No ato
1 Capítulo 1
Notas iniciais
É só um capítulo. Puro e sublime, um fato. Que discordar seria um prazer. E mais prazeroso seria contar apenas uma simples angústia, mas tornou-se mais do que um fato-ato simples. Perdurou em uma profunda reflexão sobre a situação mais presente em todas as pessoas, a vida.
Complementar, existir, extinguir, facilitar.
Só quer-se descomplicar!E a verdade, que se é a verdade? Quem sois para declamar? Ou decidir? Mas a busca pela resposta a mais complexa das simples respostas...E daí? Querem saber! Quais as respostas? Eis de buscar! Mas onde? – Nas evidências!Quais tais?– Nos restos mortais.Quem és tu para ludibriar meus pensamentos?A resposta está aí bem na tua frente. E eis novamente mais esperanças de encontrar a esperança de saber o que vem primeiro de mim e de você. E eis de crer!Mas quem irá saber com precisão tudo sobre mim e você? Somos todos homens. Com uma única preocupação, ou não! O quê?Sabe-se mais nada o quê! Somente e só somente, somos sombra e veemente somos, novamente sombra. Dúvida. Sem sombra de dúvida... Ou com todas as dúvidas continuamos a ser: eu e você. E a vida? A vida também! E brindemos à ela, que nos dá sentido pra viver.E então, para você...O que é mesmo viver?
Notas finais
Hmmmm... Saiu do forno!Diga alto e rápido: um esquilo viu um grilo no milho do filho do esquilo e novamente um grilo viu um esquilo no molho do filho do grilo...
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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