No Mundo Shugo Chara
15 Capítulo 15 - Tenha cuidado com o que sonha...
Notas iniciais
Eu prometi postar mais cedo, só que eu não contava com uma coisa: Fiquei de castigo!
Isso mesmo, minha mãe deu um chilique quando eu tive uma discussão muito boba com a minha irmã e ela simplesmente coloco ela e eu de castigo por três semanas, então eu só sai ontem dele e escrevi fiquei escrevendo o episódio o dia inteiro, mas só consegui postar hoje -.-''
Meu pesadelo havia mudado muito rápido e por mais que eu não tenha gostado do outro, este estava sendo mil vezes pior.
As gotas de agua caiam.... caiam forte.... tão forte que poderia doer.... mas não doía.
Eu só pensava em correr e não parrar mais... fugir para os braços deles.
Eu não conseguia pensar em mais nada, tudo ao meu redor era escuro... tudo tão sombrio.
Eu não olharia para traz, minhas lagrimas não paravam de cair, mas a essa hora, eu não sabia o que era agua dos meus olhos ou agua da chuva, mas eu ouvia.... ouvia os passos dele, a voz dele, sua risada sarcástica.... e tudo o que eu queira era acordar. Acordar daquele pesadelo, que torcia para não ser real.
Meus cabelos estavam grudados no meu rosto, meus pés sangravam por estarem descalços e correm sobre pedras que mais pareciam pregos, o cansaço só aumentava, mas eu não podia parar.... se não, ele iria me pegar.
Eu continuaria a correr não importa quantas horas se passassem, quantos dias se passassem, mas eu não iria parar, nunca mais quero estar nos braços daquele monstro que um dia me fez sofrer tanto.
Meus pulmões doíam, minha cabeça latejava e minha garganta estava seca, eu não conseguia gritar e mesmo que gritasse, ninguém iria aparecer, eu nem ao menos sei onde estou.
E o que eu mais temia aconteceu: eu tropecei.
Cai no chão, sem tempo de me apoiar fui de cara no chão. Rasguei a boca do joelho, o queixo, torci o pé e ralei as mãos. Mas eu tinha que levantar e tentei, o mais rápido que podia... mas era tarde demais.
Quando me levantei, senti braços em volta da minha cintura, e o terror subiu pela minha espinha quando ouvi a voz dele.
- Te peguei.
E eu grite, gritei de medo, gritei de raiva, gritei de pavor e principalmente por não conseguir ver as duas pessoas que mais amava antes dele me pegar.
Era o fim....
E agradeci aos deuses por ver o rosto da Mah.
Pov Maria
Eu acordei cedo como de costume, mas não foi por vontade própria, eu ouvi gritos e quando percebi de quem eram sai correndo do meu quarto e praticamente arrombei as portas do quarto de Clara, ela estava gritando e se debatendo na cama enquanto chorava. Aquilo me doeu de uma maneira que não sei explicar, corri até minha melhor amiga e a chaqualhei e gritava por seu nome, acho que depois de uns dois minutos, ela abrir os olhos com tudo e me olhou, parecia surpresa, depois pareceu observar o cômodo e assim se jogar nos meus braços soluçando no meu pijama.
- Clara, calma, foi apenas um pesadelo – Eu a abracei forte e passava as mãos em seus cabelos.
- E-eu... p-parecia tão real, p-parecia mesmo q-que ele i-iria me pegar – Ela não parava de soluçar, suas unhas cavavam na minha roupa, mas eu não ligava para a dor, ela parecia que tinha visto um demônio.
- Quem? De quem você está falando Clara? – Eu tentava encaixar os pontos, mas eu não conseguia entender direito, ela não parava de gaguejar coisas sem sentido.
- O-o... e-ele – Ela parou e respirou fundo, mas ainda não parava de cair lágrimas, contudo ela conseguiu falara sem gaguejar – O Kenji.
