esposa a fazer de tudo para que o deles fosse o primeiro bebê a nascer no ano. Ele é hippie e não nega, contudo, dinheiro é dinheiro e poderia dar conforto ao bebê por um tempo até ele firmar em um trabalho.

— Olha, Deus, Buda, seja lá quem estiver me ouvindo — ele olhava para o teto ao dizer de olhos fechados — se o meu bebê for o primeiro a nascer no ano eu prometo que irei procurar um emprego de verdade e darei todo o conforto a minha família. E até mesmo volto a estudar — prometeu. Antes de virar hippie, Jasper estudava música na Julliard e queria ser professor na instituição que um dia se formaria. Porém, se converteu a hippie, por outro lado não se arrepende de nada.

Ele voltou ao quarto logo assim que Nahuel saiu. Ele encontrou a esposa deitada de olhos fechados e pensou em como convenceria ela a fazer o que fosse possível pro filho nascer dia 1 e que fosse o primeiro, de preferencia.

— Alice, por favor, pensa na grana — implorou. Merda, pensou, não era para ter falado assim.

— Jasper, nosso filho é um dádiva, não uma moeda de troca — olhou para ele furiosa — Como você pode ousar que eu cogite essa ideia? — cruzou os braços quase bufando de raiva. Se o marido estivesse mais perto ela com certeza lhe daria uns tapas para ficar com a cabeça no lugar.
Jasper assentiu e sentou ao lado dela.

Por favor bebê, faça isso pelo seu pai. Nunca te pedi nada!

******

— TRINTA MIL DOLÁRES? — Edward gritou surpreso. Leah havia acabado de dar a noticia a eles e sabia como essa noite acabaria: como se fosse uma corrida à caixa forte, do tio Patinhas.

— Sim, Senhor Cullen — ela respondeu. Estava até acostumada com o piti que os pacientes davam. — Fora vocês têm mais duas grávidas.

— Leah, será que podemos fazer uma cesariana? — Bella perguntou, estava se sentindo desconfortável com as contrações e queria ter logo o bebê.

— Olha Bella, serei sincera — avisou — Você quis um parto normal, então não sei se o anestecista irá poder estar no seu parto no momento em que estiver tendo o bebê. A Senhora McCarty já havia solicitado a presença do mesmo.

— Te damos 3mil doláres — Edward tentou barganhar. Leah olhou para ele e revirou os olhos.

— E ai o bebê não é o primeiro, ainda me dará os três mil?

— É, dou — pensou melhor, ainda tinha que pensar positivo. Se agarrar na esperança de que sua filha seria a primeira a nascer no ano.

Leah riu descrente e saiu da sala. Achava um absurdo o que os pais faziam para os filhos serem os primeiros do ano, até mesmo barganhar.

Esse mundo está perdido.

As horas foram passando e já era 23h. Bella se revirava de dor na cama, mas ainda não tinha dilatação suficiente para dar a luz naturalmente. Ainda faltava uma hora para a virada do ano e ela estava sozinha no quarto esperando sua sogra voltar do banheiro, já que Edward foi a cantina comer o que a mãe havia trazido para ele.

— Pronto amor, voltei — ele disse entrando no quarto e dando um beijo nos lábios da esposa.

— Inferno, você está com bafo de suflê — ela reclamou — Eu to com fome e quando eu sair daqui, eu juro que irei comer tudo que eu puder. Igual a uma porca.

— Aguente mais 50 minutos e ai quando for 23:50 pode dar inicio ao parto, só que você terá que dar a luz a meia noite em ponto.

— Você fala como se isso fosse fácil. Edward tem um bebê saindo da minha vagina, você imagina a dor que vai ser? — antes que ele pudesse ela gritou de dor, a bebê chutou forte e junto veio uma contração.

Assustada com o grito de Isabella, Alice gritou também.

— O que foi? — Jasper perguntou não estava esperando que a mulher tivesse o bebê agora. Na verdade, ele torcia para que a mulher não tivesse o bebê agora.

— Só me assustei com essa escandalosa — ela passou as mãos no cabelo, já estressada. — Eu amaldiçoo essas grávidas escandalosas, custa o que gritar baixinho? — Quando não era Bella, era Rose gritando. Ela respirou fundo ao sentir uma contração.

Jasper olhava para a esposa aflito. "Deus, faça com que esse bebê não nasça agora" pedia ele silenciosamente.

— Jasper, chama o médico! — Alice gritou.

— Nahuel! — Jasper saiu gritando pelo corredor do hospital. — Nahuel!

Ao ver o loiro correndo em sua direção, Nahuel se apressou em ir em direção em ir correndo em direção ao quarto de Alice. Ao chegar, constatou que já estava na hora do parto.

