Fraco, eu estava morrendo.

Meu corpo esconso em seus braços, os lábios trêmulos, quase sem forças para responder.

A mente divagou distante da baiuca que compartilhávamos no porão da casa de minha família.

Eu poderia ser como ele?

Uma simples pergunta que implicava toda uma vida.

Seria eu merecedor daquela honra? Sobreviveria à custa da morte alheia?

Aramak soprou em meu ouvido um pedido venenoso que nenhum mortal recusaria.

Porém, me detive na lembrança do sol, da luz, da quentura dos dias de verão.

Poucas coisas me tornavam feliz, mas em seus braços eu era um mero boneco de luxo.

Notas finais
Queria ter feito alguns capitulos dele refletindo sobre a vida e a morte. Mas é o que temos para hoje kkkk Enquanto isso o Aramak so no pe do ouvido. Cilada?