E aquele nome foi o suficiente para eu congelar e toda a raiva que eu pensei ter superado a um ano ter voltado com tudo. Apenas aquele desgraçado foi capaz de fazer a Clara sofrer como eu nunca vi alguém sofrer antes, foi muito pior de quando a minha irmã morreu. Ela ficou traumatizada e perdeu completamente aquele brilho nos olhos, o brilho de menina, o sorriso de criança. Apenas as ações de Kenji foram o suficiente para fazer com que Clara perdesse o amor a vida.
Todas as reconduções daquele dia passaram pela minha cabeça, o rosto de desespero da Clara, a cara sarcástica de Kenji, com os espelhos da sala, eu pude ver a surpresa e a raiva estampadas na minha cara naquelas horas.
Eu odeio com cada célula do meu corpo Kenji Carvalho.
E naquele mesmo dia eu fiz uma promessa para mim e para Clara.
- Shh, foi só um pesadelo, ele não esta aqui e nunca mais vamos vê-los, estamos em outro mundo lembra? Ele não existe aqui. – Não sei o porquê, mas eu sentia que havia algo de errado nas minhas palavras.
Ela não falou mais nada e foi se acalmando aos poucos, eu afrouxei o abraço quando vi que os soluços haviam parado e olhei para Clara e esbocei um sorriso que ela retribui. Ouvimos batidas na porta e viramos para ela vendo Naddy entrar e nos olhar preocupada.
- Vocês estão bem? Ouvimos gritos. – Ela veio e se sentou ao nosso lado. – Falei para o Nagi não entrar caso seja problemas femininos – Ela piscou o olho e fez com que Clara risse de leve e limpasse as lagrimas com as costas da mão.
- Não foi nada Naddy, eu só tive um pesadelo, já passou.
- Odeio pesadelos, a gente fica com uma cara amassada parece até que um caminhão passou em cima – Ela falou e fez uma careta e fazendo com que nós ricemos.
Ficamos conversando por coisas aleatórias por um tempo e sempre que podíamos fazíamos alguma piada para Clara rir e ela foi sorrindo mais até não parecer que a cena de ela chorando aos prantos não tivesse acontecido. No meio da conversa vi Nadeshiko olhar sugestiva para mim e sabia que ela havia percebido que tinha algo por trás daquilo tudo e que ela iria querer justificativas depois, mas não sei se vou ter coragem de contar ou permissão. Mas ela pareceu entender o olhar que lhe dei e se conteve para perguntar.
Não tivemos noção do tempo até a senhora Fujisaki bater na porta.
- Meninas esta quase na hora de vocês irem para escola, tem a viagem, esqueceram? Nadeshiko, Maria vão para seus quartos se arrumem o café já esta pronto – Ela sorriu, mas parecia mais um sorriso malvado, não sei se ela gostou muito de termos nos atrasado e isso fez que um arrepio passasse pelo meu corpo. No anime ela não era lá um amor de pessoa.
- Estava estranhando mesmo, ela estar sendo tão legais com vocês – Nadeshiko falou parecendo ter lido os meus pensamentos.
- Ela me assusta. – Nós duas rimos com o comentário de Clara e depois saímos do quarto ao ouvir a senhora Fujisaki gritar para irmos mais rápido. Acho que ela só foi boazinha no começo para não passar má impressão.
Fui para meu quarto, arrumei minha cama e fui trocar de roupa, como era uma viagem, não iriamos precisar usar uniforme, então coloquei uma roupa simples.
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Peguei a minha mochila e a mala levando as até a sala e colocando-as do a onde tinha outras duas iguais, mas de cores diferente, uma rosa com flores de cerejeira e uma azul escura com o desenho de uma bola de basquete na beira, provavelmente de Nadeshiko e Nagihiko. Não vi nenhuma que podia ser da Clara, então presumi que ela não arrumou suas coisas direito e se distraiu com o Kukai ontem, ela pode ser bem lerda as vezes. Esse pensamento vez com que uma gota aparecesse em minha cabeça e só sumindo com o susto que eu levei ao sentir alguém beijar minha bochecha.
