Nobody Say Was Easy.
33 Como tudo deve ser - parte I.
Notas iniciais
>Brittany
Brittany – Posso dizer que esse é um dos dias mais incríveis da minha vida, sabia? – falei depositando um beijo em sua cabeça –
Santana – Quais foram os outros? – perguntou me encarando –
Brittany – Todos foram com você, San.
Ela sorriu e subiu em cima de mim para iniciar um beijo carinhoso:
Santana – Britti... Parece um sonho, você aqui comigo, nós. – falou e me encarou séria – eu pensei que isso nunca mais fosse acontecer, e você sabe...
Antes que ela completasse a frase eu a beijei novamente invertendo em seguida as posições:
Brittany – Para. – interrompi o beijo – Santana você errou, eu também errei, e nois sabemos disso, mas o quê importa é que nosso amor nunca morreu... Que aquele sentimento de cinco atrás, continua o mesmo, intacto, e mais intenso do quê nunca...
Santana – Eu sei Britti, eu só...
A interrompi novamente:
Brittany – Diz que me ama...
Santana – Mas... – me encarou confusa –
Brittany – Vamos San, eu só quero te mostrar uma coisa... Diz que me ama!
Ela sorriu e acariciou o meu rosto delicadamente:
Santana – Eu te amo muito, Brittany S. Pierce... Minha Britti.
Sorri e a trouxe para mais perto, selando nossos lábios em seguida. O beijo era calmo, carinhoso, sem nenhuma pretensão. Sua língua pediu passagem, e eu cedi, claro. As mesmas tinham uma sincronia perfeita, as mãos da Santana, passeavam pelas minhas costas, e antes que se tornasse impossível sair desse beijo perfeito e viciante, sorrir durante o mesmo e me afastei lentamente colando nossas testas:
Brittany – Me dá sua mão San...
Falei e ela lentamente fez o que eu pedi... Segurei a mesma, beijei e levei de encontro ao meu coração, sendo fiel a um momento parecido com esse que aconteceu há cinco anos:
Eu disse pra você uma vez que meu coração sempre acelerava quando eu me aproximava de você, ou quando me beijava – ela permanecia de olhos fechados – e ele continua da mesma forma... Com o mesmo efeito daquele tempo... Tá sentindo San?
Ela abriu os olhos lentamente e tinha um brilho nos olhos, e aquele sorriso que eu sabia que só existia pra mim:
Santana – Esse coração é meu... E o meu é seu... Completamente Britti, sempre foi e sempre será.
Sorri e a beijei rapidamente:
Brittany – Eu sei... Não vamos mais falar sobre essas coisas San... Isso já passou... – sorriu e depositei um selinho demorado nela – Agora me diz que lugar é esse?
Falei referindo-me a casa que estávamos... Localizava-se afastada de Nova York, em uma área totalmente privada e restrita, nem eu mesma conhecia.
Tudo possuía um aspecto antigo, um enorme jardim, arvores, flores, era como se fosse uma casa de campo, tranquilidade reinava nesse lugar:
Santana – Comprei isso aqui tem dois anos Britti, eu precisava de um lugar para me isolar às vezes... Pensar, colocar as ideias no lugar enfim... Além de mim, só você conhece.
Brittany – Que honra... – sorrir e ela também – aqui é muito bonito, meu amor. Boa escolha!
Santana gargalhou e eu fiquei sem entender:
Tá sorrindo porque San?
Santana – Do quê você me chamou?
Brittany – De San...
Santana – Não… Antes…
Brittany – Eu... – sorri e corei rapidamente, pois me dei conta do quê havia falado – para San...
Santana – Meu amor... Foi isso, repete Britti...
Brittany – SAN! – escondi meu rosto entre as mãos –
Santana – Deixa de besteira, vamos Britti...
Eu lentamente a encarei e a mesma ansiava para que eu falasse, era perceptível... Então eu sorrir, me aproximei do ouvido dela e sussurrei:
Brittany – Meu amor... Somente meu... – mordi o glóbulo de sua orelha –
Santana – Sou sua Britti, pra sempre.
Nossos lábios estavam bem próximos, respirações pesadas, corações acelerados, e não tinha por que esperar! A puxei para um beijo de urgência e seus lábios entreabertos logo se encontraram com os meus. O ritmo ditava o nosso estado físico naquele momento, se fosse possível, sairia faíscas, e tudo tomaria uma proporção perigosa caso isso pudesse mesmo acontecer. San possuía lábios macios, e ágeis. Nossas línguas se encontram e mais meu coração acelerava e a minha vontade desesperada de ter a Santana só pra mim também aumentava.
Eu a puxei cada vez mais para perto, e por extinto fui subindo sua blusa lentamente revelando um sutiã preto de renda, quando ela parou e falou ofegante:
Santana – Britti... Aqui não... Vem comigo!
Eu assenti e nois saímos em direção ao quarto. Nos beijamos e esbarramos em moveis por todo o percurso, até que entramos no mesmo e ela fechou a porta atrás de si e rapidamente, me empurrou para cima da cama e falou:
Hoje eu comando Britti, fica quietinha e me obedece.
Falou antes de deitar sobre mim novamente, e voltar a me beijar desesperadamente.
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