Noite Inesquecível
1 Noite Inesquecivel
Notas iniciais
Meu nome é Percy Jackson, tenho 23 anos sou um cara solteiro. Eu tenho como ocupação, bom eu sou um cantor em ascensão e como vocês devem saber esse mundo dos artistas é azaração, dinheiro, prostituição. Por muitas vezes me arrependi de ter entrado nesse meio tão cedo, mas por outro lado é uma coisa que eu amo e me faz feliz.
Nunca tive muita distinção pelas pessoas que eu ficava, agora eu tenho, namoro uma universitária em arquitetura, Annabeth Chase, estamos bem e felizes juntos eu mudei meu comportamento com ela, amadureci, mas antes não era bem assim.
Eu era um cara que vivia cheio de polemicas, drogas, corridas de carro, orgias e festas, não tinha muita seletiva com quem me relacionava homens ou mulheres, pra mim sempre foi importante o prazer, e numa dessas aventuras eu conheci um cara... De todas as pessoas que eu fiquei, ele é o que eu mais lembro.
Eu me lembro de ter ido um show em Las Vegas, na virada do ano, ele estava na grade do meu show ele naturalmente não parava de olhar pra mim e eu também não deixei de olhar pra ele, eu tinha regras a seguir e tentar um contato com ele no palco seria praticamente impossível.
Mas o destino é engraçado, depois do show, eu fiquei no meu camarim era sempre o ultimo a sair, porque eu gostava de atender os fãs, então fiz o de sempre, um a um os fãs foram entrando e eu tirava foto, autografava (dava alguns beijos) e assim ia mais uma noite de show.
– Mandou bem Percy, encerramos por hoje.
Era o meu empresário e melhor amigo Grover, era o apelido dele claro, ele não gostava muito do nome de nascimento, assim que ele tinha sido, sentei e relaxei. Não se tinha passado nem dois minutos e ouvi a porta abrir.
– Desculpa Percy, esse é um fã é o ultimo... e
– Tudo bem Grover, não me importo de atender mais um.
Me levantei e olhei no espelho, estava com minha camisa preta rasgada nas mangas, causa jeans rasgada, com um cinto folgada e um all star alias meu preferido. Joguei um pouco de agua no rosto, peguei a tolha e sequei indo pra porta, foi quando me deparei com ele.
Cabelos negros bagunçados, com certeza ele era mais novo que eu... Eu com 19 anos e ele bem com cara de 16 anos, usava uma camisa da minha banda e uma calça jeans escura, uma jaqueta de aviador, um colar de couro, seu olhos eram tão negros quanto seu cabelo e não me lembro de um cara ter chamado tanto minha atenção quanto ele.
– Oi Percy. – Ele sorriu discretamente. – Desculpa vir agora, mas eu fiquei esperando e...
– Relaxa, eu não me importo é até bom conversar... E como você é o ultimo, está com sorte. – Eu adentrei o camarim e indiquei pra que me seguisse. – Vai ter um tempo pra sermos amigos.
– Você é incrível... Ah, desculpe meu nome é Nico Di Angelo. – Ele se sentou no sofá e entrei uma bebida pra ele. – Não, sou menor... Nada de bebidas.
– É suspeitei, mas ninguém precisa saber é só uma. – Entrei a Ice mesmo assim. – Então de onde você é Nico?
– Sou de Nova York, meu pai é daqui, mas minha mãe veio da Itália. – Ele abriu e bebeu. – Meus pais morreram, então vivo com minha irmã... E bom, ela não sabe que eu estou aqui.
– Mais um adolescente atrás de aventuras. – Sorri pra ele. – Sinto pelos seus pais, e apoio você ter um pouco de aventura, afinal a adolescência dura pouco... A minha parece que nem existiu.
E a partir dali começamos uma conversa muito produtiva, criamos intimidade, demos risada. Não fui interrompido já que o pessoal da produção sabia que gostava de descansar antes de ir pra qualquer lugar e como era ano novo, eles provavelmente estavam liberados pra curtir a virada onde bem quisesse, assim como eu.