- Fujisaki-kun! Quer me matar do coração – Eu me virei e fiquei de frente com ele.
- Não pensei que você fosse se assustar, um ninja nunca abaixa a guarda, não é assim? – Ele riu e colocou as mãos na minha cintura.
- Estava perdida em pensamentos. – Eu fechei os olhos e suspirei, mas os arregalei quando senti Nagihiko me abraçar.
- Fiquei preocupado, a Clara-chan estava gritando e você foi para lá, a Naddy não me deixou ver vocês e depois de vocês demorarem tanto, eu estava com vontade de derrubar aquela porta e ver como vocês estavam – Ele disse me abraçando mais forte, eu me afastei um pouco e olhei em seus olhos e vi que estavam cheios de preocupação e isso me doeu, eu me aproximei e o beijei passando os braços por seu pescoço e parecia que ele relaxou, pois senti seus ombros relaxarem.
Porem, fomos interrompidos por um pigarro do nosso lado. Olhamos e vimos Nadeshiko nos olhar parecendo segurar o riso e com as mãos na cintura.
Eu não sabia a onde enfiar a cabeça de tanta vergonha, então resolvi me esconder no pescoço de Nagi que apenas ria.
- Justo agora, mana? – E com esse comentário, eu dei um tapa no braço dele. – Itai! – Ele reclamou.
- Por mais que eu esteja feliz com vocês dois jutos, temos que tomar café e a Oka-san esta com um olhar que se souber que vocês estão se agarrando no meio da sala, é bem capaz que alguém saia machucado. – Ela falou agora seria e me puxou pelo braço até a cozinha a onde nos sentamos em frente da mesa de café e sussurrou. – Eu ainda vou querer saber como foi tudo isso, de hoje você não me escapa.
Eu apenas assenti rindo e um pouco corada, por um momento esqueci-me de todos os meus problemas.
Pov Clara
Eu agradeço muito por ter amigas como a Mah e a Naddy, elas conseguiram me acalmar, mas após fecharem a porta, tudo voltou, eu senti uma dor tão grande no meu peito e as lágrimas já queria sair, porem as segurei o máximo que pude, eles iriam reparar e só espero que o Nagi e nem a senhora Fujisaki não perguntem nada, pois ai sim eu iria voltar a chorar. Meu Kami-sama, como eu sou chorona!
Ri fraco com esses pensamentos e fui ao banheiro para jogar um pouco de água no meu rosto para ver se melhorava meu estado, eu tinha que me animar um pouco, iriamos para o Brasil e eu estava louco para ver como seria em um “mundo” anime.
Depois de melhorar a minha situação, fui escovar o meu cabelo e resolvi prende-los em duas Marias-chiquinhas baixas e fui escolher a minha roupa, não sabia o que vestir, apesar de já estarmos aqui por algumas semanas e ter feitos compras com a Naddy e a Amu-chan, não me lembrava de nenhum conjunto para usar, então resolvi experimentar algumas, até achar uma que eu realmente gostei:
Acho que demorei um pouco, mas como eu adiantei tudo ontem, a Mah não pode reclamar, já que é um milagre eu já estar pronta.
Corri até o banheiro e passei um lápis e uma sombra fraquinha só pra cobrir os olhos vermelhos, peguei minha mala e a bolsa e desci, colocando com as outras.
Todavia, aquele sonho me passou um pressentimento horrível, e tenho certeza que não vai sumir logo, bati duas vezes de leve nas minhas bochechas e fui até a cozinha.
- Ohaiyo! – Eu falei me sentado ao lado de Mah e me servindo.
- Ohaiyo – Todos responderam em educação.
- Já esta melhor? – Mah sussurrou para que só eu ouvisse e me olhava preocupada.
- Sim, não se preocupe, estou muito melhor. – Eu respondi sorrindo, mas vi que a duvida continuava com ela.
- Esta bonita em Clara-chan, isso tudo é por Kukai? Eu vi que ele só saiu do seu quarto bem tarde. – Naddy disse olhando para mim com um sorrisinho safado o que me fez corar muito e abaixar a cabeça, enquanto Mah e Nagi riam. Meus amigos são lindos, não acham?
