Não conseguia mais pensar na minha família. As lembranças de seus rostos apagaram-se da minha mente.

Contudo, lembrava-me perfeitamente do sol cingir meu corpo. Sensação que nenhuma luz artificial me proporcionou novamente.

Aramak se tornava cada dia mais silencioso, até que nossa viagem foi marcada.

Pareceu animado, embora não sorrisse.

Ele queria me mostrar as florestas, sua casa e as pessoas que abandonou.

Falava em tom de despedida.

Ele me acalentou todas as noites em seu caixão, acarinhando minha cabeça contra seu peito frio.

Um consolo ínfimo perto do vazio que a falta dele faria.

“Alegre-se, sua jornada apenas começou”

Notas finais
Eu acho que nao to num dia bom, o capitulo foi bem fraquinho kkk Beijoss