Anteriormente

— Você merece muito mais do que tapas, eu não vim atrás de vingança, mas sim de justiça, porque neste mundo tudo que você planta,, você mesmo colhe querido.

Ele a soltou e saiu da sala batendo a porta.

— Idiota.

X

Maria estava no quarto olhando o conjunto social preto e a camiseta branca.

— Será que estou fazendo o certo? Ah Deus, me proteja de todos eles. – Pensava ela aflita.

— Maria o carro chegou, tem certeza que não quer que eu vá com você?

— Não precisa Vivian, eu tenho de encarar os meus monstros.

— Qualquer coisa é só ligar, eu e o Rodrigo vamos correndo te buscar.

— Eu sei, as coisas vão começar a ficar complicada hoje, então por favor, tome muito cuidado, o assassino da Patrícia é capaz de qualquer coisa.

— Eu sei “mamãe” agora corre lá antes de o motorista desistir e ir embora.

Quando Maria disse a Vivian que precisava encarar os seus monstros, não imaginava que também estaria no lugar que mais a enche de recordações. – A cabana.

Quando o seu pé chegou ao chão se lembrou do último dia que esteve ali, podia sentir o cheiro do orvalho, o pequeno Heitor correndo pelo jardim atrás do seu primo Leonel. Se lembrava do Estevão e Arthur conversando na churrasqueira Patrícia havia entrado para trazer os pratos enquanto ela estava com a pequena Estrela nos braços.

´- Senhora se sente bem? – Era o motorista do carro a chamando

— Sim, desculpa é que esse lugar me trás boas lembranças. – E voltou a caminhar.