– Você não vai passar o ano novo com sua irmã? – Dei o ultimo gole na garrafa.
– Não, ela me deixou livre por isso consegui vir pro seu show, eu queria uma noite inesquecível. – Ele sorriu, não sei se intencionalmente, de uma forma sedutora e aquilo me chamou mais atenção. – E parece que eu consegui.
– A sua noite não acabou Nico. – Ele me olhou intrigado. – Você é virgem?
– O... Oque? – Pude perceber que ele corou, mas tentou disfarçar. – Bem... Não exatamente.
– Já deitou com algum homem? – Ele negou com a cabeça.
– Mas já beijei um...
Aquela foi à informação que eu precisava, deixei a garrafa de lado e nem podia dizer que deixei Nico bêbado o suficiente pra não saber o que estava fazendo, ele só tinha bebido uma garrafa e estava totalmente sóbrio. Como eu estava sentado no mesmo sofá que ele, o que fiz foi me inclinar e ficar bem próximo.
– Percy...
– Me diga Nico... Você quer uma noite inesquecível assim? – Sussurrei próximo dele, seus olhos negros brilhavam de excitação. – Eu posso te oferecer...
– Eu quero...
Foi então que ele terminou com a distancia que tínhamos e começou o beijo, obviamente retribui e fui com calma, não tinha pressa nenhuma em tê-lo, as coisas vinham no seu tempo e o Nico estava entrando nesse tempo, que seria curta, mas especial como prometido.
As mãos dele pousaram no meu peito e um pouco tremulas passaram pras minhas costas, aprofundei o beijo e pedi passagem com a língua, ele cedia conforme eu avançava e acompanhava da mesma forma, desci minhas mãos até a jaqueta dele e tirei.
O deitei no sofá e me encaixei entre as pernas dele, percebi que o volume na calça já estava crescendo e sorri por notar, levantei a blusa dele aos poucos lambendo a parte descoberto, senti o corpo de ele reagir ao meu toque e rapidamente ele estava sem camisa. De modo que ele não ficasse em desvantagem, senti as mãos de ele puxar minha camisa e cedi ajudando a tirar.
– Confesso que sonhei com isso. – Ele dizia um pouco tímido. – Transar com você, mas nunca...
– Relaxa... — Tomei os lábios dele. – Conversamos depois.
Com certa urgência pra ouvir aquela voz um tanto fria gemer, no que eu imaginaria ser uma forma calorosa, comecei a tirar a calça dele, sem muita cerimonia, não era o tipo de cara que precisava disso e parecia que o Nico pensava da mesma forma.
E mais uma vez a roupa dele foi ao chão e pude ver aquele garoto completamente nu, apesar de ser um pouco magricela, ainda tinha seus músculos um pouco definidos e eu achava tudo atrativo nele, deslizei minha mão pela sua perna e segurei seu membro que por ventura já estava ereto.
Massageei com um pouco de força e pressão e notei a expressão dele, suas mãos agarraram na beirada do sofá, sua cabeça caiu um pouco pra trás encostada no braço do mesmo e seus pelos se eriçaram, não pude conter um sorriso sapeca e malicioso.
– Peço que... se contenha um pouco.
Ele pareceu não entender bem até que... Primeiro coloquei a cabeça do membro dele na minha boca e aos poucos a deslizei completamente pra dentro, e ele fez todos os movimentos de antes com mais firmeza e com um gemido contido e arrastado na garganta.
Segurando a base com a mão eu movimentava minha boca num vai e vem calma, mas que tinha uma pegada intensa a cada descida e subida, lambi toda a extensão do membro dele e passei a língua na ponta do membro e ele gemeu, um tanto alto de mais, meu ego gostosa disso.
– Percy... ahn... Por...fa...
