Bebemos sangue em sua homenagem.

Compartilhamos suas últimas horas na floresta, Akamak não caçou, mas observou os mortais da vila.

“Temos sempre escolhas.”

“E preferes partir.”

“Prefiro me eternizar.”

Seus lábios tocaram meu rosto, num beijo gentil.

Retornamos ao castelo, Aramak se deitou no caixão e foi levado para uma cripta, onde aguardou a morte eterna. Meu coração não se libertou da calceta que nele prendia.

Viajei pelo mundo solitário.

Cheguei ao Brasil, sopeguei pelas noites quentes, deparando-me com aquela antiga capela.

Desci as escadarias obscuras, ouvindo um lamurio.

Um garotinho abandonado chorava de fome.

Estendi minha mão, ele aceitou.

Notas finais
Oi, gente. Aramak virou saudade. Eu imaginei ele simplesmente em um estágio de coma vampirica no caixão para sempre nos poços do castelo dele. Bento ficou milionário e eu adoro histórias que voltam para o início de onde tudo começo, então levei ele pra Botafogo e olha só achou um menor abandonado ehehe Aqui no RJ as igrejas e capelas antigas tem criptas assim e da pra visitar a maioria. Não vejo a hora de descobrir como vai ser o final, esse mês foi uma aventura. Beijoss