- Deixe ela Naddy, tenho certeza que ela prefere receber esses elogios do Souma-kun. – E isso só me fez corar mais ainda e as gargalhadas aumentarem.
- U-URUSAI! – Eu tentei gritar, mas a minha voz saiu mais tremula do que firme – v-vocês dois n-não podem falar-r nada de mim! – Eu apontei para o outro casal que parou de rir na hora. – Para onde vocês foram na noite passada? — E isso vez eles corarem também, HÁ!
- Verdade, voltaram com sorrisos bobos na cara, um casal apaixonado. – Naddy me acompanhou e agora eu ri com a cara da Mah que estava tão encolhida que sua franja cobriu seus olhos.
- I-i d-dai? – Para nossa surpresa, Nagihiko falou mais calma. — Ela é minha namorada e é normal que a gente saia sozinho ou essas coisa, vocês queria, oque?
Mah olhou surpresa para ele, pelo o que ele tinha falado, ele ainda não tinha assumido o namoro deles e isso fez com que ela lhe desse um sorriso fofo.
- Kawai! Nossa Nagi, nunca te vi assim. Ta com sorte em Mah-chan? – Naddy disse cutucando as costelas dela com o cotovelo.
- Tenho mesmo. – Ela disse, e agora quem olhou surpresa para ela foi Nagi que ficou um pouco vermelho e ao ver Mah também corou, e nós todos rimos.
E o café foi assim, com risos e caras vermelhas, até parece que não ia perder a chance de zoar com o casal Fujisaki e Matos mais um pouco, pelo menos assim eles não falavam de mim e Kukai.
Quando terminamos tudo, fomos para a escola, resolvemos ir a pé mesmo, já que a escola não era tão longe e a senhora Fujisaki não dirige.
Quando chegamos fomos até o pátio onde estavam os outros alunos e alguns ônibus ao lado, devem estar esperando todos os alunos. Vimos os outros e fomos e estávamos indo até lá, quando Nikaido-sensei nos parou com um berro.
- MATTE!!! – Nikaido-sensei veio correndo e escorregou, a alguns metros de nós, indo de cara no chão, e todos olhamos com gotas em nossas cabeças.
Ele se levantou rápido coçando a cabeça e rindo.
— O que foi Nikaido-sensei? – Mah perguntou com a mão na testa, ela nunca entendeu a lerdeza dele.
- Uh? A é! Vocês tem que assinar a lista de presença para sabermos que já chegaram. – Ele nos entregou uma prancheta para mim que logo escrevi o meu nome na lista e passei para os outros. – Arigato, podem ir agora, deixem as malas comigo que vou levar junto das outras para colocar no ônibus. – Ele sorriu como se não tivesse levado um tombão agora pouco e saiu tentando puxar quatro anos sozinho, não sei como ele ainda não quebrou um braço.
Fomos até os outros, e vimos que eles estavam Amu-chan estava conversando animada com o Tadase-kun e Rima estava de lado tomando algo em um cantil rosa, que acho que era chá. Mas faltava alguém.
- Uh? Souma-kun ainda não chegou – Mah falou percebendo a falta do jogador também, sendo abraçada pelos ombros pelo Nagi quando o mesmo percebeu que alguns meninos do outro colégio olhavam para ela.
- Ele ainda não chegou, parece que se atrasou um pouco, parece que o carro de seu irmão quebrou – Tadese disse, ele estava segurando a mão da Amu.
Pov Kukai
Eu já estava atrasado, meu irmão idiota saiu ontem com os amigos e ficou bêbado e só percebeu que a bateria do carro pifou quando foi mexer nela e viu um bastão de golfe enfiado no meio dela, segundo ele, não se lembrava de nada da noite passada e falou para eu ir de taxi, pois estava com muita dor de cabeça para consertar.