Passei minha língua pelos testículos dele e continuei massageando com a mão o seu membro, estocando com pressão, senti seu membro pulsar e estava bem enrijecido, completamente excitado, afastei um pouco as pernas dele com uma mão e passei minha língua na entrada dele.
– AH... PERCY...
O membro pulsou mais forte na minha mão e percebi que ele não ia se conter por muito tempo, contei a lamber a entrada dele, tanto pelo prazer quanto pra lubrificar, seria preciso e também deixaria ele mais excitado e querendo mais, o que era o que eu queria. Talvez ele estivesse assim por ser a primeira vez dele e também por ser comigo, maldito ego Rock Star, então senti minha mão lambuzar e ele gritar.
– Tudo bem Nico? – Puxei o membro dele pra cima fazendo sair mais um pouco de esperma e o beijei, ele estava ofegante, mas parecia com mais desejo do que antes.
Rapidamente me levantei e fui até minha gaveta, puxei uma camisinha e um lubrificante (é nunca se sabe, Percy Jackson é uma caixinha de surpresa), ele me olhava malicioso, antes mesmo que eu chegasse ao sofá, Nico me puxou e me colocou sentado.
– Minha vez...
Nico se ajoelhou na minha frente e desabotoou minha calça, levantei meu quadril e ele a puxou pra baixo deixando no chão do camarim, eu também já estava excitado, ele logo abocanhou meu membro e sugou com uma vontade... Uau... Foi o melhor boquete que eu tinha recebido na vida, ele realmente sabia o que estava fazendo.
Eu agarrava forte os cabelos dele e puxava o ajudando a subir e descer nos movimentos, meu membro pulsava forte, as veias saltavam tamanha excitação e eu estava quase lá... E ele parou, gemi em protesto e abri os olhos pra encara-lo, foi quando o vi abrir a camisinha e colocar na ponta do meu membro.
– Sabe Percy, vou fazer... sua noite inesquecível comigo.
Aquilo me surpreendeu, então Nico com a boca fez a camisinha deslizar e cobrir todo meu membro, agilmente ele pegou o lubrificante e passou enquanto me masturbava, eu não ousei me mexer, apesar de dizer que era virgem... Percebi que o Nico escondia muito mais do que ele parecia saber.
Ele firmou as pernas do lado da minha cintura com os joelhos dobrados e roçou a bunda dele no meu pau e eu suspirei, ele apoiava as duas mãos no meu peito, então levei uma mão pra bunda dele e a outra segurei meu membro e ajeitei então ele desceu.
– Hmmmm
Foi tudo o que pude dizer, ele firmou as unhas no meu peito e começou a cavalgar no meu membro, eu segurava a bunda dele com firmeza e ajudava nos movimentos, eu nunca pensei que poderia me sentir tão bem dentro de alguém, o prazer me consumiu a cada descida que ele fazia.
– Per.....cy.... ahnnnnn
Finquei minhas unhas na bunda dele e firmei a cintura, comecei a estocar com força, olhei nos olhos deles e vi puro prazer e excitação, ele tirou uma das mãos do meu peito e começou a se masturbar enquanto eu estocava, nos não estávamos mais gemendo... Nico urrava no meu colo.
– Ni...Nico... vão.. AHN.. ouvir..
– FO..FO...DA..-SE... AHHHHHHNNN – Ele movia a mão com rapidez e rebolava no meu colo.
Segurei ele no meu colo e me levantei, fiz ele apoiar as mãos na mesinha de centro e ficar de costas pra mim, ergui a cintura dele, dei um tapa forte com as duas mãos na bunda dele que deixou a marca dos dedos e voltei a estocar, eu o fodia como nunca.
Podia ver meu membro entrar e sair dele de uma vez e o melhor era seus gritos e berros de prazer, eu gostava como meu nome gemia na boca do Nico, aquela voz fria e que parecia não ter sentimento, agora estava delirando com forme eu o invadia.
_ Isso... Percy... me fode! Ahnnn... caralho... – Ele levantou o corpo e encaixou as costas dele no meu peito e dei uma estoca e um tranco forte que o fez berrar. – JACKSON... AHN!
