Trinta anos depois, ofereci meu sangue para Eliel.

Sua transformação indolor não exigiu lealdade e submissão, características modais da comunidade vampírica.

Embora eu não fosse influente, carregava o nome de Aramak. Sua reputação era amodal, vinda de gerações, tornando-me seu sucessor no conselho de vampiros.

Poder... status, nada completou o vazio deixado por Aramak.

Eliel não era um substituto de Aramak, era meu filho.

Mas seu poder e ambição tornou-se um perigo para o submundo.

Por minhas mãos ele partiu.

Minha alma quebrou, e como punição, me isolei do mundo, impedindo que outro mortal atravesse o caminho de um vampiro.

Notas finais
O desafio de outubro chegou ao fim e eu estou muito feliz. Obrigada por acompanhar a minha história, e descobrir comigo como ela seria. Todos os dias eu acordava e era uma surpresa saber o que ia acontecer aqui. No final, eu acabei criando um filho de cruz credo, o Eliel tentou dominar os vampiros, por isso coloquei ali “ um perigo para o submundo” o erro de Bento foi não exigir submissao e lealdade? fica aí a questão. O Bento não aguentou matar o filho e se isolou la no castelo medieval. O que acharam? Eu sinto um gosto amargo com essa história kkk eu queria que o Aramak estivesse vivo, mas pq eu matei ele? Para sofrer junto com o Bento, sou esse tipo de escritora kkkk Beijos, obrigada por me acompanharem. Até ano que vem!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!