- Aquele baka! – Eu resmungava enquanto passava pelo portão do colégio e tentava achar os guardiões, mas o que eu queria mesmo ver era a Clara.
Depois da noite de ontem, eu não parei de pensar nela. Quando eu sai, eu só queria voltar pela janela do quarto dela e abraçar e nunca mais soltar, ela se tornou importante para mim em tão pouco tempo.
E agora eu sinto que estamos mais próximos, ela confia em mim a ponte de dizer seu segredo e se importar com o que eu ia achar e isso foi extremamente fofo da parte dela. E eu completamente apaixonado por Clara Santos.
E saber que ela vem de outro mundo, fez um medo de perdê-la crescer no meu peito, pensar que ela pode voltar para lá e me deixar, me da um desespero enorme.
E agora eu só queria acha-la e dizer tudo o que eu sentia. Mas eu tinha medo de ela não sentir o mesmo por mim, e eu não queria ser rejeitada ou perder a amizade dela. Nossa, como eu sou um MARRICA COVARDE!
Eu finalmente achei eles, e um sorriso enorme apareceu na minha cara, mas ele se desmanchou quando eu vi uns meninos encarrando ela com um olhar de desejo e isso me deu vontade de ir lá e socar a cara de cada um e gritar para eles que ela era MINHA!
Eu já ia em direção até eles, quando o Nikaido saiu de algum lugar.
- Nee Souma-kun, você precisa assinar uma lista e... – Eu nem deixei ele terminar e peguei aquela prancheta e rabisquei o meu nome e joguei de volta para ele nem vendo ele pegar e deixei a minha mala também. Eu só andei a passos largos até eles e cheguei até a minha menina.
- Hey Kukai-kun você... – Ela se virou para mim e ia perguntar algo, eu acho, mas eu a abracei forte e lancei um olhar mortal para aqueles idiotas que me olhavam com raiva e deboche e percebi que também olhavam assim para o Fujisaki.
Então eu percebi que um silêncio se instalou entre nós e olhei para Clara que estava surpresa e roxa.
- Oi, você esta legal? Esta roxa. – Eu perguntei e ela me olhou um tanto tímida e me deu um beijo na bochecha e eu sorri muito.
- Oi, estou assim... só fiquei surpresa. – Ela finalmente me abraçou e eu olhei para os outros, Hinamori e Tadase pareciam meios desconfortáveis e eu vi que estavam de mãos dadas, então lhe mandei um sorriso malicioso e eles ficaram vermelhos, o Fujisaki e a Mah estavam sorrindo para mim e a Nadeshiko e a Rima me olhavam com sorrisos maliciosos e malvados. Será que todas as rainhas eram tão impuras assim: por fora cara de anjo, por dentro o demônio em pessoas.
- Eu não podia deixar aqueles meninos te olharem, você é minha. – Eu sussurrei no seu ouvido e ela se afastou de mim com os olhos arregalados e isso me fez ficar sem graça.
- Sua? – Ela me olhou com um sorriso terno e isso me hipnotizou.
- Sim, minha e não vou dividir com ninguém. – Eu não resisti e acariciei sua bochecha e comecei a aproximar os nossos rostos até nossas testas se tocarem. Estavos nos aproximando mais ainda, até...
- MINNA!!! VAMOS PARTIR!!! – Nikaido gritou do nosso lado, fazendo com que todos nós pulássemos, e Clara e eu nos separássemos.
EU MATO O NIKAIDO!
Continua...
Notas finais
Depois de tanto tempo com essa fic e ao ler outras, percebi que colocar apenas os nomes e a fala não explicava direito as ações dos personagens, então mudei.
O que acharam do episódio? Esse foi mais para deixar duvidas e a curiosidade de vocês aumentarem.
Deixem reviews e eu quero dar boas vindas a Mei-chan e a BeatrixKiddo-chan e agradecer as meninas que favoritaram a fic, obrigada Leenalye-chan, leleckaka-chan e Isabelagameiro-chan.
Bjs e até o próximo capitulo (Inner: Isso não soa estranho para você? ¬¬)
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