– Geme... ahn... vai... Porra... Nico! – Eu trinquei os dentes pra não gritar, senti a mão do Nico na minha nuca e ele me beijou com voracidade.
Aos poucos nos íamos fudendo em cada canto do camarim e destruindo ele aos poucos, copos no chão, roupa jogada, abajur caído, onde eu passava pra comer o Nico o lugar era destroçado por nos dois.
Eu já estava deixando o corpo dele cheio de marcas de arranhões e chupões, principalmente na bunda e pescoço, já as minhas costas e meu pescoço estavam cheios de arranhões dele. Não sei quanto tempo demoramos ali, mas eu estava chegando ao limite e ele também.
– Eu... – Nico já perderá a fala, mas também estava no limite.
O levei até o espelho do camarim e o deixei de frente, assim ele se veria gemendo e consequentemente me veria, segurei o cabelo dele e puxei pra trás, ele fechou os olhos e eu dei um tranco forte fazendo ele ir pra frente.
– AHN.. ME.. FODE.. LOGO!
– Olha.... pro espelho... – Ele me obedeceu então fiz o mesmo movimento e ele deu outro tranco pra frente e sorrio satisfeito com que via e eu também. – Bom.. Garot..tooooo
Ele rebolou contra meu membro e eu estava alucinado, voltei a socar meu membro dele, desferi mais um tapa que ecoou pelo camarim, junto com um urro brutal de prazer do Nico, estávamos suados e tomados pelo prazer, sentia o Nico contrair meu membro.
– PERCY A-A-A-A-AHH V-V-OU..
– Nico... ahnnn...argh
Enterrei meu membro uma ultima vez no Nico que o levou ao êxtase e começou a gozar, eu acabei gozando também dentro dele, mas contido pela camisinha. Eu tinha certeza que se tivesse alguém ali teriam escutado o Nico e a mim.
Sai de dentro dele ofegante, tirei a camisinha dei um nó e joguei fora, logo em seguida nos dois estávamos no sofá, completamente satisfeitos e um pouco cansados. Nico realmente fez aquilo ser inesquecível.
Nico se levantou e vestiu a roupa dele, voltou a se sentar do meu lado que só me dei o trabalho de colocar a cueca, ficamos nos beijando mais um pouco, até que não sei acabei dormindo enquanto ele me fazia cafuné.
Acordei aos poucos, meu corpo estava dolorido e eu sentia uma pouco de dor de cabeça, olhei o relógio e já eram seis horas da manhã, me sentei no sofá e não vi nenhum sinal do Di Angelo, tinha ficado um pouco frustrado com isso.
– O que é isso? – Olhei na mesa de centro e vi um bilhete escrito à mão.
“Não pude ficar muito tempo, preferi te deixar dormir. Obrigado pela noite inesquecível, sei que você também não vai esquecer. Obrigado Percy Jackson, por ter sido tão... Legal comigo. Estarei sempre na primeira fileira.
Ass.: Seu fã... Nico Di Angelo”
Já tinha ouvido muitos casos de fãs que tiveram seus corações amados, usados e quebrados pelos seus ídolos, mas nunca pensei que eu teria uma paixonite por um fã e que ele acabaria iludindo meu coração.
A partir daquele dia sabia que Nico Di Angelo não era qualquer fã, ele foi o cara que conseguiu dar pra seu ídolo assim dizer, o que todos os fãs desejam. Uma noite inesquecível e poder assim marcar pra sempre a vida de quem eles tanto admiram.
– Percy... – Era o Grover me chamando. – Vem cara está na hora do show.
Peguei minha guitarra e sai do camarim, deixando o bilhete ainda guardado que o Di Angelo me deixou, junto com todas as lembranças que aquilo me deixou, e desde sempre depois daquele dia... Por algum motivo eu sempre o via, Nico Di Angelo, ali na primeira fileira de todos os meus shows.
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