— Não! — Jasper gritou. Ainda era 23h45, ele não queria perder a oportunidade de ter seus trinta mil.

Contudo o médico fora rígido, juntamente com Alice e eles deram inicio ao parto.

*****

No outro quarto Bella já estava entrando em trabalho de parto. Edward não se importava mais com o dinheiro, só queria que a esposa e a filha ficassem bem logo.

— Anda Bella, empurra — Leah incentivava.

Edward estava ao lado da esposa e segurava em sua mão dando todo o apoio para ela.

— Anda querida, falta pouco — ele dizia — Força, você consegue!

— Não dá! — ela arfava. De toda força do mundo que fazia Bella estava se sentindo cansada e dolorida — Não consigo!

— Consegue sim! — Edward disse — Anda Carlie, nasce logo e ajuda a mamãe!

— Força Bella! Empurra e logo ela nasce — Leah assegurou — 1... 2... 3... Agora!

Bella gritou em plenos pulmões e fez toda força que conseguiu. Logo ouviu um chorinho infantil. Finalmente! Finalmente sua Carlie nasceu.

— Ela é linda — Edward disse depois de olhar a filha. — Você foi incrivel. Parabéns.

— Obrigada — a morena respondeu arfando, suada porém sorrindo. Feliz pela filha finalmente nascer.

*****

— Anda, Rose! — Emmett dizia a esposa. A loira havia descartado a ideia do anestesista e preferiu um parto normal. Ela sabia que ia doer, mas não a ponto de sentir como se estivesse sendo partida ao meio — Força amor, você consegue.

— Consigo? — perguntou pra ele e ele assentiu. Ao aproximar da esposa para lhe dar um beijo na testa, levou um soco na cara — Cala a boca!

Ele assentiu e continuou ao lado da loira.

Ela fazia força em meio a gritos. Era possivel de se ouvir até o fim do extenso corredor e do andar acima. Rose era de longe a grávida mais escandalosa daquele hospital.

— Força! — A médica dizia.

A loira respirou fundo e fez força.

— Nasceu! É um lindo menino! — a médica falou feliz. Emmett se aproximou da esposa e lhe deu um beijo.

— Parabéns, ele é lindo. — ela assentiu e respirou fundo. Cansada e exausta depois de fazer tanta força.

Um pouco mais de meia noite e meia os três recém papais estavam na sala do diretor geral do hospital. O senhor Volturi iria dar a grande noticia de quem seria o casal sortudo que levaria o dinheiro.

— Bom, parabéns a todos — ele começou — um filho é uma dádiva...

— Tá bom, já sabemos — Emmett cortou o médico — Da pro senhor dizer quem ganhou?

— Tudo bem — ele respirou fundo e abriu os envelopes que diziam a hora exata do nascimento das crianças. Ao olhar ele balançou a cabeça em negativa.

— O que foi? Algo errado? — Edward perguntou aflito.

— Bom, eu não veria isso como um problema... — ele começou.

— Mas? — Jasper perguntou.

— Os filhos de vocês nasceram na mesma hora. — a resposta do médico pegou os três de surpresa.

— Quer dizer que cada um levar trinta mil doláres? — Edward perguntou confuso, não passou pela cabeça dele essa possibilidade.

— Não, quer dizer que... — o médico foi novamente interrompido pelo McCarty.
—

Zerinho ou um! — ele olhou para dois pais ao seu lado e eles toparam já formando uma rodinha para disputar a grana.

— Não, seu idiotas! — o médico gritou — Cada um de vocês terá de ficar com 10 mil.

Eles pensaram e viram que não ia ter outra possibilidade.

— Bom, a gente nem sabia da grana antes de chegar aqui — Edward refletiu — 10 mil é melhor que nada.

Os outros dois assentiram.

Aro deu os cheques a eles e os fez assinar diversos papeis antes de liberá-los para que pudessem ficar com esposa e bebê.

— Parabéns a vocês dois — Jasper disse, quebrando o silencio que estava no corredor.

— A vocês também — Emmett e Edward falaram juntos.

— Quem sabe a gente não se esbarre por ai — Edward disse e deu de ombros, se despedindo de seus companheiros e entrando no quarto.

Agora as três mulheres encontravam-se em seus respectivos quartos, nem mesmo se pareciam com aquelas mulheres que entraram no hospital aos gritos e correndo. As três embalavam seus filhos sorrindo. Ao ver que seus maridos entrando no quarto, sorriam e chamavam para ver seu bebê.

Seu pequeno pacotinho de amor.

Notas finais
Então, o que acharam?

Espero que tenham gostado.

Beijocas ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!