Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAA objeto escolhido de hoje: carretel (O MAIS DIFÍCIL ATÉ AGR)

Depois de quatro meses vivendo com Sugawara, Daichi já havia se aclimado à rotina. Passou a ajudar a manter tudo organizado e limpo, e, ainda, a cozinhar aquilo que o vampiro trazia de suas caças na floresta, às vezes acompanhando-o nessas incursões. Além disso, o aumento na vigilância havia sido colocado em prática — todas as manhãs, insistia em substituir Suga como sentinela, embora na maioria das vezes ele insistisse que “Vampiros não precisam dormir, posso fazer isso sozinho.”

Mantinha-se ocupado; ociosidade não era uma opção. Em alguns momentos, no entanto, permitia-se ler alguns dos livros do extenso acervo de Koushi, ocasionalmente em sua companhia.

E era, de fato, uma boa companhia: ao longo do tempo, pôde conhecê-lo melhor. Histórias de vida foram compartilhadas — as de Sugawara claramente mais numerosas — até que Daichi se viu, de alguma forma, se abrindo cada vez mais.

Ele também se viu criando uma conexão com ele. E tudo estava indo bem.

Até que Sugawara recebeu a carta.

Daichi viu sua compleição enrijecer imediatamente, tão logo recolhera alguns papéis de cima de uma mesa de carretel. Os olhos ávidos a leram em uma fração de segundo, uma preocupação quase febril presente neles.

— Daichi... Eu preciso ir.

Notas finais
espero que tenham gostado