Noir It Blanc
8 Capítulo 8 Uma morte só que não
Notas iniciais
Boa Leitura
PVO´s Evelyn
Arthur após ter me feito uma pergunta de como eu me lembrava de Duende alto, sorriu para mim e falou para mim tentar me lembrar.
–Por que o Rafael olha pra mim com raiva?
– Ele acha que você quer me roubar dele, e que eu me apaixone por você , e esqueça dele.
– E você acha que isso pode acontecer? — Como Arthur conseguia me envolver consigo era impressionante.
– Não sei de nada na minha vida, eu só vivo um dia de cada vez..- falei com um tom maduro.
– Você se apaixonaria por mim ou não Evelyn?- sua expressão que antes estava com esperança agora tinha se transformado em um rosto sério e duvidoso.
– Eu...- pensei em falar a verdade para ele mas não tinha certeza ao certo — eu não... eu não sei, eu não sei de nada.- abaixei o rosto.
– Hey — me fez olhar para ele- tudo bem, desculpa pelo que eu fiz, não foi minha intenção- sorriu para mim e sorri imediatamente para ele.
Conversamos bastante sobre muitos assuntos diferentes. Até que eu recebi uma mensagem de minha mãe pedindo para que eu fosse para casa.
Me despedi de Arthur e fui andando para casa. Estava quase chegando quando tudo ficou preto e eu senti uma grande dor de cabeça. Desmaiei.
PVO´s Edward
Tinha conseguido sair daquela prisão dos infernos, fui direto para a casa de Evelyn Muller (gente desculpa se não avisei que o sobrenome dela é esse vou fazer um "capítulo para os personagens").
Peguei uma arma que tinha conseguido com um amigo policial meu, e coloquei-a na cintura. Cheguei na maldita casa — o lugar é longe poo- e cortei os fios elétricos do lugar, fazendo com que tudo ficasse escuro e nem energia, ouvi alguns palavrões e passos vindo em minha direção. Me joguei atrás de algumas caixas que estavam cheias de poeira. A pessoa tentou arrumar o que eu fiz, mas logo desistiu.
Quando subiu de volta de onde tinha vindo eu sai de trás das caixas e entrei na casa.
Eu peguei uma lanterna e logo achei o quarto de Evelyn, estava vazio. Quando sai do pequeno comodo vazio dei de cara com a mãe da garota.
–Edward?
Foi tudo que ela falou antes de cair ao chão com um tiro na cabeça, minhas mãos estavam tremendo, todos que estavam na casa correram para o lugar. Uma garotinha estava com uma bonequinha que brilhava no escuro em suas mãos, logo que viu o corpo ensanguentado no chão, correu para um comodo e trancou a porta.
O vulto que tinha ído ao porão para concertar a energia tinha tentado me socar, mas fui rápido o bastante para o golpear com a ponta da arma, sem atirar no vulto sai correndo da casa e fui andando, quando encontrei Evelyn que falava com alguém.
Logo ela se despediu do garoto que aparentava ser da mesma idade que ela. A garota foi saindo devagar de perto do garoto e foi em direção a casa que eu acabara de invadir. Quando ela estava quase chegando na esquina eu bati com força em sua cabeça, fazendo com que seu corpo com perfeitas curvas e cabelo macio e sedoso chegasse ao chão. A peguei no colo e corri até a casa de meu amigo.
Notas finais
A V I S O: o próximo capitulo tem partes que são hentai (hot para quem fala assim), quem não ler aqui em baixo estarei avisando nas notas do capitulo em cima, e no começo do capitulo, por favor comentem.
Brigadu amo vocês.
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