Morri como Bento, o filho desafortunado, d’uma rara doença que o grande médico Oswaldo Cruz não pôde salvar.

Meus primeiros dias como vampiro foram dentro de um caixão. Aramak cuidou de mim, a quem cuida de um ser indefeso. Aninhou-me em seu peito, alimentou-me e sussurrou em idioma antigo uma canção sôfrega.

Atravessei um cardal de angústia até despertar como vampiro, em uma noite de lua cheia; faminto por liberdade, sangue e prazer.

Despi-me da humanidade, pois já não era mais humano. E abracei a noite como um manto de sabedoria.

Os dias passaram lentos. E os meses viraram anos.

Notas finais
Queria ter dedicado mais capitulos a transformaçao dele, mas vamos viver ne? Tem que recorrer as figuras de linguagem para sobreviver ao desafio kkkkk Beijoss