No cemitério
5 Revelações
Notas iniciais
_Eu lembro dela pequena, quando ainda convivia com a mãe uma vez ao ano ela ia no cemitério visitar o tio assinado, ela parava e olhava pó túmulo e logo ia andar a mãe dela sempre brigava por ela estar pisando nos túmulos ela dizia que incomodar quem dormia era feio. Depois ela parou de ir, então só a vi novamente quando ela tinha 14anos ela chorava muito a mãe dela tinha morrido, cuidei da morte da mãe dela com qualquer outra, mas a Vick sempre me alegrava mesmo em total luto. Comecei a vela mais vezes ela ia com o pai, mais depois que ela completou 15anos ela ia toda semana e parecia sentir minha presença, minha felicidade por ela estar lá. Então num dia de visita um garoto apareceu ele era alto e de pele chocolate, ele olhou pó túmulo e para menina repetiu tal palavra “borá” perdi o controle apareci ela me olhava com medo quando percebi sai correndo, dois dias depois do acontecimento dois caras entraram na casa dela, um deles matou o outro eu via a menina olhando pela brecha da porta, o pai chamou a policia, a menina sentou no chão e abraçou as pernas e começou a chorar, ela sentia minha presença o que a fazia chora mais, um garoto entrou no quarto e sentou perto dela ele se vestia com uma calça fina marrom, uma camisa vermelha e de chinela. Logo que ele sentou ela largou as pernas e o abraçou ele gentilmente a abraçou e ficou mexendo em seu cabelo ela logo parou de chorar, fiquei com ciúmes eu tava ali a tempo e ela não parava, ele chegou e logo ela parou. Ela se levantou e caminho ate a cozinha onde estava o homem morto ela olhou, e saiu correndo pó quarto o menino se levantava ela o agarrou derrubando os dois na cama.
_O que foi?- o menino perguntou se aconchegando na cama e ajeitando ela em si, começou a mexer no cabelo dela de novo
_Ele estar aqui- ela falou no meio do suspiro, ele a apertou forte em um abraço, ficaram assim ate ela dormir.
Sempre ia visita La ela já não se incomodava mais com a minha presença. Um dia fui vela ela tava passando mal já tinha vomitado tudo que tinha comido, o pai dela não estava em casa e a madrasta só ria. Ela fechou a porta do quarto pegou o celular e ligou pro garoto que tinha a socorrido quando o cara morreu, logo ele chegou deu um beijo na testa dela, ela pronunciou algo pra ele, que logo a pegou no colo e pegou uma bolsa que estava pendurada na cabeceira da cama e o celular e saiu. Depois não voltei lá, no outro dia ela me viu no cemitério e de noite trouxe ela pra cá com a Gessy.
_Então seu ciúme pelo garoto, a questão de não deixa-la mais ir na cidade dela é o garoto- falou o deus da lua
_Essa decisão é para eu não perde-la –respondeu Anúbis
–--------------------------------------#--------------------------------------------
Ta ficar atrás da porta escoltado conversa é feio, mais a Vick era minha melhor amiga, nunca escondeu nada de min pelo menos eu acho, ela estava muito estranha depois que Anúbis a proibiu de ir na cidade ou melhor passa do cemitério só da pra gente ir lá por ele, sem artefatos do Egito não dava para abri portais e se locomover pela cidade, ela tinha me contado tudo o que aconteceu fiquei muito feliz pelo Mon e ela faziam um ótimo casal.
Depois de ouvir tudo deixei os dois deuses conversando e fui pra cozinha, depois que o Paulinho virou seguidor de Hórus não ando de camisola pela casa de manha, Anúbis não se importava com isso mais eu tinha muita vergonha pó causa de Hórus bem convivendo com Anúbis eu percebi que ele não ligava eu e a Vick já tínhamos esbarrado nele sem camisa varias vezes, estava fazendo um chocolate quando um cara gritou na porta da cozinha, como já era noite eu estava com roupa de dormi era um cara aparentava ter 20 anos.
_Você sabe onde estar Anúbis? – o cara falou.
_Deve estar na sala – respondi
_Oi sou Sobek – o cara se apresentou – você deve ser uma das seguidoras de Anúbis
Eu me olhei de cima a baixo, veiiii o deus crocodilo me olhava ele ate que era bonito.
_Sou sim, meu nome e Gessy – respondi- a sala fica pra cá
Levei ele ate a sala, e fui pó meu quarto Vick já dormia eu ia deixa-la sozinha pra visitar meus pais, ela tinha pedido pra eu entregar algo pó Mon era uma estatua de Bastet a deusa gata nem sei por que ela daria isso pó Mon, seria a forma dela abri um portal pra velo? Eu me perguntava, e meus pensamentos foram bem alem depois da conversa de Khonsu e Anúbis, desde que conheço a Vick ela era carinhosa, birrenta e bem amorosa com quem ela queria, só confiava segredos super secretos com o Mon, eu tinha ciúmes por isso ou melhor eu morro de ciúmes com todo mundo, nunca tinha percebido que Anúbis cuidava muito dela, os olhos dele brilhavam quando ela sorria perto dele bem ele cuidava de nos duas bem, agora eu tinha percebido que qualquer contato que a Vick tinha com menino o incomodava nunca entendi por que, ele sofreu tanto assim a 18 anos atrás quando a tal Sedie Kane o magoou deixando ele por What, depois de tudo que ele fez por ele, e agora contar que a 14 anos se alegrava só pela presença da minha melhor amiga, na profecia dizia que era eu e ela que o alegraria, ai que isso estava me deixando louca, ta depois da morte da tia Help a Vick ficou encantada por Anúbis, por cemitério e tal, se eu perdesse ela a encontraria no cemitério mais ela nunca me falou que sentia a presença dele deve ter falado pó Mon ela confiava segredos a ele, acabei dormindo.
_Bom dia anjo – Vick me acordava sempre assim – já ta na hora de você ir
_Já vou – falei isso levantei me arrumei e abri um portal dei thau e um beijo na Vick e fui embora
A primeira coisa que eu fiz quando cheguei no nosso bairo foi entrega a estatua ao Mon, depois fui viver minha vida e quando deu oito horas da noite voltei pro castelo de Anúbis.
Fale com o autor