Noir It Blanc
11 Capítulo 12: Ryan O garoto
Notas iniciais
PVO´S Evelyn
Uma semana? É já fazia uma semana que eu estava enfiando a minha bunda na cara daqueles homens filhos da put* para conseguir comer e não apanhar desses prédios, Melissa e Camila me apresentaram todos os “chefões” dessa droga de BOATE, sim me raptaram e me levaram pra uma boate. O “chefão” (ããão) mesmo era o Carlos, ele era barrigudo, e um pouco mais alto que eu, ele tinha um filho, que a propósito não era feio não, era alto seus cabelos encaracolados eram castanhos claros, ele tinha olhos escuros, sua pele não era muito branca, ele se vestia como eu me vestia na escola, quase todo de preto, ele usava uma calça jeans levemente surrada e bem escura, uma camiseta preta de uma banda qualquer e uma jaqueta de couro preta, usava um calçado qualquer e falada com Carlos, logo notei os dois olhando pra mim, que estava sentada em cima de uma mesa olhando o nada já que tinha acabado a minha parte, Carlos apontou pra mim e o garoto veio falar comigo, olhei pra ele sem vontade e ele retribuiu.
– Parece que você não gosta daqui não é mesmo?- ele me falou chegando perto.
– O que você quer?- falei pra ele sem olhar em seus olhos.
– Vim avisá-la que não pode chegar dando um chute no meio das pernas de um segurança, e tentar fazer novamente depois.
Olhei pra ele na mesma hora:
– E eu vou te avisar outra coisa- levantei-me da mesa- não se pode seqüestrar várias adolescentes e obrigá-las a enfiar a bunda na cara de um monte de homens usando roupas menores que o corpo delas, e torturá-las só por que não transaram com vocês- falei pra ele e voltei a me sentar em cima da mesa.
Ele riu e se aproximou ainda mais de mim.
– Dá licença meu filho- empurrei o peito dele com o dedo- não chega perto de mim.
– Olha garota, eu sei que a sua situação não é uma das melhores, mas vou admitir, eu também não gosto do que o meu pai faz...
–Fod*-se se não gostasse mesmo do que ela faz teria dado um jeito de tirar todas essas garotas daqui.
–Ta que seja só vim dar o aviso, caso o contrário você já sabe o que vai acontecer.
– Isso? – dei um tapa em seu rosto, fazendo com que a marca dos meus dedos ficasse no mesmo, ele virou o rosto na hora e me olhou, ele que estava com um expressão normal enquanto conversava comigo agora tinha mudado e ficado séria.
– O que está acontecendo aqui?- Carlos tinha chegado- você deu um tapa na cara do meu filho garota?
— É o que parece né velho?- olhei pra ele com cara de nojo.
– Mas você vai aprender bons modos sua garota mal criada- quando ele foi levantar a mão para me agredir, o garoto agarrou a mão do pai...
– Não precisa disso pai- ele olhou pra mim e piscou, fazendo com que eu ficasse emburrada, tava louca pra dar um chute nesse Carlos ai, ta pensando o que?- deixa que com ela eu sei lidar.
–Tem certeza meu filho?
— sim, sim papaizinho- eu falei debochando da voz que Carlos tinha feito.
– Cala boca garota- dessa vez foi o garoto que piscou pra mim, e... Qual seria o nome dele?
Eu ri da expressão dos dois, e vi Carlos se afastando e indo falar com os prédios.
– olha só por que você não gosta de mim não quer dizer que pode sair me dando tapas na cara.- ele falou me olhando.
– Só por que você acha que eu tenho corpo bonito não pode me seqüestrar, ou deixar seu papaizinho fazer isso.
– Ta tudo bem, qual seu nome?
– Não te interessa.
– Meu nome é Ryan e o seu é qual?- ele falou pegando com força no meu punho.
– Evelyn, agora me solta. — falei empurrando ele.
– Bom, Evelyn, — fez uma entonação no meu nome- Quero te mostrar uma coisa.
– O que é?
– Já vai ver.
Ele me puxou e colocou a mão em minha boca, eu o mordia o tempo todo.
– Cala boca que se eu não for duro com você e te xingar eu não consigo te tirar daqui.- ele falou sussurrando, fazendo com que eu parasse de morder ele e parasse de gritar.
Ele começou a me chamar de tudo quanto é coisa, e me deu algumas tapas (inhas) no rosto fingindo me agredir fortemente enquanto saia do lugar.
– Senta ai. – falou abrindo a porta do carro pra mim.
– NÃO.
Falei tentando sair correndo e batendo em um dos prédios do Carlos, olhei pro outro lado e tinha outro prédio, tentei ir correndo pra trás e bati novamente em outro dos prédios, caralh* eu tava presa.
–Entra ou fica ai- ele falou me puxando fazendo com que eu caísse de cara no bando.
Arrumei-me no banco e olhei pra ele.
–Aonde vai me levar?
–Surpresa- ele riu, eu fiquei emburrada o caminho inteiro0, aonde ele iria me levar?
Ele ligou o rádio e estava tocando “Make me wanna die, da banda The Pretty Reckless”, uma das minhas músicas favoritas, mas consegui me segurar para não cantar, quando ele parou na sinaleira, ele me deu uma venda e mandou-meeu tapar o rosto, assim eu fiz, passou-se mais uma meia hora.
Até que Ryan era legal, conversou comigo, fez algumas piadas, falou de algumas bandas de rock, eu descobri que ele era amante de música e que queria montar uma banda.
PVO´S Jaqueline
Já tinha passado uma semana desde o acidente de minha irmã, ela ainda estava no hospital de coma, resolvi ficar uns tempos por aqui para ajudar ela a se recuperar.
Eu só estava preocupada com Evelyn, descobri que ela não tinha ido dormir na casa de nenhuma amiga dela, e que na verdade ela não tem amiga, e sim amigo(s) seu nome é Rafael, mas naquela noite ela estava com um tal de Arthur, se acontecer alguma coisa com essa menina, não faço idéia de como minha irmã vai se recuperar, se ela souber que Evelyn desapareceu, ela ficará preocupada e ansiosa fazendo com que o seu tratamento não se desenvolva... onde será que essa garota esta...
Notas finais
obs: eu não posto no fim de semana, por isso amanhã eu vou postar mais de um (dois ou três, e se eu estiver com tempo até quatro, mas não prometo nada)
Enfim beijuuuuuuu
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